RPGs são o futuro dos Shooters

Por: em 08/07/09 na(s) categoria(s): Indústria


Cliff Bleszinski (sempre ele) não perde mesmo a oportunidade de, pelo menos tentar, criar uma polêmica. Depois do recente problema capilar dos personagens dos games, o game designer falou sobre o futuro dos jogos de ação e se sua previsão se confirmar, deixará insatisfeitos muitos fãs do gênero, principalmente aqueles que não gostaram do estilo mostrado em Deux Ex ou Fallout 3, por exemplo. Veja:

Eu tive uma conversa com Harvey Smith – um dos designers principais do Deus Ex – e disse a ele que o futuro dos shooters são os RPGs, ele então disse estar totalmente de acordo.” Logo depois ele faz um senhor elogio a um jogo que mistura bem os depois gêneros: “Houve uma época em que a indústria esfriou e então surgiu o Bioshock.

Sinceramente não sei se isso vai acontecer, embora gostaria muito. Mesmo achando os shooters mais simples divertidos, é inegável (deixo claro que na minha opinião) que quanto mais elementos que tornem a experiência mais complexa melhor. O próprio Bioshock é um game que agradou muita gente, mas seus toques de RPG também afugentaram um bom número de jogadores.

Como não sou dono da verdade, gostaria de saber de vocês o que acham disso? Os jogos de ação se aproximarão cada vez mais dos RPGs? E essa fusão lhe interessa?

dori_deu_07.06.09

PS.: Eu sei que o Fallout 3 não é um FPS, mas se vocês soubessem a quantidade de pessoas que reclamam dele para mim como se fosse um desses jogos…

[via Joystiq]

  • dnunesbr

    Bom, então os shooters vão receber evolução de níveis de personagem/customização de habilidades (Mira/Pericia com determinado tipo de arma) e a “novidade” afastou alguns gamers no caso de bioshock…

    Engraçado ler isso (Preconceito dos gamers), quando essas características RPGísticas foram incluídas em outros games e só tornaram a experiencias mais agradáveis. A exemplo temos: DMC, Onimusha, Resident Evil (A partir do 4), etc… bom nenhum deles são shooters e não se adquire experiencia da forma tradicional ao derrotar inimigos e alcançar certos objetivos (Em DMC, por exemplo, usam-se aquelas máscaras esquisitas pra adquirir novas habilidades com a espada/pistolas, etc) quando essa “novidade” só contribuiu para uma experiencia melhor e melhor gama de opções no jogo.

    Pessoalmente eu acho um saco a grande maioria dos games (Ação/Aventura) na qual a personagem do game não tem nenhuma evolução…

    A novidade pra mim é bem vinda, principalmente para o First Party, agora para as famosas partidas LAN, acredito que uma opção pra desabilitar a novidade e incentivar a habilidade pessoal de cada jogador já resolve o problema.

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    Tenho um Macleod dos consoles em casa. O último membro do clã dos Mcleods.

  • Heishiromitsurugi

    Acredito que se isso pegar(modinha), daqui a 10 anos eles vão falar que o Shooter Role Play Game estão saturados e vão querer voltar para o molde original.

    O problema dos FPS para mim é a grande quantidade de jogos “mais do mesmo”. Temos excelentes jogos de 2ª guerra, mas é um assunto que já cansou, as modernas ainda fazem um pouco de sucesso, já futurista nem tanto(BF 2142), salvo alguns casos(Star Wars BF).

    Concordo com você sobre maior complexidade nos jogos, alegra mais os verdadeiros jogadores hardcore. Mas geralmente o público dos FPS quer somente, atirar e matar, para estar no top 10 do server, então um jogo complexo para eles não funciona.

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    “The evil that men do lives on and on…”

  • http://frankcastiglione.wordpress.com/ FrankCastle

    Eu concordo mais com a fusão mesmmo. Não acho que os FPS estão virando RPG, acho que ambos estilos estão se mesclando.

    O que acontece é que o RPG, é um estilo de jogo oriundo do Japão. E lá, até hoje eles insistem em fazer RPGs com batalhas em turnos. Concordo com o que foi escrito aqui:

    http://meiobit.com/games/industria/rpgs-batalhas-por-turnos-ou-em-tempo-real

    Acho que os RPGs Americanos estão partindo mais para uma temática mais realista e futurista, deixando essa coisa de fantasia medieval e de turnos de lado.

    Mas ainda assim, acho que os FPS tradicionais vão continuar e vão evoluir. E os RPGs vão passar a incorporar a visão em primeira pessoa. Podem ver que muitos jogos diferentes começaram a inovar incorporando a visão em primeira pessoa, como Mirror’s Edge e Portal.

  • Smilodom

    Conhecimento é poder.
    Hum…é estranho pensar nesta fusão entre generos…mas vai saber como será o perfil do jogador daqui a alguns anos. Talvez haverão títulos que sejam grandes sucessos de crítica. Mas para mim parece estranho no momento, são dois generos totalmente adversos.

  • http://frankcastiglione.wordpress.com/ FrankCastle

    Acho que depende do perfil do jogador, eu por exemplo acho legal uma coisa mais verossímil, não que eu não gostasse dos RPGs antigos. Eu até gosto, mas nos 16 bits.

    Agora eu gosto de algumas coisas mais realistas. Você já jogou Deus Ex? O jogo é muito livre, dá pra você fuçar tudo que você quiser, computadores, gavetas, armários, etc. Você tem uma interação muito grande.

  • http://twitter.com/max_laguna Max_Laguna

    ;)

    Desculpem o meu comentário totalmente OFF, mas adorei a imagem que o tio Dori usou para ilustrar o post 8) , apesar de ela representar a PIOR fase daquele longo animê: o surgimento do bola rosa. :(

    Mas isso não quer dizer que eu tenha algo contra o Goten e o Trunks, pelo menos não deles em separado.

    :) :D
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  • dnunesbr

    Cada dia fica mais complicado definir um jogo como RPG no meio eletrônico.

    Evolução e Customização de personagens já não servem como características exclusivas do gênero (Até games de Futebol já aderiram capacidades de jogadores aprimorarem habilidades que os tornam melhores durante as partidas e, nem isso desistimula os campeonados de PES por aí), e se for banalizar o significado de interpretação de papeis, qualquer estilo de jogo permite-nos interpretar o protagonista do game.

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  • http://frankcastiglione.wordpress.com/ FrankCastle

    É verdade!

    Até em jogos como o Knights Of The Round que tenho aqui, (um Beat-’em-up)os personagens sobem de nível e vão ganhando customizações. Mas RPG não se resume só a isso.

    Na minha visão:

    RPG é um jogo onde, basicamente, você depende de diálogos com outros personagens, de informações por eles passadas e decisões por você tomadas para que assim possa avançar no jogo.

  • dnunesbr

    [quote]RPG é um jogo onde, basicamente, você depende de diálogos com outros personagens, de informações por eles passadas e decisões por você tomadas para que assim possa avançar no jogo.[/quote]

    Excelente denominação do gênero.

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  • http://frankcastiglione.wordpress.com/ FrankCastle

    Obrigado! :)

    Acho que é uma denominação que mais se encaixa. Pois sempre que lembro que quando eu começava a jogar algum game de RPG e empacava em alguma parte, sempre as dicas eram: “Você já conversou com TODOS do vilarejo?”

    Pois nem era 100% necessário saber inglês, mas você tinha que ir conversando com todos, até que um personagem chave iria te dizer algo que abriria um novo objetivo, ou te daria um menu de respostas.

    Até mais!

  • Rodz

    Hehehe, eu também adorei a foto. De qualquer forma, eu gostei da época do Majin Buu. Ela nos deu vários personagens legais, fora o Majin Vegeta, que protagonizou uma das lutas mais legais da série (ele contra o Goku).

    Ruim mesmo foi o DragonBall GT. Esse eu só vi por amor à DragonBall mesmo, mas foi ruim de encarar.

    Sobre o post, acho que o caminho é esse mesmo. Shooters + Rpg podem me fazer gostar desses dois gêneros que normalmente torço a cara. Mas quando foram misturados (Fallout 3, Bioshock) eu gostei.

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  • http://www.unfear.com.br unfear

    Acho bacana um Shooter ter alguns elementos do tipo RPG, mas de forma bem controlado e fácil, atributos e algumas habilidades não fará mal a ninguém mas nada de click’n'go senão vai zoar o barraco.

  • Krash Destrutor

    Outro jogo que mistura RPG e Shooter (e que eu gostei muito) é Mass Effect. Mas eu não acho que todos os shooters terão elementos de RPG, pois, como já foi dito, muita gente prefere a simplicidade de comprar a arma mais poderosa e sair explodindo miolos. Acho que o mercado é grande e cabem os dois estilos de jogo.


    “Never give up. Never give in”

  • JayShaman

    Concordo com a definição do amigo acima: RPG é interação com personagens. Algumas estatísticas, atributos e evoluções não fazem do jogo um RPG, mas são um adendo muito apreciado, principalmente por mim que sempre achei os Shooters um tanto mecânicos e simplórios.

  • http://www.highlanderbr.com Highlander

    Eu tenho saudades dos jogos FPS onde a regra era: Atire em tudo que se mexer.

    Crônicas Imortais

  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Deus Ex é lindo, aquilo sim é jogo de verdade. :D
    Quanto aos temas dos RPG’s, eu não tenho problemas com nenhum deles, seja medieval ou futurístico, o importante é ter uma história consistente, personagens carismáticos, um sistema agradável (seja por turno ou não), no final das contas, o importante é ser bem feito e não necessariamente graficamente.
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  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Dragon Ball Z era pra ter acabado na fase Freeza. }:)
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  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Hum, isso acontecia mais nos RPG antigos lineares. Fallout por exemplo, você não precisa necessariamente ficar preso a uma conversa para seguir caminho.
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  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Eles não deixarão de existir amigo ^^
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  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Não é a toa que Castlevania Symphony of the Night ainda hoje, é considerado o melhor jogo da franquia. Dar a possibilidade de evolução ao personagem é algo que acrescenta e muito a qualidade do jogo. Costumização SEMPRE. :D
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  • garoa

    “RPGs americanos indistinguíveis de FPS”
    – Manchete em jornal

    Acho esse cara um completo babaca e asshol.

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  • dnunesbr

    Essa liberdade e falta de lineariedade me incomoda um pouco nos jogos Fallout like, Baldur’s Gate é uma obra prima… lindo demais, mas Fallout é um mundo tão grande e “sem nada em específico a se fazer”… que me cansa. Pra mim, essa liberdade “total” não vende.

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  • garoa

    Era mesmo. A fase seguinte começou promissora, com enredo de ficção científica e um novo e misterioso saiyajin mas já escorregou ao ressuscitar um Freeza cyborg a lado do “papai”. Daí em diante foi uma correria e por fim, o jogo do Cell, mais outro torneio DB. Felizmente, apesar de todo o preparo, o torneio chegou rapidamente aos finalmentes com Cell vs Gohan.

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  • garoa

    Exato. RPG é combate em turnos, stats e estratégia, não tiros e livre movimentação por uma arena.

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  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Agreed.
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  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    É, definitivamente era pra ter terminado na fase Freeza. Só de lembrar daquele torneio do Cell e o motivo da existência dele, me dá náuseas.
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  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Confesso que no começo eu me senti meio perdido com Fallout (1 e 2), mas quando você se acostuma, não consegue mais imaginar um RPG sem essa liberdade. :D
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  • http://naotenho AlbertoMyra

    Concordo em gênero, número e grau.

    “Don’t worry about the world coming to an end today. It’s already tomorrow in Australia.”
    Charles M. Schulz

  • http://naotenho AlbertoMyra

    Eu gosto de Shooters com história. Como RPG é fundamental haver uma. Quando há elementos dos dois se torna algo muito agradável e aumenta a sensação de imersão.

    Além dos já citados Bioshock, Fallout 3 e Deux-EX (Obra Prima), podemos ainda citar Stalker que apesar de ser muito difícil, também é muito legal como RPG/Shooter.

    “Don’t worry about the world coming to an end today. It’s already tomorrow in Australia.”
    Charles M. Schulz

  • http://epicfailureblog.wordpress.com/ kbloSnack

    Prefiro um bom rpg de verdade

    Animes, mangás e games: http://epicfailureblog.wordpress.com/

  • Rodz

    Isso é a definição de um RPG Old School que, convenhamos, já deu. Por isso que querem incluir outros elementos à essa fórmula para chegar em algo novo.

    Acredito que a mistura será mesmo o que jogos como Fallout, Fable e inFamous já fazem hoje. Permitem o Upgrade do personagem, permitem que se explore um enorme mundo para avançar nas missões (e na história), oferece uma infinidade de side-quests, dá opções de escolhas morais (que afetam a história e o personagem) e ainda assim conseguem manter um bom nível de ação sem quebrar o ritmo, como a enfadonha luta em turnos.

    Consigo imaginar gêneros como Ficção e Survival Horror se encaixando muito bem nesse novo estilo.

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  • http://frankcastiglione.wordpress.com/ FrankCastle

    [quote=Igorqueiroz]Hum, isso acontecia mais nos RPG antigos lineares. Fallout por exemplo, você não precisa necessariamente ficar preso a uma conversa para seguir caminho.
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    [/quote]

    Isso porque ele é uma evolução do RPG tradicional! :-)

  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Assim como existem até hoje jogos de luta 2D, jogos de plataforma, jogos de tiro em primeira pessoa, porque as pessoas ainda insistem em querer exterminar um estilo, o acusando de estar defasado?

    Calma galerinha, não deixemos o seu subjetivo querer sobrepor os dos demais mortais. :D
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  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Prefiro encarar como diversificação, ainda tem muito RPG linear de qualidade excelente, que não deixa a desejar em nada em relação aos Fallout’s da vida. Apenas formas diferentes de se fazer o mesmo estilo.
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  • Rodz

    Mas quem falou em exterminar o estilo antigo? Eles vão continuar existindo e, assim como os refrigerantes japoneses de sabores moralmente questionáveis, sempre terão seu público. Mas isso não pode ser impeditivo para tentar inovar.

    Porque as pessoas ainda insistem em achar que para algo novo existir, temos que abandonar e destruir o antigo? :)

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  • http://frankcastiglione.wordpress.com/ FrankCastle

    Não acho que tem que destruir, mas se o jogo de RPG não for 2D, acho horrível em turnos. Acho que se querem fazer algo retrô, que façam 100% retrô, um jogo em 2D bem caprichado, como Braid.

  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    [quote]
    Isso é a definição de um RPG Old School que, convenhamos, já deu.
    [/quote]

    Comentei só por esse trecho mesmo, que o estilo continuará existindo eu não tenho dúvidas, mesmo que com um bom número de porcarias japonesas sendo feitas. }:)

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  • http://twitter.com/max_laguna Max_Laguna

    :P

    Prefiro outro bom JRPG de verdade, na verdade o melhor deles, na minha opinião.

    8)
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  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Nem é… }:)
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  • Rodz

    Já deu pra mim. Ok, isso não saiu como eu esperava. Vamos tentar novamente. :)

    Apesar de saber que tem muita gente que ainda curte, pra mim o estilo já está desgastado. Nesse caso, tô com o Punisher aí em cima: não rola luta em turnos se não for um legítimo 2D old school.

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  • http://twitter.com/max_laguna Max_Laguna

    :?

    E você acha que eu me importo com a opinião alheia sobre meu bom gosto?

    :) :D
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  • http://epicfailureblog.wordpress.com/ kbloSnack

    Já disse e repito (link pl0x :P ) prefiro os FF’s antigos, do 1 ao 3 na numeração japãoronga

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  • http://desativadoporpoucouso.blogspot.com/ Agronopolos

    Tb gostava desses…
    E ainda mais e tinha “aqueles” inocentes que gritava: “Don’t shot me!”
    E o pior que de vez em quando atiravamos }:)
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  • http://twitter.com/max_laguna Max_Laguna

    :O

    Hey, esse é Perfect Dark, não?!

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  • garoa

    Por que 2D? Acaso quando você joga um legítimo RPG lápis&papel você imagina tudo em 2D?

    RPG é combate em turnos porque essa é a mecânica do jogo. Se é pra expandir definições, vou começar a chamar GoW de jogo de luta…

    —————–
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  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Lavou minha alma garoa, lavou minha alma. :D
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  • http://frankcastiglione.wordpress.com/ FrankCastle

    [quote=garoa]Por que 2D? Acaso quando você joga um legítimo RPG lápis&papel você imagina tudo em 2D?

    RPG é combate em turnos porque essa é a mecânica do jogo. Se é pra expandir definições, vou começar a chamar GoW de jogo de luta…

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    [/quote]

    Nem me fale em RPG de Mesa!!! Sou frustrado por nunca ter conseguido juntar um pessoal para jogar e as poucas pessoas que eu conheci que curtiam eram retardados! Joguei pouquíssimas vezes, tenho até hoje aqui o First Quest (medieval) e o Battletech (esse está mais para um wargame), estava até pensando em vender no Mercado Livre. Mas hoje nem precisa dizer qual dos 2 acho melhor: Battletech com certeza! Robôs, destruição, coisas futuristas e mais realistas!

    Quanto ao jogos 2D e os turnos, eu tenho uma visão diferente, acho que o RPG se foca mais na interpretação do personagem mesmo, de ser algo mais profundo. A batalha em turnos e personagens em SD, na MINHA opinião, eram apenas limitações da época que hoje não existem mais.

    Mas adoro Chronno Trigger, ainda quero jogá-lo, mas tem que ser em cartucho original de SNES, nada de emulador! No máximo um remake na Live…

    P.S.: Estou gostando muito de “discutir” com vocês! :)

  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Cara, passei boa parte da minha vida tendo preconceito em relação a RPG de mesa, e agora, depois de velho (24 anos, ui), comecei a jogar algumas campanhas baseadas nas regras do Gurps, e confesso que é bastante divertido se você tiver um grupo legal.

    Quanto a opinião sobre as limitações, é algo bastante relativo. O SD aplica-se mais a sua idéia sobre limitações, mas não necessariamente, a temática do jogo pode ser um fator a ser considerado. Quanto a batalha de turnos, não considero algo que possa ser caracterizado como limitado/defasado. RPG’s com ação não é uma novidade, é apenas uma ramificação do estilo. :D
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  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Eu sei que não se importa, mas é sempre bom implicar com o caro amigo conterrâneo. }:)
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  • http://www.flickr.com/photos/eduardoaguiar Eduardo Aguiar

    Existem jogos de RPG e jogos com elementos de RPG.
    Até agora o mais proximo de interpretar uma personagem foi poder personalizar a criação, escolhendo sexo, aparência, atributos, etc.
    Mas a interpretação em si ainda é muito limitada. Geralemnte se baseia em escolher uma resposta numa caixa de dialogo ou matar ou não um npc.
    Se bem que sou eu sendo chato, jogador de rpg pen and paper a mais de 17 anos. :P

  • http://desativadoporpoucouso.blogspot.com/ Agronopolos

    Quando escrevi essa eu pensava no fliper do Virtual Cop (e no 2 tb) que tem em poucos fliperamas hj mas era lotados em minha era de gastador de fichas :D

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  • Rodz

    Como já disse, concordo com você Frank Castle (aliás, ainda não joguei seu jogo que saiu na PSN). O RPG 2D, antigo, era feito em esquema de turnos por pura limitação técnica.

    Aliás, até os gráficos eram ruins em comparação aos outros jogos da mesma época, talvez porque o investimento forte era na história e no tamanho do jogo.

    Hoje, onde não mais existem as limitações técnicas, não faz muito sentido o esquema de luta em turnos, ainda mais em 3D. Pensem comigo: você já está lá, controlando seu personagem maneiríssimo num ambiente 3D igualmente maneiro, seguindo um determinado objetivo, e no caminho aparecem inimigos. Tá tudo pronto pra luta. Por que nessa hora o jogo tem que parar, quebrar totalmente a ação e o ritmo e dar uma “brochada” na experiência tirando o prazer de um combate em tempo “real”? Não faz sentido.

    Ao invés disso, entra o enfadonho combate em turnos e ataques toscos (a famosa “corridinha pra frente e ataque de espada”). Mesmo quando fazem ataques super maneiros (como os ataques em CGI no estilo “Cut Scenes” em Final Fantasy), a sensação de que o ritmo foi quebrado e que você estaria se divertindo muito mais se deixassem o combate rolar solto é inevitável. Pensem como seria um RPG com combates no estilo de Devil May Cry, por exemplo? Pra mim, seria o melhor dos mundos.
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  • http://www.flickr.com/photos/eduardoaguiar Eduardo Aguiar

    Se por “combate em tempo real” você se refere em colocar o apontador/mira sobre a cabeça do inimigo e fazer vários frags em seguida, nem todo mundo gosta ou vê a menor graça.
    Os combates em turnos permitem várias possibilidades interessantes, principalmente porque os rpgs usam de probabilidade para acerto, não a capacidade de manusear o mouse. O sistema usado no Fallout 3 é muito bom. Com ele, o personagem se sobressai, não os reflexos do jogador.
    Sem contar que se no jogo você controlar vários personagens ao mesmo tempo, no mínimo o jogador vai ser obrigado a pausar o jogo para poder gerenciar o combate.
    Sim, eu sei que da para fazer as “rolagens” de acerto e dano em tempo real, mas volto ao começo da minha resposta. Nem todo mundo gosta de FPS.

  • dnunesbr

    [quote] Como já disse, concordo com você Frank Castle (aliás, ainda não joguei seu jogo que saiu na PSN). O RPG 2D, antigo, era feito em esquema de turnos por pura limitação técnica.[/quote]

    Nesse ponto discordo de vocês. Não é questão de limitação técnica, é questão de fazer por opção. Tanto que temos bons Action RPGs 2D da geração SNES/Megadriver (Zelda, Secret of Mana, Seiken Densetsu III, Ilusion of Gaia, Secret of Evermore, The Story of Thor e até o Tales of Phantasia praticamente pode entrar nesse quesito já que as batalhas não eram em turnos).

    O RPG em turnos é válido pra quem curte comandar cada um dos seus personagens que formam o grupo durante as batalhas sem interferencia da I.A.

    E quanto a saturação do gênero RPG por turnos, bom… acho que é dela que surge novas formas de se fazer as mesmas coisas… como foi o caso da invenção dos “Limit Breaks” em FFVII, ou os “Special Art/Super Art/Hiper Art/Miracle Art, etc” em Legend of Legaia ou os “Combos” em Xenogears/Legend of Dragoon.

    Então… se saturou, é pq expandiram a gama de opções do que fazer com RPG por Turnos, quando menos esperar-mos, inovam-se novamente. E se mesmo os J-RPG estão tendendo para os Action-RPG, é por preguiça de pensar em novas maneiras de se fazer a mesma coisa, ou como tornar interessante fazer o mais do mesmo.
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  • http://frankcastiglione.wordpress.com/ FrankCastle

    É Igorqueiroz, é uma pena não ter encontrado caras como você quando eu tentava jogar RPG de Mesa. Hoje estou com 25 anos e não me animo muito de jogar, sempre adorei jogos de tabuleiro, mas sempre odiei depender de outras pessoas para jogar. Não gosto de ficar intimando ninguém para jogar. Por isso que estou mais no meio eletrônico, você conecta em um servidor e quem estiver afim joga a partida.

    Eu cheguei a pegar o GURPS Cyberpunk em PDF, ficava lendo, achava louca a ambientação e tal, mas nunca joguei, tenho aqui o livro impresso do Mini GURPS e algumas revistinhas Dragão Brasil. Joguei umas 3 partidas no máximo de campanhas de “Resident Evil em Osasco” :-P

    Rodz, Qual foi o jogo que saiu na PSN? Fiquei curioso!

    Eduardo Aguiar,
    Cara, eu sei que nem todos gostam de FPS, não quero impor isso. Mas acho estranho como o Rodz falou “corridinha pra frente e ataque de espada”. Até o fato da batalha não ser em tempo real, dá pra levar… agora mostrar números saindo da cabeça do inimigo atingido e os personagens só darem uma “tremidinha” ao receberm o golpe, isso é broxante! O personagem deveriam interagir mais e não ser só um peão de tabuleiro.

    http://www.youtube.com/watch?v=J6jfz9rhZpY

    Mas não fique triste, não estou querendo ditar uma regra! Só estou falando o que eu acho. Se lançarem um bom RPG japonês nos moldes de Final Fantasy 6 ou Chrono Trigger na Live (2D… desenhado) com certeza vou querer jogar! :-)

  • Rodz

    Exato. Também nem curto tanto FPS. Prefiro jogos “Beat ‘em Up” modernos. Como disse, algo no estilo Devil May Cry de combate, porém com todo os elementos de um RPG tradicional, acho que encaixaria como uma luva num RPG de Fantasia. E algo como Fallout 3 foi na medida para um RPG futurista.

    Frank Castle: O jogo que saiu na PSN foi Punisher: No Mercy. Veja mais em http://www.joystiq.com/tag/punisher-no-mercy

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  • garoa

    [quote]Pensem como seria um RPG com combates no estilo de Devil May Cry, por exemplo?[/quote]

    Seria mais outro button-masher maçante, segundo alguns. E no que exatamente DMC diferiria de um RPG, afinal? Itens e equipamentos com upgrade, história, tá tudo lá.

    Fato: RPGs de mesa, os originais, são batalhas por turno. Não quero saber se o aspecto role-play é maior que as batalhas em si: com relação às batalhas, é assim que é. Essa é a definição.

    Outra coisa: como é que você vai fazer para fazer todos os personagens em sua equipe lutarem ao mesmo tempo? Legal de RPGs como FF e DQ é exatamente isso: você dar comandos para todos os personagens de acordo com o que está ocorrendo na tela, com bastante espaço para estratégia. RPGs não são button mashers.

    Você sugere também Starcraft e outros de estratégia mudarem para button mashing estilo arcade?

    Não tem nada a ver com limitações técnicas. É a mecânica de jogos não-arcade.

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  • dnunesbr

    [quote] Seria mais outro button-masher maçante, segundo alguns. E no que exatamente DMC diferiria de um RPG, afinal? Itens e equipamentos com upgrade, história, tá tudo lá. [/quote]

    Sou eu ou mais alguém aki também não morre de amores por games button smashers like… Li alguém aki citar GOW tb?? :P

    [quote]Legal de RPGs como FF e DQ é exatamente isso: você dar comandos para todos os personagens de acordo com o que está ocorrendo na tela, com bastante espaço para estratégia.[/quote]

    Falou tudo Garoa. Eu simplesmente adoro números mostrando estatísticas dos personagens dos games (HP, MP, STR, etc)… acho lindo quando depois de acionar o comando de ataque ver a representação numérica da força do golpe da personagem. E acima de tudo, adoro toda a estrategia que envolve os combates por turnos.

    Eu por exemplo, detestei FFXII justamente pelo sistema de batalha MMO Like, modestia parte, muito mal executado.

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    Tenho um Macleod dos consoles em casa. O último membro do clã dos Mcleods.

  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    [quote]
    Fato: RPGs de mesa, os originais, são batalhas por turno. Não quero saber se o aspecto role-play é maior que as batalhas em si: com relação às batalhas, é assim que é. Essa é a definição.

    Outra coisa: como é que você vai fazer para fazer todos os personagens em sua equipe lutarem ao mesmo tempo? Legal de RPGs como FF e DQ é exatamente isso: você dar comandos para todos os personagens de acordo com o que está ocorrendo na tela, com bastante espaço para estratégia. RPGs não são button mashers.
    [/quote]

    É exatamente o que eu penso, e mais uma vez, Garoa lavou a minha alma. :D
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  • garoa

    Gosto dos 2 tipos: de GoW e de DQ. :)

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  • garoa

    vou cobrar pelo sabonete
    :D

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  • http://frankcastiglione.wordpress.com/ FrankCastle

    [quote=garoa]
    Fato: RPGs de mesa, os originais, são batalhas por turno. Não quero saber se o aspecto role-play é maior que as batalhas em si: com relação às batalhas, é assim que é. Essa é a definição.

    Outra coisa: como é que você vai fazer para fazer todos os personagens em sua equipe lutarem ao mesmo tempo?

    Não tem nada a ver com limitações técnicas.[/quote]

    Pô garoa, mas aí você se contradiz: Por um lado você diz que a batalha em turnos é justificada porque “é assim” no RPG de Mesa.
    Por outro, você diz: “como é que você vai fazer para fazer todos os personagens em sua equipe lutarem ao mesmo tempo?”

    Mas que eu saiba no RPG de Mesa, você só controla 1 personagem. Então o correto mesmo seria um Multiplayer co-op, não? :-)

  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Nada contra os adeptos, mas… soou meio pederástico, não faço parte desse meio… }:)
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  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Não necessariamente, já vi campanhas que você tem mais de 3 fichas. ^^
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  • Rodz

    Pô Garoa, DMC só é Buttom Masher pra quem não sabe jogar. Aceitaria você falar isso de vários outros Beat ‘em Up, mas especificamente do DMC não. É um dos Beat ‘em Ups modernos que mais oferece opções de Combos e modos de combate diferentes, com armas e instâncias de combate diferentes inclusive.

    Até dá pra jogar só apertando botões, mas jogar conhecendo os combos e usando-os, mudando a estratégia de acordo com os inimigos, é outra coisa. O mesmo se aplica para jogos de luta como Street Fighter e Tekken. A diferença de quem sabe jogar realmente e usa todos os combos para quem só aperta botão é gritante.

    E já disse: Não sugiro a morte do estilo tradicional. Só acho que eles poderiam se beneficiar se misturassem os estilos (e é isso o que foi comentado pelo Cliff Bleszinski).

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  • http://www.flickr.com/photos/eduardoaguiar Eduardo Aguiar

    Eu mesmo já joguei partidas com várias fichas. 8)

  • garoa

    pederasta é o pediatra! Não lavo mais sua alma, seu ingrato! :jawdrop:

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  • garoa

    [quote]você diz que a batalha em turnos é justificada porque “é assim” no RPG de Mesa.
    Por outro, você diz: “como é que você vai fazer para fazer todos os personagens em sua equipe lutarem ao mesmo tempo?”

    Mas que eu saiba no RPG de Mesa, você só controla 1 personagem.[/quote]

    Então, e depois dizem que não tem evolução! Mwuahahahahaha….

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  • http://www.arapaduradura.blogspot.com Igorqueiroz

    Basicamente nesse sua explicação sobre os jogos, não existe um jogo Button Smasher, e eu concordo. Porém é apenas uma nomenclatura para jogos de ação frenética com pequenas pitadas de história aleatória, onde o principal da diversão é o gameplay propriamente dito.

    Quanto a discussão sobre a morte ou não do sistema tradicional, é apenas ativada quando os termos “defasados” ou similares são citados. :D
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  • ovtbqr

    RPG é ROLAPLAYING. Números pular e brilhar que um rpg não o fazem ser.

    GOW é um jogo de ação-não-extrema. Com cutscenes gays.

  • garoa

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  • ovtbqr

    Koeh, se eu não me engano tu perdia “HP” (rá) quando acertava em inocentes.

  • http://frankcastiglione.wordpress.com/ FrankCastle

    [quote=garoa][quote]você diz que a batalha em turnos é justificada porque “é assim” no RPG de Mesa.
    Por outro, você diz: “como é que você vai fazer para fazer todos os personagens em sua equipe lutarem ao mesmo tempo?”

    Mas que eu saiba no RPG de Mesa, você só controla 1 personagem.[/quote]

    Então, e depois dizem que não tem evolução! Mwuahahahahaha….

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    [/quote]

    Pô garoa! :P

    Você só está usando os termos que lhe convém! :-)
    Tudo bem, vocês confirmaram que mesmo no RPG de mesa dá pra controlar vários personagens, mas acho que isso não é tão comum e também aho que interpretação fica mais legal quando é individual (minha opinião)

    Quando falo de evolução, cito principalmente as batalhas. Acho que as batalhas devem evoluir como está acontecendo, pois (minha opinião)elas não são o elemento principal do que faz um RPG (seja de Mesa ou eletrônico) é o que eu disse antes:

    “RPG é um jogo onde, basicamente, você depende de diálogos com outros personagens, de informações por eles passadas e decisões por você tomadas para que assim possa avançar no jogo.”

    E também a interpretação do personagem, talvez para vocês não seja isso, mas para mim é. Agora é uma questão de opinião, pois ambas as correntes de pensamento já colocaram seus argumentos e cada um chegou as suas conclusões.

    Agora, sabe do que eu queria falar? ROBÔS!!! :-)

    http://meiobit.com/games/microsoft/mechwarrior-esta-de-volta-update

  • ovtbqr
  • http://desativadoporpoucouso.blogspot.com/ Agronopolos

    Nos Flipers que eu falo eu tinha uma quantidades de vidas (não era hp!)
    O padrão nas maquinas eram 5 mas já vi modelos com 8 ou + vidas
    Para cada inocente era uma vida perdida para que podiamos usar

    Meus deus como tô ficando velho! :O

    ______________________________________________________
    Acessem para donwloads de mangás traduzidos:

    Blog D.P.P.U. (vulgo Desativado Por Pouco Uso)

  • dnunesbr

    [quote]Quando falo de evolução, cito principalmente as batalhas. Acho que as batalhas devem evoluir como está acontecendo, pois (minha opinião)elas não são o elemento principal do que faz um RPG (seja de Mesa ou eletrônico) [/quote]

    Um RPG eletronico não consegue lhe trazer a mesma imersão que sentar-se à mesa junto de amigos e rolar dados numa sessão de RPG.

    Na minha opinião, no meio eletrônico as batalhas ainda são o ponto principal, afinal cerca de 80% do tempo que leva-se para concluir um game de RPG são gastos em batalhas.

    A historia vem em segundo plano, quando começo jogar um RPG eletrônico quero tão logo estar envolvido nas batalhas, testar o sistema de batalhas e ver se há alguma coisa interessante nele ou apenas o básico menu de comandos (Atack, Defend, Magic, Retreat) sem nenhum outro atrativo. Na maioria dos casos oq vem a divertir são as batalhas…

    Há poucos meses terminei o Shin Megami Tensei 3: Nocturne (excelente jogo por sinal, recomendo a todos), e o sistema de batalhas é quase mais do mesmo, mas possui algumas opções de persuadir os monstros adversarios (demons), a unirem ao seu grupo, fundir demonios, sacrificá-los, “digivolvê-los” (A la Pokemon mesmo). Bom, todo esse esquema me fez manter preso do jogo do inicio ao fim, e as batalhas tornaram-se mais interessantes… tudo isso aliado a uma historia muito boa. Mas oq me prendeu inicialmente foi justamente essa novidade de contratar os monstros do jogo.

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    Tenho um Macleod dos consoles em casa. O último membro do clã dos Mcleods.

  • ovtbqr

    Nocturne te obriga a explorar o sistema, só isso. Todos os jogos bons obrigam.