Review — Galaxy S8+: “now you’re playing with power”

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A Samsung caprichou desta vez. Embora tenha tido pouco tempo hábil entre o fracassado Galaxy Note7 e sua nova linha de smartphones premium, a companhia sul-coreana fez miséria com os novos Galaxy S8 e S8+. Eles não são apenas os mais belos e potentes dispositivos móveis lançados pela empresa, mas também o ápice em termos de Android e conta com o que há de melhor em sua categoria.

Nós recebemos um Galaxy S8+ e por dez dias o testamos em diversas situações. Acompanhe o que achamos dele.

Design

O Galaxy S8+ é lindo, disso não há dúvidas. O acabamento em metal e vidro curvo em ambas as versões confere um visual de excelência, apenas digno de um smartphone de ponta. É fato que tal decisão de design puxou muito o preço do dispositivo mas o fato é que para o bem da própria linha, o S8 e o S8+ em nada lembram modelos anteriores com traseiras de plástico e aspecto barato.

A decisão de remover os botões físicos (na verdade esconder o Home abaixo da tela) permitiu que os aparelhos ganhassem telas maiores sem que seu tamanho geral aumentasse. O S8+ especificamente possui quase as mesmas dimensões do S7 edge, mas com um display AMOLED de 6,2 polegadas com resolução de 2960 x 1440 pixels simplesmente insuperável. As bordas curvas dão uma sensação de continuidade e por isso mesmo conferem uma pegada agradável, apesar do corpo ser bastante liso. Ainda assim não é nenhum sabonete como alguns outros smartphones.

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Uma das vantagens da Samsung ao ter removido os botões físicos, algo que eu particularmente gostei foi a possibilidade de finalmente inverter a posição dos comandos Voltar e Menu, que nos aparelhos da Samsung sempre foram fixados em oposição ao padrão do Android. Uma decisão de design da Samsung que no meu caso, que sou canhoto sempre me incomodou.

O Galaxy S8+ vem com um conector USB-C, ainda conserva a entrada P2 (ouviu, Apple?) e por conta da remoção do botão Home, o sensor biométrico foi deslocado para a traseira do aparelho. Porém, ao invés de seguir o padrão da maioria dos concorrentes e posiciona-lo embaixo da câmera, a Samsung preferiu coloca-lo ao lado dela.

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Se você já imaginou uma série de problemas ergonômicos por conta dessa decisão de design, acertou na mosca: era quase impossível para mim, mesmo tendo dedos longos posicionar o indicador na posição correta sem ver, na maioria das vezes eu acertava a câmera. Era preciso tatear com calma ou em ocasiões em que estava com pressa, simplesmente virar o smartphone para ver onde estava colocando o dedo. Isso não aconteceu nenhuma vez com o LG G6 que também testamos, cujo review será publicado em breve.

No mais, vale dizer que o sistema de som do Galaxy S8+ é muito bom mas se você prefere fones de ouvido, o par da AKG (que também pertence à Samsung, assim como a Harman Kardon) com revestimento em tecido é uma boa pedida: bom ajuste de graves e não embola muito no bolso.

Software e performance

Comecemos pela conexão: a Samsung decidiu que o Galaxy S8 e o S8+ vendidos no Brasil serão enfim Dual-SIM com bandeja híbrida (você pode usar dois chips ao mesmo tempo, ou um só e o cartão Micro-SD de até 256 GB), só que por certas razões o modelo enviado para testes era europeu, com apenas um slot SIM e a entrada para cartão simples. De qualquer forma a companhia entendeu que um aparelho premium pode sim contar com opção para dois chips de operadora, algo que é muito útil para quem viaja constantemente.

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A interface Grace UI, que substituiu a outrora odiada TouchWiz e que foi introduzida no Note7 é extremamente leve e fluida, não atrapalha o uso e se integra profundamente às funções extras do Galaxy S8+, em especial àquelas atreladas ao assistente Bixby. Ele funciona no Brasil em partes: uma delas é o Home, um hub de conteúdo similar ao Google Now (ele até fica no mesmo local, deslizando a tela da esquerda para a direita ou apertando o botão dedicado) traz notificações de compromissos, previsão do tempo, compromissos, e-mails e etc.

A segunda parte funcional é o Bixby Vision, integrado à câmera e que permite utilizar visão computacional para funções como tradução de textos via OCR, ler QR Codes, buscar informações nutricionais de alimentos, etc. Ele funciona em tempo real de dentro do app de câmera ou via navegador, ou com as fotos armazenadas na galeria. A única coisa ainda não ativada no Brasil são os comandos de voz.

No geral, caso o Galaxy S8+ fosse um Android puro ele teria funções muito mais limitadas, e quem adquirir um destes para trocar por uma ROM customizada está cometendo um erro e tanto. A magia dele se dá exatamente pela integração entre software e hardware, o que nos leva a pensar que quando o suporte do Android se encerrar, instalar o LineageOS ou outra ROM para dar-lhe uma sobrevida acabará por inviabilizar muitas de suas funções, o Bixby por exemplo.

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O menu Edge também se faz presente e pela primeira vez, graças ao display curvo em ambos modelos. Você pode configurar atalhos rápidos para os aplicativos de sua preferência e poupar tempo evitando de ir até o menu e procurar o que você deseja fazer. O acionamento não mudou, basta deslizar a aba da direita para a esquerda.

Sobre a tela, a proporção 18,5:9 não é perfeita para consumo de mídia e alguns apps ainda não estão adaptados, e em ambos os casos o S8+ acaba por adicionar faixas pretas nas laterais. Claro, há a opção de forçar o vídeo ou app a ocupar a tela toda, o que não prejudica em nada a experiência mas ainda soa como uma gambiarra, quando o ideal seria os desenvolvedores e produtores de conteúdo se adaptarem às telas. Mas isso já é pedir demais, reconheço.

Vale mencionar que ao tirar o S8+ ele não estará configurado com a resolução máxima, e sim em 2220 × 1080 pixels. Você pode tanto força-lo a exibir conteúdo na capacidade máxima (o que foi feito para os testes) ou derrubá-la ainda mais para 1480 × 720 pixels, o que pode ser útil em situações em que você não precisa de tanta resolução, como ler textos.

No uso do dia a dia o Galaxy S8+ dá um show. Equipado com um SoC Exynos 8895 proprietário, um octa-core com litografia de 10 nanômetros (tal qual o Snapdragon 835) com quatro núcleos Exynos-M1 de 2,3 GHz, quatro Cortex-A53 de 1,7 GHz, GPU Mali Mali-G71 de 20 núcleos e 4 GB de RAM ele dá conta de qualquer tarefa sem nem suar. Mesmo realizando multitarefa com aplicativos pesados, entre o comilão Chrome e games recentes (Injustice 2 é especialmente pesado) a bateria, que é levemente inferior à de seu antecessor (3.500 mAh contra 3.600 mAh) e igual à presente no Note7 (em capacidade, não em pirotecnia) não demonstrou sinais de stress, nem mesmo esquentou.

Ainda, assim como é de praxe mais uma vez testei o processamento de víeo via hardware com o VLC, rodando um filme em Full HD. Até pensei em forçar a barra e enfiar um em 4K, mas como ele iria ocupar boa parte dos 64 GB de espaço interno acabei desistindo.

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O resultado? De 100% a 85% em duas horas, nada mau.

Em geral a bateria do Galaxy S8+, em situações normais de temperatura e pressão aguenta entre 17 e 19 horas de uso relativamente moderado a intenso, com streaming de música e navegação, com games de maneira ocasional. Para a maioria dos mortais a bateria do aparelho vai durar o dia todo e caso você seja extremamente conservador, além disso.

Câmera

Não há muito o que dizer: a câmera de 12 megapixels do Galaxy S8+ é a melhor do mercado de dispositivos móveis, embora seja essencialmente a mesma do S7. Está tudo lá, a mesma resolução, a mesma abertura f/1,7 mas com um sensor diferente, mas no geral o resultado é basicamente o mesmo. A Samsung preferiu não mexer no que vem dando certo mas por outro lado, não houveram grandes avanços em fotografia móvel de 2016 para cá por parte da companhia devido tal decisão estratégica.

Tirando a perfumaria extra de stickers, carimbos e etc. o pós-processamento das fotos existe, mas não é nada extremamente agressivo aos olhos. Digamos que com uma boa iluminação você conseguirá fazer fotos muito decentes e mesmo em ambientes internos mais escuros, dependendo do ângulo suas capturas não ficarão com aspecto de cores lavadas, artificiais.

O modo automático já entrega tudo o que um usuário comum espera, não é preciso ajustar nada e ao alcance dinâmico é muito bom; você poderá capturar elemento luminosos à noite sem que eles fiquem distorcidos.

O destaque fica para a câmera selfie, agora com 8 MP e abertura também f/1,7, que funciona muito bem em ambientes iluminados mas mesmo com pouca luz, ainda é bem satisfatória. No geral ambas câmeras do S8+ irão satisfazer mesmo o mais exigente dos fotógrafos de smartphone. E sobre o leitor de íris… bem, ele funciona na maioria das vezes mas foram constantes ocasiões em que ele não reconheceu meu rosto da maneira correta, além do fato de que uso óculos e isso prejudica o processo enormemente.

Acabei dependendo mais do leitor biométrico para desbloquear o S8+, isso quando acertava a posição dele.

Para as versões originais das fotos, acessem o álbum no Flickr.

 

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Conclusão

Chegou a hora de tirar o bode da sala: o Galaxy S8+ vale os R$ 4.399,00 que a Samsung Brasil pede? Resposta curta: sim.

Ele é o Android mais avançado do mercado, conta com o que há de melhor em termos de tela, câmera e processador e é um avião, um dispositivo que vale a pena adquirir para não ter mais dor de cabeça por anos (ao menos pelo tempo que as atualizações do Android continuarem chegando). Só que convenhamos, nem todo mundo pode ou está disposto a pagar o preço de uma moto em um smartphone.

Se este for o seu caso, dificilmente você irá se decepcionar com o Galaxy S8+ ou com o Galaxy S8, para quem prefere aparelhos menores. Para os demais interessados que querem um mas não desejam comprometer o orçamento, convém esperar um pouco pela redução do preço, o que no caso da Samsung costuma demorar um bocado. Mas independente da sua decisão, saiba que o S8+ é um smartphone estado da arte, um Android premium como deve ser.


Samsung Mobile Brasil — Samsung Galaxy S8: Sem bordas, sem limites.

Pontos fortes:

  • display AMOLED maior (no mesmo tamanho de aparelho) com alta definição e cores realistas;
  • a melhor câmera móvel do mercado;
  • Dual-SIM, que é útil para todos.

Pontos fracos:

  • bateria apenas suficiente;
  • a posição do sensor biométrico na traseira é um pesadelo;
  • sensor de íris ainda precisa melhorar, e muito.
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Autor: Ronaldo Gogoni

Um cara normal até segunda ordem. Além do MeioBit dou meus pitacos eventuais como podcaster do #Scicast, no Portal Deviante.

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  • Promoção: troque 8 Galaxy’s S8+ por um Fiat MOBI Easy, em qualquer concessionária da FIAT e receba ainda: tanque cheio, IPVA pago e troco.

    • Maom

      Seguindo o mesmo raciocínio. Junte 8 fiat mobi e troque por um carro de verdade. 🙂

      • HUAHUAHUAHUAHUA! Maldito! Me fez espalhar café pela mesa! HUAHUAHUAHUAHUA!

  • Flávio

    É um aparelho de transição. A samsung não teve tempo de adaptar o leitor de digital na frente, sob a tela.

    Resumindo: não compre

    • Thales C

      isso é um aspecto do aparelho, e tecnologia é isso aí mesmo.

      se vc for deixar de comprar o S8, pq o S9 vai ser melhor, te dou a dica pra esperar o S10. Vai ser melhor ainda.

      • Claudio Torres

        É sim, pra mim que vou comprar um S8+ em 2019 pode ser legal esperar pelo s9 em 2020. hahaha.

  • tuts

    Melhor câmera? Pixel e HTC U mandou lembranças

    • Maom

      Tb não sabia dessa história de ter a melhor câmera o S7. Nunca tinha ouvido essa. Até onde eu sabia a briga era entre o iphone 7 plus e o pixel. Isso pros especialistas. Para mim, qualquer câmera de top dos últimos 3 anos tá ótima! kkkk Tenho uma foto que mandei fazer um quadro de 1 m por 1,2 m tirada pelo meu galaxy s4 de 2012 e rapaz, que foto linda! Fico olhando pra ela e imaginando onde um pixel de 2016 poderia deixar ela mais perfeita.

      • Mario Junior ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

        O Pixel veio muito tempo depois que o S7. O S7 saia dando surra em tudo que era smartphone do mercado no quesito câmera.

        iPhone? pfff… câmera de iPhone é câmera pra criança brincar. Aí veio o Pixel e passou o S7. A questão do Pixel não é nem o sensor dele em si, mas o HDR proprietário que o Google incluiu no algorítimo do software da câmera e que dá um puta resultado.

        Se tu tirar o HDR dele, ele perde todo o glamour das fotos.

        • Maom

          A camera de criança do iphone 7plus dá uma surra em vários androids de adulto.

    • Thales C

      Você deve estar citando isso por causa dos reviews da DxOMark.

      Mas está longe de ser consenso. Há vários reviewers colocando o S8 como melhor câmera.

    • São vendidos no Brasil? Não. Logo…

  • Maom

    Olha eu comprei um numa promoção da claro mantendo meu mesmo plano por uma fidelidade de 1 ano. Paguei 1999,00 por um s8 e me surpreendi. Tinha certo asco da touch wiz e da qualidade de acabamento e eternos engasgos da samsung no meu antigo galaxy s4. Fiquei por alguns anos usando xperias Z1 e depois o z3 e agora posso dizer que todo o asco e nervoso q tinha com a touchwiz sumiram. O sistema é bonito, mais bonito até, ou talvez eu esteja enjoado, que do visual puro do android q eu usava no meu xperia. Não engasgou em momento algum essa semana. A bateria dura o dia todo com jogatina e display always on ativado. O sensor de digital é meio mau posicionado mesmo mas no modelo normal que eu tenho não é assim tão difícil de acessar como o Gogoni falou. Eu já pego o meu celular dentro do bolso com o indicador posicionado certinho no lugar e já quando vou olhar pra tela já esta desbloqueada. Agora quando ele esta na mesa é meio mala ter que levantar o celular pra dar a dedada (ui). Já o sensor de iris achei muito bom. Destrava muito rápido e é bem preciso (não uso óculos). Só pela manha quando meus olhos estão a meio milimetro de estarem fechados que tenho q fazer um esforço de abrir mais eles e comprometer mais ainda meu mal humor. Ele funciona bem mas sempre opto pela digital pq economizo dois movimentos. Pra usar a iris tenho q apertar o botão acordar do lado e depois deslizar na tela pra ai sim pedir meu zóio. Na digital basta eu posicionar o dedo. Ou seja a função funciona e é legal mas não é pratica. Mais um recurso que vc vai usar mais pra se mostrar aos amiguinhos do q de fato usar.
    Resumindo, ele realmente está bem rápido, é lindo, mágico™, não engasga, não esquenta e tem umas firulas bacanas como essa bixby q realmente é útil. Sou um grande fã do google now e ela é igualmente bem útil apesar de ainda não ter comando de voz q eu particularmente nunca usei desde a Siri no meu iphone 4s.
    Agora vale os 4 mil que o Gogoni falou que vale? NÃO! Vc é louco???? 4 mil num celular com tanta opção boa da china hj em dia vc tem que ter merda na cabeça. Não interessa se vc é multimilionário. A diferença pra um oneplus 3t de 1800 reais mais ou menos pra qualquer top de 2017 é basicamente nula. Só comprei por 1999,00 pq eu ja tenho esse plano da claro e minha ideia era revender por 3 mil e quebrados depois. Mas vou revender mais pra frente. 🙂
    Nenhum celular vale mais que uns 2500 no máximo. Não tem nenhuma diferença. As fotos hj em dia são todas incríveis, de qualquer celular top, os processadores já sobram pra qualquer app e jogo disponível. Não vale 4300 e ponto final. Mas 2 mil ta valendo muito a pena sim. Mas que falta sinto do radio Fm. 🙁
    Uma coisa que pode facilitar na minha experiência com a posição da biometria pode ser a capinha de silicone que coloquei pra proteger com tanta matéria alegando q ele é o celular mais frágil do mercado. Esse sim é um ponto muito, mas muito negativo. Ninguém quer um celular novo e top com a tela toda quebrada pq escorregou do seu bolso no sofa e foi pro chão.

    • Flávio

      Se a tela do S7 custa 1500,00 pra trocar, imagine a deste aí…

      • Maom

        Não quero imaginar e nem saber! 😮

    • Eduardo da Silva

      Nesses 4 mil reais aí estão embutidos os S8 que a Samsung distribui de graça pras celebridades e youtubers pra divulgar o aparelho.

      • B4klaudio

        Isso é o custo de marketing que está embutido no preço de qualquer aparelho. Por que você acha que a Xiaomi consegue vender um Smartphone equivalente por menos de 400 USD?

        • Maom

          Pesa à favor da XIaomi tb que todo o projeto, design e tudo mais foi feito por chineses mal remunerados. A tecnologia é toda desenvolvida por engenharia reversa de marcas tradicionais. A china é foda! kkkk
          A Xiaomi começou ontem e já tem uma linha e produtos fantásticos… Imagina a potencia que ela vai ser em 10 anos. Vão produzir até dupla de sertanejo universitário pra dominar o mercado da música Brasileiro.

          • Diego

            Chineses mais ou menos mal remunerados. Google por “trabalhador brasileiro já ganha menos do que um chinês”.

          • Maom

            Magina cara… Ainda tem aqueles casos bizarros de chines ganhando 30 dólares por semana e coisas do tipo.

      • Maom

        Ta embutido tb nesses 4 mil reais o custo do papel higiênico que os funcionários usam na linha de montagem. Mas, e?

    • Fabio Kuwahara

      Uma coisa que sempre tive dúvidas, quando você vai tocar na tela com o dedão da mão que está segurando o aparelho, acontecem toques involuntários nestas laterais 2.5D?

      • Maom

        Não… A parte de tela sem bordas funciona só no marketing do celular e nas fotos editadas de propaganda… Na realidade existe sim um borda fininha que na realidade ajuda para não acontecer esse toque involuntário com os dedos e palma da mão que estão segurando ele.

    • OverlordBR

      Eu já pego o meu celular dentro do bolso com o indicador posicionado
      certinho no lugar e já quando vou olhar pra tela já esta desbloqueada.

      Quando li isto, pensei… na Apple.

  • Thiago

    Faltou a tag Publieditorial… Alguém arruma aí!

    Melhor câmera? Todos os sites internacionais colocam o Pixel como o Android com a melhor câmera!

    Com tantas opções falar que esse aparelho vale mais que 4 mil, e sabendo que o público do meiobit não é o público médio que compra celular sem saber para que serve, é de uma desfaçatez sem tamanho! rs

    • ricms

      vdd. Foram mais sacos de confete que o normal.

    • Mirai Densetsu

      Com certeza. Foi um publipost muito mal disfarçado.

      • Papel Aluminio

        já critiquei essa postura aqui e pelo jeito nada mudou

    • Erik Morelli

      A tag é o gogoni falando bem da samsung.

  • Pingback: Review — Galaxy S8+: “now you’re playing with power” | Notícias Legais()

  • marcelosite

    Acho que o autor se referiu a melhor câmera Android disponível no Brasil. Esse Pixel é lenda, não está oficialmente aqui.

    Tudo muito bem, por mim podem até aumentar o preço do S8, desde que reduzam o valor do S7, que já é um baita celular.

  • César Rodrigues

    Tema da redação:
    O que se faz com R$ 4.399,00?
    Utilize no máximo 3 linhas.

  • kenji

    4k em um celular vale a pena… acho que preciso rever alguns valores, especialmente o que recebo de salário.

  • Leo

    Teste de vídeo feito com um filme PIRATA!
    Pode?

    • kenji

      EXPOSED!

  • tryedge

    Levei um susto ali com uma das imagens, tentando me recuperar!

  • Rafael Lopes

    Resposta curta: Não.

    O Aparelho nao tem novidades/funcionalidades que justifiquem o preço.

    É o melhor Android do mercado? Sim é um otimo aparelho, que faz pouquissimo mais que um S7.

    • Claudio Torres

      Concordo com você.
      O que ele faz a mais pelo total que ele custa a mais?
      Foi mais ou menos assim que parei de comprar iPhones e passei a comprar Androids e to bem de boa.

    • Mirai Densetsu

      E é possível achar o S7 a um valor bem mais amigável.

      • PugOfWar

        Comprei o meu S7 direto em Miami, custou uns 1800 temers (temer? Nem sei mais)

  • Germano

    Tem quer ser muito (cada um completa como quer) para andar com mais de 4 mil no bolso todos os dias arriscando ser levado pelo ladrão, sem mencionar que e uma otima forma de investir essa grana sabendo que daqui a 2 anos seu aparelho vale a metade disso e olhe lá.

  • pesset

    tem DTV e radio FM?

  • Rogerio

    Detestaria ser injusto, mas pelo teor ufanista do texto e a naturalidade com que o autor chega à absurda conclusão de que vale a pena pagar 4,4 mil por um celular, fica difícil ver espontaneidade e credibilidade na matéria.

  • Uma dúvida que não tem relação exclusiva com a matéria:

    As empresas de smartphone estão abandonando as tecnologias MHL e Slimport?

    Acho que esse ano não foi lançado nenhum aparelho com essas tecnologias. Parecia algo promissor mas parece que não andou.

    Ou as tecnologias USB-OTG e similares (tem similar?) já estão suprindo essa demanda?

    • Thiago

      A meu ver as empresas passaram a usar a transmissão wireless mesmo, pois você ainda consegue deixar seu aparelho carregando, diferente de alguns desses conectores.

  • Marcelo Eiras

    4.4k num celular não vale nem se eu estivesse cagando dinheiro. Comprar um celular a esse preço é coisa de pródigo. A Samsung só pode estar de brincadeira.

  • Cássio Amaral

    Ué, procurei, procurei e não achei no post a tag “Publieditoral”.

  • Braumeister

    Não esqueça de devolver esse Doctor Strange na locadora do Paulo Coelho.

  • F4v3r0

    Peguei um S8 justamente por achar o + grande demais para minha mão. O aproveitamento da tela é bom demais. Não tenho queixas do sensor de Iris, pra mim está funcionando melhor do que a digital no S7, posso contar as vezes que usei a digital no S8.
    Por mais que eu esteja adorando e considerando o melhor smartphone que já tive, não acredito que algum celular valha 4 mil, mas para quem está disposto e não queira esperar baixar, acredito que não vá se arrepender.

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