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Desencruou: o caça do Brasil será o Gripen

Por em 19 de dezembro de 2013
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  • Lucas Macedo

    Malvinas, Cardoso

    Gracias.

    • http://fellipec.com Luiz Fellipe Carneiro

      Hermano, quem ganha a guerra é quem batiza. =P

      • Adinan Cenci

        quem mora na ilha batiza

    • http://contraditorium.com Carlos Cardoso

      A História é escrita pelos vencedores.

      • Murilo Teixeira

        Nazis que o digam…

        A Alemanha perdeu duas guerras, e hoje manda na UE…

        • Bruno

          Na verdade ela é semi-escrava. Os países abusam, se endividam, depois jogam pra Alemanha amortizar suas dívidas.

          • cquintela

            Já ouviu falar em juros?

          • Bruno

            Já ouviu falar de extorsão?
            Se a UE cair, saberemos quem presta e quem não presta. Quase todos os países do sul caíram, pois suas políticas socio (cof.. com escarro grosso) administrativas não dariam conta.

        • Gabriel

          Está mais para, quando acontece qualquer merda: “se fode aí, Alemanha. O lucro é meu, a dívida é nossa”.

  • Felipe Torrezini

    Matéria bastante elucidativa. Estava com receio sobre a compra desse caça, mas agora estou convencido que foi uma escolha acertada. O bolso do contribuinte brasileiro agradece.

    • Tejobr

      Meu bolso agradeceria se me roubassem menos, se abatessem aluguel do imposto de renda, se um monte de coisas mais…

  • Xultz

    Só consegui ficar pensando nos pilotos que serão destacados para pilotar estes caças. Lucky son of a bitch…

    • Adinan Cenci

      éra mais afim do eurofighter ou dos sukhois

    • Uber

      Fico pensando em outra coisa:
      Vai ter treinadoras suecas?
      Seria pouco avião pra muito piloto!
      xD

      • Xultz

        Se para cada avião vier uma treinadora sueca, aí é só lucro porque pelo mesmo preço, será o dobro de aviões :)

        • Bruno Ligiéro

          Boa!!!!

        • Gabriel

          Só pilotando as suecas estaria satisfeito.

  • Luiz Felipe

    Inveja dos programadores que vao fazer a integracao do sistema de armas. E eu aqui fazendo droga de automacao comercial…

    • Well Dias

      Ainda dá tempo, as provas do ITA acontecem todo o ano.

      • Marcio Rubens

        Acho que pra isso, só com um bom doutorado conceito 5 em uma USP/UNICAMP da vida (graduando, mesmo do ITA, não põe a mão nesse código NUNCA)

        • Pedro (Falkien)

          Marcio Rubens, não se deixe enganar, a empresa do filho do Lula é que vai programar tudo isso aí.

        • Well Dias

          Uma graduação no ITA seria a melhor opção, claro que ainda tem um longo caminho. Mas os formados no ITA recebem convites para trabalhar na Embraer, agências do governo e etc. Uma pós-graduação em sistemas embarcados, de preferencia na Alemanha, seria o segundo passo.

          • Tiago Botino

            Desculpa, mas “paço” foi ótimo.

          • Well Dias

            Corrigido. Obrigado. :)

          • http://www.thomasfortes.com/ Thomas Fortes

            Não custa lembrar que se tem mais de 23 anos, esquece, não tem como realizar a prova do ita, é requisito para inscrição :)

            Outra coisa, os graduados do ITA são excepcionais, bem acima da média dos engenheiros formados em geral no Brasil, mas não são deuses da sabedoria, eu mesmo já resolvi um problema ou outro (linux, relacionado a código velharia) que trouxeram a mim porque um aluno do ita pediu muito tempo pra resolver, e o professor precisava pra ontem, como moro numa república com o filho dele, fui indicado e resolvi em algumas horas.

            Não seria idiota pra dizer que eles não estão nessas agências por mérito, porque eles estão, mas o acesso a elas é bem facilitado pelo fato delas terem como diretores antigos alunos do ITA, mesmo entre gente extremamente competente existe o corporativismo para ajudar.

    • Bruno

      Vai trabalhar em motores, componentes eletrônicos ou fuselagem, cara. Software pra aviação é quase tudo padronizado entre classe, tu nem ia ter chance. É mais fácil vc programar um Fly By Wire pra um aeromodelo.

  • OverlordBR

    Pelo menos, ao que parece foi mais uma decisão realmente técnica do que política… coisa que no Brasil é algo tão raro que vale muito mais que toda a tecnologia que será transferida, incorporada e, tenho certeza, melhorada pela Embraer!

    • Tejobr

      Pelo menos isso. Se é para fazer, que seja por critérios corretos.

    • Glauber Silva

      Isso quer dizer que, sendo bem otimista, daqui uns 15 anos, teremos um caça próprio, desenvolvido pela Embraer.

      • OverlordBR

        Que leve 15 anos…. se for algo bom… ;)

        Ou que desenvolva toda uma indústria em volta: venda de peças, manutenção, novos projetos.

        Agora se for só aquele velho discurso de: “mimimim SOBERANIA NACIONAL mimimimi defesa da Amazônia mimimi proteger nossas fronteiras! mimimi COPA”, daqui há 30 anos estaremos fazendo nova licitação para comprar… caças. ;)

        • mr_rune

          Não precisa esperar esse tempo todo. Daqui a 4 anos eles darão uma nova enrolada e o Brasil vai ter que fazer uma nova licitação. Ou dispensa de licitação, o que der mais dinheiro pra quem chefia essa operação.

  • Tejobr

    O Brasil precisa resolver questões básicas das cavernas primeiro: saúde, educação, moradia e saneamento. Se tivéssemos isso, não precisaríamos da Suécia para desenvolver caças.

    Aliás, para caçar o que? Patos? O IBAMA não vai gostar…

    • Bruno Ligiéro

      Poderio militar também é uma questão básica. Ou o país tem poder nas forças armadas que dá um certo “Status”, ou fica a mercê de outros países em negociações, inclusive comerciais!

      • Tejobr

        OK. Você tem uma população doente, ignorante, sem moradia e saneamento. Quer ser uma potência militar?

        Força militar contra quem?
        Contra países da America Latina? Não precisamos de caças. Nem temos panorama para isso.
        Contra outros continentes? Seria como enfiar a cara na mão do grandalhão.

        Só pode ser piada, Bruno. Negociação usando Status militar? Brasil?

        Quando fiz 18 anos, dificilmente se escapava do serviço militar. Quantos amigos seus você conhece que não foram dispensados?

        • Gabriel Arruda

          Essa é uma discussão velha e não muito simples, mas acho que a parte mais importante é a transferência de conhecimento para a Embraer. Ela é uma empresa de tecnologia de ponta e, até para fomentar a educação no país, é importante que ela continue sendo.

          No meio de todos problemas do país, temos que manter vivo tudo que seja minimamente bom. O dinheiro da USP podia ser investido de outra forma, mas acho que todos concordam que é importante mante-la viva.

          • OverlordBR

            Também acho que o mais importante é a tecnologia que será transferida.
            Não tenho certeza mas, pela lógica, acredito que construir um avião militar é muito mais complicado que os aviões produzidos hoje pela Embraer.
            Se a Embraer já consegue fazer coisas como o projeto do

            KC-390… quem sabe o que poderá fazer daqui em diante.

          • tenfelipe

            Só para lembrar que a EMBRAER é o que é hoje devido ao projeto estratégico do AMX, que deu acesso à tecnologia de propulsão a jato para a empresa.

            Antes do AMX, já era uma ótima empresa, mas só fabricava turboélices, como o tucano.

        • Xultz

          A Coréia do Norte investe 25% do PIB nas forças armadas, e ó a porcaria que é…

          • Tejobr

            Pois é! E olha o poder de negociação que ela tem! Olha que vantagem diplomática!

          • http://blog-do-lucho.blogspot.com.br/ Lucho

            De quanto é o PIB deles mesmo?

        • abraaocaldas

          Com tanta gente passando fome e você ai usando computador e internet … tsc..tsc.tsc…

          • Mario Neis

            é o mesmo pastel que quando os traficantes/milicianos/diabo que o valha invadem a cidade ou quando aparece uma “matéria” dizendo que há aviões usando nosso espaço aéreo sem autorização esbraveja:

            “essa merda de forças armadas… tudo sucateado.. não tem balas nem pra uma hora de guerra.. um teco teco dos colombianos consegue fugir… imagina na copa!!!! bla bla bla wiskas sachet..”

          • Tejobr

            ???????? Que merda de frase pronta é essa que já foi usada 1 milhão de vezes? Nem tem contexto cara! Você não via a hora de usá-la, não é mesmo?

            Estamos falando de investimento público, não de um bando de socialites velhas defendendo cãezinhos indefesos, enquanto crianças passam fome.

            Estou usando computador graças ao meu trabalho, e ao restinho de grana que o governo me deixa. Estamos falando de dinheiro que eu pago para o governo. Então, tenho o DIREITO de opinar onde ele deveria usar!

            Como todo nerd, também gosto de aviões. Mas, estou falando de coisas maiores, não só de ciência cara! Negativem o quanto quiserem!

          • abraaocaldas

            Como você o governo DEVE investir em mais de uma coisa ao mesmo tempo, você come, você se diverte, você estuda, o governo é a mesma coisa, se tem orçamento, tem que usar, principalmente em uma área estratégica como essa, quem não tem poderio militar fica na mão dos outros.

          • Eros

            Com o cartão minha casa melhor eu consigo compra computadô e até tableti! (de manteiga)

        • Bruno Ligiéro

          Não exagere! Não disse “potência” em lugar nenhum no meu comentário anterior, que é muito diferente de “poderio”. Ter “alguma coisa” é melhor do que o “nada” que temos agora, e esta é a questão.

          População doente, ignorante, sem moradia e sem saneamento como você disse existe em quase 90% dos países e todos eles investem TAMBÉM em poderio militar.

          Hoje, a força militar não é quem contra quem. Isto é um conceito de de 1900 e lá vai bolinha, principalmente na época da guerra fria. Hoje o poderio militar é mais um conceito de “diplomacia” do que “força”.

          Não é piada. Vide as negociações diplomáticas nossas e de outros países. O que um país tem de poderio militar quase sempre entra em pauta nestas negociações.

          • Uber

            Para resumir, isso é chamado de “armas de dissuasão”

    • Maycon Cruz

      Ah o velho argumento falacioso do “com tanta gente passando fome…”

    • Bruno

      Olha aqui seu

    • http://contraditorium.com Carlos Cardoso

      Certeza que a Polônia pensava da mesma forma.

    • Eros

      Só faltou complementar: “Contra burguês, vote 16!”

    • http://ceticismo.net/ Pryderi

      O mesmo argumento (idiota) do por que não gastarmos dinheiro alimentando os pobres ao invés de insvestir em tecnologia espacialo.

      Toma, leia o que Ernst Stuhlinger tem a dizer e entenda como o dinheiro é liberado.

      • Bruno Ligiéro

        Li este texto no seu site. Realmente é um “Cala a Boca!” pra muito mimimi que vemos pela internet a fora…

      • Tejobr

        Não é alimentar os pobres (idiota), é investir em pessoas, para que tenhamos mais cientistas e engenheiros, para que não precisemos comprar tecnologia.

        Você deve ser do tempo em que os Reis gordos ficavam em seus castelos comendo pernil e foda-se o povo, não é?

        Não sou nenhum petista, que prega que todos devem ser ricos, porque isso não é real. Só que o equilíbrio não está sendo mantido…

        Leia logo abaixo, o que eu colei sobre a hipocrisia…

        Na hora em que a violência chegar aos condomínios, quero ver um monte de merdinhas chorando…

    • http://blog-do-lucho.blogspot.com.br/ Lucho

      Até aqui no MeioBit essa gentalha deixa o seu mimimi?

      • Tejobr

        Tem um gentalha chamado Ricardo Eugênio Boechat, cuja opinião é exatamente a minha. Pena que ele não tem tempo de postar em blogs tão importantes como esse. Ele fica perdendo tempo ganhando prêmios jornalísticos.

        Esse foi o meu último comentário. Sobretudo porque não há respeito com opiniões contrárias. E, adiantando: “Não farei falta”.

        Li algum colunista (não sei se daqui mesmo) dizer que a regra número 1 dele é não ler os posts. Acho que é a melhor lição.

  • Ivan

    O problema são as peças americanas nesse caça. Quem tiver um tempo veja isso: https://www.youtube.com/watch?v=8aQK1cQaFA8

  • http://www.trekbrasilis.org/ Leandro Magalhães

    Dado o histórico da novela FX, eu só vou realmente acreditar quando eles estiverem estacionados no pátio em Anápolis.

    • Bruno Ligiéro

      Verdade… Já estamos calejados com esta ladainha…

    • MPChock

      Quando eles estiverem na base, aqui, tiro fotos e compartilho :)

  • Rafael Favero

    Isso sem falar que numa guerra contra os EUA, não seriam alguns F22 que nos salvariam…

  • Bruno

    Só pra esclarecer, a FAB queria o F-18. Essa decisão não foi técnica, mas somente política, mais estritamente política cumpadres.
    Espero que saibam que o Gripen é um caça de curto alcança que operará em um país de 8 milhões de quilômetros quadrados.

    • Uber

      Logística, essa desconhecida…
      Está achando que esses aviões voarão diariamente do Oiapoque ao Chuí?

      • Bruno

        Nunca botei fé em nenhum projeto nacional, não é só por sempre ser estragado pelo governo, mas por sempre escolherem o mais incompatível. Não acho nada da SAAB ruim, mas esse caça não foi feito pra nós. Tínhamos que ter jatos com alcance imenso. Desses, só jatos como Sukhois-30/35, F-18 e F-15 atendem. Não dá pra ir de SP até Natal sem REVO com ele, mesmo sem usar after-burner.

        • Franklin Weise

          Reparem que a base de Canoas permite alcançar Buenos Aires ;-)

        • Uber

          Qual a distância média que os caças atuais da FAB costumam percorrer? E se ela estiver dentro dessa autonomia? Também nada impede que se faça as adaptações necessárias para aumentar essa autonomia para as necessidades brasileiras, pois essa seria a vantagem de fabricar o avião aqui em vez de importá-lo pronto.

          • Bruno

            Cara, esse alcance aí é levando tanques externos. De acordo com a SAAB, esse é o alcance máximo dele.

          • http://contraditorium.com Carlos Cardoso

            “Qual a distância média que os caças atuais da FAB costumam percorrer?” depende do comprimento do hangar e da disposição da peãozada em empurrar pra girar os pneus e não danificar de vez os rolamentos.

          • Uber

            Me expressei mal? DSCLP!

          • Bruno

            O Gripen NG é baseado na versão anterior. Se o pacote da estrutura já foi fechado, não há o que fazer, pois como disse, esse alcance é com tanques externos, ou seja, no limite do caça.

          • Uber

            Então, precisaremos de mais bases…

          • Bruno

            É a única forma. Felizmente as forças armada não são um serviço publico (tradicional).

        • Leonardo Alves Araujo

          Mas os caças brasileiros vão ser os Grippen NG que tem o alcance melhorado para 4.000 KM quando carregados, ou seja a autonomia não vai ser um problema.

          • José Guilherme

            Essa imagem já é com o Grippen NG. ;D

        • Jefferson Lima

          Reparem que o Acre está fora de alcance!! kkk

          • http://fellipec.com Luiz Fellipe Carneiro

            Se existisse estaria.

        • Renan teixeira

          Apesar do seu pouco alcance ele pode ser equipado e armado em curto espaço de tempo e decolar com pista de menos de 1KM. O Gripen também suporta ser abastecido em vôo. Logo, sim eles tem qualidades para manter uma defesa e não é a pior escolha e nem é tão incompatível assim. Em ameaça em posições mais afastadas nada impede que eles sejam pilotados até um aeroporto abastecido e depois decole em direção a sua missão ou seja abastecido no ar. E a falha da falta de uma base no nordeste é bastante incomoda mas não acredito que a FAB já não tenha pensado nisso.

          Essa é a minha opinião.

        • Wallacy

          Essa imagem reflete apenas a área de combate. Mas a área de translado é de 4075 com tanque extra, e 2500 com tanque interno. Suficiente para 99% do tempo que é apenas patrulha.

          Em combate outras estratégias podem ser usadas, como reabastecer no ar. Mas o principal é não precisar de combater.

  • Adinan Cenci

    nações com caças aos milhares e nós suando dinheiro pra comprar nem 40. é, em quanto os nossos vizinhos forem mais fracos que nós ta bom né ?…

  • Bicows

    Entrega daki a 4 anos? Cadete da FAB pira… dá tempo de se formar e pegar o bicho zerinho…kkkk
    Mas falando sério, concordo que a decisão foi muito certa, principalmente pq a Embraer tem capacidade de sobra pra futuramente aprimorar esse brinquedinho.

  • Rinaldo

    Propulsão vetorial? Os três minutos mais bem gastos da minha vida. Que vídeo.

    • Bruno

      Isso é coisa da década de 80. Hoje com a tecnologia dos mísseis, escapar deles é impossível. A única coisa que servem propulsão vetorizada, é pra fazer acrobacia em festivais de fim de semana.

      • Claudio Roberto Cussuol

        Eu vi um comentário em um desses videos que reflete bem essa realidade: Alguém comparou com aquela cena do Indiana Jones onde o inimigo faz um monte de malabarismo com a espada e o Indiana simplesmente dá um tiro nele.
        Os caças mais modernos são capazes de abater dúzias de alvos simultaneamente e fora do raio de visão do piloto. No fim das contas a função do avião acaba sendo apenas transportar os mísseis até o ponto em que o inimigo entre no seu raio de alcance.

        • Bruno

          Exatamente. Ainda mais que o futuro vai ser stealth, disparar antes do inimigo sequer te ver no radar. Será incrível, e sem graça. O cara será abatido e nem saberá o que houve.
          Estão estudando materiais compostos para a fabricação de mísseis super sônicos. Dogfights serão coisa do passado.

          • José Guilherme

            Sem falar que no futuro não teremos sequer pilotos nos aviões. Hoje temos aviões pilotados à distância (drones). Em futuro próximo, veremos aviões pilotando com IA.

          • Bruno

            Será o EDI do filme Stealth.

  • Idilberto Lopes

    Quem sabe um dia veremos aviões assim serem usados para fins pacíficos?! Vê-los transportarem órgãos para transplante em vez de mísseis por exemplo… tsc… foi só um devaneio meu. No mundo real não há lugar para humanidade.

    • Elfen Lied

      Assim você salvaria uma vida, com equipamento militar moderno o suficiente para fazer um pais pensar duas vezes antes de invadir o seu pais, também se aplica a guerrilhas entrarem na sua fronteira, você salva centenas ou milhares.

      • Idilberto Lopes

        Por isso disse que “foi só um devaneio meu”… e por essa lógica de máquina disse também que “não há lugar para humanidade”.

        • Murilo Teixeira

          Mas a lógica de máquina foi feita pelos homens…
          Essa é a humanidade…

          • Guest

            Parabéns… Envie seus documentos para kill_all_humans_rh@skynet.com

          • Idilberto Lopes

            Você está qualificado para enviar seu currículo para rh@skynet.com

          • Murilo Teixeira

            Se pagar bem, que mal tem…
            Mas não passaria na entrevista…

    • http://ceticismo.net/ Pryderi

      Que tal impedir um inimigo hostil invadir seu país e matar a população? Não existem fins pacíficos, filho. Existe um país de olho em outro e a única coisa que impede que um ataque o outro é o armamento que o “invadido” tem para se defender.

      • OverlordBR

        Desculpe, mas se tu achas realmente que estes 36 caças irão impedir alguém de invadir o Brasil (OMG! Vão roubar a Amazônia), tu só podes ser ingênuo ou idiota. Como já leio teus comentários há tempo, acredito que idiota tu não és. :)

        É como os trolls do G1: “Estes caças irão impedir que invadam e roubem a Amazônia!”. Ou “Quando a situação econômica se deteriorar a nível de um colapso global, os recursos da Amazônia serão importantíssimos e estratégicos e todos os procurarão!”

        Sim, cara-pálidas… porque quando o Apocalipse chegar, iremos defender a Amazônia contra os EUA, Rússia e China!
        Nossos maravilhos 36 Gripen (e nossos avançados satélites CBERS-10, a volta dos que não foram) irão parar as forças capitalistas e patriarcais inimigas!

        Agora, se tu me argumentares que: “com a tecnologia transferida, poderemos criar nossos próprios caças, gerar empregos, desenvolver talvez uma indústria de peças e, quem sabe no futuro a Embraer possa vender… CAÇAS!”, aí concordo em gênero, número e grau.

        • abraaocaldas

          Você tem que começar de algum lugar, ou queria logo de cara que comprassem 10 port-aviões, 300 caças, 80 submarinos ? Não dá né?

  • Tejobr

    “País rico é País sem pobreza”. Jênial!!!!!

    Para o lingüista e analista social Noam Chomsky, a hipocrisia, é definida como a recusa de “… aplicar a nós mesmos os mesmos valores que se aplicam a outros”,1 2 é um dos males da nossa sociedade, que promove a injustiça como guerra 3 4 e as desigualdades sociais, num quadro de auto-engano, que inclui a noção de que a hipocrisia em si é um comportamento necessário ou benéfico humano e da sociedade.5

    Sim, é da Wikipedia!

  • lordtux

    Eu fiquei impressionado mesmo foi com o valor da transação que acabou sendo bem vantajosos, 4,5 bilhões. Cara, isso é troco de pinga pra muito bilhonário e ainda mais para um país rico pra caramba igual ao Brásil que gasta bilhões em coisas inúteis igual estádios.

  • Murilo Teixeira

    Como é que voa, se não bate asa?

    • Bruno Ligiéro

      Acho que isso responde tua pergunta:

  • Leonardo Alves Araujo

    O Grippen utiliza a mesma turbina que o F-18 (que utiliza 2, o Grippen usa apenas 1), só que toda a programação foi feita pela SAAB/Volvo e toda essa tecnologia esta no pacote de transferência dos suecos, sem contar que os caças brasileiros vão ser os Grippen NG que tem o alcance melhorado para 4.070 KM, ou seja a autonomia não vai ser um problema tão grande assim.

  • http://ceticismo.net/ Pryderi

    Só fico pensando que um país como o Brasil, cujas universidades federais não têm dinheiro para consertar um freezer, mandando pesquisa científica pro lixo, é bem capaz de comprar o caça mas não tem grana pro combustível.

    • Bruno Ligiéro

      Se descontam do salário dos PM’s as balas que eles usam…

  • Eder Brizolla

    “Mais ainda: os suecos toparam transferência de tecnologia, incluindo
    código-fonte dos sistemas do Gripen, o que facilitará a integração com
    sistemas de armas existentes e a ser desenvolvidos por fabricantes
    nacionais de mísseis e radares.”
    Significa que vao adaptar os caças para jogarem pedras nos alvos e teram pranchetas com cortiça para colocar os alfinetes do alvos de nossos radares modernos?

  • TiagoRL

    Agora falta o Porta Aviões.

  • Waldir Leoncio

    Muito bom texto, faltou só escrever o nome da guerra em português: Guerra das Malvinas.

  • Leandro Costa

    Só algumas pequenas considerações/correções sobre isso. Na época da interceptação do Vulcan da RAF em 1982, os nossos F-5E, que foram comprados novos de fábrica, tinham sete anos de uso, e portanto ainda novos e utilizando mísseis que ainda eram considerados ‘modernos’ mesmo necessitando se posicionar atrás da aeronave-alvo para que pudessem obter sucesso, e que inclusive foram projetado para abater justamente bombardeiros. Vale lembrar que os ingleses apenas conseguiram utilizar os novíssimos AIM-9L que são “all aspect” porque os EUA os enviaram uma remessa com urgência para serem utilizados pelos Harrier durante o conflito. Mesmo assim, os F-5E em alerta haviam decolado em exercício e os dois F-5E que realmente interceptaram o Vulcan estavam armados apenas com dois canhões de 20mm cada um, o que já era suficiente para abater o Vulcan caso fosse necessário. Os Mirage III que também usávamos, também foram comprados novos, mas já tinham 10 anos de uso, e eventualmente os utilizaríamos por mais de 30 anos, quando foram substituídos pelos Mirage 2000C, e estes sim foram aposentados no último dia de 2013.

    Outra coisa interessante é que apesar de a Venezuela ter F-16, estes ainda são F-16A, que são, por incrível que pareça, inferiores eletronicamente, aos nossos F-5EM (F-5E modernizados), porque são aeronaves EXTREMAMENTE antigas, e que sofrem embargos de peças por parte dos EUA a anos, mas que por puro orgulho, os venezuelanos teimam ainda em fazer voar, mas operacionalmente eles não tem lá tanta utilidade.

    Não sei o que quer dizer com os “F3″ argentinos. Desconheço esta aeronave, mas os Mirage F1 argentinos, dos 20 encomendados, nenhum ainda chegou, e dos 18 IAI Kfir C-10, também nenhum chegou, e os A-4AR “Fightinhawk” também tem performance baixa, problemas de manutenção e nenhum deles realmente oferece ameaça. Os próprios A-4 da Marinha, quando terminarem de serem modernizados pela EMBRAER serão mais capazes, são mais novos (data de produção) e mesmo assim são aeronaves cuja época já passou.

    Mesmo contando os novíssimos 12 F-16C/D e 24 F-16AM/BM Chilenos, e os monstruosos Su-30 Venezuelanos e toda a sua teórica capacidade, ambas as forças aéreas (felizmente a Chilena, a mais bem preparada de todas, é nossa maior aliada militar na América do Sul) operam sem quaisquer tipo de apoio operacional, ou seja, todos os nossos vizinhos tem uma falta crônica de aeronaves de alerta aéreo antecipado e comando e controle. O Chile até tem uma versão do RC-135, mas não apenas é antiga, mas muito limitada, o que coloca a FAB como a única força capaz de operar com uma maior consciência situacional, o que faz com que possa deslocar e empregar seus meios de maneira mais eficiente, atacando o inimigo por um ponto cego.

    Outro fato interessante é que para o Brasil, a autonomia realmente não importa muito, a menos que se esteja deslocando unidades de uma ponta à outra do país, por quaisquer motivos que sejam, o que geralmente é feito com bastante antecedência antes de qualquer operação, como já é feito normalmente. Ou seja, não precisamos de um avião como o Su-35, porque simplesmente não há avião no Mundo que decole de Anápolis para interceptar um intruso sobre a Amazônia ou qualquer outro local distante de sua base. Interceptação necessita de decolagem rápida e velocidade para se chegar ao alvo o mais rápido possível para evitar que o alvo alcance seu objetivo, e isso não é conseguido através alcance, e portanto ele é irrelevante, a menos que se deseje projetar força, e aí é outro papo, um que ainda não interessa, pelo menos oficialmente, ao Brasil.

    Um pouco mais sobre o FX2. Lula era sim um enérgico defensor do Rafale. Pessoalmente é meu preferido, mas mais uma vez a política se fez sentir. Quando o Itamaraty deu um passo maior do que as pernas ao tentar negociar uma solução para o enriquecimento de urânio pelo o Irã em conjunto com a Turquia, o Brasil foi de encontro com os interesses franceses, e Nicholas Sarkozy foi um dos líderes mundiais que azedou o acordo que o Brasil havia trabalhado para conseguir. Consequentemente, Lula se sentiu contrariado e passou a ser um ferrenho opositor ao Rafale, que por mais caro que seja, seria muito provavelmente a opção que daria real independência tecnológica ao programa FX2. Mas mais uma vez, ele é realmente MUITO caro.

    Voltando um pouco mais no tempo, o programa FX teve realmente como controvérsia as restrições impostas pelos EUA à seus concorrentes, inclusive na entrega de armamento, que inicialmente ficaria retido nos EUA. Isso acontece porque o Congresso americano é quem libera esses negócios, e uma comissão de Defesa e Relações Internacionais do Congresso precisa ser consultada para que essas decisões sejam tomadas. Por ocasião do primeiro FX, tanto Lockheed Martin com seus F-16C/D e Boeing com seus F/A-18E/F ficaram de mãos atadas em relação à entrega de armamentos, que era considerada desnecessária pelo Congresso Americano tendo em vista o equilíbrio de poder na região. Contudo, com a aquisição Venezuelana dos Su-30 Russos com pacote de armamento completo, o equilíbrio de poder na região foi diretamente afetado, e em seguida o Congresso Americano liberou toda e qualquer restrição para a venda de determinados armamentos para a América do Sul, como por exemplo, mísseis de longo alcance AIM-120. O maior exemplo disso é a compra Chilena dos 12 F-16C/D e dos F-16A/B modernizados que utilizam esse mesmo míssil (dentre outros), sem quaisquer restrições.

    Sobre o Gripen NG, é bom dizer que a Saab vem desenvolvendo suas aeronaves de combate desde antes da Segunda Guerra Mundial, tendo seus maiores sucessos no período do pós-Guerra, muitos deles ainda voando, até mesmo em instituições particulares e simplesmente TODOS os modelos produzidos pela Saab gozam de extremo respeito por parte da comunidade internacional de pilotos de caça, e TODOS os caças desenvolvidos pela Saab priorizam a facilidade de manutenção, utilização de pistas não-preparadas (mas não vale comparar o asfalto de uma rodovia sueca com as nossas buraqueiras, certo?) e pousos e decolagens curtas. De fato, é possível assistir à vídeos impressionantes dos Saab Viggen, aeronave que o Gripen veio à substituir na Força Aérea Sueca.

    Mas mesmo assim, o Gripen não é a proposta mais independente, tecnológicamente, das ofertadas ao Brasil. Um dos componentes principais da aeronave, o motor, por exemplo é americano, o mesmo utilizado no Super Hornet. Mesmo que o motor seja entregue à Saab “pelado,” ou seja, sem os componentes necessários para fazê-lo “funcionar,” ainda assim é um fabricante externo. Muitos outros componentes são provenientes das mais diversas origens, o que pode ser bom, devido ao fato de que podemos simplesmente começar à fabricar esses mesmos componentes aqui no Brasil, ampliando a capacitação industrial nacional, gerando mais empregos, etc. Essa é a idéia por trás dos off-sets econômicos e isso é a chave do negócio.

    A primeira vez que a FAB resolveu fazer um programa de aparelhamento nesses moldes de off-sets foi, pasme, em 1955, após um estudo de reaparelhamento encomendado à oficiais da Força, que sugeriram que esse caminho fosse adotado com vista à dar início à uma indústria aeronáutica nacional e de quebra dar início à uma expansão industrial para apoiar essa iniciativa. O governo vetou esse tipo de concorrência e acabou comprando caças usados, e a EMBRAER só foi ser criada décadas depois.

    Compramos sim o Gripen NG e todo o processo de desenvolvimento, que será certamente benéfico, que virá com ele. Mas algumas considerações precisam ser feitas. A meta original do programa FX2 era de escolher uma aeronave que seria capaz de substituir tanto os Mirage 2000C, quanto os F-5EM e A-1M (AMX modernizados que estão para entrar em operação agora em 2014), e por isso o intuito era de adquirir inicialmente 36 aeronaves, que seriam fabricadas em seus países de origem, mesmo que com alto grau de componentes fabricados no Brasil, para que depois mais aquisições fossem feitas para que o número total atingisse a casa das 120 aeronaves, que a partir do segundo lote, já seriam fabricadas aqui no Brasil.

    Compramos apenas 36 aeronaves. Nada foi dito sobre a meta das 120, número necessário para substituirmos os 12 Mirage 2000C, os 57 F-5EM e os 43 A-1M. E como havia dito antes, em uma interceptação a autonomia não conta, exatamente porque para proteger o espaço aéreo nacional, o que conta é como as aeronaves são desdobradas, e para isso elas necessitam estar em bases aéreas espalhadas pelo país. A FAB sabe muito bem disso e já está ampliando diversas bases, principalmente na região Amazônica para que possam receber aeronaves de alta performance, tornando possível que jatos se desdobrem para esses locais. Mas para isso precisamos de uma quantidade maior. Espero que no futuro isso seja feito.

    Outra consideração à ser feita é sobre a Aviação Naval. Por enquanto modernizando uma quantidade pequena de A-4’s para manter a qualificação de vôo de seus pilotos e pessoal de terra, ao mesmo tempo em que os introduz em um cenário de guerra aérea moderna, mesmo que de performance limitada. Se havia dado como certo de que a Marinha iria adquirir a mesma aeronave que a FAB adquirisse, justamente para se matar vários coelhos com uma mesma cajadada. Custos, logística de manutenção, interoperabilidade, são apenas alguns dos fatores. E no caso da Marinha, o Rafale seria a opção mais lógica, muito pelo fato de que ele fora projetado desde o início para ser uma aeronave embarcada, tanto quanto uma aeronave que operasse de terra. A primeira versão do Rafale à entrar em operação foi a versão naval, Rafale-M, cujo protótipo fez os primeiros testes de pousos e decolagens no porta-aviões francês Foch, que hoje foi rebatizado como São Paulo e está ali parado, ancorado no 1º Distrito Naval no Rio de Janeiro. Mesmo com restrições de peso na decolagem, o Rafale poderia operar à bordo do São Paulo.

    A própria Marinha já adquiriu e está modernizando células de aeronaves para operarem à bordo de porta-aviões em funções de ASW (caça-submarino), AEW & CC (Alerta Aéreo Antecipado e Comando e Controle), COD (Transporte) e Rebastecimento Aéreo, o que daria à Marinha plenas condições de operações embarcadas. O plano de reaparelhamento da Marinha, inclui a construção no Brasil de dois novos Porta-Aviões para substituir o São Paulo e a duplicação do contingente atual da Marinha com dois núcleos operativos, sendo mantido o atual no Rio de Janeiro e sendo criado um novo, na Região Norte/Nordeste.

    Infelizmente, não há versão naval do Gripen. E mesmo que já tenham feito uma parceiria com a BAe e aberto um centro de desenvolvimento na Inglaterra com o intuito de desenvolver uma versão naval do Gripen, a empreitada é extremamente arriscada e cara. Não é fácil transformar uma aeronave baseada em terra para uma aeronave naval. Não é apenas questão de reforço do trem de pouso e instalação de um gancho de parada. Portanto, não há como justificar o gasto de desenvolvimento em uma aeronave naval com apenas um cliente, conhecido por efetuar compras de baixo vulto. O projeto simplesmente não se pagaria.

    Da mesma forma, os Super Hornet caso fossem escolhidos, não poderiam operar no São Paulo, pois mesmo com as asas dobradas, ainda faltariam uns 10cm para que pudessem ser levados ao convôo pelos elevadores de bordo. Uma solução proposta foi a aquisição de células de F/A-18C/D “Legacy” Hornets usadas pela US Navy, mas essas aeronaves estão em péssimo estado, e requerem muita manutenção, que é justamente o que a Marinha quer evitar.

    Para finalmente concluir, finalmente adquirimos uma nova aeronave, que é muito capaz, e que tem boas condições locais de operação. Não podemos comparar aeronaves por suas características individuais ponto à ponto, como que em um jogo de super trunfo, porque elas dependem de certas condições operacionais para poderem realmente serem utilizadas em todo seu potencial. Felizmente o Brasil atende à algumas das mais básicas condições, coisa que nenhum outro vizinho nosso faz, mas ainda pecamos em investimentos para treinamento dos pilotos e estoques de armamentos justamente para que os pilotos possam ser treinados como deveriam.

    Poder aéreo não se faz apenas com aeronaves de caça ou bombardeiros, mas também com aeronaves de apoio como transportes, alerta aéreo antecipado e comando e controle como alguns dos tipos principais, bem como infra-estrutura aeroportuária e industrial. Portanto o projeto do KC-390 é fundamental para a operação efetiva da FAB, assim como a modernização dos E-99 (e de preferência a aquisição de mais unidades), novas aeronaves de treinamento, novos centros de radares em solo e toda uma infra-estrutura que, por incrível que pareça, a FAB já está montando, mas ainda há um LONGO caminho pela frente que envolve não apenas novas aquisições, como também mudanças internas/políticas para que a FAB finalmente possa atingir uma operacionalidade digna de um país com o tamanho e a importância do Brasil.

    Peço desculpas pelo tamanho do comentário, mas é que eu dou ‘faniquito’ com esses assuntos, e o surgimento de cinquenta bilhões de ‘especialistas’ na área com o anúncio do final feliz do FX2 meio que me fez surtar um pouquinho.