Novidades Apple: novo iPad, iPhones 7 e 7 Plus vermelhos e mais espaço para o iPhone SE

A Apple lançou uma série de novidades nesta terça-feira, renovando seu portfólio com edições especiais de seu campeão de vendas e novas versões de seus produtos “menores”. Vamos dar uma conferida:

iPhone 7 e 7 Plus (PRODUCT)RED

Falemos primeiro do iPhone, o carro-chefe da maçã. Na verdade a única característica é a nova cor vermelha, alinhada com a campanha (PRODUCT)RED de combate à AIDS. É o exato mesmo hardware, com o adicional de que parte da arrecadação vai para a Global Fund, a ONG que auxilia na prevenção e combate a diversas doenças mundo afora.

Os preços dos modelos seguem também sem alterações:

  • iPhone 7 (PRODUCT)RED 128 GB: R$ 3.899,00;
  • iPhone 7 (PRODUCT)RED 256 GB: R$ 4.299,00;
  • iPhone 7 (Plus PRODUCT)RED 128 GB: R$ 4.499,00;
  • iPhone 7 (Plus PRODUCT)RED 256 GB: R$ 4.899,00.

As novas versões dos iPhones 7 e 7 Plus estarão disponíveis para pedidos a partir do dia 24 de março.

Sai iPad Air 2, entra iPad

A linha iPad Air, que não recebe atualizações há algum tempo deixou de ser a queririnha da Apple, e por causa disso não seguirá sendo atualizada em eventos. Tal privilégio evidentemente ficou para o iPad Pro, que Cupertino posicionou como um rival do Surface e dos PCs em geral (nota do autor: hahahahaha).

Assim sendo a linha foi novamente renomeada e volta a se chamar simplesmente… iPad. Nenhum sobrenome, nenhum número. Por dentro ele conta com atualizações pontuais, como o processador A8X do Air 2 dando lugar ao A9 e tão somente. De resto ele mantém a câmera principal de 8 megapixels e a frontal FaceTime HD, o display Retina continua com as mesmas 9,7 polegadas e resolução de 2048 x 1536 pixels (326 ppi), sensor Touch ID e bateria “que dura o dia inteiro”, segundo a fabricante. Não há informações sobre a memória RAM mas há grandes chances de que ela não deve ter sido expandida, permanecendo em 2 GB.

Como ele difere do iPad Pro, o novo iPad carece do conector dedicado para teclados e essa nem é a proposta: a Apple propositalmente distanciou um do outro e o modelo “vanilla” agora é um instrumento para consumo de mídia, enquanto seu irmão mais parrudo será vendido como uma solução para quem precisa de poder de fogo para trabalhar com programas pesados.

Isso posto a Apple pegou leve nos preços: lá fora o novo iPad começa em US$ 329, um valor consideravelmente atraente, e mesmo aqui os preços estão razoavelmente decentes:

  • iPad Wi-Fi 32 GB: R$ 2.499,00;
  • iPad Wi-Fi 128 GB: R$ 2.999,00;
  • iPad Wi-Fi + Cellular 32 GB: 3.199,00;
  • iPad Wi-Fi + Cellular 128 GB: R$ 3.699,00.

Segundo a Apple o lançamento brasileiro deverá levar mais dois meses, obviamente porque ele ainda não foi homologado para ser vendido por aqui. Já o iPad mini 4 ganha mais capacidade e passa a ser vendido apenas na versão com 128 GB, seja apenas Wi-Fi (R$ 2.999,00) ou Wi-Fi + Cellular (R$ 3.699,00). Sim, são os mesmos valores do iPad de 128 GB, e agora fica a critério do usuário escolher o modelo apenas por conveniência já que pagará o mesmo valor no grande ou no pequeno.

Em tempo, o iPad Air 2 foi evidentemente descontinuado.

Mais espaço para o iPhone SE

O iPhone SE, o pequeno notável para quem deseja um smartphone da maçã compacto mas incrivelmente potente também recebeu upgrade no espaço interno. Ambos os modelos de 16 e 64 GB passam a contar com o dobro de capacidade, respectivamente 32 e 128 GB. As demais características permanecem as mesmas, é um dispositivo equivalente ao iPhone 6s mas do tamanho do 5s, ideal para quem não gosta de smartphones grandes.

Os novos iPhones SE também estarão disponíveis para compra a partir da próxima sexta-feira.

Clipes, uma nova forma de criar vídeos divertidos (e de copiar o Stories do Snapchat)

A Apple pode não ser o Facebook, mas ela não iria ver o movimento de Zuckerberg em copiar o Stories do Snapchat na cara dura e ficar quieta num canto. O Clipes não é no entanto um Ctrl+C, Ctrl+V completo: ele é um novo app que permite ao usuário criar vídeos divertidos com gravações, fotos, legendas e stickers animados através da interface do iPhone ou do iPad, de forma bem intuitiva. O recurso mais interessante no entanto é o chamado Live Titles, que utiliza algoritmos de reconhecimento de voz para compor títulos e legendas em suas criações. Dessa forma você não precisará apenas digitar para escrever mensagens, poderá dita-las.

A diferença é que desta vez a Apple não manterá o Clipes em seu Jardim Murado: as criações dos usuários poderão ser compartilhadas obviamente através do iMessage mas também poderão ser postadas no YouTube e Vimeo, bem como Instagram, Facebook e outras redes sociais.

O Clipes será lançado no próximo mês e roda em iPads e iPhones com no mínimo iOS 10.3.

Swift Playgrounds em mais idiomas, mas nada de português por enquanto

Agora o momento “developers developers developers”: o Swift Playgrounds, o app para iPad desenvolvido para ajudar programadores, entusiastas e novatos a se familiarizarem com a linguagem de programação da Apple (que hoje é open source) até então só falava inglês, e embora a língua seja obrigatória para quem trabalha na área é importante também dar acesso a quem está começando e não tem tanta intimidade com ela. Dessa forma o app foi atualizado e agora pode ser apreciado em chinês simplificado, japonês, francês, alemão e espanhol latino-americano.

A grande ausência é novamente o português, mas é importante notar que a Apple está se esforçando para localizar a ferramenta e por isso mesmo, não deve demorar para que possamos utilizar o Swift Playgrounds em nossa língua.

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Autor: Ronaldo Gogoni

Um cara normal até segunda ordem. Além do MeioBit dou meus pitacos eventuais como podcaster do #Scicast, no Portal Deviante.

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