Campus Party: as aventuras do SciCast em São Paulo

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Estrela, Carol, eu, Jorge e Silmar durante palestra na Campus Party (crédito: acervo SciCast)

Vocês não pensaram que o SciCast ficaria de fora, né? A Campus Party deste ano foi especial, pois pela primeira vez conseguimos realizar boa parte da equipe do podcast de ciência mais divertido da internet brasileira. Veja aqui o que andamos aprontando por lá.

Quem nos acompanha sabe que fazer divulgação científica no Brasil é uma tarefa para poucos corajosos, dispostos a dedicar tempo e sanidade e não receber muito em troca, apenas pelo prazer de passar conhecimento para frente. É o fazemos desde 2013, sem um tostão no bolso, com a cara e a coragem. Ainda assim conseguimos fazer muita coisa legal e após quase 15 meses de trabalho, tivemos a chance de levar um pouco de ciência e diversão ao evento nerd mais badalado do país em grande estilo.

Graças ao pessoal da Campus Party, que nos ajudou bastante pudemos trazer boa parte dos integrantes que moram fora de São Paulo como Estrela, Silmar, Jorge e André, que fez um bate-volta a fim de conduzir uma das palestras. Cinco atividades marcadas, sendo que três eram workshops: um sobre as capas do SciCast produzidas pelo nosso fotógrafo Pablo Rigamonti (confira aqui seu portfólio), outro sobre gerenciamento de equipes e outro sobre edição de áudio, e os presentes neste Workshop puderam conferir algo que muita gente acreditava ser um mito: gravar via Skype com multicanais (sim, dá para fazer).

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Equipe SciCast em peso no palco Sol (crédito: Denise Mateus)

Evidente que as palestras foram o ponto alto de nossa participação: a primeira, realizada na quarta-feira foi um Responde A.I. ao vivo, quadro em que nossa inteligência artificial BEL42454C tira as dúvidas dos ouvintes. Como ela sofreu um bug e perdeu sua voz, sobrou para os SciCasters que tiveram que responder as perguntas enviadas para o Silmar no palco. Ainda assim foi bem divertido.

campusparty — CPBR8 – Responde ai

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André ou Mumm-Rá? Experiências foram o ponto forte da palestra principal (crédito: Luciana Aldegani)

A palestra principal foi na manhã de sexta-feira, em que falamos um pouco do que faz a ciência ser divertida e com participação do público o André, um dos nossos químicos de plantão (não é o mais simpático obviamente, esse posto é da Estrela) conduziu uma série de experimentos com materiais simples, e devo dizer que a recepção do público foi bem legal.

campusparty — CPBR8 – Porque a ciencia tem que ser divertida

Encontramos e batemos altos papos com gente que também faz de tudo para levar um pouco de ciência para as pessoas de forma simples e divertida como o Gilmar, o Átila, o Iberê e o Pirulla (que eu invejo profundamente por ter conseguido tirar uma foto com o Beakman sozinho), gente que faz muito e que nos servem de inspiração para seguir em frente com nosso trabalho (mea culpa, esqueci do Caio Gomes, que burro! :p).

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Com Átila e Pirulla (crédito: acervo SciCast)

Poderia ter sido melhor? Sim, poderia, mas pelo que já conseguimos fazer em tão pouco tempo não dá para exigir muito. Quem sabe no próximo ano não conseguimos levar a equipe toda? Vamos torcer.  E agradecimentos à Ivani que nos deu uma assistência excelente em tudo o que precisamos.

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Autor: Ronaldo Gogoni

Um cara normal até segunda ordem. Além do MeioBit dou meus pitacos eventuais como podcaster do #Scicast, no Portal Deviante.

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  • Luis

    Meu interesse em ciência caiu uns 50% com essa apresentação do Ceticismo.
    Partiu me converter a cientologia, tomar uns homeopáticos enquanto vejo meu horoscopo.

    • Estou vendendo umas cartelinhas de Numerologia, se estiver interessado.

    • OverlordBR

      Não fala mal dos homeopáticos… eles dão barato!

      • Luis

        Não foi minha intenção ofender a homeopatia, peço perdão pelo vacilo.

  • OverlordBR

    Parabéns pelo trabalho!
    Ciência divertida é o precisamos para, quem sabe um dia, mudar este país.

  • Rodrigo Corsi

    Cara sou só eu que acho o trabalho do Scicast legal, só que eles deveriam tirar a parte “divertida” ?

    • Eddie Xavier

      tbm acho. pq tem uma horas que fica bem forçado

      • Fernando Lorenzon

        Vou reforçar o coro então. Não precisa ter tantas piadas para ser divertido.

      • ok, todas as tuas piadas são boas 🙂 , eles sempre dizem que a ciência tem que ser divertida, mas disseram para quem, eles devem se divertir muito falando umas bobagem de vezem quando.

        • Eddie Xavier

          Pra ser divertido nao precisa fazer piada fraca que contraste com a audiencia do programa. Nao da pra querer ser Beakman e atingir gente com mais de 30.

    • Luis

      Não é só vc.
      Vou fazer um critica construtiva, baseado apenas na MINHA visão.
      Diminuir as piadas/risadinhas e observações humorísticas, o assunto não flui se a cada minuto rola um piada estilo tio do pavê.

      Divulgar ciência é ótimo mas isso por si só não vai tornar nada interessante.
      Por exemplo achei péssima a apresentação do André, experiencia com detergente não cabe mais em 2015 né. Não interessa se não teve tempo ou dinheiro pra fazer coisa melhor, no final passa só uma má impressão.

      Acho que uma historia da Ciência e o seu papel de conseguir mudar a sociedade mesmo que por acidente seria mais interessante.
      Veja a serie Cosmos e seus exemplos onde homens excecionais saíram do meio da pobreza/ mulheres que tiveram chance na Ciência apesar do preconceito da época ou como a Alemanha perdeu a guerra quando decidiu que Judeus como Albert Einstein e homossexuais como Alan Turing não fariam falta em sua sociedade perfeita.

      Claro é só a minha visão de apresentar a ciência para molecada, mostrar que a ciência tem consequência maiores na sociedade do que em laboratórios.

      ps. “pessoalmente” não gosto do André e de sua visão negativa de tudo mas seus textos mais sérios e estritamente advindo de pesquisa são ótimos. Revela um trabalho de pesquisa enorme e aplaudo sua disposição em compartilhar publicamente.

      • Maíra dos Anjos

        Não tenho (pessoalmente) nada contra as piadas no cast, já viraram parte da personalidade do programa, estranharia se parassem com elas. Mas concordo que na segunda palestra o uso das “experiências científicas” foi bem decepcionante. Pareceu coisa de feira de ciências de colégio, mas sem propósito e foi longo demais. Uma pena. Pra compensar a fala da Carol foi bem legal, trazendo dia a dia de quem faz ciência como profissão.
        Veremos como vão progredir pras próximas.

        • Luis

          Carol foi legal mesmo.

          Claro que não precisa virar uma “voz do Brasil”.
          Como vc observou já faz parte da personalidade do programa mas só ter cuidado para não quebrar o ritmo.

          ademais vamos ouvir o Luiz Gonzada que ta na lista de To do.

  • Eddie Xavier

    Não sei pq mas ano apos ano fui perdendo interesse na feira. Me parece uma suruba de Cdfs (nerd é bonitinho demais) sem suruba e com muito ego envolvido.

    • Luis

      Complicado, eu ia adora que existisse isso quando tinha 15 anos, claro que tem aqueles que vão só para jogar video game e ver as trolagens do Não Salvo mas acho que o saldo ainda é positivo.

  • Edmilson_Junior

    Infelizmente não fui este ano mas sei que quando eu for alguém ganhará um tanque 😀

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