Forza, a série de US$ 1 bilhão

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Eu costumo dizer que o título que fez com que eu me apaixonasse por jogos de corrida foi o primeiro Gran Turismo. Durante muitos anos aquela série foi a minha favorita do gênero e quando comprei o Xbox 360, resolvi dar uma chance a uma franquia que era apontada por muitos como a principal concorrente da criação da Polyphony Digital.

Infelizmente a impressão deixada pelo Forza Motorsport 2 não foi das melhores, com os gráficos do jogo parecendo muito aquém do que o console poderia entregar e mesmo a sua jogabilidade não foi capaz de me agradar. Os anos passaram, a Turn 10 lançou seu terceiro jogo e pronto, foi ali que nasceu minha paixão pela série, fazendo inclusive com que ela se tornasse a minha favorita.

Em 2017 completará 10 anos dessa minha “conversão” e essa semana a Microsoft divulgou que devido ao Forza Horizon 3 ter chegado a marca de 2,5 milhões de cópias, a franquia ultrapassou a emblemática marca de US$ 1 bilhão em vendas. O número pode até parecer baixo se comparado a alguns gigantes da indústria, mas não podemos esquecer que estamos falando de jogos que nasceram voltados para um público que gosta mais de simulação e que só com o spin-off Horizon passou a se arriscar com as corridas arcades.

Além de todo esse dinheiro, uma das conquistas mais importante da série tem sido a maneira como ela tem conseguido atrair os jogadores, sendo que em dezembro passado mais de 14 milhões de pessoas estavam envolvidas com a comunidade que se formou tanto no PC quanto no Xbox One. E como os criadores do jogo tem se esforçado para torná-lo um ícone dos eSports, esse número só tende a crescer.

O interessante no entanto é que mesmo tendo conquistando uma grande quantidade de admiradores ao longo dos anos (muito também devido ao longo tempo entre o lançamento de um Gran Turismo e outro), a série Forza ainda parece muito distante do sucesso alcançado pelo seu principal concorrente, que já teria arrecadado US$ 4 bilhões em vendas e com outros competidores no mercado, a disputa tende a ficar cada vez mais dura.

Ainda assim, eu continuo tendo um carinho especial pela série da Turn 10, principalmente pelo Forza Motorsport 4 e como seus próximos jogos deverão ser lançados também para PC, fico feliz por saber que provavelmente poderei jogar um Forza Motorsport  7 mesmo sem possuir um console da Microsoft.


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Autor: Dori Prata

Pai em tempo integral do pequeno Nicolas, enquanto se divide escrevendo para o Meio Bit Games, Techtudo e Vida de Gamer, tenta encontrar um tempinho para aproveitar algumas das suas paixões, os filmes, os quadrinhos, o futebol e os videogames. Acredita que um dia conseguirá jogar todos os games da sua coleção.

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  • leoleonardo85

    Nossa, eu não gostei nada do Forza 4, o 5 melhorou em algumas coisas e o 6 é ápice, isso sem contar os Horizons

    • O 6 eu não joguei, mas o 5 não gostei muito da jogabilidade. Quanto aos Horizons, eles são arcade, não contam.

      • A jogabilidade do 5 eu achei péssima. Parece que as pistas são de sabão, em qualquer curva e em qualquer velocidade e qualquer ângulo de entrada o carro derrapa.

        Já o 4 eu achei excelente, o 6 não joguei.

        • Exatamente a sensação que tive, achei que os carros escorregam demais.

      • Jacqueed

        Ta ai por que gosto do GT não teve nenhum que eu não tenha gostado!!!!!

      • No caso tudo isso e regulado no jogo, e só mexer nas assistências do jogo e na turnagem dos veículos

        • Mas na questão de parecer que as pistas estão cobertas de sabão? Sei não. E no Forza que saiu para PC, aquele gratuito baseado no 6, não tive essa impressão.

          • Eu não cheguei a jogar no PC, joguei apenas no Xbox e não vi problemas, até porque eu odeio o windows 10, então enquanto não sair na Steam vai ficar complicado

          • O que quis dizer é que embora no 5 eu tenha achado as pistas escorregadias demais, na versão baseada no 6 não senti isso, aliás, em nenhum outra senti isso. Por isso não acho que seja uma questão de ajuste dos carros.

      • Daniel Mietto

        Jogue, se vc gostou do 4, o 6 é excelente

      • Adriano Garcez

        Não concordo com esse arcade aí, não, heim. Não chega a ser simulação pura como a série principal, mas ainda tem um pé bem grande dentro da simulação.

        • Sim, o correto seriam “mais arcade”.

  • Marco Santana

    Não gosto do Motorsport devido à pegada mais voltada para simulação. Mas a Horizon é excelente: foi a que me fez voltar a jogar este estilo de game.

  • Cássio Amaral

    Uma das coisas que me faz preferir o Forza é o áudio, que deixa o Gran Turismo no chinelo. Os motores dos carros no Gran Turismo parecem aspirador de pó, e o barulho irritante de derrapagem dá nos nervos.

    A nacionalidade dos carros no Forza é mais variada também, com mais modelos americanos e europeus, e menos focado em modelos japoneses como o Gran Turismo. O Gran Turismo se gaba de ter mais carros que o Forza, mas boa parte dele são 100 variações do mesmo carro, às vezes só mudando o ano e detalhes visuais, só pra fazer número mesmo.

    • Leandro Gemelgo

      Também me incomoda muito os carros no GT não sofrerem danos estéticos, isto a afasta muito da imersão, principalmente quando vc esta acostumado com os danos estéticos, fica muito estranho sair de um choque lateral no Guard Rail com o carro brilhando e sem um arranhão.

  • Henrique Mello

    Pergunta de leigo em jogos de corrida: qual a diferença entre corrida simulação e arcade?

    • Arcade é o tipo de física que é muito complacente, que você pode fazer curvas a 300 km/h sem frear, usar o carro adversário como parede, tem acelerações irreais, enfim: o carro não se comporta como na realidade, mas sim de um jeito fácil de controlar para o jogador.

      Já simulação, como o próprio nome diz, busca simular as reações reais do automóvel, sendo portanto de uma dificuldade muito mais alta.

      • Henrique Mello

        Perfeito! Valeu pela explicação 🙂

        • No caso do Forza ele e simulador e arcade ao mesmo tempo

          Existe as assistências no jogo, você pode deixar todas as assistências ligadas deixando ele um arcade, ou desligar todas e deixando um simulador

          • Não chega a tanto. Nos Motorsport, mesmo se você ativar todas as assistência o jogo fica muito diferente de um Need for Speed, Ridge Racer ou Burnout. Esses sim são jogos de corrida estilo arcades.

  • Rodrigo

    É bom ressaltar que o Forza não é um simulador de corrida. Asseto Corsa, Project Cars, Automobilista, iRace esses são.

    • No caso do Forza vale lembrar que existe as assistências que você pode ligar ou desligar

      Quando mais assistência você desligar mais realista ele fica e mais difícil de dirigir ele se torna

      Se desligar todas as assistências ele fica igual um simulador sim, agora se deixar as assistências ligadas ele vira um arcade

    • Acho que forçou ao colocar o Project Cars na mesma prateleira dos outros. Pra mim ele é tão ou até menos simulador que o Forza.

  • Esqueceu de mencionar um dos motivos do sucesso do Forza e que você pode jogar do jeito que você quiser devido as assistências.

    O jogo vai de arcade a simulador isso dependendo do número de assistências que você liga ou desliga.

    • Respondi ali no outro comentário, mas discordo quando diz que ele pode ser um arcade. Está longe disso.

  • MattBewolf

    Há uns bons anos não jogo games de corrida. Desde Need for Speed Most Wanted (lá por volta de 2005 no PS2, não esse último mal feito).
    Me apaixonei por Forza Horizon 3 depois que joguei a demo e por causa da insistência de um amigo. Recomendo a todos: mundo aberto, muita coisa pra fazer, coletar, rádios pra escutar, sincronização com o Groove e paisagens fodas.

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