Olympus Tough 5 — agora com 4K

E quando você pensa que a maior parte do mundo das câmeras compactas está morrendo e definhando, a Olympus aparece e joga essa nova TH-5 na sua cara. Tudo bem, ainda existe um mercado de câmeras compactas de alto rendimento e com usos específicos, mas causa um pouco de estranheza estar falando do lançamento de uma câmera compacta.

A TG-5 se encaixa na categoria de câmeras com usos específicos. Ela é projetada para quem gosta de aventura, esportes radicais e quer levar uma câmera resistente para suas aventuras. Alguns anos atrás todo fabricante possuía um modelo de câmera resistente, mas o mercado parece ter diminuído, o que não impede a Olympus de continuar investindo na linha Tought.

A câmera mostra algumas novidades bem interessantes. Agora ela está equipada com um sensor CMOS (6,17 × 4,55 mm) retroiluminado de 12 megapixels de resolução máxima. Junto com o novo sensor temos um processador de imagem dual quad core TruePic VIII para gerenciamento da imagem e vídeo. Este novo sensor e o poder de processamento conferem à câmera a capacidade de fazer vídeos em 4K em formato MPEG-4 ou H.264 com 30 frames por segundo. Também é possível filmar em Full HD com até 120 frames por segundo. Outra característica é que a agora também é possível fotografar em RAW.

Como é de costume nesse tipo de câmera, a TG-5 é hermeticamente fechada. Pode mergulhar até uma profundidade de 15 metros, resiste ao frio até – 10 ºC, resistente a quedas de até 2 m e pode suportar até 100 kg de peso. A câmera também possuí uma bússola interna, GPS, sensor de temperatura e um manômetro, sendo que todas as informações desses sensores são registrados no EXIF das fotos.

A câmera vem equipada com uma lente equivalente a uma 25-100mm com abertura máxima de f/2 e a Olympus já anunciou dois adaptadores para o novo equipamento: uma lente grande angular Fisheye para um ângulo de visão de 130º e uma teleobjetiva com distância focal de 170 mm.

A Olympus TG-5 deve chegar ao mercado em junho nas cores vermelho e preto e o valor de pré-venda está em US$ 450,00.

Fonte: Dpreview.

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Autor: Gilson Lorenti

Geógrafo de formação e fotógrafo de coração, comecei a fotografar com 18 anos de idade (antes disso nunca tinha pegado uma câmera na mão). Depois de muito estudo veio a carreira profissional que passou por várias modalidades da fotografia até realmente descobrir o que gosto de fazer. Hoje me dedico ao ensino de fotografia, fotografia Fine Art e Books Fotográficos (gestante, moda, sensual). Tomando emprestado as famosas palavras de Ansel Adams “Quando as fotografias não forem mais suficientes, me contentarei com o silêncio”.

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  • Adquiri um certo preconceito com as “point-and-shit”…. dificilmente havia alguma “fantááááástica”, com recursos realmente fáceis de usar ou com boa qualidade….

    …mas poxa, essa Olympus é bonitinha….

    • Gilson Lorenti Fotografia

      As Tough sempre tiveram um design interessante. Infelizmente é contra o conceito desses equipamentos ter um modo manual, pois geralmente quem está escalando uma montanha não tem tempo de ficar configurando as regulagens. Alguns modelos tinha giroscópio interno para reconhecer movimentos pré-programados e disparar a foto. Muito útil quando você está no Ártico com uma luva que impede os movimentos mais simples da mão.

  • Rômulo Catão

    nunca entendi como uma bussola funciona em um equipamento de metal.

    • Um corpo de alumínio ajudaria? Ou não atrapalharia tanto?

      • Rômulo Catão

        creio que ainda assim deve ter bastante peça magnética no resto.

        • Depende da sensibilidade do componente…. creio que seria deveras imprudente inserir um elemento cuja função seria suprimida por seu invólucro ou posicionamento interno…

          Né?

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          • Rômulo Catão

            imaginei que talvez a bussola tenha um funcionamento diferente da tradicional.

            trabalho com mineração, fazemos sondagem(furo no chão pra coletar amostra), as vezes tem furo que mede mais de 200 metros de profundidade e de vez em quando temos de medir qual é o desvio do furo pra saber ele na referida profundidade ainda continua com o mesmo azimute e inclinação.

            sei que existem equipamentos que ignoram sumariamente o magnetismo da rocha(caso esteja furando minério de ferro por exemplo) e apresentam os dados corretos de azimute, só não entendo como funcionam, nunca vi funcionando, os nossos são convencionais, não consigo medir por exemplo o desvio do azimute em um furo em minério de ferro, se uma camera dessa conseguir fazer isso de alguma maneira talvez pudesse ser util em um serviço como esse por exemplo(dependendo da precisão).

          • É, também não sei ao certo como esse tipo funcionaria, mas imagino que haja realmente essa correção devido ao campo magnético gerado pelo próprio aparelho (engenheiro pra quê né?).

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