Aurora boreal vista de 35 mil pés

northernlights

O campo magnético da Terra cumpre a importante função social de nos proteger da radiação espacial, com um efeito colateral dos mais simpáticos: as auroras. Elas acontecem quando vento solar, o fluxo constante de partículas carregadas emitidas pelo Sol atingem a Terra, e são capturadas pela magnetosfera.

As partículas perdem energia ao resistir ao puxão magnético, o que faz com que parte dessa energia seja emitida na forma de luz. Essa perda é concentrada nos pólos, por isso temos as auroras boreais, no norte, e austral, no sul.

Um sujeito chamado Aryeh Nirenberg sabe disso, mas não esperava uma noite tão bonita quando embarcou de New York pra Reykjavik, na madrugada do Ano-Novo. Por sorte era um daqueles vôos praticamente vazios, ele tinha a fileira de assentos só pra si.

Como todo fotógrafo esperto ele leva a câmera na bagagem de mão, então quando viu a aurora da janela, montou rapidinho sua Nikon D810:

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O resultado? Um timelapse lindo, mostrando que nosso planeta ainda tem muito a dar, e futuros marcianos morrerão de inveja, e provavelmente de câncer se derem mole pois eles não têm campo magnético. CHUPA, WATNEY!


Aryeh Nirenberg — The Northern Lights From My Window Seat at 35,000ft

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Autor: Carlos Cardoso

Entusiasta de tecnologia, tiete de Sagan e Clarke, micreiro, hobbysta de eletrônica pré-pic, analista de sistemas e contínuo high-tech. Cardoso escreve sobre informática desde antes da Internet, tendo publicado mais de 10 livros cobrindo de PDAs e Flash até Linux. Divide seu tempo entre escrever para o MeioBIt e promover seus últimos best-sellers O Buraco da Beatriz e Calcinhas no Espaço.

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