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O Vale da Estranheza

Por em 9 de julho de 2008
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  • lemke

    Me lembro uma vez de uma conversa que tive com um estudante de biologia. Nós temos facilidade de achar um cavalo, uma iguana, um chachorro ou um gato bonito. Mas um macaco ou um gorila não, apesar de serem mais parecidos.

    Eles são tão próximos que queremos encaixá-los em um padrão de beleza humano, o que os tranforma em feios. Um cavalo é tão distante que encaixamos em outro padrão.

    Acho que é a mesma coisa que acontece com os robôs.

    • http://www.contraditorium.com Carlos Cardoso

      Boa colocação.

      • george.saraiva

        Acredito que, além do problema relacionado com a falta de “classificação” da fisionomia de um robo, existe também o problema da naturalidade de movimentos.

        Por mais perfeito que possa ser a aparência de um robo (ou androide neste caso) seus movimentos precisariam ser o mais próximos daqueles que fazemos, caso contrário teríamos a impressão de estarmos ao lado de algum portador de deficiência.

        Também prefiro robos mais parecidos com máquinas do que com seres humanos.

        • http://ciberculturabr.com.br/ lfiore01

          Cardoso, mais um post excelente.

          Além do menino do AI, lembrei também do personagem do Jude law, um robô gigolô. A movimentação do ator estava perfeita. E a estranheza causada pelo personagem era muito grande, pois mesmo tendo aparência humana, a pele dele brilhava como porcelana, e certos movimentos eram duros, como um robô mesmo.
          [quote]Também prefiro robos mais parecidos com máquinas do que com seres humanos.[/quote]

          Eu também. É por isso que gosto tanto de Transformers. :P

          Visit my blog -> http://ciberculturabr.com.br/

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          • rodrigoneves

            A secretária do início do filme é linda. :D

  • aliengrey

    Penso que o que nos causa desconforto não é ver um andróide desempenhando uma tarefa mecânica ou limitada às suas capacidades, como o C3PO. Mas sim, a possibilidade dele adquirir consciência, questionar sua existência e querer tomar o lugar do criador. O conceito muito bem sintetizado pelos replicantes de Blade Runner. Este Jules, da Hanson Robotics é apenas uma máquina. Mas, conversando com sua operadora, sorri assustadoramente, fica sem jeito com uma pergunta mais direta e disfarça agitando os braços, como qualquer humano emotivo faria. Será que num futuro, mais bem equipado, com autonomia para caminhar e raciocinar, ele não vai precisar de um bloqueio para não extravasar certas emoções? E se ele (ou alguém mal-intencionado) conseguir crackear esse bloqueio?

    Isso nos remete ao universo de Animatrix, onde os robôs, por mais ordeiros que fossem, acabaram acumulando informações suficientes para interpretar os humanos como uma espécie cheia de falhas de caráter. Argumento copiado da gloriosa saga O Planeta dos Macacos, onde os chimpanzés também assustam ao evoluir e questionar nossos princípios.

    Senti uma referência à Alegoria da Caverna no texto do Cardoso :) Estamos preparados para aceitar esta mudança?

    ——————————-
    Antes de tentar contato com vida inteligente fora da Terra, podemos começar procurando aqui mesmo…

    • guedesav

      Esse é o tipo de coisa que a ficção científica anda tentando avisar desde muito tempo atrás. Só podemos esperar que os pesquisadores da área tenham aprendido a lição e não cometam esse erro terrível de dar consciência a uma máquina que é, basicamente, um escravo.

      Bruno Guedes
      — Toupeira Profissional
      — Universitário
      Bloguista
      “Boa Noite e Boa Sorte” (Edward R. Murrow)

      • Rafael Vasconcelos

        Ai vem a coisa nerd do “isso é possivel ?”.
        Será que é possivel dar consciência para uma máquina ?
        E eu não diria uma excravo, e sim um objeto. É a mesma coisa que querer dar consciência pra cafeteira ou pro aspirador de pó.

        ————————————————————–

        Quer aprender idiomas online e de gratis, http://www.livemocha.com/

        • aliengrey

          Tudo depende dos limites da tecnologia (e do bom senso). A controversa vitória do DeepBlue sobre o Kasparov mostra que, com um bom banco de dados, o computador pode aprender e vencer o ser humano em um combate que exija raciocínio. Estudantes de nível médio criam equipes de robozinhos que se desafiam jogando futebol. Imagine juntar tudo isso, e criar um batalhão de carros blindados, autônomos, inteligentes e armados em um front de guerra, que estudam e deduzem o movimento dos inimigos, e os destroem, em um trabalho de equipe? Assustador. Mas perfeitamente possível.

          Agora imaginemos isso sob forma de um andróide, com pernas e braços, que possa correr, esquivar-se, identificar o soldado inimigo, fazer mira e eliminá-lo com um único disparo. E que a diretiva do líder seja manter o pelotão “vivo” e intacto a qualquer custo. Uma tropa de exterminadores!

          Falta a consciência, é verdade. Mas nada impede que uma mente doentia desenvolva um algoritmo de sobrevivência perfeito, e até lá, andróides saibam identificar fontes de energia e se recarreguem sem a ajuda de humanos.

          Estará nascendo a Nação “Zero-Um”…

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          • ghustavo

            eu nem cito o deepblue, porque o que ele fez foi armazenar “jogadas”
            não precisa de “raciocinio” para isso, voce faz um banco de dados, com todas as jogadas possiveis de qualquer jogo, e ele se tornará invensivel, teve um post aqui falando ou algum lugar que eu vi, um cara que fez um banco de dados com TODAS as jogadas de dama, e inventou um computador invencivel, no maximo ele daria um empate no jogo.

            mas ai entra outra coisa da consciencia, eu não sou e nem acompanho jogadores de xadres, mas dizem as linguas que o tal do kasparov, alem de muito inteligente é claro, ele utilizava muito olhares, gesto, expressões para desconcentrar, e ate mesmo desequilibrar os outros jogaores, isso voce não consegue utilizar contra maquinas.

            lembro do robocop, ele não come, não dorme, e não se cansa

            I Work All Night, I Work All Day, to Pay de Bills I have to Pay
            Ain’t it sad

        • guedesav

          Se você aceitar o fato de que o cérebro é simplesmente uma rede de neurônios e que, tudo, desde memória e pensamentos a sentimentos e consciência são apenas descargas elétricas e fluxos de neutrotransmissores, dá sim.

          Agora, se você for pro lado espiritual, aí eu nem vou começar a discutir.

          Bruno Guedes
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          Bloguista
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  • Billy

    A robô com cara de japa é maravilhosa!

  • lookez

    Ainda prefiro robôs menos parecidos com os humanos, e mais parecidos com o R2D2.

  • http://joseguimaraes.wordpress.com Mokolóton

    O medo vem mais da aparência do robô.
    Moças bonitas não amedrontam, já um monstrengo sim.
    Por isso, uma moça bonita assassina tem mais sucesso que um monstro, porque não nos aproximaríamos dele.

    • Bigode

      JulianaPrado.

      • garoa

        Um excelente exemplo de robô que não causa estranheza. :)

    • guedesav

      Você vai me desculpar, mas eu ainda não ficaria confortável a menos de três metros dessa “menina” aqui: :O

      http://www.youtube.com/watch?v=WbFFs4DHWys

      Bruno Guedes
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      — Universitário
      Bloguista
      “Boa Noite e Boa Sorte” (Edward R. Murrow)

  • http://www.nbrtec.com.br manuelB

    Na verdade, o grande efeito do vale da estranheza acontece mesmo quando o robô ou a animação é bem perfeito e a pessoa não sabe que é artificial, não é avisada antes. Aí diz que a pessoa sente terror mesmo, a mesma sensação que se tem quando a pessoa vê um cadáver (pra quem não é legista ou médico do SUS).
    Como faz tempo que vi isso não tenho a fonte dos artigos. Dizem que teve gente que foi ver Bowulf sem saber que era CG (bota desavisado nisso), e sentiu também esse efeito de extremo desconforto. Na verdade eu também senti extremo desconforto, mas é porque o filme era muito ruim mesmo.

    ————————————-
    Comporte-se ou saia dos festejos!

  • lemke

    No começo dos anos 80 não percebiam isso:

    http://1001gatos.org/comercial-assustador-do-kinder-ovo/

    Postado ontem. Baita coincidência.

    • rodrigoneves

      Medo!!! :O

    • carloshp

      Só que isso aí não é um robô. É o Humpty Dumpty, um personagem clássico de histórias infantis muito conhecido em países de lingua inglesa. Ele é um ovo, o que tem tudo a ver com o produto, no fim das contas (embora eu concorde que o comercial ficou meio sinistro demais).


      Tecnologia deve ser o meio, não o fim.

  • http://melinka.net Rocky

    Medo :O

    Cada vez a humanidade caminha para um caminho mais sombrio….

    Isso é legal… }:)

    _____________________

    IndyCar Brasil tudo sobrea Fórmula Indy!

    Primeiro Pro-Commenter da Blogosfera Brasileira.

    • ghustavo

      medo² :O

      I Work All Night, I Work All Day, to Pay de Bills I have to Pay
      Ain’t it sad

  • http://meiobit.pop.com.br/o-que-e-uma-salsinha Salsinha

    O grande problema é que nosso cérebro é acostumado a reconhecer padrões e se especializa em alguns deles (aquelas histórias que esquimós reconhecem vários tons de branco,…). como durante a vida toda fomos “treinados” em reconhecer pessoas e faces, qualquer detalhe é percebido por nós.

    Conseguimos reconhecer expressões de alegria, tristeza, espanto, entre outras. Se “alguma coisa” está errada, nosso cérebro fica confuso e tenta nos proteger de alguma maneira.

    Conheci uma pessoa que antes era cega e voltou a enxergar através de uma cirurgia. Ele não reconhece nenhum objeto se não tocar, porque nunca tinha visto antes. Para ele tudo não passa de manchas coloridas. É difícil identificar (reconhecer) objetos, principalmente se eles tiverem textura (cores misturadas). Normalmente ele sabe que uma pessoa está perto quando ela se movimenta, mas só as reconhece pela voz.

    PS: Também achei que a robô japa está muito boa. Parabéns aos construtores. ;)

  • http://geek.comopiniao.com.br glhleite

    Uns meses atrás li em uma cambada de blogs que os produtores do jogo Heavy Rain haviam afirmado ter ultrapassado o uncanny valley. Só que até hoje nada, e os vídeos que se tem do jogo não mostram muita coisa

    Defô?Defú?Defáulti?

    • http://meiobit.pop.com.br/o-que-e-uma-salsinha Salsinha

      Acho que o pessoal do Final Fantasy também pensou isso ao lançar o primeiro filme. ;)

      • http://geek.comopiniao.com.br glhleite

        Bom, na materia eles falam que foram os primeiros desenvolvedores de vídeo game, vai saber.. eu também acho meio furada.

        Link da matéria:
        http://gizmodo.com/gadgets/graphics/ps3-game-developer-claims-to-have-crossed-uncanny-valley-335152.php

        Defô?Defú?Defáulti?

      • rphlfmf

        “Ajo gui o bezoal du Vinal Vantasy dambém benzou…”

        Tá, parei.

        Não só no primeiro como no segundo também (apesar de ser mais, mais… diferente…).
        Quanto menos esquisto, mais esquisito parecia.

        Comentário random: Não sei se acontece com todo mais alguém, mas estranhei DEMAIS a palavra “esquisito” agora. Até pesquisei para saber se estava certo mesmo. haha

        • garoa

          O primeiro filme do FF é um filme basbaque e paradão que pouco tem de FF, os games. O segundo é baseado em um dos games mais populares da franquia, FFVII. E tem um estilo bem mais animé. E é certamente incompreensível para quem não jogou e mesmo para alguns que jogaram.

          • http://meiobit.pop.com.br/o-que-e-uma-salsinha Salsinha

            Correto. Coloco o FF no mesmo nível de Tron: quis ser inovador usando CG, mas sem conteúdo para ser um bom filme.

          • rphlfmf

            Eu sei, eu sei. That’s not my point. Só estava concordando com a estranheza, que tem a ver com o post, presente no primeiro filme. Tendo ou não a ver com o jogo.

            Já o segundo, mesmo sendo “meio anime” ainda tem um quê de verossimilhança [mesmo com o Cloud e aquele cabelo “estranho” (pelo menos agora é mais fácil fazer cosplay)].

          • http://cyberramses.wordpress.com CyberRamses

            @rphlfmf, a diferença é que o segundo filme foi feito apenas para entreter (e encher o cofre da Square-Enix), por isso ele foi baseado diretamente no game e possui o visual anime-like, sem muita verossimilhança com um humano real.

            Já o primeiro filme, a Square alardeou que a protagonista (a Dra. Aki Ross) seria a primeira atriz virtual da história, o filme seria uma revolução na indústria e que o nível da animação simulava perfeitamente um ser humano.

            Se você ver o filme hoje, além dele ser chato, os efeitos causam um desconforto absurdo (e já causavam em 2001), a movimentação é toda dura, o cabelo da Aki se mexe tanto que parece que tem vida própria (cada um dos 60 mil fios foram animados e renderizados em separado)… e sim, eu tenho DVD duplo e me pergunto até hoje por que cargas d’água eu o comprei.

            No mais, fiquem com a Aki de biquíni: http://migre.me/3RJdk (original) e http://migre.me/3RJdD (capa da Maxim)

          • http://cyberramses.wordpress.com CyberRamses

            @rphlfmf, Tava esquecendo: a Square fez outra animação nesse estilo, o episódio “The Final Flight of Osiris” da coletânea Animatrix. A personagem Jue foi outra tentativa de atriz virtual, sem sucesso; mas a animação é bem mais fluída e não causa tanta estranheza.

            Vídeo: http://youtu.be/Hw_fQZrB0o0

  • http://www.worldorg.net flaviotomazio

    É o chubaca com a mão no ombro do robo?

    WorldOrg

    • http://geek.comopiniao.com.br glhleite

      aahauhauahuahauhauahuahauhauahua isso explica muita coisa :P

      Defô?Defú?Defáulti?

    • aliengrey

      Hahaha. Isso é mais bizarro que o próprio robô!

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      Antes de tentar contato com vida inteligente fora da Terra, podemos começar procurando aqui mesmo…

  • TheDarkMaster

    Não entendo porquê vocês acham perturbador um robô com aparência humana, para mim não é nada de mais. E eu também tentaria deixar os movimentos dele mais naturais, é um ponto que dificilmente acertam (e que estraga a ilusão)

    Se você consegue ler esta mensagem então o seu computador irá se auto-destruir em dez segundos, tenha um bom dia :)

    • rphlfmf

      Não é “perturbador” no sentido estrito da palavra. È só uma sensação de que “aquilo não é real”. Um estranhamento. Pelo menos é isso que sinto e que imagino que sentem também.

  • Zmaster

    É bem comum o homem tentar desenvolver ou caracterizar algo para se tornar próximo a nós humanos, ainda mais com evolução das tecnologias isto se torna tendência.

    Mas a meu ver o principal objetivo destas aproximações é meramente para cumprir papeis de interpretações e lugares onde o ser humano não pode, não teria capacidade de atuar.

    1º – Em filmes onde se exige ações fora dos padrões humanos.
    2º – Em produções animadas onde há uma caracterização dos personagem, muito mais levada em grande por produções que são voltadas ao publicos infantil e algumas ao adultos para um enredo onde é necessário.
    3 – Entre o cartunesco que é claramente visto que um desenho inserido em uma produção (Space Jam e Roger Rabbit, etc) e a modelagem realística para simular ações humanas.

    Agora chegar ao ponto real de participar, substituir e executar tarefas e atos humanos será um passo bem maior.

    Acredito que a Sensação de Estranheza dita pelo Cardoso é meramente a expectativa que nosso cérebro têm ao identificar que tal objeto pode ser “real” a nosso ver, ou seja, todo o processo tenta relacionar com nossa perspectiva as coisas vividas e dar uma explicação para tal ação ou faceta.

    Daí o porque que cada um têm uma reação individual e não coletiva ao ver tais experimentos.

    Em relação a 2º foto é bem claro que é obvio a tentativa de atuar como um robô em personagem humanos, ainda mais com aspectos femininos, mas que a meu ver está mais para fantasia de homem do que meramente um adendo do enredo. Somente compare a personagem robô de Sarah Connor Chronicles e outros títulos para entender.

    Enquanto um não demonstra qualquer necessidade de apelo feminino outras produções criam fantasias de robôs sedutoras. Pode até dar um agrado a produção mas não passa disto.

    É como uma mulher sem talento (grande maioria hoje) que assume papéis ou atitudes para “atuar”, ou seja, agrada aos tarados de plantão mas no fundo não representam nada.

    ———————————–
    ” Como uso as 3 conchaS? “

    • aliengrey

      É como uma mulher sem talento (grande maioria hoje)

      Tua mulher usa burka também?

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      Antes de tentar contato com vida inteligente fora da Terra, podemos começar procurando aqui mesmo…

      • Zmaster

        Você deve ser machista não ?

        Existe mulheres e “mulheres”.

        A que deva ser valorizada e ter total liberdade de seus direitos e a outra que na falta de algum exibe outros.

        Você é casado? Por que se for e achar que a vulgaridade e promiscuidade é liberdade, não quero nem pensar com quem casou.

        Você também deve ser a favor de seqüestro de mulheres e crianças para o mercado do prazer?

        Então não venha confundir as coisas.

        Eu respeito as mulheres e todos os seus direitos. Somente não acho justo transformar as decentes com esta grande maioria da mídia que não têm nada a oferecer (têm, mas outras coisa).

        A mulher real é a delicadeza e sensibilidade e não o gemidinho simulado. :(

        ———————————–
        ” Como uso as 3 conchaS? “

        • aliengrey

          Não vou gastar meus amendoins alimentando trolls…

          ——————————-
          Antes de tentar contato com vida inteligente fora da Terra, podemos começar procurando aqui mesmo…

          • Zmaster

            [quote=aliengrey]Não vou gastar meus amendoins alimentando trolls…

            ——————————-
            Antes de tentar contato com vida inteligente fora da Terra, podemos começar procurando aqui mesmo…[/quote]

            Quando não se têm argumentos já é esperado tal atitude.

            E em relação a insígnia, não têm relação nenhuma ao assunto e o mesmo até me retratei com o Cardoso no artigo sobre openID.

            E se tiver ou quando ter uma filha, quero ver sua posição ao tratarem ela como objeto, da mesma maneira que você deve ver a filha dos outros.

            ———————————–
            ” Como uso as 3 conchaS? “

        • MaRKauM

          Parando para analisar o seu comentário realmente faz sentido, acho que entendi o que você quis dizer. Você fala da questão da “mulher-objeto” que é tão comum na mídia hoje. Só que da forma que você escreveu, ficou agressivo e não ficou claro, logo, é normal que existam interpretações diferentes.

          Sugiro que você tenha mais cuidado na forma como escreve, pode evitar diversas discussões… ;)

          Antes de fazer uma pergunta idiota, pesquise!

          • Zmaster

            [quote=MaRKauM]Parando para analisar o seu comentário realmente faz sentido, acho que entendi o que você quis dizer. Você fala da questão da “mulher-objeto” que é tão comum na mídia hoje. Só que da forma que você escreveu, ficou agressivo e não ficou claro, logo, é normal que existam interpretações diferentes.

            Sugiro que você tenha mais cuidado na forma como escreve, pode evitar diversas discussões… ;)

            Antes de fazer uma pergunta idiota, pesquise![/quote]

            Prezado colega,

            Esse é o ponto !!

            Eu não gostaria de viver para sempre em um mundo de “Mulher Melancia” entende.

            Eu quero ouvir com orgulho das proezas e realizações de mulheres de verdade, heróinas, mães, lutadoras, responsáveis.

            Agora sempre têm os que se incomodam !!

            Não é nenhum movimento pela pureza, bla bla bla, é apenas o mínimo que se pode esperar para uma sociedade mais equilibrada.

            Por que as únicas coisas que movem o mundo é dinheiro e sexo, de resto é complemento.

            ———————————
            ” Como uso as 3 conchaS? “

  • http://nodoadouniverso.wordpress.com puppy

    Esse robô me lembrou o Kevin Spacey no filme K-Pax. A atuação dele era digna da do robô, ou o contrário. Não que isso seja ruim.
    ________
    http://nodoadouniverso.com
    http://cybergalo.wordpress.com

  • C3PO

    Sentimos o mesmo com relação aos humanos.


    Buop ghi ek NO MAH. (Seja lá o que for.)

    • guedesav

      Por favor, dêem um prêmio a essa… coisa. :D

      Bruno Guedes
      — Toupeira Profissional
      — Universitário
      Bloguista
      “Boa Noite e Boa Sorte” (Edward R. Murrow)

      • C3PO

        É verdade, humano. Alguns se parecem muito com nós robôs, não na aparência, mas no comportamento.

        Sempre seguindo seus líderes, nunca questionando, etc. Já outros são indistinguíveis de uma geladeira. }:)

        Bom para os humanos líderes, esses sim, espertos.


        Buop ghi ek NO MAH. (Seja lá o que for.)

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