Senado estuda reduzir impostos cobrados sobre games

videogame

Eu sou um pessimista por natureza e provavelmente é por isso que não dei muita bola para uma iniciativa que surgiu na internet recentemente. Na forma de um abaixo-assinado criado no portal e-Cidadania, a ideia era pedir a redução dos impostos cobrados sobre os games no Brasil e depois da campanha ter conseguido as 20 mil assinaturas necessárias em apenas um dia, o Senado Federal anunciou que a proposta passará pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.

O autor, conforme consta de sua justificação, considera alta a carga tributária incidente sobre esse tipo de produto e entende que isso desestimula os brasileiros e comprarem games,” diz a página que traz as notícias do Senado. “Por isso, propõe fixar em 9% os impostos cobrados nesses jogos. O senador Telmário Mota (PTB-RR) foi designado relator da matéria e deve emitir parecer inicial sobre a Sugestão.

Além de ter sido divulgada por lá, a novidade também apareceu no Facebook oficial do Senado Federal, que também iniciou uma consulta pública online sobre o assunto onde qualquer pessoa pode dizer se concorda ou não com esta redução. Talvez o mais impressionante seja perceber que embora mais de 106 mil tenham dito que sim, alguns se mostraram contrários.

Sendo um dos maiores entraves para empresas que querem vender seus jogos e consoles por aqui, o que consequentemente dificulta muito a vida daqueles que gostam de videogames, os impostos cobrados sobre os games são simplesmente absurdos, sendo maior até do que os praticados nos revólveres. Duvida? Pois recentemente o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) fez um levantamento sobre os 10 produtos mais tributados no Brasil e a lista é a seguinte:

  1. Cachaça — 81,87%
  2. Casaco de Pele — 81,86%
  3. Vodca — 81,52%
  4. Cigarro — 80,42%
  5. Perfume Importado — 78,99%
  6. Caipirinha — 76,66%
  7. Vídeo Game — 72,18%
  8. Revólver — 71,58%
  9. Perfume Nacional — 69,13%
  10. Motos acima de 250 cc — 64,64%

Talvez alguém tenha uma justificativa minimamente plausível para os games figurarem ao lado de bebidas alcoólicas, armas, cigarros e casacos de pele, mas eu sinceramente não consigo encontrar uma. A reserva de mercado até poderia ser uma, mas como a indústria nacional é praticamente nula neste sentido, penso que já tenha passado da hora de acabarmos com tamanho abuso.

Não há dúvidas de que torço muito para que essa proposta vá para frente e mesmo que a redução não seja tão grande, que ela aconteça o quanto antes. Porém, como eu disse lá no início, não sou um cara muito otimista e acho até que ficarei bastante surpreso caso um dia os engravatados de Brasília atendam nosso pedido.

PS: só para reforçar um pouco este meu triste meu sentimento, leia esta notícia que publiquei em 2011 (e que até agora não vi resultado).

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Autor: Dori Prata

Pai em tempo integral do pequeno Nicolas, enquanto se divide escrevendo para o Meio Bit Games, Techtudo e Vida de Gamer, tenta encontrar um tempinho para aproveitar algumas das suas paixões, os filmes, os quadrinhos, o futebol e os videogames. Acredita que um dia conseguirá jogar todos os games da sua coleção.

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  • Eric da Silva

    Na torcida aqui. Acho que os impostos chegaram nesse patamar, mais por omissão nossa do que por mal caratismo do governo. O governo não tem qualquer visão estratégica de longo prazo e nem de justiça tributária, mas se borra de medo de manifestações. Certeza que um acompanhamento de perto pode melhorar um pouco as coisas.

  • Ivan

    Sendo realista acho bem dificil isso passar, governo só quer roubar mais ainda das pessoas.

  • Julio da Gaita ✔

    Bom, sendo analista fiscal eu só tenho como concordar com isso, Dori lembro uma vez que li a respeito dos jogos de PC serem mais baratos por serem classificados como software e os consoles como “brinquedos eletrônicos” é correta essa análise?

    • Sim, sempre ouvi essa justificativa, mas confesso que não sei se é real (embora faça bastante sentido).

  • Pingback: Senado estuda reduzir impostos cobrados sobre games | Notícias Legais()

  • Julio da Gaita ✔

    Também acho dificil sair algo positivo de lá, mas enfim não custa nada assinar e apoiar a iniciativa. Tem gente que fica só falando mal e dizendo que não vai acontecer…, mas isso não nos impede de tentar…

  • Marcogro®

    Acho muuuuito difícil… Mas enquanto isso o arroz e feijão estão em 17%, leite 19%…

    • Rodrigo M

      Né? Prioridades!!!!!!

      • Não vejo como questão de prioridade e sim de probabilidade. Itens de cesta básica tem um giro muito maior e suponho que a arrecadação seja bem maior do que a com Video Games, ou seja, NUNCA vão reduzir.

        No caso do Video Game saímos de um “NUNCA” pra um “NEM FUDENDO”.

        • Rodrigo M

          Concordo que a probabilidade é ínfima neste caso, mas seria meio absurdo video game com 9% de imposto e feijão com 17%

          • Ivan

            cair de 72 pra 30 ja ajudaria muito

          • Rodrigo M

            Com certeza.

    • Cocainum

      A maior fatia disso aí é ICMS, que os estados não vão baixar nem a pau.

      PS: Me refiro aos alimentos, não aos jogos.

      • Ivan

        Acho que não.

      • Ivan

        Quando uma empresa traz um videogame para o Brasil, ela deve pagar,
        sobre o valor do produto, 20% de imposto de importação, 1,65% de Pis,
        7,60% de Cofins, 50% de IPI e mais 25% de ICMS caso o produto entre pelo
        Estado de São Paulo – cada Estado possui um valor de ICMS.

        http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/08/saiba-como-empresas-justificam-o-alto-preco-dos-videogames-no-brasil.html

        • Cocainum

          Eu estava me referindo aos alimentos citados no comentário que eu respondi.

          • Ivan

            Ah sim.

        • O imposto de importação é a maior piada né? Jogos e consoles já são produzidos no Brasil há um bom tempo. A Apple veio pra cá pra não ter q pagar a carga tributária de importação e o preço dos iPhone e iPad baixou? Ao contrário! Tem bastante malandragem misturada com imposto aí. ICMS os estados não abrem mão. O máximo que poderia ser reduzido aí é o IPI… e nunca vai ser zerado.

          • Ivan

            Apple é Apple, é fdp e sempre será

      • Ivan

        E pra ajudar querem acabar com a guerra fiscal entre estados.

  • Bruno do Acre – (Etevaldo)

    KKKKKKKKKKKKK acredita em papai noel tbm??

  • Dando certo ou não, fiz a minha parte. Tirando os votos contrários (a mão em digitar umas palavras com “e” chega a tremer), eu também tenho meus receios. A proposta é sobre os jogos e não sobre os eletrônicos que executam os tais jogos. Assim sendo, vamos continuar pagando caro no console.

    • Ivan

      Se vc comprar 5 jogos já da o preço de um console, não da pra fica pagando 300 reais em um jogo de console.

      • Mas lá fora cinco jogos também dá o preço de um console.

        • Sim, tanto que o lucro das empresas vem dos jogos e não dos consoles. A Sony mesmo, na geração passada, começou vendendo os PS3 com prejuízo pra compensar nos jogos.

        • Ivan

          Parando pra pensar é mesmo…

        • Ivan

          Mas comparando com preço de jogo de pc, 5 jogos de pc não da o preço de 5 jogos de console.

          • Só se for em época de promoção.
            Day One é preço full.

          • Lá fora a diferença é pequena, isso quando existe. A maioria dos lançamentos lá tem saído por US$ 60, tanto nos console quanto no PC.

          • Ivan

            Sim faz bem mais sentido do que aqui com esse sistema tributário extremamente complexo e sem sentido

          • Lincoln

            aqui o PC tem menos impostos para jogos, certo?

          • Lincoln

            deixa pra lá, respondeu em outro comentário…

      • Eu não pago nem 150 em um jogo que dirá 300. Parei de comprar jogo no lançamento por isso. Depois de 1 ano o hype já congelou tanto que dá até para comprar 2 de console.

        • Conheço gente que compra por 250, joga, termina, vende por 200 ou 150 pra comprar os próximos. Como eu não vendo meus jogos, não faço isso. Mas é outra forma que já vi fazerem pra “pagar menos” em lançamento.

  • Ivan

    Tem gente que fala que esses produtos tem que ter imposto alto pois não é produto de primeira necessidade, quem não tem uma condição financeira boa não pode se divertir? olha o imposto sobre perfume….

    Menos Estado mais liberdade economica.

    • Rodrigo M

      Concordo que este imposto é absurdo. Não vejo problemas em impostos, mas esses são abusivos.

      Brasil tem uma carga de impostos absurda para produtos de higiene.

      • Ivan

        Brasil precisa de uma reforma tributaria pra ontem e um Estado que gaste menos.

        • Rodrigo M

          Concordo, mas acho muito difícil de acontecer. Nosso estado gasta muito por causa de toda a corrupção, então dificilmente vão criar uam reforma tributaria 🙁

          • Ivan

            Também acho, mas que é extremamente necessaria é, não tem como pais crescer desse jeito.

          • Rodrigo M

            Sim. Sem contar que é muito injusta.

            Temos de seguir o que outros lugares fazem, diminuir muito o imposto sobre consumo e aumentar o imposto de renda pra quem tem mais grana.

            O cara que ganha um salário minimo pagar 41% de imposto em barbeador é foda

          • Ivan

            Nem é tanto pela corrupção é muito má gestão, ineficiencia, super salarios, cargos comissionados e por ai vai…

          • Corrupção gera menos desperdício que altos salários com aposentadoria integral.

          • Rodrigo M

            Isso é um problema muito grande mesmo. Vão reformar previdência sem resolver totalmente isso, então continua um problema.

          • Exato. E aproveitando a discussão saudável, eu vejo a corrupção muito mais como um sintoma do que um problema em si. Ajustando algumas coisas simples (acabar com reeleição e voto obrigatório, por ex.), aumentaríamos muito a eficiência e assim coibiria-se a corrupção.

          • Rodrigo M

            Opa, sempre bom discussão saudável!

            Rapaz eu acredito que há também um lance cultural que talvez venha da maneira como o Brasil foi colonizado (para ser explorado).

            Parece que a gente já cresce sendo educado no jeitinho brasileiro, seja pra se aproveitar ou para se defender dos outros.

    • Por isso que eu sempre digo em pensar duas vezes quando decidir colocar sua bússola moral como parâmetro para leis. Tem coisas nela que é apenas bitolagem crônica.

  • Não existe ninguém que beneficie desse imposto. Ele é causado pela inercia dos nossos deputados e senadores em votar leis de interesse da população e até dos empresários. A lei foi criada na época que os únicos jogos eletrônicos no país eram os pinballs , e como usavam ficha para se jogar entraram na categoria jogos de azar. Só que jogos eletrônicos mudaram drasticamente desde a década de 70 mas a lei não foi atualizada e hoje ela penaliza as empresas nacionais e estrangeiras que querem entrar no mercado nacional e principalmente o consumidor. E com esses preços podemos dizer que 70% do que é comercializado no brasil é mercado negro ou cinza, que gera 0% de imposto, ou seja o governo perde receita, os empresários perdem lucro e os usuários tem dificuldade em conseguir seus jogos.

    • Ivan

      É a famosa curva de Laffer, se imposto é muito alto diminui a arrecadação no lugar de aumentar.

    • Mas tu sabe que tem a famosa Lei de Gerson né? Enquanto der pra ter de graça ao invés de pagar um tostão, muitos vão preferir o de graça. Tenho amigos, gente de mais de 30 anos, que ganham bem pra cacete, e seguem baixando coisa em torrent. E temos netflix, spotify, steam, tudo com preços ridículos de baixos…

      • Daniel Belini

        Eu só pego no Torrent quando não tem na Netflix.

      • Isso vai continuar acontecendo, assim como em países desenvolvidos aonde as pessoas ganham bem e esse produtos são baratos ainda acontece pirataria. Mas no momento em que você tem um produto mais seguro e com preço justo, para evitar dor de cabeça a cultura muda e a população começa a entender o valor agregado de comprar esses produtos com suporte e garantia.

      • mr_rune

        Eu sou um deles. Baixo discos que não estão no Spotify e baixo filmes e séries que não estão no Netflix.

        • Rafael Rodrigues

          Não estar no Netflix ou no Spotify não te dá esse direito.
          É o mesmo que roubar uma Ferrari só porque na sua cidade não tem concessionária.

          • mr_rune

            Comparação ridícula kkkkkkk kkkkkkk. Meh, caguei pra isso “defensor de direitos”. Pffffff

          • E espere que as pessoas pagem quase 70 reais num álbum de alguma banda japonesa (exemplo de categoria musical fora do Spotify)?
            Pode ser o moralmente correto, mas tenho minhas dúvidas se isso é algo sensato.

      • Rodolfo Oliveira

        Mas isso é problema dos serviços também. Eles precisam entender que não concorrem apenas entre si, eles concorrem também com a pirataria. Por isso que o Netflix deu certo, ele oferece uma alternativa mais prática que o torrente, as pessoas estão pagando em primeiro lugar pela praticidade e não pelo conteúdo. Spotify e Steam seguem a mesma lógica, a praticidade do streaming de música é tão absurda que a pirataria se torna trabalhosa. Sempre vai ter gente pirateando, mas a medida que novas alternativas surgem esse número vai diminuir cada vez mais.

    • Isso explica jogos eletrônicos figurarem na lista junto com bebidas e cigarros né. O essencial era a lei toda ser reescrita do zero. Mas duvido muito que isso aconteça

  • FTZ

    Acompanhei a proposta ganhar corpo lá no subreddit do Brasil.

    Interessante que o autor da proposta tem se conscientizado da austeridade necessária para discutir um assunto deste porte.

    Não me recordo de cabeça como anda o embasamento da sugestão, mas dizer que tem que baixar o imposto de 72% para 9% por que nos Estados Unidos é assim, foi meio bola fora dele.

    Mas sei que ele tem evoluído e esta conseguindo ajuda de muitas pessoas que entendem um pouco mais do assunto.

    Ai é um ótimo exemplo que um sozinho faz diferença, mas em coletivo a gente pode muito mais. Mesmo que não resulte na redução dos impostos, serve pra jogar uma luz pra um cenário que movimenta tanta grana no mundo, e parece tão apagado aqui no Brasil.

  • Sendo realista, não vai acontecer. E mesmo que acontecesse, acredito ser mais realista se os preços caíssem para o patamar dos PCs. Por sua vez, alguns lançamentos de PC (vide Fallout 4 e MGS V) já saíram a mais de 200 reais. De qualquer forma, só early-adopters pagam preço cheio num jogo. Se esperar 6 meses, depois q passou o hype, já tem n promos na Steam/PSN/Live e até mesmo nas mídias físicas em lojas online. E convertendo puramente o preço americano de 60 dólares pra reais, com a cotação atual, não temos como escapar de pagar quase 200 reais num jogo. Já se foi o tempo que o dólar era R$1,80 ou R$2. Agora é mais de R$3. Não tem muita mágica. A não ser que façam como as lojas de distribuição digital, que tem preços compatíveis com a realidade de cada país, ao invés de uma simples conversão monetária.

  • Inquisidor

    eu sou “pczista”, e tem varios jogos de ps4 que me chamam a atenção, mas pagar 240+ num jogo não da, eu tenho condições de fazer isso mas me recuso .

    • Comprei um PS4 recentemente e não pago R$ 240 num jogo. Se a a pessoa tiver um pouco de paciência, acha jogos de consoles até mais baratos que no PC.

      • Fato! Comprei The Last Guardian (jogo com menos de 6 meses de lançado) num pack com um controle original por 320 reais. Claro, se for olhar em shopping, aí só o controle é mais que isso.

        • Peguei o Uncharted Collection por US$ 20 na PSN. São três jogos por uns R$ 70.

          • Metalmacumba

            A psn salva a vida dos br hue 😉

      • Inquisidor

        então meu amigo, aqui em ctba achei um ps4 normal a 1.2k e o pro a 2.2k, qual eu pego? vou usar o monitor do pc que é 1080p e não quero comprar 4k, andei vendo que se for para jogar em 1080p o pro tem algumas melhorias mas nada WOW, a loja é confiável, eu comprei meu 3ds nela e ele tem garantia até 6 messes , loja está aberta desde 1997, sou cliente antigo deles.
        normal ou pro? monitor 4k só em 2020 aqui huekl

        • Flávio Pedroza

          Eu compraria o PRO. Não levo fé que a compatibilidade será mantida com o normal. Já já vão lançar jogos com “features” exclusivas do PRO e, no futuro não distante, o jogo todo vai ser exclusivo para a versão PRO.

          • Inquisidor

            esse é meu medo

          • Eu acho que isso não acontecerá. Seria perder uma fatia muito grande do público. Dos 60 milhòes de PS4 vendidos, nem 10% deve ser do Pro.

        • Tive essa mesma dúvida h[a uns 3 meses e optei pelo normal. Na minha opinião não vale a diferença.

      • Julio da Gaita ✔

        jogo multiplayer até vale comprar no lançamento ou pré-venda, mas jogos SP quase sempre é bom segurar o hype msm..

    • Tenho um PS4 e só compro jogo AAA depois de 1 ano ou mais.
      Pagar +240 no jogo é uma escolha. Quer já, pague o preço. Quer esperar, vai pagar mais barato, e ainda pode ganhar as DLCs que o hype já pagou.

      • Exato! Isso é uma filosofia de vida. Conto nos dedos os jogos que comprei em pré-venda na minha vida de gamer. E 90% tava com algum desconto.

        • Idem!
          Só comprei uns 2 jogos na pré-venda porque eu realmente queria muito. Do contrário, não faço questão de ser o último, e pode até valer a pena. Como um certo Injustice Ultimate, e um tal de Shadow of Mordor Goty Edition que comprei recentemente, com todas as DLCs inclusas.

          • E tem outra. Com Steam, eu tenho tanto backlog, que mesmo jogos que eu comprei relativamente cedo, eu não joguei até hoje. Tenho Fallout 3, Skyrim, Deus Ex Human Revolution há 4 ou 5 anos na minha biblioteca e não joguei. É pensando nisso que eu já quase nunca compro nada muito novo. Claro, jogos que eu quero muito, como tu mesmo disse, eu passo na frente. Por exemplo, sempre quis jogar um FPS de Primeira Guerra (até tenho o Verdun, mas ele é só multiplayer). Quando vi o BF1, meu hype foi às alturas (e isso que eu nunca gostei de BF). Foi um que eu comprei na pré-venda, mas com desconto de 25% pra PC no Green Man Gaming. Me saiu uns 160 reais, o que deve ter sido o jogo mais caro da minha vida. Só pela campanha single player. Mas é raríssimo. =D

          • Os jogos da Humble Bundle eu nem baixei ainda! Fora os da Steam.

        • EmuManíaco

          Não entendo esse pessoal com fogo na bunda que tem que jogar tudo no lançamento. Tem que pagar é caro mesmo. Poucos jogos comprei no lançamento e os que comprei era para aproveitar a comunidade online. Jogos single player e multiplayers que não vou me dedicar minha prioridade é bem baixa.

          • Metalmacumba

            E ainda sai falando pra todo mundo que comprou o Diabo do jogo como se tivesse comprado uma ferrari.

          • Ivan

            Saiu um jogo que vc quer jogar e vai esperar 6 meses? não vejo sentido nisso.

          • EmuManíaco

            auto controle meu caro. Quem tem um Ps4 aguenta ficar sem jogar Halo, Gears e etc… Quem tem um xbox quer jogar Horizon e uncharted 4. Mas as pessoas se viram com a sua realidade.

          • mr_rune

            Talvez é o pessoal do multiplayer. O jogo fica lotado de gente no inicio e depois vai esvaziando. Já deixei de pegar muita conquista online porque precisava de gente pra jogar mas não achava ninguem.

          • Battlefront e que o diga. Não canso de ler o pessoal reclamando que hoje não tem mais a lotação que tinha quando o hype tava alto

          • Rodrigo M

            Então, hoje em dia eu vejo um problema criado pela ganância das desenvolvedoras: Jogos multiplayer descartáveis.

            Hoje a ganância é grande então ficam lançando novas versões da franquia em cada vez menos tempo.

          • Sim. E ainda tem executivo dizendo que o futuro é o multiplayer, porque o single player perdeu sua relevância kkkkk

        • Reinaldo Matos

          Estou babando pra jogar Battlefield 1, mas me recuso a pagar o preço atual dele…

          • Leandro Tonetto

            Somos 2

      • Inquisidor

        então meu amigo, aqui em ctba achei um ps4 normal a 1.2k e o pro a 2.2k, qual eu pego? vou usar o monitor do pc que é 1080p e não quero comprar 4k, andei vendo que se for para jogar em 1080p o pro tem algumas melhorias mas nada WOW, a loja é confiável, eu comprei meu 3ds nela e ele tem garantia até 6 messes , loja está aberta desde 1997, sou cliente antigo deles.
        normal ou pro? monitor 4k só em 2020 aqui hue

        • Quanto está disposto a gastar no PS4?
          Lembrando que vai precisar de mais se quiser comprar o console com alguns jogos. Se dinheiro não for problema, vá de Pro.

        • mr_rune

          Normal. Não tem conteúdo 4k nem monitor 4k aqui. Use a diferença pra jogo e PSN.

      • Gertrudes, a Lhama

        A parte ruim de ter um Nintendo é que os jogos dela não abaixam de preço com o tempo, as vezes até aumentam.

        A parte boa é que geralmente eles te entregam melhor qualidade pelo valor.

        • Metalmacumba

          Nintendo até baixa de preço. Mas tem que ser muito ninja. É quase um mercado de ações. No meio da vida os jogos diminuem de
          Preço, depois sobe de novo. Eu lembro que o ocarina of time do 3ds era 150 quando lançou, um ano depois tava por uns 90 e seis meses depois tinha filho da puta vendendo por 250. Não só ela como a luigis mansion e a star fox.
          E não dá nem pra falar que é de coleção, o videogame ainda tá sendo vendido.

        • Ivan

          é a parte ruim dela não estar no Brasil nem ter mais um representante nem fabricar aqui.

        • No caso da Nintendo, em se tratando do BR, acredito eu que a causa seja oferta, demanda, e o nome Nintendo por trás. Somados os fatores influenciam no valor, incluindo os consoles.

        • Ivan

          Até na eshop era raro promoções e jogos com 4 anos ou mais caiam 25% em promoção…

      • Metalmacumba

        Olha, posso ser chato?
        Toda vez que penso em comprar um jogo novo eu converto o valor em dólar (geralmente 60 dólares + imposto do estado). Aí fazemos a conversão simples (e burra) e temos um valor que já é caro pra nós. Aí vem todo mundo metendo a mão e fica com o dobro do preço.
        Eu lembro que eu comprei o Pokémon x no dia que lançou. Era meia noite e o babaca tava lá. Eu paguei 150 paus. Na época o dólar tava algo como 3 reais, algo assim, não me recordo, desculpe.
        Um jogo desses geralmente é 40 dólares. Convertendo para reais dava 30 ou 40 a mais do que a conversão burra como dei de exemplo. Para nossos padrões, é extremamente caro, para considerar os impostos de importação, e o lucro que precisa ser maior pra compensar todo o processo, até que não era “caro”.

        Eu já comprei jogos no lançamento, pra aproveitar logo no lançamento e posso dizer que não me arrependo, mas o maior conselho que dou é que deve-se escolher bem.
        Até hoje eu só comprei 4 jogos no lançamento:
        O último doom
        RE VII
        Pokémon X
        Zelda breath of the wild.

        E eu não me arrependo, mas não posso usar de exemplo pois minha situação atual é bem diferente de alguns anos atrás.

        E sim, eu concordo com você em gênero, número e “degrau”.

    • Ariel

      Eu tb só jogo no PC (é minha plataforma preferida), tenho condição de comprar um console mas prefiro ficar restrita a plataforma do que investir em um console para jogar um ou outro jogo e depois deixar o videogame encostado. Mas bem que os lançamentos poderiam deixar de ter preços abusivos. Estou ansiosa pra jogar Prey, mas 230 reais não dá, quem sabe daqui uns 3 anos.

  • E o Jogo Justo?

  • Eu só sei que temos que pressionar porque a Reforma Tributária será uma das primeiras que terá que ser feita pelo próximo presidente. Acho que não tem brasileiro que esteja satisfeito com a atual carga tributária.
    Por outro lado, a mudança vai muito além da tributação. Uma vez que nossa CF/88 encheu o Estado de deveres e serviços que ele deve fornecer de graça para a população, o resultado é essa alta carga de impostos cobrados do “contribuinte” para bancar o fornecimento desses serviços.
    Sim, eis o plot twist! Não existe “de graça”. Logo, o Governo não está fazendo caridade, está é extorquindo todos os cidadãos através desses impostos absurdos para dar Saúde, Educação e Segurança “de graça” para o povo.
    Só para se ter uma ideia. um FAVELADO paga, em média, 56% de impostos de tudo o que consome. E boa parte dessa grana SOME em algum propinoduto ou em algum sistema burocrático extremamente dispendioso (ou numa TV Estatal que dá traço de audiência, ou num monopólio de entrega de encomendas que dá prejuízo, ou…). Resumindo, paga-se o imposto e fica-se sem os serviços.
    Senhores… Consertar esse país é tarefa para o cara que virou Dark Souls sem morrer uma única vez sequer.

  • EmuManíaco

    Sou totalmente contra. Existem prioridades bem maiores e games não são produzidos no país. Tem que taxar mesmo.

    • Adalio Siqueira

      E você acha que se não reduzir os impostos de games, logicamente, irão reduzir os de remédio né?

    • Ivan

      E dai que não são produzidos aqui(fabricação deles são)? então pobre tem que se contentar com novela e não pode jogar pq não é prioridade, claro vc e o Estado sabem o que a população quer e precisa né?

    • Nós temos 513 deputados, 81 senadores e mais de 56 mil vereadores, com tanta gente no cabide chamado governo, será que é necessário mesmo priorizar um assunto, ou podemos tratar vários ao mesmo tempo?

    • Não é porque o governo vai reduzir imposto de uma área que não possa reduzir de outra, os games podem não serem produzidos aqui no Brasil, mais podem movimentar a economia toda injectando dinheiro no comercio como um todo e gerando emprego nas lojas e distribuidoras.

      E a industria de games brasileira está crescendo tivemos alguns jogos brasileiros interessantes se abaixar o imposto deve sugir outros estudios brasileiros

      Uma parte da arte conceitual do Horizon Zero Drawn da Sony foi feito por um estúdio Brasileiro

  • Humberto Machado

    Podia baixar o da cachaça também :/

    • Ivan

      Se nem com o Lula na presidencia baixou imagina agora que vai ser preso.

    • Jefferson Viana

      Eu tava pensando isso, como um produto nacional paga mais imposto que a vodka?????

      • Bernardo Coelho

        acho que nesse caso é pra evitar que a população consuma muito, assim como o imposto do cigarro.

        • Jefferson Viana

          Mas então a vodka deveria no minimo ter o mesmo impostos,

  • Caio Dias

    Não adianta ser pessimista, não vai dar certo mesmo.

  • Outro detalhe… essa reserva de mercado deveria acabar para áreas onde o Brasil não produz, eletrônicos, games, etc
    por que reservar o mercado interno de placas-mãe, sendo que nenhuma empresa brasileira produz isso?
    o mesmo para vídeo games, as empresas tem fábricas no Brasil, mas os componentes ainda são importados, então de que adianta ser fabricado no Brasil?

  • Theuer

    Pior que o sistema todo é TÃO merda que acaba gerando discussões que só pioram tudo.
    Eu por exemplo, diria: “Por que NIGUÉM assina aquela proposta de redução de impostos para equipamentos fotográficos que geram emprego? Já aconteceu muito de ter trabalho suficiente para montar mais uma equipe com Cinegrafista, Produtora e Assistente mas não tínhamos equipamentos para isso.”
    Então é dureza, esses impostos com as desculpas de “proteger” uma produção inexistente nacional é de lascar todo mundo!
    Os ítens na mesma faixa de imposto ali dos Games parecem piada né…

    • Lincoln

      A ideia de proteger uma produção interna é muito boa, mas não to sabendo de incentivos para quem produz jogos no brasil. E to falando de incentivos brutais mesmo. Se tivesse, teríamos sedes de produtores grandes por aqui, certamente.

      • Ivan

        Está sendo ironico né?

        • Lincoln

          não estou. Pensa num produtora que ve um oportunidade de anos com impostos zero. depois desse tempo começa a pagar, algo realista, e assim você tem um início de produção de jogos de uma produtora decente. esse tipo de estratégia é usada em diversas áreas pelos governos.

          • Ivan

            O incentivo seria impostos reduzidos e não protecionismo?

          • Lincoln

            não sei o que quer dizer o termo protecionismo ao certo, imagino que seja protejer o mercado interno simplesmente, e não criação de empresas nacionais para produzir o produto em questão. se for com empresas nacionais aí é um negócio sem sentido. Mas trazer empresas de fora, para depois fazer o mercado nacional da área em questão desenvolver, então é uma coisa inteligente de se fazer.

          • Ivan

            pra fazer o mercado nacional crescer tem que tirar regulamentação, diminuir burocracia e impostos, isso é o melhor incentivo que se pode dar e não dar dinheiro para as empresas ou simplesmente colocar impostos e burocracia para importados.

  • Jefferson Viana

    Nessas horas é que aparece as esquizofrenias nacionais, uma hora é defesas da redução de impostos e entrada de produtos importados .aos barato, outra é ver gente defendendo uns nacionalistas demagogos que defendem aumentar imposto dos importados pra beneficiar os ” empregos locais”

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