Chineses Does What Nintendon’t

nes-classic-fake-box

Sabe aquela história de que aqueles que não prestam assistência, abrem concorrência? Pois a Nintendo já está vendo isso acontecer em relação ao NES Classic. Como era de se esperar, após o anúncio do fim da produção do aparelho tornou-se quase impossível encontrar uma unidade por um preço razoável, mesmo no primeiro mundo.

Pois enxergando aí uma ótima oportunidade, os chineses decidiram colocar em prática sua famosa capacidade de copiar os produtos dos outros e uma versão não-oficial do console já pode ser encontrada à venda na internet. Conforme membros do NeoGAF descobriram, a réplica chegou a aparecer no AliExpress e embora ele não esteja mais disponível por lá, ainda pode ser encontrado no eBay.

Disponibilizado numa caixa muito parecida com a original, a cópia do NES Classic até possui um acabamento inferior ao produzido pela Nintendo, com pequenos detalhes entregando se tratar de uma falsificação, mas a menos que você o coloque ao lado de um verdadeiro ou conheça muito o videogame, não será muito difícil ser enganado.

A versão produzida pelos chineses até conta com as entradas micro-USB e os conectores iguais ao do Classic Controller do Wii, mas a coisa fica realmente impressionante ao vermos o menu do console. Muito parecido com aquele encontrado no original, as diferenças estariam nos detalhes: além dos títulos dos jogos usarem uma fonte menor, várias delas são diferentes. A grande diferença no entanto está nas caixas dos jogos, pois se no original temos quatro delas sendo mostradas ao mesmo tempo, na versão pirata são cinco.

Abaixo deixarei duas imagens mostrando os menus, com o da direita sendo aquele criado pela Nintendo.

nes-classic-fake nes-classic-original

Outro detalhe notado por quem teve acesso à falsificação diz respeito ao controle. Sem parecer tão bem feito quanto o original, ele ainda possui um relevo em torno dos botões A e B. Por fim, as peças possuem uma coloração um pouco diferente da versão oficial, mas ainda assim a diferença é pequena.

Resumindo: se daqui para frente você começar a encontrar o NES Classic por preços bem convidativos, desconfie, pois é muito provável que estejam tentando te vender uma cópia. No Brasil então é muito provável que essas unidades invadam o mercado e tenho certeza que não demorará até vermos nas redes sociais alguns desavisados se vangloriando por terem feito um ótimo negócio.


yuxuan30 — NES mini clone 30 in 1 updates

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Autor: Dori Prata

Pai em tempo integral do pequeno Nicolas, enquanto se divide escrevendo para o Meio Bit Games, Techtudo e Vida de Gamer, tenta encontrar um tempinho para aproveitar algumas das suas paixões, os filmes, os quadrinhos, o futebol e os videogames. Acredita que um dia conseguirá jogar todos os games da sua coleção.

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  • Paçaro

    Eu ainda assim acho que é um ótimo negócio. É um video game bonitinho, com joguinhos legais e pra quem quer deixar na estante vai ficar bonito.

    Se a Nintendo se recusa a vender e a cópia é extremamente parecida, tem mais é que comprar o xing ling mesmo.

    • Germano

      “Chinese does (better) what Nintendon’t”
      Faltou saber se nesse é possivel carregar jogos via algum armazenamento externo. Via cartão SD, ou espetando via cabo OTG um pendrive no micro-USB citado?

    • Isso aí! Aliás, esses mini-consoles nada mais são do que isso, um enfeite pra quem se arrependeu de ter posto fora seus consoles da época e quer deixar exposto.

      Quem quiser um SNES ou NES verdadeiros, tem aos montes nos sites de leilão/vendas. E dá pra pôr jogos, ao contrários desses “mimos” em miniatura que vem com uma biblioteca fixa e limitada, apesar de boa.

      • Yskar

        O problema é conseguir qualidade de imagem com consoles antigos em TVs modernas, fica uma bosta sem um frameister ou algo do tipo, e para ficar PERFEITO não é nem um pouco fácil.
        Assim esses mini consoles oficiais são uma forma fácil de se fazer isso, mas a que eu considero mais custo/benefício + praticidade é usar um Raspberry Pi.

        • Bom, esses consoles tinham uma resolução pífia e eram pensados pra TVs CRT. Pra mim que jogava numa TV de 14 polegadas, mono e ligava via cabo RF naquelas caixinhas switches bagaceiras com chuvisco e/ou ruído, acho preciosismo querer alta qualidade numa imagem gerada em 256×240 escalada pra Full HD. Tem diferença, mas acho um pouco contraditório se preocupar com esse tipo de coisa ao querer jogar coisas de 25~35 anos atrás. Isso é mais característica de pessoas que contam frames e comparam lado a lado o serrilhado e a textura do PS4 vs XB1. Sem ofensa. Minha opinião. Eu já estou satisfeito de poder jogar em stereo e sem ruído/chuvisco via RCA. =)

          • Yskar

            Eu até PREFIRO comprar uma TV de tubo pra jogar esse tipo de jogo, é mais fiel a visão original de como ele foi pensado em ser jogado, mas não é conveniente pois TVs de tubo são verdadeiros mastodontes.
            Pessoalmente eu gosto da aparência original dos jogos, pois as características das TVs de tubo escondiam os serrilhados e sem ter a imagem que eu via na época não consegue me inspirar o saudosismo da época, então o ideal é usar upscalers com filtros e simuladores de scanline que dão o aspecto de tubo em Tvs modernas, ou usar um raspberry pi com filtro de scanline de uma vez, por que os upscalers das TVs modernas cagam o gráfico dos consoles mais antigos.

          • É verdade. Por isso eu ainda tenho uma TV CRT 21″ em casa e quando jogo em LED, prefiro jogar numa menor (geralmente meu TV/monitor de 24″ do PC) onde não fica tão ruim quando numa 40″ onde os pixels gigantes com color bleeding saltam na sua cara, hehehehe.

          • Yskar

            Se você usa seu notebook nessas TVs experimente o emulador punes64, é ótimo!
            Tem configurações simples e fáceis que deixam a imagem boa mesmo em TVs maiores.

  • Será que é possível fazer aquele hack maroto de adicionar mais ROMs nessa firmware?

    • Yskar

      Nem deve precisar hackear esse modelo pra tacar rom

    • pelo o que alguns estão dizendo, na verdade o SO dessa cópia é apenas um emulador do NES.

  • Yskar

    Um linkzinho pra comprar na amazon seria legal Dori!

    • Hail Hidra

      Acho que só tem no eBay

      • Yskar

        É exatamente isso que quero.

  • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

    Seria bom se colocassem todos os jogos do Nintendo aí sim a cópia superaria o original

  • Diego Diego

    Se for uma cópia honesta….
    Espero que o preço praticado pelos chineses seja compatível com o que vale o produto (sem aquele papo do valor intrínseco da marca, franquias legendárias, fanboys se auto sodomizando com o aparelho ligado, etc – todos nós sabemos o quanto a N é idolatrada e importante, apesar de não dar a mínima para seus fans).

    E espero que de fato exista um meio de colocar mais roms na cópia.Seria sensacional (e mais em conta que a original).

    • Germano

      Seria honesto só se fosse licenciado pela Nintendo, o que eu duvido muito. Mas se com honesto quis dizer custo/benefício, daí concordo.

      • Diego Diego

        Exato!

    • Yskar

      Raspberry Pi 3 + case feito em impressora 3D + controle sem fio da 8Bitdo é exatamente isso que você quer.

  • Diego Berlezi Ramos

    Para quem comprou um Polystation só para poder jogar alguns cartuchos antigos de NES lá de vez em quando, eu encarava fácil, ainda mais que a Nintendo está obrando e andando para o Brasil.

  • Espero que se popularize essa beleza por aqui.

    • Yskar

      Tem o Raspberry Pi 3 que faz mais e melhor, queria comprar mais pela carcaça mesmo.

      • Queria só mais pra Nes mesmo, e popularizar é sair da internet e ganhar mais acessibilidade. O Raspberry ainda não consegui essa proeza que eu saiba.

        • Yskar

          Muito pelo contrário, ele só não é conhecido muito entre os leigos (as vezes lembram dele pelo nome de INFANTO) , se você só quer para NES/Master/Mega/Snes e mais nada dá pra fazer até com o Raspberry Pi Zero que é menor e mais barato ainda. https://uploads.disquscdn.com/images/3fcaf9f0b06c39c7aae2a9a299fc989e6f61ce61314070bef08964b3f1cae52b.jpg

          Sá até para fazer um gameboy que pode ser conectado na TV e usar um controle sem fio.
          Qualquer coisa nessa linha emulação que a Nintendo fizer, os makers conseguem fazer melhor.

          • Tá mas isso vem sido difundido pelo grande público? Pelo que eu vejo não. Por exemplo venda e divulgação em massa em lojas físicas, não só mercado livre. São coisas ainda muito presas a nicho específico.

          • Yskar

            O nicho que tem interesse em jogos antigos é pequeno mesmo, mas dentro do público interessado nessas coisas o raspberry pi é bem difundido.
            Público geral não tem interesse em retrogaming, consoles antigos e tal, e o primeiro console antigo que comprarem e tentarem ligar numa TV de LCD moderna vão perder o interesse rapidinho por que a imagem fica uma bosta sem um upscaler com filtros.

            Outra vantagem do Raspberry pi para qualquer outro console antigo é que é fácil até usar ele para contruir arcades e tal, ele é mais prático e eficiente pelo preço cobrado, ou seja, quem tem interesse por jogos antigos e adquire um desses não quer outra coisa!

          • Público geral tem interesse em games, mas não da mesma forma que os ditos gamers. O problema é que com ascensão dos smartphones e tablets hoje em dia videogame perdeu sua força entre os não gamers.

            Acho que falta uma plataforma que una todos os públicos, porque acredito que vende bem então por que a Tec Toy ainda lança em diversas versões público tem, mas não é um público que iria na internet pesquisar muito quer algo prático que ele ache fácil. Muita gente não tem muita paciência pra comprar na internet.

            Não duvido que o Raspberry não seja bastante conhecido. Só que não tem marketing pra massa. É como o Ouya por exemplo, que estava sendo vendido barato nas lojas online dos grandes magazines nacionais muita gente leiga passa batido pelo desconhecimento.

          • Yskar

            O público que tem interesse em jogos antigos é a parte do público geral que tem interesse em pesquisar para fazer esses projetos ou não tem medo de comprar na internet, a tectyoy fez esse megadrive novo para vender nostalgia (e ficou uma bosta).
            Tia cotinha não vai comprar um videogame do estilo antigo pro seu netinho pois seu netinho quer um PS4 e não isso daí.

            Pessoalmente estou tentando entender o sentido do que estamos discutindo aqui e em que ponto você quer chegar, pois quem tem interesse por jogos e videogames antigos e emulação NÃO faz parte do público geral, é um nicho específico com interesses específicos (e ainda se subdividem mais ainda entre puristas e só quem quer jogar).

          • Não necessáriamente, o filho dela pode preferir um tablet ou smartphone. Nem pode passar na cabeça do moleque a imagem de um videogame. Esse é o ponto: os videogames ficaram intangíveis para a massa se tornaram mimos de poucos.

            Nos anos 90 era fácil achar jogos de personagens licenciados qualquer personagem mais popular na tv tinha jogo. Filmes? Até alguns meia boca tinha jogo pra console.

            Só que isso foi mudando: o videogame deixou de ser um brinquedo que vende praticidade pra ser um PC pretensioso. Tudo ficou técnico demais, demanda de coisas que nem todo mundo da massa quer: modo online etc…

            O celular veio e roubou esse público: joguinhos fáceis de ser instalados, mesmo com atualizações são bem rápidos e pá pum e jogar.

            E o melhor de tudo: a maioria é grátis ou f2p ou dá pra jogar sem pagar no modo maroto.

            E quando se paga muitos são valor irrisório.

            Esse é o desafio dos consoles: se reinventar e pegar esse público de volta.

            O que eu vejo é meio impossível.

          • Yskar

            Hummm entendo, você está analisando o mercado.
            E bem já tentaram isso com o OUYA e fracassaram, então só restou os makers com produtos derivados do Raspberry Pi ou empresas como a GPD que fazem tablet gamer ou mininotebooks.
            E DUVIDO que um guri preferiria um tablet em vez de um PS4, o negócio é que os consoles passaram a ser caros demais e falta um concorrente bom e barato.

          • O Ouya foi o mais perto que se chegou, mas careceu de marketing pra mostrar o diferencial perante a produtos similares no mercado.

          • Li a thread de vcs e concordo um pouco com ambos pontos de vista, mas pendendo mais pro lado do @Yskar:disqus. Acho que o mercado mudou muito dos tempos de NES/SNES pra cá. Hoje criança mal nasce e já tá com um tablet/celular/controle remoto na mão. Não é o mesmo cenário das crianças de 25 anos atrás onde se encaixava um cartucho, botava no canal 3, ligava o botão power e aparecia o jogo direto na tela. Hoje as crianças já estão acostumadas a navegar em menus mais complexos.

            Por outro lado, entendo que Raspberry é bem mais nicho, mais voltado pro pessoal “DIY”, onde tu realmente pode ter todos os consoles do passado com um micro aparelho na mão. Aliás, existem N iniciativas assim… Rasperries disfarçados já configurados com um case bonitinho, mas ainda são iniciativas incipientes, nada que tenha grande divulgação como esses mini-(S)NES. Acho que ao mesmo tempo que as crianças parecem mais ligeiras que as de antigamente, parece que o adulto médio de hoje, quer cada vez menos esforço e não vai muito atrás dessas coisas.

            E esse esses mini-(S)NES parecem mais hype pra retrogamer modinha da onda vintage 80’s e 90’s. Hoje tu vai em lojinha de shopping moda jovem-geek e tá cheio de NES/SNES/Mega/Atari expostos ao lado de toca-discos e TVs de tubo, então, hoje isso é cultura-pop-retrô. Eu sinceramente não vejo isso como produto voltado a retrogamers de fato, que garimpam jogos e tem os consoles originais da época.

            É uma coisa complicada… acho que não é uma thread no meio bit que vai chegar a alguma conclusão mais aprofundada. Hehehe.

          • Como disse eu também iria mais para o lado Yskar, mas eu sou pai e tenho filho. Então eu tenho um pouco mais de base pra falar até porque observo ele e outras crianças. Acho muito fácil tacar minha visão de mundo aqui eu observo sob a ótica da terceira pessoa.

            Tenho por mim meu filho: ele não se encanta com videogame e se tiver com um tablet pra ele está de bom tamanho. Observo isso nele e nos amiguinhos dele, não sentem tanta falta de um pc ou videogame pra jogar, porque aquilo lá é mais prático e intuitivo.

            Claro que se eu botar um videogame ou um jogo no pc ele joga, mas é porque eu como pai mostrei pra ele o aparelho e a opção. Ao menos nos anos 90 o Marketing nos mostrava esse mundo é uma coisa que meio se perdeu pra esse tipo de produto. As produtoras e desenvolvedoras tão muito satisfeitas com o nicho, e nessa rebarba que o mercado dos smarts e tablets pegam os leigos. Eles pararam de se preocupar com isso.

            O problema é que leigo não quer perder tempo com burocracia. Ele quer plugar e se divertir, conheço colegas do trabalho que preferem videogames por causa disso, mas não querem ir além, não querem conteúdo/ jogo online eles estão satisfeitos com o jogo em si só querem um momento de descontração. O que se reclama são os preços dos games, tanto que falei para alguns caçarem sites e fuçarem que sempre acham promoções.

          • Yskar

            É que os jogos também mudaram, antigamente jogar demandava habilidade e esforço por que os jogos eram curtos, hoje em dia os jogos mais casuais são meros passa tempo, alguns raros como Minecraft ficam no meio do caminho entre a exigência de habilidade/conhecimento e passa tempo sem esforço.

            O que sinto falta são de mais fabricantes como a GDP fabricando hibridos de tablet android com controles de verdade.

            OU alguém fazer um “polystation” que fique bom quando ligado via HDMI.

          • Tem esse lado, mas acredito que as pessoas gostam de jogar ainda coisas tradicionais. Também o mercado desse tipo de jogo nasceu com essas pessoas e vejo que está “evoluindo” com elas.

            Essa é a grande incógnita essa geração provavelmente é o que vai orientar o modo que meu filho vai jogar no futuro, até porque quem viveu nos anos 80 e nos anos 90 não vão ser eternos.

          • Yskar

            Não acredito que tablets e jogos focados em telas a toque venham a substituir totalmente a forma tradicional de jogar, pois não existe só um nicho de jogadores, existem centenas, jogos simples para telas a toque só são adequadas para jogos mais casuais.

            Por exemplo, em FPS por melhor que sejam os joysticks e a praticidade deles nada ainda substituiu mouse e teclado para quem quer ir a sério no gênero, ainda mais agora que o e-sport vem ganhando respeito e atenção e não se vê e-sport usando joystick exceto nos jogos de luta (e ainda nesses se tem a tradição de se usar controles arcade).

            Por isso que mesmo sendo um público consumidor, os casuais do público geral nunca vão ser GAMERS de fato, jogadores que consideram o modo de jogar uma arte a ser aperfeiçoada e sempre existiram quem prefiram jogos que devam ser desafiadores e demandar esforço para dominar, por isso que sugeri o Steam como uma plataforma unificadora pois lá tem um pouco para todo mundo (até a SEGA vende seus jogos de megadrive lá).

            Talvez a tendência para um futuro próximo, com uma internet melhor sejam os jogos por aluguel, como um netflix, e você não ter de baixar nada jogando por streaming, especialmente os jogos mais antigos, ou talvez uma tecnologia de realidade aumentada que ainda não exista, colocar os óculos, pegar o joystick e já tá jogando, mas duvido muito que os mais casuais vão eliminar quem quer jogos que demandem habilidade ou que telas a toque venham a jogar a existência de teclado, mouse e joystick pro museu da jogatina, eles ainda vão existir conosco provavelmente para todo sempre ou pelo menos pelos próximos 100~200 anos, isso se não inventarem algo assemelhado que dá a mesma sensação, pois acredito que nem uma VR como no filme Matrix vai eliminar os joysticks e jogos clássicos (vai até sair um filme que fala meio sobre isso, Jogador Nº1, baseado no livro de mesmo nome), talvez acabando as patentes eles se popularizem ainda mais!

          • Exatamente esse é o ponto: os consoles atendiam pessoas diferentes com variedade. Com esse nicho que se tornou o mercado dividiu o público. Jogador casual é gamer como você, porém ele tem uma outra visão de mundo ele é um consumidor em potencial. Definir como casual é problematizar e até impor obstáculos a quem pode se tornar um gamer.

            A Microsoft nota essa necessidade de se aproximar desse público e vai lançar algo similar ao Netflix. Ela percebeu ao menos que um serviço acessível com jogos (mesmo que não sejam recentes) pode atrair o consumidor e aproximar desse mercado. O desafio é convencer esse público acostumado a uma facilidade de acesso quase instantânea que os smarts tem, mas é uma iniciativa que com o marketing certo pode funcionar.

            Apenas o tempo dirá.

          • OU alguém fazer um “polystation” que fique bom quando ligado via HDMI.

            – O negócio é fazer um produto que atenda a necessidade da massa ela goste e fidelize. Por isso achava o Ouya perfeito se ele tivesse o marketing que o Zeebo teve.

          • Yskar

            O OUYA teve bom marketing, o que faltou foi desenvolvedores interessados em lançar jogos para eles em grande quantidade.

            Um dispositivo que pode suprir esse mercado são os android box, só falta algum vir com controle e o happy chick instalado, que por si só é emulador + baixador de roms.

          • Teve tanto bom Marketing que deu no que deu. Pergunte a alguém que não seja gamer se já jogou o Ouya, aposto que vai receber de quase todos eles a resposta “O que é isso”?

          • Yskar

            A maioria que compra consoles são gamers, o OUYA não tinha exclusivos de peso, então não agradou quem poderia se interessar, além do preço estar fora da faixa que seria interessante, quando abaixaram era tarde demais.

          • Esse é o ponto: a maioria pessoas comuns não compram consoles hoje em dia.

          • Yskar

            No caso dos raspberrys da vida já tem pre pronto por aí para comprar, isso daí dificilmente sai do nicho hobbysta, mas não é difícil quem já venda pronto, só bastando ligar na TV e sincronizar os controles ou plugar eles via USB, não tem dificuldade para se usar depois de pronto.

            Mesmo para colocar para funciona é relativamente simples (a não ser que você queira fazer um gameboy como postei na foto), acho que o que falta mesmo é uma disseminação maior que isso existe.

          • Criança no geral não faz distinção, ela quer jogar. Até mesmo jogador comum. Tem um colega no meu trabalho enrolando pra comprar um PS4. A massa gosta de algo barato e prático no geral. Afirmar que crianças desejam um Ps4 é visão de mundo dependendo da faixa etária querem aquilo que é acessível e que tem marketing: Minecraft, Angry Birds tomara o lugar de Super Mario, Crash e outros em preferência, estes ficaram muito na memória afetiva. Tanto que a Nintendo lançou Mario e Pokémon pra celular sabendo disso.

          • Yskar

            Por isso o GPD tem crescido, mas uma empresa grande não vai mais explorar esse nicho intermediário de mercado, só empresas pequenas e makers hobbistas. https://uploads.disquscdn.com/images/f13796a0c4035f0140f85ea7b78c2fb0eb7b7c4b5c85307d2d5aaec6bb8dd9f3.jpg
            Android

            https://uploads.disquscdn.com/images/8afba286ca9f58b660b80a90c76bbb3103235bba2e4f34307e5440f3681bd728.jpg
            Windows 10

            Eu mesmo estou coordenando a montagem de um fliperama pro salão de jogos aqui do condomínio para você ter uma ideia.

            Mas concordo, tem um mercado de baixo custo (abaixo dos 2 mil) para ser explorado, mas poucos estão explorando.

          • Pra vocês terem uma noção do que eu estou falando:

            Antigamente os consoles eram vendidos como brinquedos, os jogos eram adaptados para eles, no caso de sucessos do pc eram ports ninguém ficava se estapeando por conta de quesitos técnicos.

            Porém o mercado mudou, os pcs se tornaram mais viáveis em alguns anos. Houve a época do boom dos jogos em flash dos colheitas feliz. Esse público estava satisfeito com isso, mas os consoles continuavam a criar um vinculo com o mesmo ainda havia gente interessada na praticidade de ter um local só pra jogos.

            Só que a partir do momento que os consoles começaram a estar num mesmo patamar dos jogos de pc a coisa começou a se tornar de nicho. E nisso o pensamento de que jogos bons tem que ter gráficos realistas se tornou dominante, mesmo com boas surpresas do cenário indie que não usa de tantos recursos. As máquinas se tornaram caras e familiares a todos os públicos. Ainda mais no Brasil que o marketing é nulo e as plataformas eram valorizadas por conta da pirataria.

          • Hahahah, adorei a Tia Cotinha e seu netinho. =D

          • Yskar

            XD hehehe

          • Yskar

            “Acho que falta uma plataforma que una todos os públicos”
            Steam está aí para isso, tem jogos para todos os bolsos, gostos e potências de computador.

            Só de jogos novos 2D com estilo antigo tem uma porrada!

          • Mesmo assim Steam não é palatável a todos os públicos, por mais promissor que ele aparenta ainda necessita de conhecimento técnico por ser algo voltado pra PC.

          • Yskar

            Não acho, só pegar qualquer PC instalar e comprar jogos, é mais falta conhecer que ele existe que qualquer coisa, e cada jogo ainda tem seu forum, e ainda tem grupos…

          • Aí você tá burocratizando as coisas, o problema é a visão de mundo sua não é a mesma da massa. Eu pensava da mesma forma que você, isso na prática pode até ser válido para quem quer se aprofundar mais, porém no geral e principalmente crianças querem praticidade não perder muito tempo com pormenores pra fazer o treco funcionar. Coisa que no mobile isso é bem minimizado.

          • Yskar

            Não concordo tanto assim pela quantidade de guris que jogam LOL por exemplo, instalar um programa e criar uma conta são coisas simples, talvez você tenha essa visão focando em praticidade e imediatismo por ter filho com menos de 12 anos, as necessidades dependem muito da faixa etária do público.

          • Exatamente, mas que marketing tem sido feito pra esse público. Pra se ter uma ideia li a poucos dias atrás que só agora o Lol está em português. Mesmo que existam pessoas de nicho dedicadas aquilo elas não são o público geral assim como o caso do meu filho.

            Games ainda pecam em marketing ainda mais aqui com leis ridículas para regulamentar publicidade para o público infantil.

            Pelo menos algumas matérias nos jornais chamam atenção, até a Globo lançou um programa sobre o tema (Madrugames) só que isso de madrugada um horário super acessível.

          • Evandro Oliveira

            Meu primeiro contato com League foi em 2014 e na época toda a experiência já era em português. Cadastro, download, instalação e tutorial. Narração, nomes e descrições de items. O que tem havido recentemente é uma grande mobilização por parte da empresa é quanto à orientação aos narradores para que procurem ‘abrasileirar’ termos gringos como “gank”, “ward”, “invade”, etc.

          • Então vemos que em Marketing já se encontra arrastado, porque apenas lançar em português sem marketing eficiente esperando boca a boca não dá nê?

  • Rômulo Catão

    Considerando que o da nintendo já é uma cópia do original, acho que ta valendo.

    • Igor Alves

      A pequena diferença é que a Nintendo detêm os direitos sobre o console. 🙂

      • Rômulo Catão

        eu realmente me preocupo com a pirataria quando ela realmente prejudica a empresa, quando a empresa depende daquele recurso pra desenvolver novos produtos.

        mas entendo que como todo ativo até um jogo ou videogame deprecia, uma tecnologia de 34 anos atrás não deveria ser levada em consideração como pirataria, deveria ser domínio público (sei que não é, mas deveria).

        • Concordo. Uma coisa é baixar Call of Duty 2017 pirata.
          Outra é baixar o primeiro Call of Duty já que ele já vendeu o que tinha pra vender e as vendas do mesmo não fazem nem cócegas na receita da empresa.

          Nintendo é a empresa que mais recicla jogos antigos e fica vendendo o mesmo jogo, em diversas plataformas que não são unificadas.

  • Diogo

    Se está funcionando bonitinho, que mal tem? A Nintendo se absteve de ganhar dinheiro, então, que entre a “concorrência”.
    ¯_(ツ)_/¯

  • Fred

    Legal a brincadeira do título, mas Chineses seriam “They”, e “They DO” e não “They DOES”. Arruma aí:
    “Chineses Do What Nintendon’t”
    Até melhora a sonoridade

    • Entendedor anônimo

      O título dessa matéria é uma paródia a uma campanha da SEGA nos anos 90. Dê uma googlada e vc entenderá, pequeno gafanhoto…

      • Pois é, não quis descaracterizar o original sonoramente, mesmo sabendo estar errado =/

        https://youtu.be/k7nsBoqJ6s8

      • Fred

        Legal, não conhecia, valeu a informação.
        De qualquer maneira, quando se fala em Sega seria “it”, e “it does”.

    • fora que nintendont eh um .WAD pra rodar GC no Wii e Wii u 😀

    • Até eu que sou chato com essas coisas entendi a intenção do título. Please, move on! 😉

  • Rookie naz

    Já vi uns anúncios no ml do nes classic com 500 jogos será que é esse daí??

    • Deve ser, e tem a placa do polestation, que tinha 500 jogos, mas 475 eram hacks do mario1 que é um jogo muito pequeno, assim dá pra colocar 100 jogos por megabyte. O problema é o preço, se for uns 100 reais da pra comprar só pela carcaça.

  • Tava vendo aqui os Bootlegs que achei são bem diferentes, não tem HDMI só A/V.

  • Thiago

    Se funcionar, os jogos salvarem adequadamente e só tiver esses detalhes “cosméticos”, quero mais é que a nintendo se exploda com a enxurrada de piratas. Se ela não quer fornecer, que forneça quem queira (e possa).

  • Malcan

    Quero!

  • Pra quem quiser arriscar ainda esta vendendo no aliexpress: https://pt.aliexpress.com/item/Mini-TV-Handheld-Game-Console-Video-Game-Console-For-Nes-Games-with-500-Different-Built-in/32808605208.html?spm=a2g03.10010108.1000014.3.KnYJWZ&traffic_analysisId=recommend_3035_null_null_null&scm=1007.13338.81646.000000000000000&pvid=505d9721-688a-4183-b2aa-b719cb436dd0&tpp=1

    • Acho que não é o mesmo. Veja como a caixa é totalmente diferente.

      • E esse não tem HDMI.

  • Diego Matias

    Cadê o SNES Clone? Jà quero

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