Keynote Apple WWDC 2017 — iPad Pro de 10,5″; iMac Pro, HomePod e muito mais

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Outro ano, outra WWDC. O keynote do tradicional evento da Apple voltado para desenvolvedores desta vez trouxe mais lançamentos em hardware que de costumes, junto às novidades voltadas para seus principais sistemas. Vamos dar uma olhada no que a Apple trouxe em sua sacolinha desta vez:

tvOS e watchOS 4

Foram tão poucas novidades sobre esses dois sistemas que convém juntar tudo em um só tópico. Sobre o sistema da Apple TV a única novidade foi o anúncio da chegada da Amazon Prime Video ao sistema, após Jeff Bezos fazer doce por anos; claro, ele continuará não vendendo o gadget em sua lojinha, a fim de promover sua linha Fire TV.

E só. Mais nada.

watchos-4

Já o watchOS 4 vai expandir as funções dos Apple Watches, com a Siri se tornando mais esperta e proativa: o mostrador trará dados úteis relevantes para o usuário dependendo de onde ele está, hora do dia, o que está fazendo e outras coisas. Ele imita as funções da tela de bloqueio do iOS e exibe notificações verdadeiramente úteis de modo até para justificar o investimento.

Para quem não quer tanta interatividade há outros tipos de novos mostradores, um caleidoscópio e outros três trazendo Woody, Jessy e Buzz Lightyear, direto de Toy Story para fazer companhia à Mickey e Minnie.

Há remodelações relevantes no app Atividades (com suporte a novos achievements) e Exercícios, com menus mais intuitivos para as diversas atividades físicas do usuário. Destaque para a integração com equipamentos de companhias como Life Fitness e TechnoGym, para captar informações de esteiras, bicicletas ergométricas e aprimorar a experiência. E o app agora pode reproduzir músicas diretamente.

Por fim, o app News (que não chegou ao Brasil) agora é compatível com o Apple Watch, o Música terá sincronização automática com a biblioteca do iPhone e exibição de capas em tela cheia, novo rearrajo de apps em pilhas e outras coisinhas. A previsão de chegada é para o terceiro trimestre.

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macOS High Sierra, atualizações nos Macs e novo iMac Pro

A nova versão do macOS foca em desempenho e estabilidade, e por isso mesmo seu background foi todo repensado. Primeiro o sistema de arquivos padrão passa a ser o APFS (Apple File System), já presente no iOS e que permite uma sensível diferença no manuseamento de arquivos e velocidade de transferência. Uma demonstração de clonagem de vídeos por exemplo foi instantânea, contra um processo de 10 segundos no macOS Sierra.

Há outras mudanças significativas. O padrão de vídeos do High Sierra passa a ser o H.265, ideal para renderização em 4K e HDR e muito mais otimizado do que o H.264, e com a vantagem de aceleração de hardware em modelos mais novos de Macbook e iMacs. Os demais terão que se virar com renderização via software, que é muito mais custosa mas é o preço da evolução: não dá para fazer update de hardware retroativo (eu sei).

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A performance de GPU também foi repensada: o motor gráfico Metal 2 trará novas otimizações, suporte a Unity, Unreal Engine 4 e Realidade Aumentada, graças ao SDK do Steam VR que chegará em breve. A demonstração de uma demo de Star Wars em RV utilizando o HTC Vive (a Oculus esnobou e perdeu), embora um tanto atrapalhado fluiu com boa desenvoltura.

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Clrao, a Apple atualizou as linhas MacBook de 12 polegadas, MacBook Pro e iMac para processadores Intel Kaby Lake, que significa novas GPUs. Os iMacs contam com monitores de 21,5 e 27 polegadas com resolução Full HD, 4K ou 5K com 500 nits, matização de 10 bits e suporte até um bilhão de cores, o suficiente para qualquer profissional de vídeo. Eles suportam até 16, 32 ou 64 GB de RAM, Fusion Drive de 1 ou 2 TB e placas de vídeo Radeon Pro 555, 560, 570, 575 ou 580 dependendo do modelo (apenas a versão de 21,5″ com monitor Full HD ficará limitado à Intel Iris Plus 640).

Os preços variam entre R$ 8.199,00 e R$ 17.199,00, já disponíveis.

Os MacBooks também foram atualizados; o modelo de 12 polegadas recebeu processadores Intel Core m3 dual core de 1,2 GHz ou Core i5 dual core de 1,3 GHz, 8 GB de RAM e GPU Intel HD Graphics 615, além de SSDs de 256 e 512 GB mais rápidos. De resto tudo igual, com preços a partir de R$ 9.799,00. A linha MacBook Pro de 13 e 15″ também recebeu novos processadores, e os preços partem deR$ 9.799,00.

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Mas a grande atração é mesmo o iMac Pro, um modelo para profissionais que acham o iMac fraco mas não querem gastar os tubos com o Mac Pro. O hardware conta com processadores temos Intel Xeon de 8, 10 ou 18 núcleos, GPU AMD Radeon Pro Vega 56 de até 16 GB de VRAM (ou 11 Tflop/s de poder computacional), suporte a até 128 GB de memória ECC, SSD de 3 GB/s com até 4 TB, quatro portas Thunderbolt 3 (USB-C), mais quatro portas USB tradicionais e uma Ethernet de 10 Gb/s, afinal é um desktop.

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Introducing iMac Pro — Apple

Ele suporta até dois monitores 4K e o preço de entrada é de US$ 4.999,00; mais barato que a concorrência segundo a Apple. Ele só chega em dezembro, mas a maçã já quis deixar todo mundo babando.

Já o macOS High Sierra está disponível hoje para desenvolvedores; a versão Beta pública chega no fim do mês e o lançamento final ocorre no terceiro trimestre.

iOS 11 e iPad Pro de 10,5″

Não mudou muita coisa, embora algumas decisões de software sejam minimamente curiosas. O iMessage por exemplo tomou vergonha na cara e vai sincronizar as mensagens com o iCloud, com espaço otimizado e criptografia de ponta a ponta. O único porém é que o espaço gratuito, a mixaria de 5 GB não será expandida; portanto boa sorte ao gerenciar as coisas que você salva nos servidores online.

O Apple Pay ganha a opção de pagamento P2P, ideal para quem precisa enviar quantias para seus amigos e não quer depender de soluções de terceiros, e a Siri foi profundamente alterada para se parecer mais humana: a versão em inglês (masculina e feminina) recebeu novas opções para dizer uma mesma palavra em diversas entonações, o que em teoria significa que a conversação ficará com um aspecto menos robótico; resta saber se isso se aplicará em outras línguas também.

A Siri agora será capaz de traduzir áudio em tempo real (apenas em inglês, francês, espanhol, italiano e alemão por enquanto) e o devkit foi expandido e em breve ela poderá ser integrada a mais uma gama de aplicativos.

Uma das mudanças mais controversas, no entanto foi a introdução de um novo formato de compressão de fotos: sai o JPEG, entra o HEIF. Segundo a Apple a adoção do novo padrão prevê fotos com a mesma qualidade e a metade do espaço, esperando que ele se torne o padrão da indústria no futuro; pena que como o XKCD já explicou, essa é uma solução à procura de um problema. Pelo menos você poderá exportar em JPEG normalmente.

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No mais o iOS 11 trará novas funções sociais no Apple Music, filtro de fotos no Mapas, novos efeitos de animação no Fotos, uma nova Central de Controle totalmente redesenhada (e inicialmente bem confusa), fusão da Central de Notificações com a tela de bloqueio e etc. Por fim a App Store foi totalmente remodelada e passa a se parecer mais com o Apple Music, o que pode agradar alguns e chatear outros.

O preview está disponível hoje, uma beta público chega no fim do mês e a versão final no terceiro trimestre, junto com os novos iPhones como é de praxe.

So que a Apple decidiu também renovar a linha iPad Pro, que andava sem atualização há algum tempo. A segunda geração manteve o form factor de 12,9 polegadas mas alterou o de 9,7″ que evoluiu para um modelo de 10,5″. Diz a Apple que o modelo é ideal para a adição de um teclado completo e por causa disso, a versão menor será descontinuada.

Ambos novos iPads Pro contam com displays Retina de 600 nits (50% mais brilho que a geração anterior) e suporte a vídeos em HDR, bordas 40% mais finas e taxa de atualização de 120 Hz, o que não é novidade alguma mas a Apple obviamente nomeou de ProMotion, já que é “mágico” e “revolucionário”. O padrão também reduz a latência da Apple Pencil para 20 ms, o que é uma taxa muito boa para quem desenha no iPad Pro.

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Por dentro eles são equipados com o processador Apple A10X Fusion, um hexa-core com uma GPU de 12 núcleos em tese 40% mais potente em gráficos do que os modelos anteriores; a CPU entregaria uma performance 30% maior, o que  se provado verdade colocaria o iPad Pro numa posição muito próxima de um ultrabook premium como o próprio MacBook Air.

A Apple JURA que o A10X Fusion pode superar um Core i7, o que não duvido visto que aplicações diferentes implicam em necessidades diferentes. Um desktop precisa gerenciar muito mais coisas que um tablet e portanto a comparação exdrúxula da maçã, de que o iPad Pro é superior ao Windows 10 desktop em qualquer situação não tem o menor cabimento.

A autonomia de bateria, segundo a Apple permanece em 10 horas e as câmeras foram levemente melhoradas, passando a contar com 12 megapixels, abertura ƒ/1,7 e estabilização óptica de imagens no conjunto principal e 7 MP na selfie. Há também algumas decisões estranhas para um tablet, como a presença de um dock de apps como o macOS e um Gerenciador de Arquivos, que é uma função útil para profissionais e hard users mas indiferente para o grande público.

The New iPad Pro — On Any Given Wednesday — Apple

Os novos iPads Pro já estão disponíveis para compra nos Estados Unidos, com preços a partir de US$ 649 no modelo de 10,5″ e 64 GB; há versões com 256 e até 512 GB de espaço interno, dependendo apenas do tamanho da sua carteira.

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Apple HomePod

O “One More Thing” da maçã foi o HomePod, seu tão falado hub doméstico tal qual os concorrentes Google Home e Amazon Echo. A diferença é que a Apple prefere se focar mais em sua capacidade de reproduzir música do que o controle inteligente de sua casa e gadgets (ele faz isso também) e por causa disso, ele conta com 7 tweeters dispostos em círculo controlados pelo Apple A8 (o mesmo dos iPhones 6 e 6 Plus) e segundo a fabricante, o aparelho é inteligente o bastante para calibrar o som de acordo com o formato de seu ambiente e distribuir o áudio de maneira uniforme.

Ele conta com a Siri e possui seis microfones potentes o bastante para te ouvir em qualquer cômodo que você esteja, e a partir daí você pode dar uma série de ordens para ela como configurar alarmes, acender lâmpadas, destrancar portas, ler a previsão do tempo, ouvir notícias e etc. mas a Apple destaca que a principal função dela é ser uma consultora musical. Particularmente acredito que isso seja um tremendo desperdício de uma boa ideia, o HomePod tem potencial para bater de frente com as soluções de seus rivais mas a Apple prefere não promovê-lo como um hub para sua casa, até porque de certa forma a Apple TV já faz isso.

Introducing HomePod — Apple

E o preço também não ajuda: US$ 349 é um tanto salgado para um hub/assistente doméstico com funções de menos. Com o tempo, no entanto as coisas podem mudar.

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Autor: Ronaldo Gogoni

Um cara normal até segunda ordem. Além do MeioBit dou meus pitacos eventuais como podcaster do #Scicast, no Portal Deviante.

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  • Daniel Tiecher

    Correções:

    O iMac Pro tem 4 portas USB3, e não uma e ele suporte dois monitores 5K adicionais ou 4 monitores adicionais 4K.

  • Daniel Tiecher

    A criação do HEIF pela Apple não é uma solução à procura de um problema. O formato ocupa em média 50% a menos de espaço do que o JPG, o que traduz num ganho considerável de espaço para quem tira bastante fotos com seus iDevices. E pro usuário final comum, nada muda, pois quando ele for compartilhar as fotos no “Feice” ou no “Insta” o iOS vai converter a imagem pra JPG.

    • OverlordBR

      E pro usuário final comum, nada muda, pois quando ele for compartilhar
      as fotos no “Feice” ou no “Insta” o iOS vai converter a imagem pra JPG.

      SE não houver perda na conversão de HEIF para JPG, beleza… o usuário não perderá nada mesmo.

      • Zalla

        Eu não acredito em almoço grátis

        • Daniel Tiecher

          Leia sobre o formato e verá que ele é mesmo um excelente candidato a sucessor do JPG. E não é como se não tivessem criado outros formatos superiores ao JPG no passado. A Google tem o WebP que tem uma proposta bem semelhante ao HEIF. Nenhum é padrão de mercado hoje, mas se isso ficar abstraído do usuário, ele não precisa se preocupar com que formato o dispositivo armazena a sua foto, contanto que ele consiga exportar para todos os usos que ele quiser caso precisar. O resto é um detalhe de implementação.

          • Zalla

            sim..se não perder qualidade, tranquilo…o padrão JPEG é bem antigo, deve ter espaço pra otimizar sem perder a qualidade, negocio é esperar pra ver

      • Paçaro

        Se houver uma perda, provavelmente não vai afetar nada, porque Instagram e Facebook e basicamente qualquer outro serviço cagam completamente nas fotos.

        • TÁ VIVO RAPÁ?

          • Paçaro

            Firme e forte, esporadicamente voando por alguns portais de notícia do nosso Brasil lindo do nosso senhor.

  • Well Dias
  • Rolando

    HomePod custando US$ 349, então tá, o Amazon Dot custa US$ 49,99 e o Amazon Echo US$ 179,99 e já tem dezenas de produtos que funcionam com eles.

    • Caraiii… Tem um ADS no meio do seu comentário.

      Esse DISQUS tá muito vendido, nossa senhora!

      Obs: falo sério.
      A propaganda que tô vendo é mais ou menos assim:
      Peritos chocados com novo truque (e do lado vários iPhones empilhados)
      blá blá blá

      Obs 2: sei que não é culpa do MeioBit, mas sim da plataforma de comentários (DISQUS).

    • Daniel Tiecher

      Aí que esta a grande sacada da Apple na minha opinião. Ela não vai querer competir no mercado low-end da mesma forma que não compete em preço nos outros mercados que ela atua, pois assim a margem de lucro dela é maior. E na apresentação eles souberam posicionar o HomePod como algo que não existe hoje num produto único: uma assistente virtual que é também um excelente auto-falante wireless. Você pode ligar um Dot num Sonos por exemplo, mas a solução além de sair o mesmo preço de um HomeHub ($49,99 do Dot e $299,00 do Play:3), usa dois produtos diferentes e que não foram pensados para serem integrados desde o início. Sem falar que o HomePod não apenas funciona com o HomeKit, ele também É um hub HomeKit. Ou seja, você pode controlar sua casa pelo iPhone (ou iPad, Watch, etc.) quando você estiver na rua, da mesma maneira que você controlaria se você estivesse em casa. Hoje você não tem como fazer o mesmo com a Alexa, a não ser que o desenvolvedor da skill tenha pensado nisso ao desenvolver ela e também ofereça um app externo para executar tal ação.

      • Rolando

        Certo. Se o som dele for bom realmente vale a pena para quem gosta de ouvir música.

        • Zalla

          Como eu falei antes melhor comprar uma caixa da bose de 350 dolares…e te falo…duvido que esse homepod chegue perto da qualidade

          • Daniel Tiecher

            O único jeito de saber no final é testar quando for lançado, mas eu há não acho que o negócio vai ser assim tão simples como você pensa, pois no comparativo que falei que a Apple fez com o Sonos Play3 e seu protótipo do HomePod, quem testou disse que o HomePod parecia soar melhor. E o Play3 da Sonos é concorrente direto do Bose SoundTouch 20. Ambos tem uma qualidade de áudio muito boa, mas se você pesquisar os reviews, verá que a maioria do pessoal prefere o Sonos, pois embora a qualidade de áudio seja semelhante, ele ganha em conectividade e suporte a outras plataformas, E se a Apple está confiante o suficiente a ponto de deixar o pessoal comparar seu HomePod a um Sonos Play3, seu “duvido que esse homepod chegue perto da qualidade” acho que não vai rolar.

          • Zalla

            quando vc diz o sonos é semelhante a da bose é aquela semântica pra “quase boa quanto”, ou seja inferior..olha, não conheço a da sonos ao vivo…a da Bose eu já vi em ação, é fantástica

            Acabei de ler um comparativo, e o lance da conectividade é bem minimo, é o tal do sonosnet que poucos usarão, pessoal hoje em dia usa BT ou Wi-fi

          • Daniel Tiecher

            Não, não significa inferior, você que escolheu entender dessa forma, eu estava apenas sendo parcial no meu comentário. Leia comparativos e não apenas um, principalmente de sites gringos de áudio HiFi e verá que boa parte deles prefere no final o Sonos também na qualidade sonora, principalmente quando ele é calibrado usando o Trueplay, funcionalidade que hoje a Bose não possui. E o Play:3 que o HomePod competiu contra foi calibrado com o Trueplay e mesmo assim nos comparativos de sites de tecnologia de gabarito que conseguiram um preview do produto (CNET, Engadget, The Verge, WhatHiFi?, etc.), unanimemente eles acharam o HomePod superior.

            Novamente o jeito é esperar o lançamento pra ver se realmente a Apple vai entregar tudo o que promete ou não, mas simplesmente afirmar que ela não vai chegar perto da qualidade de um Bose, Sonos ou B&O de valor semelhante e ignorar as boas críticas que o produto recebeu até então é ser no mínimo tendencioso, sem falar que além do que parece ser uma caixa de som de qualidade, o produto será também um assistente virtual e um hub HomeKit.

      • Zalla

        Esse é o problema, ela se acha high end, e os usuários acreditam, por esse preço vc compra uma bose, e não to falando só em volume, é qualidade, muita qualidade

  • Vinicius Vasques

    Bem, o HomePod a principio parece desperdiçado, mas acredito que a Apple preferiu promover sua função “musical” devido a falta de sistemas de casas inteligentes que possam se integrar a ele. Na Apple atual, primeiro cria-se o produto e depois a sua necessidade.

    • Daniel Tiecher

      Eu já acho que eles quiseram focar primeiramente em música por alguns motivos:

      – DNA da Apple foi sempre ligado à música (iTunes, iPods, GarageBand, iPhone, AirPods, etc.);
      – Focando primeiramente em música eles podem oferecer um produto com valor elevado (e uma boa margem de lucro que o tio Cook adora) e se posicionar para competir com outros sistemas de áudio wireless HIFI como o Sonos, em vez de competir com Echo e Google Home que são produtos com valores bem inferiores, mas também com uma qualidade de áudio provavelmente bem inferior;
      – De quebra adicionar mais uma vantagem ao serviço de streaming deles com relação à concorrência.

      Andei lendo alguns previews de jornalistas que testarem ele depois do Keynote. A Apple disponibilizou uma sala modelo e nela tinha um protótipo do HomePod, um Sonos Play3 e um Amazon Echo e o pessoal falou que ambos o Sonos e o HomePod destroem o Echo, mas que também o HomePod possui uma qualidade superior ao produto da Sonos.

      Se isso for verdade, lá fora o Sonos vai provavelmente perder bastante mercado para o HomeHub. O HomePod parece fazer tudo que o Sonos faz hoje e muito mais, por causa da Siri e do HomeKit, custando apenas 50 doletas a mais.

      No final, quem estiver interessado primeiramente numa assistente virtual, com certeza vai de Echo, Dot, ou Google Home. Eu vejo o HomePod como um produto para quem quiser uma assistente virtual que também possua uma excelente qualidade sonora.

      • OverlordBR

        O HomePod parece fazer tudo que o Sonos faz hoje e muito mais, por causa
        da Siri e do HomeKit, custando apenas 50 doletas a mais.

        Tem certeza?
        Já testou o produto?

        • Daniel Tiecher

          Usei a palavra parece aí em cima pois estou baseando meu comentário nos previews que eu li até o momento de gente que testou o produto depois do Keynote. O jeito é esperar agora o lançamento final para ver se o produto é mesmo tudo aquilo que eles anunciaram.

      • Zalla

        por 350 dolares prefiro comprar uma baita de uma caixa bluetooth da Bose, que aquilo sim tem qualidade sonora…se é pra tocar música melhor comprar uma caixa do que um alto falantinho glorificadodo..ou sirificado

        • Talvez… daí tu tem que usar o telefone ou o relógio para reproduzir a música, tem que ligar/desligar a caixa convencional de som qdo for usar, é o normal, é o que já existe. E muitas vezes se adquire e depois fica escanteado num canto.

          O esquema agora é diferente. A Alexa já faz isso, com alto-falante, mas não tão sofisticado. Abre mão do som mais potente, mas leva a usabilidade ao extremo. Vamos ver como vai se comportar…

          O ideal mesmo é se esse novelo de lã tivesse uma saída de áudio para ligar no home theatre. Mas por outro lado é chinelagem, afinal ele já tem todo um esquema pra reproduzir o som da melhor forma no ambiente onde está. Enfim… vamos ver como se comporta.

          • Zalla

            como eu disse, se é para ter uma caixa eu compro uma caixa, vender um assistente que não é bem um assistente , mas bom para musicas…assim, é meio enganação, vc está pagando 350 dolares para ter uma caixa não tão boa assim, mas que não dependa do celular,..

            Mas como player o celular é muito melhor, tem tela, tem playlist, vc pode escolher de onde vai sair sua música, de um arquivo, do spotfy, do youtube, etc…
            Enfim…limitado demais…e a galera vai comprar mesmo assim..mesmo sendo um mau negócio..

            E vou te falar, onde vi ao vivo essa caixa da bose de 350 dolares, a bicha é incrivel, substitue facilmente seu home theater, dá pra animar uma festinha caseira, fazer musica ambiente, etc.. essa da apple…é uma caixinha…boa, mas é uma caixinha.

            E outra coisa, não fica num canto não, tenho uma flip 3 da jbl, levo ela comigo pra todo lugar, é fantastica pra vc ver um filme no celular, tablet ou notebook…a da bose por ser maior…e bonita pacas..é pra decorar (igual a da apple) e ser util tb…

            Falar que não vai ser usada é a mesma coisa que falar que o Bluetooth do carro não vai ser usado, vai depender do usuário…eu uso mais que o rádio..

          • Tudo bem, coerente a tua justificativa.

            Só lembra que o inverso é verdadeiro. Irracional tu se impressionar que tem gente que compra, nem todo mundo pensa como tu, pra muita gente tua preferência é um trambolho inútil.

            Eu fico no meio termo, cada uma é melhor no seu contexto. Tenho um trambolho desses que tu curte, uso pouco, uso mais no verão na rua, na piscina e por experiência própria acho ruim ter que usar o celular, a maioria das vezes controlo do relógio e com as músicas online ou armazenadas no relógio pra eliminar o controle totalmente do celular.

            E achei uma nova ótima alternativa essa caixa, vou usar na casa, no inverno, dentro de casa. Na minha opinião vai ser mais funcional que a caixa trabolho e exagerada de potente pra dentro de casa.

            E essa da Apple é o começo da automação residencial completo. Uso automatizo a casa com as Broadlink chinesa. Uma chinelagem, quebra o galho é hobby diversão. Agora com essa da Apple é o começo da automação de verdade.

  • Christian Oliveira

    É tudo legalzinho. 😌😑🙂

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  • Theuer

    As keynotes da Apple ainda são acompanhadas da claque do Chaves?
    Nessas horas eu costumo pensar sobre o quão interessante é trabalhar com Mac todos os dias há 16 anos e mesmo assim ver a empresa se tornar completamente irrelevante para mim e outros que também usam OSX mas nem em Macs estão mais.

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  • OverlordBR

    Espero que o tal Files seja para iPhone também… que eu lembre, mostraram na apresentação um iPhone com ele.
    Porque se for só para iPad será uma sacanagem sem fim.

    Quanto ao formato HEIF… ele é proprietário?
    Que eu lembre é um padrão desenvolvido pelo MPEG (Moving Picture Experts Group).

    Ah, tem uma página bem completa sobre ele:
    http://nokiatech. github. io/heif/index.html

    A página de exemplos é bem interessante e até me fez crer que o formato é a 8ª maravilha do mundo:
    http:// nokiatech. github. io/heif/examples.html

    • Daniel Tiecher

      Estou usando o Beta 1 do iOS 11 no meu iPhone 6 que uso pra desenvolver e o Files de fato funciona para iPhone. Uma coisa bem bacana que notei também não é apenas o novo app, mas também que ele é usado em todos locais que o iCloud Drive antigamente era usado (compartilhamento, extensões, etc.).

      • OverlordBR

        Que beleza. Ótima notícia então!

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  • Magnosama

    “O único porém é que o espaço gratuito, a mixaria de 5 GB não será expandida; portanto boa sorte ao gerenciar as coisas que você salva nos servidores online.”

    A maioria das pessoas que conheço, preferem pagar U$ 0,99/mês pra ter 50 GB, do que ficar gerenciando seu espaço online.
    Duvido que a Apple vá abrir mão desse dinheiro algum dia.

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  • Anayran Pinheiro

    Não se esqueçam que a RAM no novo iMac Pro poderá ser trocada, tudo virá soldado de fábrica.

  • Goemon

    Esses relógios são muito cafonas, acho feios em geral. O único que acho bonito é um da Casio WSD-F20

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