Retrocompatibilidade — dados atuais sugerem que 50% dos gamers de Xbox One a usam

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Tenho um PS3 super slim com vários jogos. Estava plenamente satisfeito com ele até precisar deixá-lo guardado durante uma reforma, ano passado. Depois de um mês parado, ligo o console da Sony e volto a jogar Bayonetta nele. Após uns 15 minutos ele se desliga sozinho. Sem paciência, preferi dar atenção ao Wii U pois neste também tenho o Bayonetta.

Depois de algumas semanas, quero jogar Ōkami HD, ligo o PS3 e ele não inicia mais. O LED vermelho pisca verde após pressionado e apaga em menos de um segundo. Retiro da tomada, o LED vermelho liga, aperto o botão Power, mas este só fica verde por um segundo. É, aconteceu comigo. Agora cogito quatro soluções: ou abro o console e tento limpá-lo, trocando-lhe a pasta térmica na torcida que só isso resolva; mando à alguma assistência técnica e gasto uma nota preta; compro um novo PS3 antes que deixe de ser vendido por completo; ou simplesmente vendo todos os jogos de PS3 por uma ninharia e parto para um PS4 Pro, ignorando as dezenas de títulos digitais que só posso jogar no PS3.

Se em vez do PS3 eu tivesse optado por um Xbox 360 no fim da sétima geração, talvez eu não tivesse esse problema: bastaria comprar um Xbox One S ou um Project Scorpio que eu poderia voltar a jogar a maioria dos games que eu já tinha. E aparentemente sou um dos raríssimos gamers que utilizariam a retrocompatibilidade do Xbox One com os jogos de Xbox 360. Isso segundo uma pesquisa bem desatualizada, publicada pelo Ars Technica.

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Pesquisa de uso dos conteúdos do Xbox One entre 26 de setembro de 2016 e 12 de fevereiro de 2017 (crédito: Ars Technica)

O analista do Ars usou um aplicativo de terceiros para analisar durante quase cinco meses uma amostra de 930 mil usuários ativos do Xbox One escolhidos aleatoriamente. O foco da pesquisa: com o que os jogadores do Xbox One gastavam seu tempo entre os dias 26 de setembro de 2016 e 12 de fevereiro de 2017. Temos então uma boa amostra dos mais de trinta milhões de consumidores do console de oitava geração da Microsoft.

Segundo a tal pesquisa do Ars sobre o Xbox One, temos que metade do tempo gasto pelos jogadores foi com jogos do Xbox One, e um terço desse tempo foi aproveitado no console com os aplicativos de streaming e TV. E o dado que mais agradou à Sony: apenas 1,5% do tempo gasto pelos 930 mil jogadores de Xbox One analisados foi com os jogos do Xbox 360 via retrocompatibilidade.

Reagindo à pesquisa, o vice-presidente da divisão Xbox Mike Ybarra discorda da visão da Sony sobre esta achar que retrocompatibilidade é um recurso que ninguém usa.

Estatística é a arte de torturar números para extrair deles o que queremos vender. Uma amostra com apenas uns 3% do público alvo poderia representá-los totalmente? O tio Laguna acha que não. Além disso, o tal sistema para fazer a análise não seria melhor que os próprios números oficiais da Microsoft.

A gigante de Redmond ainda não apresentou um relatório completo, mas o chefe de marketing da divisão Xbox Mike Nichols diz que quase 50% dos jogadores de Xbox One jogaram algum jogo de Xbox 360 via retrocompatibilidade. O tempo gasto por tais jogadores até aquele dia (7 de junho, meu aniversário) teria somado 508 milhões de horas. São meio bilhão de horas aproveitadas com games velhos. Em novembro de 2016 era menos da metade disso, 210 milhões de horas.

Vamos supor que metade dos jogadores de Xbox One sejam 15 milhões. Ao dividirmos o tempo total gasto por eles, obtemos quase 34 horas. Traduzindo: quem usa a retrocompatibilidade gastou em média quase 34 horas jogando algum game do Xbox 360 desde o lançamento do recurso. E qual jogo seria este?

Segundo o NPD Group, o Call of Duty: Black Ops II (jogo do 360, de 2012) ficou entre os dez jogos que mais faturaram no mês de abril de 2017. Detalhe que a tal pesquisa do Ars terminou a amostra um mês antes da disponibilização do game da Activision na lista de retrocompatibilidade. Portanto a pesquisa do Ars, do jeito que ela está, só agrada aos Sonystas das caixas de comentários dos blogs.

O tio Laguna aguarda mais informações sobre o Project Scorpio (ou Xbox 10 S segundo rumores) e sobre o uso da retrocompatibilidade no evento da Microsoft na E3 2017, amanhã, dia 11 de junho, a partir das 18:00.

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Autor: Emanuel Laguna

O “tio Laguna” nasceu no Siará em meio à Fortaleza de 1984. Sempre gostou de brincar de médico com os aparelhos eletrônicos e entender como um hardware dedicado a jogos funciona, mas pretende formar-se como Engenheiro Eletricista qualquer dia. Antes apaixonado pelos processadores gráficos desktop, vê nos smartphones, tablets e outras geringonças mobile o futuro da computação.

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  • Inquisidor

    o app de tv tem mais uso que o youtube? quase um crime de odio isso kkkkkkkk

    • Paulo de Tarcio Santos Freiri

      Lembrando que da para você conectar um outro console no one através dessa HDMI in que tem, ai no xbox one tem que usar o app de tv para exibir a imagem desse console, pode ser por isso esses números não oficiais

  • leoleonardo85

    Eu uso bastante a retro do ONE, tanto que comprei Blue Dragon há menos de um mês pra jogar nele, e já terminei jogos do 360 nele também.

    Talvez eu seja a excessão a regra, mas ainda assim, posso dizer que é um recurso que uso bastante, até mais do que imaginei que usaria.

    • Zalla

      né não, vira e mexe jogo alguns jogos retro tb

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  • Goemon

    “Estatística é a arte de torturar números para extrair deles o que queremos vender”.

    Acho essa frase bem ruim. O que acontece é viés de amostragem. Que é um dos preceitos básicos de qualquer cálculo estatístico.

    • Vila Jr

      Essa frase só faz sentido para quem não conhece estatística.

      • Alexandre Oliveira

        O ponto dessa frase é que muitas vezes você efetivamente consegue tirar estatísticas dos dados que comprovam o que você quer.

        Por exemplo, é perfeitamente possível que exatamente a mesma base de dados te diga que 50% dos jogadores usaram a retro-compatibilidade pelo menos uma vez, e que ela é usada apenas 1,5% do tempo (não to dizendo que foi isso que aconteceu, é apenas um exemplo). Em alguns casos é realmente só escolher a pergunta certa para o que você quer defender.

  • mr_rune

    Retrocompatibilidade aumenta a quantidade dos jogos e permite jogar alguns dos melhores, dando mais lucro,não tem desvantagem nisso pra ninguem. Só um concorrente pra dizer essas asneiras mesmo. Pega o Switch e bota os jogos de Wii a SNES pra você ver a destruição.

    • Jarbas Coqueiro

      Se fosse assim tão vantajoso teriam colocado. A Sony tem seus motivos, eles conhecem o mercado melhor que nós.

      • Mas o PS4 não tem poder de fogo para emular o PS3, o processador do PS3 (puta monstrão) é mais forte que o do PS4.

        • Exatamente.

        • Rodrigo M

          Além da potencia do PS3, temos o problema que emulação de hardware é algo custoso.

          Esse artigo comenta muito bem sobre os problemas de fazer uma emulação acurada:
          http://www.tested.com/tech/gaming/2712-why-perfect-hardware-snes-emulation-requires-a-3ghz-cpu/

          • Felipe Braz

            Essa é uma emulação 100% via software, sem uso de speedhacks que fazem até um k6/2 300mhz rodar emular snes de forma completamente satisfatória.

            Eu acredito que o maior problema da retrocompatibilidade é a troca da solução de vídeo e o dinheiro que a sony teria que desembolsar de royalties para emular tecnologia da nvidia no ps4, que usa amd,
            “problema” que a ms não teve nos xbox por não ter trocado a fornecedora da vga.

          • Rodrigo M

            Eu acredito que a arquitetura do processador é o maior problema. Temos os jogos que foram compilados para um processador especifico com um SDK que muito provavelmente utiliza instruções muito especificas deste processador para utilizar o máximo do desempenho.

            Como você citou a parte de vídeo também é um grande problema. Eles laçaram duas APIs uma de baixo nível e uma de alto nível: “LibGCM is a low level API, and PSGL is a higher level API, but most developers preferred to use libGCM due to higher levels of performance.”

            Com tudo isso, seria muita coisa pra emular no hardware do PS4.

            “Essa é uma emulação 100% via software, sem uso de speedhacks que fazem até um k6/2 300mhz rodar emular snes de forma completamente satisfatória.” Sim, mas se levarmos em conta que o processador original do SNES rodava a 3.58 MHz temos um poder de processamento absurdamente maior.

            Lembro de ler sobre os problemas de emular jogos de Atari 2600. Um dos principais é que alguns jogos utilizavam até bugs do videogame para bular limitações e então o emulador tinha de fazer tratamento para essas coisas.

      • Rodrigo M

        Os motivos, como citaram abaixo, são técnicos. A Sony não consegue emular bem um jogo do PS3 no PS4.

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  • Don Scopel

    Nao devo jogar tanto a retro mas com certeza a uso, Battlefield 3 não sai do meu One de jeito nenhum
    ps. o 360 ta do lado do One, coloquei ele lá antes da retro mas deixei pq fica bonito
    ps2. Parabens atrasado tio Laguna =*

  • Ovelhinha

    é serio isso?

    508 milhões de horas no TOTAL
    2 anos de RETRO.
    Metade dos donos de xones Usam Retro (15 Milhões)

    agora uma continua Simples:

    2 anos x 15 milhões x 20h = 600 milhões de horas.

    Somente USANDO INFORMAÇÃO DA MS.

    Isso mesmo, retro é usada MENOS de 20h por ano em media por quem usa.

    sabe o que é isso? Ninguém usa.

    Laguna fanboy de retro FAIL.

    • Paulo de Tarcio Santos Freiri

      Ainda estou aguardando sua resposta lá no outro post sobre o que devo fazer para jogar os tais jogos premiados.

      Ah, e como diz na matéria, o que aconteceu com o Laguna pode acontecer com seu console de decoração lá hein, fica de olho.

    • Daniel Cenoz

      A retro é, no mínimo, um recurso interessante já que aumenta o acervo de games. Por que ser contra? A MS acertou com ela porque agradou e fidelizou seu público. Só este ano foram 100 horas de Dark Souls (que ganhei por assinar a Live Gold)

      • Ovelhinha

        e quem falou que dizer a REALIDADE é ser contra?

        o Laguna que despirocou, defendendo a retro com conversa de vendedor picareta.

        de qualquer forma, quem inventou o vomito de:

        “hypa mas não compra”
        “compra mas não joga”
        “joga mas não platina”

        foram os fanboys lunáticos do Xbox que não tem jogos exclusivos de peso… agora tomaram na rabo.

        • Daniel Cenoz

          Entendi errado, então. Acho a retro um recurso incrível que tinha que vir com todos os consoles. Comprar remaster devia ser uma opção pessoal. A perspectiva de retro decidiu minha compra pelo xone já que eu tinha o XB360 e PS3. Tenho ainda o DVD de Crimson Skies (do primeiro Xbox) esperando ele entrar na lista.

          • Ovelhinha

            Sim, devia vir.

      • Dark Souls? Fiquei com inveja, agora…

      • lembramos do Wii que tem retro do GC pra tras lol e se sobrar algum rodamos via emu no Wii.

    • A retrocompatibilidade tem pouco mais de 1 ano e meio e a maioria ESMAGADORA dos jogos AAA está sendo liberada aos poucos, bem aos poucos (RDR não tem nem 1 ano nela, por exemplo). É um recurso crescente que atua como bônus pra quem compra.

      20 h? Filho, eu mesmo tenho 180 h+ entre Just Cause 2, The Witcher 2 (que é melhor que o 3º, dscp), Deus Ex e Red Dead Redemption. Em. Menos. De. 2. Anos.

      Ah, estatística… A melhor forma de distorcer a realidade…

      • Ovelhinha

        então bota ai na conta 1 ano.

        aumenta para menos de 40 h por ano de uso da retro.

        o ponto é, a pesquisa a ARS esta certa.

        • Claro que está. Afinal, cada um enxerga o que lhe convém, certo?

          • Ovelhinha

            “eu mesmo tenho 180 h+”

            não amiguinho, eu não preciso de evidências anedóticas.

            prefiro usar as estatísticas publicadas pela propria MS, fazer três operações fundamentais e chegar na REALIDADE.

          • Realidade. Aham…

          • Ovelhinha

            o que resta é a negação.

          • Tem razão. Na forma de “sabe o que é isso? Ninguém usa.”

          • Ovelhinha

            isso.

            agora se 1 pessoa, vc, de 25 milhões representa alguém, só lamento.

          • Represento a mim, e só a mim.

            Não sou eu quem está fazendo malabarismos com números, tentando diminuir a importância de um recurso muito legal, só porque não faz parte da plataforma que eu decidi que é a melhor de todas só porque sim.

            Nivelar todo mundo por uma média burra, apenas para corroborar seus próprios preconceitos, não faz da Realidade mais do que “uma” realidade. Estatística é a melhor forma de se mentir sobre algo.

          • Ovelhinha

            eu estou falando de macro champz, que parte vc não entendeu?

            estou cagando se vc joga 200 h de retro.

          • Não está falando de “macro”, mas de micro. Sua intenção é apenas uma: diminuir ao máximo a relevância aparente do recurso de modo a explicar seu discurso de “ódio”.

            Se eu e mais 2 milhões jogarmos 250 h de retrocompatibilidade, na sua conta, todos nós jogamos uma miséria e o recurso não serve pra merda nenhuma. Mas você não leva em conta absolutamente nada a respeito: o fato da lista ser pequena e ir crescendo com o tempo, o fato do ter mais do que dobrado o número de horas jogadas em meros 7 meses, o fato de que a maioria das pessoas sãs compram um videogame de uma nova geração para, efetivamente, jogar coisas da nova geração, etc… Não, só o que importa é o número que você quer que diga que seu discurso está correto e que a retrocompatibilidade não vale nada.

            Eu, particularmente, adoraria que existisse retrocompatibilidade no PS4, pois os 30 jogos de PS3 que tenho parados na gaveta poderiam ter alguma serventia além de ser apenas anunciado no OLX.

          • Ovelhinha

            “ele disse que ninguém usa um recurso que ninguem usa”

            “hater”

            deixe de vitimismo e coitadismo.

          • Deixo sim até porque, em momento algum, usei deles.

      • Glauber Santos

        media é a conta mais burra e o pior argumento a ser usado em qualquer discursão sobre estatística.

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  • Joli Le Chat

    Meu ps3 também acabou de pifar. Queria comprar um novo, mas só tem em loja estranha com preço de ps4. Tristeza…

    • Inquisidor

      aqui em curitiba eu paguei 1100 num ps4 zero km, o preço real era 1200, mas joguei meu psp na mão do cara e o preço caiu. se vc tiver em curtiba pesquisa ai ” startgames “

      • CtbaBr©

        Verdade, tô querendo pegar um lá,
        Tá 1.199, um P4 500 GB Placa 1115-A.

      • porra psp por 100 pro lojista? de graça D=

        • Inquisidor

          eu tmb acho, porém, ele estava bem surrado já, velho e eu já tinha fechado tudo que eu queria nele e até em emuladores que eu tinha nele, como eu não consegui achar ninguem para comprar e ele ficaria aqui parado numa gaveta qualquer, foi mais lucro assim.

          • é que EU não curto mais vender nada de consoles, devido que quando vendi meu PS2 me arrependi muito e após isso jamais vendi nada ._.

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  • Meganegão

    Eu uso bastante a retro do one. Vivo jogando Catherine, hydro thunder, joy ride e Farcry 3 blood dragon. Este último voltei a so jogar no 360 porque da umas travadas muito estranhas e volta pra area de trabalho do windows, digo, tela inicial do xbox1.

    Por que nao uso mais? Parece que só escolhi jogos que não são retrocompativeis e então quando quero jogar eles tenho que ligar o 360 na entrada de tv do one.ah sim uma opinião, retro e bom pra quem ja tem os jogos, so 2 comprei depois de comprar o one e so porque estavam muito baratos.

  • Luiz Augusto Volpi Nascimento

    Tenho mais de 30 horas só no Red Dead que comprei à um mês após uma promoção marota. BC2 será o próximo.

    Apesar de achar que os jogos exclusivos da Sony melhores que os do Xone a Microsoft esta fazendo um ótimo trabalho com o console que nós dá uma variedade de formas de jogar vários jogos seja por retrocompatibilidade, EA Access e vindo ai o Game Pass (PS.: nem vou entrar no assunto controles pois é covardia).

  • Jefferson Viana

    Quando peguei emprestado foi justamente pra jogar os documentos de Alan Wake

  • Muito pessoal a análise: a retrocompatibilidade foi meio que retirada por questão mercadológica atual: jogos caros para serem desenvolvidos que mal pagam em vendas ao público que se destina. A retro do One é via software, só o jogo que é compatível com ela que roda e depende de alguma publisher liberar o jogo do 360 pra que ele possa ser jogável no One. Por isso que o One só pode rodar o primeiro Street Fighter IV, a Capcom não liberou o Ultra e pelo jeito, dificilmente vai liberar tão cedo.

    A retrocompatibilidade é pra quem paga, deixou de ser algo nativo no WiiU e decisiva para alavancada da Sony no PS2. A retrocompatibilidade deixou de ser um recurso do videogame para ser um serviço na teoria.

  • Pai De Santo

    Na minha humilde opinião, só por ser una função a mais, gratuita, já é valida.

    Tenho os dois, ps4 pro e Xbox One. Jogo os retro compatíveis sempre que dá. Borderlands 2, Dirt 3, Deus Ex (esse é o que estou jogando agora).
    Detalhe, todos vieram pela Livre Gold…

    Uma pena que no PS4 só venha basicamente jogos índies na Plus…

    Pq ate a geração passada, jogava praticamente só no ps3…

  • Meu 360 ainda funciona, levando-se em conta que estamos falando de mim, é um bravo guerreiro

  • Andre

    Claro que foi feito pra agradar Sonystas, afinal o Arstechnica é um bloguezinho que ninguém conhece e os dados foram escolhidos à dedo pra provar o que eles queriam, pois afinal de contas, os dados verdadeiros são os do período seguinte, quando lançaram o Call of Duty.

    Ou seja, um jogo, em um período definido, representam o uso real da retro-compatibilidade. Nem vou falar que os dados oficiais são um número que veio do nada em um tweet do departamento de marketing…. Sério velho, é triste ler uma matéria dessas. Peço desculpas aos leitores do meiobit, mesmo não tendo nada a ver com o texto :/

  • Reinaldo Matos

    Desde meu Super NES, fiquei num vácuo em relação a vídeo games por anos… Até que comprei o XOne.

    Apesar de não ter tido o Xbox 360, comprei quase todos os títulos de Assassins Creed via retrocompatibilidade, pois eu já jogava pelo computador e adorava a história…

    Pra mim foi uma mão na roda e os jogos do 360 estão em sua maioria com preços bem razoáveis.

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