A quem você deve agradecer por sua paixão pelos games?

videogames

Na quinta-feira passada os americanos comemoraram o Dia de Ação de Graças, um dos principais feriados do país e que basicamente pode ser descrito como a data em que as pessoas comem enlouquecidamente agradecem pelo o que foi conquistado.

Aproveitando a oportunidade, o site da revista GameInformer publicou um post onde o autor pedia para os leitores agradeceram a quem os apresentou aos videogames. Alguém que lhe presenteou com um console, algum amigo da faculdade que tinha o hábito de jogar e que o levou para esse caminho, ou coisas do tipo.

Isso me fez pensar em como passei a gostar de jogos eletrônicos e depois de vasculhar lembranças distantes, cheguei a conclusão de que venho jogando há quase tanto tempo quanto consigo recordar e que assim como muitos que se tornaram um gamer lá na década de 80, foi o meu pai o “culpado” por isso.

A menos que minha memória esteja errada, tudo começou quando eu tinha quatro ou cinco anos, quando certo dia meu pai chegou em casa com um saudoso Atari. Na época tínhamos apenas uma TV preto em branco em casa, mas foi o suficiente para me fazer apaixonar pela mídia.

Os anos foram passando, chegamos finalmente as muitas cores oferecidas por uma televisão nova e uma das lembranças mais fortes que tenho do meu pai é justamente de passar horas competindo para ver quem chegava mais longe no River Raid ou no Enduro, jogos que estavam entre os nossos preferidos.

Como já contei em outra oportunidade, infelizmente fui impedido de continuar jogando com a pessoa que me apresentou aos games e por isso só posso imaginar como teria sido encarar longas sessões de jogatina com meu pai. Fico pensando que, como policial, qual seria sua opinião sobre a violência nos games? Será que ele gostaria de jogar títulos como Rainbow Six Vegas? E os jogos de corrida ou Shoot ‘em ups, será que ainda estaríamos duelando pelos placares mais altos? Infelizmente essas são perguntas para quais nunca terei respostas.

Mas não quero terminar esse texto lamentando e sim fazendo aquilo que foi proposto no post original, que é agradecer ao meu pai por ter me dado aquele Atari, depois um Mega Drive e principalmente, por ter plantado a semente para que eu viesse a me tornar um enorme apaixonado pelos games, algo que na minha vida acabou se tornando muito mais do que apenas um mero passatempo.

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Autor: Dori Prata

Pai em tempo integral do pequeno Nicolas, enquanto se divide escrevendo para o Meio Bit Games, Techtudo e Vida de Gamer, tenta encontrar um tempinho para aproveitar algumas das suas paixões, os filmes, os quadrinhos, o futebol e os videogames. Acredita que um dia conseguirá jogar todos os games da sua coleção.

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  • Diego Matias

    Também ganhei um Atari do meu pai. Moldou minha vida e a do meu irmão.

  • MEU FALECIDO PAI que em 1980 ou 1979, não sei precisar com exatidão, trouxe um TELE-JOGO da FORD-Philco pra casa e pela primeira vez me mostrou um universo novo de jogos eletrônicos na TV, eu tinha uns 5 ou 6 anos…

    E logo depois, mesmo ainda não existindo no Brasil, chegou com um ATARI 2600 frente de madeira, original americano… ele curtia muito tecnologia, apesar de curtir mais assistir eu aproveitando do que ele mesmo aproveitar.

    E logo engatou um TK85 ! Depois um CP400, depois MSX, MSX2, Amiga… e depois acabou a reserva de mercado e veio a era PC dominante até hoje.

    Foi sem frescura, não sou antisocial, não sou revoltado, são saio matando gente na rua, como tanta gente exagera achando que tecnologia em excesso atrapalha. Faço o mesmo com meu filho, sem frescura, ele gosta de tudo de esporte e de tecnologia.

    • Christiano Nascimento Amorim

      Telejogo também. Tinha até os joysticks.

      • O meu tinha os controles integrados no próprio console. Foi o primeiro, com 3 jogos (paredão, futebol e tenis).

        • rodrigo

          Tem um amigo meu que tem um desses na caixa, funcionando tudo, sensacional, divertido até hj.

        • Leonardo Nogueira de Deus

          Conheci esse por um primo, pouco mais velho que eu. Ele levava esse videogame para casa dos meus avós e eu e meus primos passávamos a tarde jogando esse 3 jogos. Até minha avó proibir com a alegação de que “estraga a televisão”.

          • Estragava a televisão era o melhor argumento ! 😀

      • Leonardo Nogueira de Deus

        Conheci um desses com joysticks por um primo, um pouco mais novo, que tinha esse videogame. Foi o primeiro videogame que conheci com jogos a cores. Imagino que tenha sido a 2ª geração do Telejogo. Me lembro especialmente do jogo Basquete.

    • Jaffy

      Queria que meu pai tivesse tido o poder aquisitivo do seu. :'(
      Mas cheguei lá… só que com atraso. Mais ‘adulta’ comecei a ler e ter acesso a mais plataformas/emuladores. Hoje ‘manjo’ dos video-games desde o Atari até os atuais. E ainda sei bastante sobre hardware de computadores e celulares (em relação a média, óbvio).

      Mas ainda falta capital$$$ para me manter iterada com o que há de mais atual.

      • Olha, meu pai não era rico, o poder aquisitivo sempre foi classe média padrãozão… Mas ele investia em tecnologia, abrindo mão de outras coisas. Foi bom que nunca banalizou, o ATARI durou muito, quando veio o TK85, foi anos, até conquistar um CP400 que foi mais anos… da forma que escrevi, realmente pareceu que tive acesso total a todo o acervo da época…. o MSX, o TK85, foi tudo usado 🙂

        Eu também, depois do AMIGA, já tinha como “caminhar com as próprias pernas”, o AMIGA 1200 já foi fruto do meu dinheiro e daí pra frente não dependi mais dele. Alguns sonhos de consumo da época, consegui depois, como o Apple II, o Macintosh, só não tenho um Commodore 64 e um MSX TURBO R que gostaria de ter… quem sabe um dia.

  • JuNioR

    Também agradeço ao meu velho, que nos anos 80 me apresentou o Atari. Tinhamos apenas uma televisão em casa. Posteriormente, nos anos 90 ganhei um 486 e migrei para os computadores.

  • Samuel

    Eu e meu irmão ganhamos um MSX do velho. Mas a coisa ficou séria um tempo depois quando coloquei as mãos mirradas em um Phantom System (graças ao meu velho tb). O Super Nintendo que minha mãe me deu e o DX266 que o velho trouxe pra casa colocou os pregos no caixão. A noite anterior ao dia q eu iria ganhar o SNES foi a primeira insônia que lembro ter tido da vida. Ê tempo baum

    • MSX é mito ! Que plataforma de jogos…

      • Samuel

        Odyssey, Phantom System, valeu Gradiente!

      • Rafael Gil

        Vdd, jogava muito no MSX do meu primo. Tinha que carregar os jogos a partir de fitas cassete. KKKKK.
        Saudosismo!

  • doorspaulo

    O irmão mais velho de um amigo meu.
    Lá com meus 6 anos, fui na casa do meu amigo e vi aquele Atari, fiquei fascinado. Como o cara era gente boa, deixou meu amigo e eu jogarmos.
    Daí pra frente, foi só ladeira abaixo.

    Eu também tive que puxar muito na memória, pois os games fazem parte da minha vida a tanto tempo, que nem lembrava como comecei.

  • Germano

    Eu vi um Atari na casa de conhecidos mais abonados uma vez na minha infancia. Passei a infancia toda implorando um para meus pais mas… não tinha $ para isso. Aos 18 peguei meu primeiro emprego na vida, como office-boy, e não preciso nem dizer no que gastei o primeiro dinheiro que ganhei. Bom, precisou alguns primeiros dinheiros, admito, mas eu cheguei lá e comprei um Dynavision 2 e ainda alguns cartuchos Turbogame CCE (tudo padrão nintendinho).

  • Alvaro Carneiro

    Primeiro contato foi através do meu pai que me deu um TELEJOGO da PHILCO.

    Depois tive contato com Atari e posteriormente Odissey em casa de amigos ricos. Mas minha familia nunca teve grana para me dar um.

    Depois veio a onda dos micro-computadores TK85, TK90X (spektrum) e foi quando eu conseguir juntar alguma grana e ter estas maquinas, com jogos e programação.

  • Pacato

    O primeiro video game que ganhei foi um PolyStation depois de muito encher a paciência dos meus pais. Mas antes disso já adorava games, comecei a jogar com os meus primos, lembro de sempre irmos em uma feira de trocas procurar consoles. Sempre encontrava-mos um antigão que ainda estava de pé e original, desde Atari até Mega Drive e SNES, alguns eram vendidos com todos os cartuchos e controles por preço de banana (os donos não se conformavam em ficar com um console defasado quando o PSOne estava ás portas). Se eu tivesse espírito de colecionador e dinheiro teria comprado todas aquelas velharias, hoje são raros e vendidos por um pequena fortuna.

  • felipeaugusto3016

    Caramba esse foi um dos posts do meio bit que mais me fez relembrar a infância jogando no pc e mega drive

  • Rafael Gil

    Eu tenho uma foto de 1987 (eu tinha 1 ano de idade) em cima de uma espécie de triciclo (chamava “tonkinha” ou algo do tipo, kkkk) brincando com o hotbit do meu pai.
    Mais tarde meu pai comprou um clone do atari da CCE pra mim em 1990 mais ou menos. Depois, mais ou menos em 1995 ele me mostrou que dava pra rodar jogos no PC e eu fiquei impressionado com aquilo, rsrs.
    O “culpado” então por eu jogar tanto em consoles quanto no PC foi, sem dúvidas o meu querido pai!

  • Rogério Dantas

    Meu irmão comprou um Mega Drive na segunda metade dos anos 90. Jogávamos Sonic e Alex Kidd em uma TV em preto e branco e achávamos o máximo. Na primeira vez que conseguimos uma TV colorida, então, foi uma euforia imensa. Era tudo muito mais belo, parecia mágica. Esse foi o primórdio dos games para nós.

  • Eu tenho que agradecer aos meus pais, logo que nasci eles “me presentearam” com um Atari 2600, então assim que eu consegui segurar um controle o Video Game faz parte da minha vida e foi se tornando cada vez mais uma paixão. Infelizmente as jogatinas com meu pai foram encerradas de forma abrupta a alguns anos, mas não sem antes ele me assistir terminando Uncharted 3 e ficar maravilhado com o jogo… As minhas melhores memórias tem pelo menos um game e é por isso que mesmo sem quase ninguém seguindo eu continuo produzindo conteúdo e compartilhando essa paixão!

  • Coming SOOn

    Ao meu velho que gosta de jogar vídeo game e acompanhou a evolução dos consoles, ele teve quando era mais novo um telejogo e um Atari 2600*(conta ele)… Após nascer (EU) comprou um master-system 1, minha memória têm poucas lembranças, mas me lembro bem do preto e vermelho e do controle quadradão, já na década de 90 comprou um SNES(que ainda tenho e funciona na data é de 1993…) após isso comprou um PlayStation em 1999, um PlayStation 2 em 2006, e o último que o velho comprou foi XBOX 360 e disse que não irá mais comprar vídeo games, já que, eu e meus irmãos já trabalham pra comprar kkk. Mas agradeço ao velho por isso que me apresentou o mundo dos games e o bom e velho vinis de rock…

  • Sou agradecido ao meu Tio, que mesmo com todos os seus defeitos, foi ele que começou me deixando jogar em seu Atari, e logo depois, no novo Mega Drive. O Mega para mim, era foi console definitivo, e foi assim por vários anos até minha avó comprar um Nintendinho (NOAC, mais um clone claro), pois infelizmente, o Mega Drive nunca foi meu, minha mãe odeia vídeogames com todas as suas forças, pra ela isso é coisa de “viciado”
    Anos mais tarde em 2001 quando consegui meu primeiro PC é que comecei a conhecer outros consoles, outros sistemas, abri meus horizontes. Comprei um Saturn, tive um Xbox360, e atualmente tenho um PS4, o PSVita e o PC pra rodar meus games da Master Race e meus emuladores do RetroArchievements. E não, não desisti de comprar o Mega Drive, vou comprar esse console, é meu objetivo de vida.

  • OverlordBR

    Ao meu pai e aquele velho Atari 2600 que ele, arduamente, comprou para mim.

    Aos meus amigos da praia, que possuiam CP400 onde jogávamos Time Bandit, Marbelous e outros jogos sensacionais!

    Ao meu primo e seu velho Exato da CCE, onde jogávamos Karateka…

    Ao laboratório de Informática da minha antiga escola, onde eu era monitor, e podia jogar Rambo, Green Beret e demais jogos nos MSX e Hotbits e outros jogos nos Apple IIe.

    Pensando bem: tive sorte na variedade de acesso aos computadores que tive na minha infância/adolescência…
    Depois, consegui possuir muitos deles: CP400, Exato, TKs… ainda mais sorte! 🙂

    • Time Bandit e a voz sintetizada na abertura do jogo no CP400 ! 😀

      Karateka e os movimentos perfeitos que na sequência figuraram no Prince of Persia muito mais complexo !

      Green Beret no MSX carregando de fita cassete… que joguinho viciante.

      Tamo junto

      • Othermind

        Eita… Entregando a idade.. hehehe

  • gfg

    Ao meu primo mais velho que tinha um SNES, e passávamos horas jogando Mortal Kombat.

  • Washington Lins

    Cara, deixa eu ligar pro meu pai um minutinho.

  • CGi Rumble

    Agradeço a meu primeiro “melhor amigo” Afonso Martins, que me apresentou ao Super Nintendo e ao jogo Street fighter 2, mas não na casa dele, isso foi no centro comercial, tempos depois ele foi presenteado com um Turbo Game e jogávamos horas e horas de Double Dragon por exemplo. Meu pai sempre foi e ainda é contrário a vídeo games. Mas a paixão continua firme e atualmente está focada em FIFA 17, Watch Dogs 2, Forza Horizon 3, ReCore, Clash of Clans, e GTA 5.

  • Well Dias

    Meu tio, por volta de 1984, todo domingo íamos para casa de minha vó. Lá, após o almoço, ele ligava o Atari na TV da sala e todos os sobrinhos, cerca de 10, esperavam sua vez de jogar Enduro, River Raid ou Pacman. Era a coisa mais fantástica que experimentei.
    Mais tarde, aos 12 anos, troquei minha bicicleta por um msx usado e “quebrado”. Novas portas se abriram, novas possibilidades. Foi quando aprendi duas coisas: a programar e nunca mais trocar minhas coisas sem a permissão dos meus pais.

  • kenji

    Aprendi sozinho, pelas propagandas e pelos fliperamas no caminho, sou um self-made player.

    • Mirai Densetsu

      Somos dois. No meu caso, fui por esse caminho graças às locadoras e aos fliperamas, apesar dos esforços de meu pai para impedir que eu vá por esse caminho.

      Nunca esqueci daqueles 15 minutos de Sonic que mudaram a minha vida para sempre.

  • mr_rune

    Não devo agradecer a ninguem. Minha familia toda acha que videogame é coisa de criança retardada, e a única pessoa que ainda em vida me incentivou foi minha avó, que me deu um MegaDrive 2. Mais tarde comprei meus consoles, com meu proprio dinheiro, mesmo sob olhares depreciativos. “Porra cara, desse tamanho com joguinho de bip-bip ? Toma vergonha e vai trabalhar”. Sim, é pra isso que eu trabalho.

    • PugOfWar

      quando comecei a trabalhar que tirei o atraso, jogava muito no emulador, até adaptei um controle de SNES na porta da impressora.

  • Manoel Jorge Ribeiro Neto

    Tenho 32 anos, mas só comecei a jogar games “para valer” quando eu já tinha 12 anos, pois meus pais não deixavam eu ir jogar na locadora do bairro quando era mais novo :/ . Antes disso, tudo que eu jogava eram aqueles mini games clones dos “Game & Watch” da Nintendo, que todo camelô vendia (tinha jogo de moto, basquete, futebol etc). A quem eu tenho que agradecer por começar a gostar de games: pelas revistas e propagandas! Ninguém me apresentou aos games, mas graças às revistas eu ficava acompanhando as novidades.

    EDIT: só fui ter meu primeiro console (PS2) já adulto e na faculdade. Antes disso, eu me virava com emuladores e com as saudosas locadoras de vídeo game.

    • Julio Verner

      Meus pais também não deixavam… Conclusão: Virei mestre na arte da mentira e vivenciei muito bem os anos 90. 😀

  • Tatsumak

    Foi pelo meu pai, com um Master System III, jogando muito Sonic (que vinha na memória) e Jurassic Park. Fora muitas idas ao fliperama e locadoras para jogar Street Fighter II, Mortal Kombat (esse não “podia”) entre outros!

    Apesar de ter experimentado um Atari antes disso, jogando Enduro, foi só na história do parágrafo acima que realmente entrei pra esse mundo.

  • Jonathas Lacerda

    Foi pelo meu falecido pai, com um Dactar Atari, lá pelos idos de 1989 até 1995, 1996. Joguei muito enduro e river raid com ele. Depois ele se distanciou dos games e eu continuei seu legado =)

  • 640k is enough

    Agradeço ao meu Pai que me presenteou com um Odyssey no final de 1984, não sei quantas horas que joguei o Fórmula 1, jogava de olhos fechados por ter decorado a ordem dos carros.

  • Othermind

    Pra mim foi um atari 2600 tb… Depois passeio pelo Nes, MegaDrive e SNES… Todos presentes do meu pai/mae, ja do PS1 pra frente eu ja trabalhava e comecei a comprar os meus consoles…

  • Rodrigo Dias Javornik

    Meu pai comprou um SNES, mas era a minha mãe que passava as tardes de sábado jogando Mario comigo.
    Quando terminei de ler o texto, fui obrigado a dar um abraço na minha “véia”.

    • =]

    • Lucas Fernandes

      O mesmo comigo! Mas eu não deixava minha mãe jogar, eu ficava corrigindo ela o tempo todo dizendo que ela estava jogando errado e mostrando como eu achava que era kkkkkk Ah as tardes jogando Super Mario World…

      • Rodrigo Dias Javornik

        kkkkkkkkkk.
        Pelos comentários que li, este texto despertou boas lembranças em todo mundo.
        Baita texto!

    • Thiago Buccos

      Comigo foi parecido, mas jogávamos Sonic e principalmente Mortal Kombat. Chegávamos a passar uma tarde inteira jogando nos finais de semana. Sendo franco, até hoje quando boto um MK a coroa pira rs.

  • Meus pais me deram um Atari em 88, um XT em 90, um nes em 91 e um Super Nes em 93.
    Nunca joragam conosco (eu e meu irmão)

    Mas eu tenho um piá de 10 anos que joga todo o santo dia, seguidamente jogamos online no Steam, e o vô dele joga junto bem doido.

    • Diego Marco Trindade

      Mas joga somente em “lã rause” e ai de quem atirar no Supremo Líder da Melhor Córeia no CS GO.

      • Jogamos CS GO e na nossa versão, os Terroristas são “gringos dos zóio claro”

        • Diego Marco Trindade

          No CS Go da Melhor Coréia, quem solta a bomba são os soldados, os terroristas tem que ficar se escondendo para não ser pegos.

  • rodrigo

    Meu pai, que nunca gostou de jogos, mas me deu um Atari(na verdade um turbo system, da CCE) quando eu tinha uns 5 anos, um mega drive iii quando eu tinha uns 8 e um PlayStation(o primeiro,quadrado) quando eu tinha uns 12. Depois eu passei pro PC, e vivia pedindo dinheiro pra memórias e placas de vídeo. Além de me dar uma mesada que ficava toda com o seu Nelson, dono da locadora. O detalhe é que a locadora do seu Nelson era bem pobrinha, tinha 2 nintendinhos e um super NES, e eu já tinha o play em casa, mas mesmo assim eu ia pra jogar com a gurizada da rua, custava 1 centavo por minuto kkkk

    • rodrigo

      O PC era um Pentium 133mhz, 24mb de RAM, 4 gb de hd. De vez em quando tinha que desmontar tudo pra passar borrachinha nos contatos. Eu desmontava e reinstalava o Windows 95 de olho fechado já, vivia dando problema aquela merda.

  • Meu primeiro contato com video games foi com um Atari 2600 que meu irmão montou com peças de 2 Ataris estragados. Na época eu tinha 5 ou 6 anos de idade. Jogava em uma TV preto-e-branco. Tenho ótimas lembranças de jogar Enduro com meus irmãos, mas eu não virei aficionado naquela época.

    Uns 8 anos depois disso, é que, através de um amigo que tinha Super NES e depois Playstation, eu fiquei mais apaixonado por games. O cara jogava muito bem, alugava diversas fitas diferentes e também comprava revistas como Ação Games/Super Game Power/Gamers. Nessa época eu até tinha um Mega Drive, que meu pai me deu, mas com poucas fitas, o que não contribuiu muito para aumentar o meu gosto por games.

    Um tempo depois o mesmo irmão do Atari comprou um PC. Nisso eu já tinha 14 anos. Foi a partir dali, que eu comecei a jogar um pouco no PC, depois tive contato com emuladores, e meu gosto foi aumentando e diversificando.

    Se eu tivesse que dar os méritos pra alguém, seria para o meu irmão (que nem gosta de video game, mas que comprou os aparelhos que me deram acesso a esse mundo) e esse amigo, que eu infelizmente perdi o contato.

  • ricms

    Teu pai não dizia que jogar na TV colorida queimava o fósforo da TV? você foi um privilegiado. Só fui conhecer as cores do ATARI no emulador, porque eu só podia jogar na P&B Colorado que tínhamos em casa.

  • Cruz-A

    Meu Pai.

    Jamais vou esquecer o dia que meu pai perguntou o que eu queria, ele e a mãe estavam saindo de casa para ir a uma loja de departamentos (provavelmente a mesbla), e eu respondi que queria um Atari!

    Até hoje não lembro o porquê de ter pedido um Atari, eu nem tinha uma bicicleta!
    Uma criança, entre 5 e 6 anos, pedir um Atari ao invés de uma bicicleta em pleno ano de 1986 ou 87? não pode ter a cabeça boa rsrs

  • Rookie naz

    Foi meu pai! com um snes e um cartucho que vinha varios jogos .

  • Meu pai, programador, me apresentou aos games com o Atari e o Master System. Jogava comigo e com meu irmão.

    Ele me ensinou um pouco de algoritmo na época. Achei que podia fazer meus games um dia. Aí entendi que programação não é minha área, preferindo a Engenharia.

    Hoje, quase tecnofóbico, meu pai acha que videogames são lixo e perda de tempo. Vai entender. :/

  • Julio Verner

    Graças a meus pais também, mas ao contrário.
    Tinha de fugir de casa pra poder ver um videogame, aquela coisa de vagabundo(sic).

    Também sou filho de Polícia… Mas no meu caso era PM(PM anos 80, chupa PM de borracha!)… TV era(HAHA) pra receber lavagem cerebral com conteúdo arcaico(o que mudou?) e jamais pude instalar um videogame “pra não estragar”… Rapaziada de sorte aqui!

  • André Silvestre

    Eu também! Por volta dos 5 anos meu pai e meu tio chegaram em casa com um Atari 2 duas sacolas de fitas…rs

  • Carlos Ferreira

    Vixe, isso traz lembranças muito antigas. Começou com um atari, era do meu tio. Ele levava em casa e eu era pequeno e não me deixavam jogar. Só minhas irmãs mais velhas brincavam. Mas eu ficava maravilhado em como mecher em botões controlava o movimento na TV era mágico. Fiquei tão encantado que eu perseguia e tentava qualquer coisa nem que fosse pra ver video games. Até que ganhei um Turbo game da CCE(nintenclone). Joguei até arrebentar os dedos. Depois veio o Mega drive(esse ainda tenho um que funciona), SNES, PS, PC, PS3(é pulei o 2) e agora de volta ao PC. Que viagem…https://uploads.disquscdn.com/images/6f185942674a8e33f5460f29ba6e511e010351b15020650f668a5a671ab6ba35.jpg

  • Tejobr

    Foi o meu primeiro emprego, com 16 anos, quando pude comprar um Dynavision.

  • Rodrigo M

    No meu caso, foram os fliperamas que me iniciaram nos jogos e depois lembro de pedir ao meu pai um Video game CCE (Atari).

  • Eric da Silva

    1990 eu tinha 5 anos… Atari “Bobby is Going Home”
    saudades.(não muita) a única tv da casa era em preto e branco, 14”
    ainda tenho a musiquinha na cabeça 😛

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