Apple comemora a venda do bilionésimo iPhone

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Não tem para ninguém. A Apple divulgou novos números a respeito de seu produto de maior sucesso e não deixa dúvidas quanto à hegemonia do iPhone. Em nove anos de história o smartphone da companhia acumulou impressionantes um bilhão de unidades vendidas, marca atingida na semana passada.

A Apple pode não deter a liderança entre sistemas operacionais móveis, o Android está muito à frente de Cupertino nesse quesito. Porém, quando nos voltamos a números como vendas individuais de aparelhos e lucro bruto a empresa de Tim Cook deixa todo mundo para trás. Mesmo a Samsung, sua concorrente mais significativa não consegue atingir o mesmo volume de vendas que os iPhones com sua linha Galaxy S, não importa o quanto se esforce.

E vale lembrar que a companhia sul-coreana é a única fabricante de smartphones fora a Apple que consegue lucrar com seus dispositivos, embora fique muito atrás da concorrente. Sim, números recentes apontam que em um mundo onde smartphones estão vendendo cada vez menos a Samsung aumentou seu volume, enquanto a Apple sofreu redução. Ainda assim a distância entre as duas é significativa.

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De qualquer forma,  a Apple comemora. Lançado em 2007, o primeiro iPhone pode ser visto hoje como um dispositivo feio e que não era capaz de muita coisa (a App Store só surgiu no ano seguinte), entretanto seu form factor pegou todos os acostumados com os teclados físicos da BlackBerry, até então a referência em smartphones de surpresa. Todo mundo correu atrás, o mercado mudou completamente e os dispositivos de bolso evoluíram a passos largos porque a maçã os forçou a isso. O Android sofreu um atraso no lançamento de quase um ano e teve que ser refeito do zero, porque nem Andy Rubin e o Google esperavam tamanha cartada vinda de Steve Jobs, Jony Ive e companhia.

Quando o HTC Dream, o primeiro Android enfim chegou às lojas o iPhone 3G já vendia horrores há três meses.

Não é de se estranhar portanto o iPhone atingir a marca de um bilhão de dispositivos vendidos entre todas as suas variações, mesmo que isso não signifique que 1/7 da população do planeta tenha adquirido um (é muito, mas muito menos gente que isso). Ainda assim Cook estava bastante animado no discurso de ontem aos funcionários, comemorando a façanha:

O iPhone se tornou um dos produtos mais importantes, revolucionários e bem-sucedidos da história. Ele se tornou mais do que um companheiro constante. O iPhone é uma parte verdadeiramente essencial da nossa vida cotidiana e que nos permite realizar quase todas as nossas atividades diárias. Na última semana nós ultrapassamos outro marco gigantesco ao vendemos nosso bilionésimo iPhone. Nós não temos a intenção de sermos os maiores, mas sim de produzirmos os melhores produtos, os que podem fazer a diferença. Obrigado a todos na Apple por ajudarem a mudar o mundo todos os dias.”

Você pode até não gostar da Apple, mas não tem como admitir que se não fosse o iPhone o mercado de smartphones não seria nem metade do que é hoje. A maçã forçou a evolução ao apresentar um produto verdadeiramente revolucionário e se hoje temos opções como Android e Windows 10 Mobile, foi por causa dele.

Fonte: Apple.

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Autor: Ronaldo Gogoni

Um cara normal até segunda ordem. Além do MeioBit dou meus pitacos eventuais como podcaster do #Scicast, no Portal Deviante.

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