Proven Land, o jogo de ficção cientifica com um mundo gerado proceduralmente

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Desde que o Minecraft se transformou em um dos maiores fenômenos do mundo dos games, parece que todo mundo está querendo criar sua própria galinha que ponha ovos proceduralmente e os próximos a tentarem sobreviver neste duro mundo será o pessoal da thesetales.

Tentando sua aprovação no Steam Greenlight e um financiamento através do Kickstarter – que diga-se de passagem, ainda está bem longe de ser atingido – Proven Lands teve como inspiração algumas obras bastante populares, como o Starbound, The Sims, Start Trek e Don’t Starve, e a ideia é disponibilizar o jogo em doses homeopáticas, através de cinco episódios.

Nele assumiremos o papel de Teruo Nakamura, nome dado em homenagem último soldado japonês que se rendeu após o fim da Segunda Guerra e como um astronauta, nossa missão será explorar um planeta, conhecendo sua fauna e flora, além de termos de nos preocupar com a fome, sede e mudanças climáticas.

De acordo com os desenvolvedores, o lugar terá florestas, cavernas, vulcões, regiões geladas e um dos detalhes mais interessantes é a forma como a inteligência artificial nos tratará, já que dependendo da maneira como alterarmos uma região, animais mais inteligentes nos atacarão, podendo chegar ao ponto de termos que enfrentar seres de outros planetas.

Mesmo com o gênero estando um tanto saturado, fiquei bastante interessado neste Proven Lands, seja por sua premissa mais voltada para a ficção cientifica ou mesmo por seus belos gráficos. Se quiser, você pode baixar uma versão pré-alfa aqui e se gostar, torça para que ainda existam outras pessoas na galáxia que estejam interessadas em mais um jogo nesse estilo.

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Autor: Dori Prata

Pai em tempo integral do pequeno Nicolas, enquanto se divide escrevendo para o Meio Bit Games, Techtudo e Vida de Gamer, tenta encontrar um tempinho para aproveitar algumas das suas paixões, os filmes, os quadrinhos, o futebol e os videogames. Acredita que um dia conseguirá jogar todos os games da sua coleção.

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  • Antonio Menezes

    Cinco episódios? Pqp. Já fiquei frustrado com o Broken Age ser dois episódios. Quero jogar um jogo e terminar a história sem ter que aguardar por mais episódios.

  • Antonio Menezes

    Cinco episódios? Pqp. Já fiquei frustrado com o Broken Age ser dois episódios. Quero jogar um jogo e terminar a história sem ter que aguardar por mais episódios.

  • http://www.erepublik.com/br/referrer/SimoHayhaII Rodolfo “DT” Diniz

    Curto muito a ideia! Vou experimentar!

  • http://www.erepublik.com/br/referrer/SimoHayhaII Rodolfo “DT” Diniz

    Curto muito a ideia! Vou experimentar!

  • Edmilson_Junior

    Vou testar, quero ver como o conceito funciona em um ambiente graficamente mais complexo e com uma IA interessante, principalmente no quesito de alterações feitas no ambiente, tenho instinto de tatu e sempre preferi cavar minhas casas, normalmente no paredão de uma montanha, me sinto mais seguro contra creepers e outras criaturas assim, como a IA interpretaria esta casa? Que essencialmente seria uma porta e no máximo uma Janela frontal, o resto dentro da terra. Provavelmente só jogarei depois de 3 capítulos lançados, quero uma experiência mais completa e sem tantas limitações. Parabéns aos desenvolvedores.

  • Edmilson_Junior

    Vou testar, quero ver como o conceito funciona em um ambiente graficamente mais complexo e com uma IA interessante, principalmente no quesito de alterações feitas no ambiente, tenho instinto de tatu e sempre preferi cavar minhas casas, normalmente no paredão de uma montanha, me sinto mais seguro contra creepers e outras criaturas assim, como a IA interpretaria esta casa? Que essencialmente seria uma porta e no máximo uma Janela frontal, o resto dentro da terra. Provavelmente só jogarei depois de 3 capítulos lançados, quero uma experiência mais completa e sem tantas limitações. Parabéns aos desenvolvedores.

  • Joao Pedro Cavalcante

    Muito interessante, a fala dele, que lembra que o pai queria que ele tomasse conta da fazenda, me lembra um pouco o Astronauta do Mauricio de Souza. Em uma Graphic Novel recente ele passa por algo parecido. Vou testar com certeza.