iPhone no Brasil a preço popular?

Quando nós, brasileiros, vimos que o Brasil estava pintado de vermelho no mapa da Apple e faria parte da área de cobertura do iPhone, vibramos. Não necessariamente porque somos todos Applemaníacos, mas porque finalmente mais uma grande empresa resolver olhar por nós e isso é sempre bom. Aí depois lembramos que estamos no país dos impostos, das taxas e da reserva de mercado, e fizemos bico de novo.
Aqui mesmo fizemos uma enquete, e ninguém levou fé que o iPhone deixaria de ser mais um objeto de desejo disponível para poucos. A maioria absoluta dos votantes aposta num preço acima de 1500 lulinhas. Cheguei a ir num quiosque da Claro que ostentava flyers explicativos, mas nenhum atendente sabia mais do que qualquer um mais ou menos informado sabe: sem previsões, preços possivelmente exorbitantes.
Jobs disse que esse era o iPhone for the rest of us, mas nem ele que é Deus Todo Poderoso pode mandar nessa birosca interferir na soberania nacional, mas mexer os pauzinhos ele pode. Parece (veja bem, parece) que o sonho do iPhone próprio pode se tornar realidade, pois as empresas (Vivo e Claro) que o trarão para as terras brasileiras vão bancar as taxas de importação.
Como diz o Erick, sempre tem um porém: os felizes proprietários do telefoninho de Jobs provavelmente terão de manter um contrato de 2 anos, conforme acontece nos Estados Unidos, pela AT&T, de modo que as operadoras não levem prejuízo quando as massas começarem a invadir as lojas – o pessoal da MacMagazine estima valores entre R$349 e R$499 para os iPhones de 8 e 16GB.
As grandes dúvidas: será que a Anatel vai deixar? Será que os impostos vão deixar? Se sim, o mundo é lindo, Rio de Janeiro é lindo, Caetano é lindo, e viveremos felizes para sempre. Amém.
[Via MacMagazine]
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