Zune Guy entrega os pontos
A primeira coisa a se pensar na hora de fazer uma tatuagem é se o “assunto” tratado tem força o suficiente para continuar tendo significado – ou pelo menos algum significado relevante – mesmo que se passem anos após a feitura do desenho. Porém, não foi nisso que o Zune Guy pensou ao tatuar o logo do Zune no braço e o slogan do produto (com quebra de linha e hífen!) nas costas.
Hoje, em um forum sobre o Zune, a referida criatura abriu um tópico onde declara a decepção que está sentindo com o produto: não poder carregar vídeos do Xbox Live no player e o fato do mesmo não “conversar” com o Zune Marketplace o fizeram desistir de lutar pela causa, e agora ele quer cobrir as tatuagens. E nós achando que era porque ele final e tardiamente havia chegado à conclusão de que tatuar uma marca efêmera no corpo não era lá uma idéia muito inteligente.
O Zune não vem fazendo o sucesso esperado pela Microsoft, mas lembre-se que mesmo o iPod – que está nas cabeças (e nos ouvidos) -, desde que foi lançado já teve sua marca alterada da água pro vinho, de Apple Garamond para Myriad. Mas de qualquer modo, uma idéia estúpida.
Uma coisa é usar uma camiseta declarando todo o seu amor por um produto, pois em caso de fracasso é só usá-la como pano de chão. Outra é marcar seu corpo de forma permanente com o nome (ou pior, o logotipo) de alguém que sequer lhe pagou um jantar à luz de velas acompanhado de vinho e flores, e posar de ridículo. Alguém consegue imaginar o Cardoso, ex-fanboy confesso da Palm, com uma tatuagem da marca da empresa?
[via Engadget]
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Bigode
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