Resenha: American Gods — você não vai entender nada, mas é ótimo

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Deuses Americanos é uma espécie de Sandman para adultos. Um romance de Neil Gaiman passado no mundo “real”, onde um sujeito com o improvável nome de Shadow Moon cai no meio de uma literal Guerra dos Deuses.

A série do canal Starz tem Gaiman como produtor executivo, e demorou o tempo certo para sair. A produção é impecável, o clima de roadmovie foi mantido e o texto atualizado, afinal se até os deuses evoluem, um livro de 2001 pode ser atualizado para os dias atuais. 

A história começa quando Shadow, futuro ex-presidiário é libertado alguns dias antes do fim de uma pena, por um motivo justo: sua mulher havia morrido. A vida de Shadow entra em parafuso, e isso antes de descobrir que sua mulher morreu num acidente de carro junto com seu melhor amigo, com o melhor amigo do amigo na boca, se é que você me entende.

Shadow encontra um sujeito estranho, o da foto acima e recebe uma oferta de emprego como guarda-costas. Perguntado de seu nome o sujeito diz que é Mr Wednesday, afinal “é meu dia mesmo”. Quem conhece um pouco de mitologia já sacou, e em outro episódio quando o cidadão é chamado de Wotan, fica óbvio (os corvos ajudam) ele é Odin.

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Como Odin foi parar nos EUA? Isso é mostrado no começo do primeiro episódio, quando um barco Viking aporta em uma região inóspita da costa americana, e os guerreiros acabam em um frenesi de sacrifício a seu deus, para que o vento surja e os leve embora. O primeiro dos velhos deuses chegou ao novo mundo. Muitos o seguiriam.

Gaiman fez uma pesquisa primorosa, desencavando deuses há muito esquecidos, como o Chernobog, uma entidade eslava mencionada de forma menor em textos do século XII. Há outros, muitos outros deuses antigos, inclusive os nativos. E há os deuses novos.

Quem são os deuses novos? Olhe à sua volta:

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Neil Gaiman diz que os deuses deixam de existir quando o último de seus fiéis morrem. Os deuses antigos hoje têm uma fração de seu antigo poder. Quanta gente ainda acredita em Odin? Bilquis, outrora Deusa do Amor e Rainha de Sabá trabalha como prostituta e sobrevive das migalhas de adoração de seus clientes (aos quais ela devora em êxtase com a perseguida. É complicado de visualizar).

Globalização, Tecnologia, Mídia, todos são novos deuses crescendo em poder e alcance. A Mídia aliás é Gillian Anderson, que aparece para Shadow em um videowall, interrompendo um episódio de I Love Lucy. Sim, ela é… Lucille Ball:

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Wotan quer reunir os velhos deuses para uma última batalha contra os novos, esses por sua vez querem trazer Shadow para o lado deles, por algum motivo. Shadow mesmo não liga pra nada, anda apático e sem esperança, depois de ter descoberto o lado oculto da esposa. Mesmo assim ele permanece leal a Odin.

De certa forma Deuses Americanos lembra um pouco a mitologia de Supernatural, mas os deuses antigos são mais benignos e em condição pior. E são caçados por coisa bem pior que os Irmãos Winchester.

Por enquanto os episódios são entremeados por sequências mostrando deuses isolados, como Anúbis recolhendo a alma de uma velhinha e testando sua pureza. Todos irão se encontrar no final? Deuses Americanos já foi renovada para uma segunda temporada, Neil Gaiman escreveu cenas novas e a primeira só usaria um terço do livro original. Histórias não faltam.

Sexo e Violência

Na sequência de abertura já fica evidente que vai ter sangue sim, e muito. No terceiro episódio um leprechaun azarado sofre um acidente de carro horrível, e o destino dos agressores de Shadow é… sinistro. Só que não é isso que vai chocar a audiência. O Starz já não teve pudores em Davinci’s Demons, mas em American Gods decidiram humilhar Game of Thrones no quesito pirocas por metro quadrado.

As cenas de sexo são bem fortes, e digamos assim se você não gosta — ok ficou estranho — se você se incomoda em ver pirocas, não veja Deuses Americanos, elas estão presentes, em posição de sentido e quem não gostar que saia da frente.

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Bilquis. DM;HS

Ah sim, o ISIS vai mandar matar todo mundo da produção, no terceiro episódio há uma cena de sexo gay quase explícita, entre dois muçulmanos. Desnecessário? Filho, no primeiro episódio a Bilquis empurra um sujeito inteiro pra dentro da ppk, esse trem já partiu faz tempo.

Conclusão

Se você não leu o livro não vai entender nada. Seu único bote salva-vidas é Shadow Moon, que também não está entendendo nada, ele é um sujeito endurecido, basicamente ateu vendo todo um novo Universo surgir diante de seus olhos, e nem ele mesmo sabe se acredita em tudo que Wotan conta, embora a história de que o Jesus Mexicano entrou nos EUA como ilegal faça bastante sentido.

Vale assistir? Claro que vale, a série vai te tirar da zona de conforto aula de catecismo gibi da Marvel, você vai ver coisas estranhas, deuses esquecidos, primais, violentos, surgidos da mente de nossos ancestrais mais remotos, maravilhados e assustados com o mundo á sua volta.

Sugestão: leia o Livro

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A série é ótima e pode ser assistida no Starz ou na Amazon Prime, mas o livro é sempre melhor. Deuses Americanos está na Amazon a R$ 34,90 edição normal e R$ 29,90 no Kindle.

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Autor: Carlos Cardoso

Entusiasta de tecnologia, tiete de Sagan e Clarke, micreiro, hobbysta de eletrônica pré-pic, analista de sistemas e contínuo high-tech. Cardoso escreve sobre informática desde antes da Internet, tendo publicado mais de 10 livros cobrindo de PDAs e Flash até Linux. Divide seu tempo entre escrever para o MeioBIt e promover seus últimos best-sellers O Buraco da Beatriz e Calcinhas no Espaço.

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  • Carl Segão

    Li semana passada, vi a série, e reforço o coro: LEIA O LIVRO.

    • PPKX XD ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

      Em braile?

      • Carl Segão

        Áudio book. Na voz de Tiririca. Priceless

  • Islan Oliveira

    Eu li Deuses Americanos no intervalo entre o fim do Ensino Médio e o início da universidade, gostei mas não tanto, acho que preciso reler agora, com uma mente diferente pra ver como será minha opinião sobre o livro.

  • Adriano Martins

    Eu comprei esse livro a um dólar no Humble Bundle há muito tempo, mas eu não li todo. Li só umas 120 das mais de 500 páginas do e-book (até porque está todo em inglês, e de vez em quando tenho que abrir o tradutor rs). É um livro excelente mas não é uma leitura fácil, se você não souber mitologia você vai ficar bem perdido (eu por exemplo não tinha sacado que o Wednesday é na verdade Odin, me senti spoilado rsrs). Talvez por isso eu tenha parado de ler. Mas confesso que com essa série e com esse review o meu interesse surgiu de novo! Vou já baixar o livro de novo pra ler 🙂 valeu por me fazer voltar a esse livro, Cardoso!

    • Ursinhomalvado

      Muitos comentários dizendo que é preciso entender de mitologia… eu discordo, o livro vai revelando o que é importante na medida em que avança.
      Sugiro colocar o livro (em português) na sua lista da Amazon e esperar uma promoção. Comprei três livros do Gaiman por menos de R$ 8 cada, sendo que ainda havia uma promo na qual eu recebi um valor de volta por um dos livros (acho que uns R$ 5). Sempre tem essas promoções por lá, os preços variam quase diariamente na Amazon.

      • sspedro

        Estou esperando promoção pra comprar, achei o preço do ebook caro.

  • Hemeterio

    Mais ou menos no mesmo mote temos A Voz do Fogo, do tambem icônico Alan Moore. Ou sera do Nelson Rodrigues Filho? Sempre confundo os dois. Pelo que entendi do livro – acredite, nao é facil acompanhar e tem que ter uma certa paciencia no inicio – a trama/saga vai antes dos deuses, vai exatamente na transicao para a formacao das religioes. Na verdade, para a tomada da consiencia. Seria quando a humanidade desperta. Bem na linha do sapiens virar sapiens sapiens. Se eu fosse datar estariamos la por 50.000 antes de qq um de nos. Depois ele chega mais perto. Gostei muito.

    p.s. Deuses novos? Acho que o Musk entrou no panteao e vai exportar os deuses pra… vc sabe onde.

  • PugOfWar

    “Neil Gaiman diz que os deuses deixam de existir quando o último de seus
    fiéis morrem. Os deuses antigos hoje têm uma fração de seu antigo poder.”
    eu lembro de ter visto isso na série de quadrinhos Lúcifer.

    • Kheiron

      Esse conceito é bem dificil de determinar onde surgiu a primeira vez. Mas faz sentido se você pensar pelo lado da Psicologia … É como a questão do tempo. Alguns dizem que temos noçao da passagem de tempo não por que olhamos o relógio e vemos as horas, mas por que temos memória e conseguimos relembrar coisas e assim perceber a passagem do tempo. Um deus, se ele não tem seguidores ou uma marca de que ele existiu (museus por exemplo) ele não existe mesmo.

      • Maom

        Como esse aqui não morre nunca então?
        https://uploads.disquscdn.com/images/e4634d7ad575935af1d03d708fe7d48288c3e4cda5f4185eba47539d7b45646c.jpg
        Esse personagem ta na segunda temporada.

        • Roger D. C. Delboni

          Agora fiquei na dúvida se o Inri seria um deus novo ou antigo…

          • Maom

            Toda sexta feira santa de todo ano eu entro na internet esperando ver lá na primeira pagina MORRE INRI CRISTO.

        • Humberto Jorge

          O Mr. Wednesday respondeu: “Nos tempos atuais, ninguém se deu bem que nem esse cara”

          • Maom

            Não falo do original… Falo do Inri mesmo! kkkk

    • 1bt

      Tem um episódio de Jornada nas Estrelas, a série original, com esse tema, acho até que o Cardoso já referenciou em outro artigo.

      • Gesonel o Mestre dos Disfarces

        Sim, é um episódio meio surreal. mas talvez tenham sido minhas impressões quando o assisti, era um jovem na época.

  • Gustavo Borges

    Quero até ouvir a opinião de quem só viu a série. Como quem já leu, acho curioso saber tudo o que vai acontecer e ainda me fascinar em alguns momentos.

    • Young Wolf

      Nossa cara , isso é muito bom.
      Quando você conhece a obra original e vê aquilo ganhar vida na sua frente , e com uma qualidade incontestável , que é melhor ainda. Aqueles diálogos ou cenas que você gostou tanto no livro e mesmo sabendo o que vai acontecer na série , não deixa de impressionar.

  • Vagner Da Silva

    Eu não li o livro, mas tenho uma curiosidade sobre o papel de Odin na história, eu assisti documentários sobre mitologia nórdica (que me dá um nível de especialista de Youtube) e sempre achei que tratavam o Thor como o deus de fato, tipo Jesus para algumas orientações protestantes. Será que escolheram o Odin por causa de copyright?

    • Kheiron

      Não, mas Odin tem interesses próprios.

    • gfg

      Não sei que documentários tu assistiu, mas religiões politeístas são muitos diferentes das monoteístas, então é bem difícil comparar as duas.
      Mas em analogia direta, Odin está pra Zeus, e Thor está mais pra Hércules, uma espécie de herói, apesar de ser o deus do trovão.

      • Vagner Da Silva

        o documentário mais importante era sobre a religião e não a mitologia, nele diziam que Thor era o Deus do dia a dia, mais próximo do homem comum, para quem os fieis pediam qualquer coisa pequena e Odin uma figura paterna distante. Um paralelo que penso é nos santos de devoção católicos, para quem os devoto fazem pedidos além da especialidade da qual o santo é padroeiro, ou ainda as cidades estado gregas em que os deuses tinham uma territorialidade independentemente de sua especialidade.

      • OverlordBR

        Mas em analogia direta, Odin está pra Zeus, e Thor está mais pra Hércules, uma espécie de herói, apesar de ser o deus do trovão.

        Na comparação, Thor estaria mais para Ares (ou qualquer outro filho de Zeus com uma deusa)… porque Thor é um deus (nascido de 2 deuses) e não semideus (nascido de 1 deus e um mortal) como Hércules. 🙂

        • gfg

          Não estou falando de sangue, tanto que deixei claro ele ser o deus do trovão, e sim dos seus feitos, combater gigantes de gelo, matar serpente gigante, trolls, feras, proteger o mundo de ameaças etc.
          Ou seja, um deus muito mais mão na massa, assim como… Hércules.

  • Marcelo Zibell

    Eu li pouco mais da metade do livro ano passado quando estava viajando de ônibus, realmente é um livro que se tu não manja de mitologias complica um pouco. Ainda mais as pouco referenciadas, como as eslavas por exemplo. Curti muito quando vi que ia sair a serie, agora vou ter que ler o restante, já que a primeira temporada vai ter só as 100 primeiras paginas, ao menos foi o que li em algum blog.

    Dica – não sei se o Cardoso chegou a fazer uma resenha do O Homem do Castelo Alto, que esta na segunda temporada e também esta sendo lançada na Amazon Prime. Caso não tenha feito, fica a dica. Curto muito ler as resenhar que tu faz.

  • A série é uma das melhores que estão por aí. Tendo lido o livro há algum (muito) tempo, sempre achei que seria muito bom para se transformar em série e como ele ficou bom. E realmente é uma série difícil de lidar em alguns momentos, minha esposa não conseguiu assistir a cena de abertura do primeiro episódio pq foi limpar o sangue pingando da TV no chão da sala. Aí voltou na cena do avião e quando Mr. Wednesday começou a discutir com Shadow Moon se era Newton ou a fé que mantinha o avião no ar, ela simplesmente me olhou com uma cara estranha e desistiu da série de uma vez…
    Agora aumentaram as esperanças de que façam uma série do livro “Anansi Boys”, que seria uma “continuação” do American Gods.

  • Fernando Silva

    Pessoalmente achei a série bem melhor que o livro (acho que o Gaiman está fazendo tudo que queria fazer no livro e não deu tempo ou não pôde). No livro teve partes que quase dormi e corri umas páginas pra frente pra ver se acontecia alguma coisa interessante que valeria a pena.

    • Ricardo Barcellos

      Sim, ele é muiiiiiiiiiiiiiiiiito arrastado em algumas partes…
      Gosto muito do Neil Gaiman, mas não curto muito os finais dele… Sempre fica algo meio enrolado… Finais que não são fins…

    • Lucas Linki

      Não terminei o livro até hoje. Vou tentar a série..

  • kenji

    Li o post pulando parágrafos inteiros com medo de spoiler e comprei o livro. Se alguma vez comprei algo por impulso, foi agora.

  • Maom

    Mas não superam “Os deuses devem estar loucos” 1 e 2
    Que ganhou a palma e o kikito de ouro e o troféu imprensa do Silvio
    https://uploads.disquscdn.com/images/71433e626b551d1936fccabc7587cb41a8190ea926d19be4538038e122a86e1c.jpg

    • Rodolfo da Silva Carvalho

      Eu adoro o primeiro filme! Não assisti o segundo.

      • Maom

        São ótimos. Saudades dessas comédias nonsense sem irmãos Wayans fumando maconha em todo filme.

  • Mariano Santos

    Realmente, não tô entendendo nada mas tô curtindo pra caralho.

    Estou tendo que pular as cenas de pirocas, tho.

    • Young Wolf

      Quando Shadow descobrir o propósito de tudo que está rolando ali você vai entender os acontecimentos , e olha só vai gostar ainda mais.

      • Maom

        Gostar ainda mais das pirocas?

        • Young Wolf

          Se você tá assistindo focando nas pirocas , problema é teu. Eu não tô focando nisso.

          • Julio da Gaita ✔

            engana ninguém não, @disqus_a5Bk0Lo2bt:disqus gosta é de piroka…rs

          • Young Wolf

            Não sou eu que vive com a gaita na boca KKKKKK
            Parei mano , #Paz

          • Julio da Gaita ✔

            parou nada, PNnomeioDSC, seu malandrão…rs

            agora sim #PAZ.

            Passou em mim passou na mãe…rs

          • Maom

            hummmmm calma. Não precisa ficar na defensiva não lobinho. A masculinidade da sua conta anônima do disqus ta segura. Fica calmo.

  • Young Wolf

    ”Desnecessário? Filho, no primeiro episódio a Bilquis empurra um sujeito inteiro pra dentro da ppk, esse trem já partiu faz tempo.”
    KKKKKKKKKKK Não podia ter frase melhor.

  • Julio da Gaita ✔

    opa vale muito a pena, mas a cena do sexo gay foi bem dose, alguem entendeu o q aconteceu ali? o mascate virou “jin” ou o “jin” virou mascate? ele ganhou poder dando o toba? fiquei confuso…rs

    Cade o @manowars:disqus ? foi honrosamente citado no post…rs

    • Ursinhomalvado

      Pelo que lembro do livro eles apenas concordam em trocar de vida. O cara casou por alguma obrigação e odiava o emprego, a esposa, o cunhado e a própria vida. O Jinn queria apenas “voltar pra casa”.
      Não sei se eu é que sou inocente, mas não lembro de ter percebido que eles faziam sexo… talvez só não lembre mesmo, minha memória não é lá muito confiável…

      • Julio da Gaita ✔

        porra ursinho, talvez você tenha reprimido essa parte do livro da sua cabeça, faz sentido. Eu pedi pra minha mulher olhar e avisa-se quando tivesse acabado…rs

        • Ursinhomalvado

          Hehe, tem razão, está mesmo no livro (fui conferir), só não me chamou a atenção. Em vídeo é diferente… olhei pra minha mulher e apenas comentei “que tromba tem esse cara heim?!” Hahaha

          • Humberto Jorge

            Aquela música do Dethklok, I ejaculate fire, fez tão sentido.

          • Bruno França

            veih eu não entendi essa cena também….o cara ganhou poderes dando o toba???

      • Izabella Ferrara

        Quando eu li o livro não tinha nada falando sobre “concordar em trocar de vida”. No livro a parte do sexo sequer é descrita direito. A única coisa “quente” narrada é o sexo oral que Salim faz no Jinn. Salim sente o gozo ardendo na garganta, depois eles dormem. Acordam bem cedinho e fazem sexo (só isso é dito, nada de detalhes). Dormem de novo, e quando Salim acorda, o Jinn foi embora com os documentos, roupas, dinheiro de Salim. Então Salim apenas sai do quarto e vê que o Jinn pagou a conta do hotel. Fim da história dos dois.
        Então penso que o Jinn apenas roubou as roupas/documentos de Salim e seguiu a vida. Não houve acordo, apenas sexo e uma pequena “trapaça”.

  • Deuses novos? Me lembrei dos livros do Rick Riordan.

  • SpartaCUS, Game of Tits, agora o American Pirogods … tá foda… =X

    • Gesonel o Mestre dos Disfarces

      Mano, vc é o Mario Ron Jeremy. Isso deveria ser corriqueiro pra ti.

  • Essa série tem um problema grave: esperar 7 dias pra ver um novo capítulo.

    Li Deuses Americanos e OsFilhos de Anasi faz bastante tempo e sempre torcia pra ver uma série ambientada nesse universo e só tenho a dizer que estou satisfeitíssimo.

  • Cristiano Costa

    Eu sou muito fã de Gaiman, mas sinceramente não gostei do livro Deuses Americanos( muita enrolação e pouco enredo) mas gostei muito de Filhos de Anansi, que é um spin off por assim dizer desse livro.

  • Henrik Chaves

    Uma pergunta: o único meio de assistir Amazon Prime no Brasil é via PC? Procurei aplicativo no PS3 e PS4 e não encontrei, e aí estou na dúvida se não existe ou se foi incompetência minha ao procurar.

    • Victor Assis

      Quando assinei usei o app no PS3, pelos menos tinha.

      • Henrik Chaves

        Interessante!
        Você acessa a PSN com conta brasileira, mesmo? Sem gambiarras?

        Se foi, então realmente foi incompetência minha mesmo.

    • Rodrigo Campos

      Assisto na minha SmarTV Samsung. Mas pra quem está acostumado com a navegação e layout do Netflix a Amazon Prime deixa muito a desejar, tem muito pra melhorar.

  • Victor Assis

    Tá, nem fiquei incomodado com as outras aparições, mas essa dos muçulmanos me incomodou, ainda por seu longa demais (epa) e não entendi nada. Mesmo que a “irmã no terraço” meio que compensou…
    O ebook tá bem caro :/

  • Paulo de Tarcio Santos Freiri

    Fiquei com receio de ler o texto por causa de spoilers, mas não spoiler da série, mas do livro, qual estou lendo. Mas até que foi tranquilo, ótimo review.

  • Bruno França

    já assisti os três primeiros episódios e essa parada de ser tudo um mistério meio nebuloso estou gostando muito.

  • João Victor Lima

    “Sandman para adultos…” Parei de ler aí. Desde de quando Sandman foi para crianças? Aff

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