A velha história da assistência técnica…
“Assistência Técnica”, geralmente, é sinônimo de dor, choro e ranger de dentes. Lembram-se do STI IS1253? Pois é, já foi para o conserto. O motivo? Ele simplesmente não “liga” mais. Simples assim.
O botão “liga/desliga” veio se degradando aos poucos, exigindo cada vez mais pressão para funcionar. Um belo dia, ele simplesmente desistiu… partiu desta para melhor… seguiu adiante… entrou em “todash”. Mó-rreu. Além disso, a ventoinha estava cada dia mais irritante, o nível de ruído crescente.
Até aí, tudo (quase) bem. Afinal, problemas existem em qualquer linha de produção e um único exemplar não exatamente uma amostra significativa. O problema começou (adivinhem?) na assistência… aquela velha lenga-lenga do tipo “ah… nós vamos estar analisando o problema e estaremos te ligando em breve para posicioná-lo… no máximo, em dois dias daremos um orçamento…”. Orçamento, Flipper? E a garantia? “Ah… é mesmo… está na garatia… vamos estar ligando em breve…”. Sei.
Resumo da Ópera: já faz três semanas (com desculpas que variavam de “…o técnico está em treinamento hoje…” a “…a peça veio errada da Toshiba, mas eu já liguei lá e briguei com eles…”) sem o micro.
O mais triste de tudo é que acabamos nos acomodando, como se isso fosse normal, “…assistência é assim mesmo, fazer o quê?”. É claro que arranha a imagem do fabricante, mas, pelo visto, não estão se importando muito.
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Respeito
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http://pietra@hotmail.com Anônimo
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