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Ex-diretor da divisão da ISS na NASA fala sobre a ciência em Elysium e a realidade de uma colônia espacial

Por em 7 de agosto de 2013
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  • lordtux

    Ansioso pra ver esse filme, essas temáticas futuristas sempre prendem minha atenção, e vindo do mesmo diretor de Distrito 9 não dá para perder.

    • http://www.meadiciona.com/charles_anjos Charles Albert

      Precisamos de mais bons filme de Ficção Especulativa com critica social. Quanto mais, melhor :D

  • Bruno Rocha

    Sabe o que é engraçado, é que hoje em dia, diferente do passado, é a ação de empresas privadas que movem o mundo, não de agências estatais. Antigamente, tecnologia tinha que ser criada em laboratórios militares. Hoje, são criadas em empresas, por gente como a gente, que vai pra casa, brinca com o cachorro e transa com a namorada e vai jogar Assasin’s Creed.

    Não consigo mas imaginar esse mundo pós apocalíptico, onde há os ricos vivendo de fartura, se não tem o apoio da massa humana e empresarial, como nós. Acham mesmo que com toda a tecnologia desenvolvida aqui, tudo acabaria e logo eles, os ricos, estariam no espaço? Será que não sabem que existe vários países que constroem foguetes e já testam lasers de alta potência e longo alcance? Qual é a segurança de se morar numa estação futurista, se a qualquer momento, esses “pobres burros” poderiam te explodir com bombas nucleares ou carbonizar tudo com vários lasers disparados da Terra?

    O que me deixa com raiva, é como um cidadão médio pode achar que mundo apocalíptico será exatamente assim, onde as pessoas vão esquecer de como se fabrica armas, menos as “corporações ricas do mau”, quase uma perfeição do domínio por um ditador, como se hoje mesmo já não existisse tecnologia para afastar essa diferença entre ricos e pobres. A maior diferença entre um rico e o pobre, é que o pobre acha que não pode vencer o rico, e o rico que pensa que pode tudo, só porque é rico.

    Seu dinheiro não pode segurar uma bala vindo na sua cara, ou impedir que um míssil caia na sua casa. E ser pobre, não pode impedir que um jovem nerd, de classe média, crie um míssil caseiro feito com processador de celular, canos de plástico e alumínio, para explodir a casa de alguém, nem uma bomba, nem uma arma, nem um drone caseiro. Tudo pego de um projeto na internet.

    Se um dia o apocalipse chegar, só os esgotos, cheios de baratas e ratos dirão que um dia nós estivemos nesse planetinha de merda.

    • Bruno Rocha

      Resumo do filme:

      Esse é só mais um filminho hollywoodiano de Sessão da Tarde, cheio de explosão e um mocinho e uma gostosa lutando contra o mal, onde vencem no final, salvam a humanidade, e uma bandeira dos Estados Unidos aparece tremulando ao fundo.

      Fim.

      • http://www.meadiciona.com/charles_anjos Charles Albert

        Nossa cara quanta revolta. Toma um gardenal ;)

        • Bruno Rocha

          Não sou revoltado. É que as pessoas na internet tem dificuldade em separar opinião de ataque falacioso.

      • Glauber Silva

        Filme foi feito em Hollywood para os Norte-Americanos, eles não são obrigados a satisfazer seu gosto pessoal hater , ou o gosto pessoal de quem mora fora do país deles, o foco não é este. Se vende fora dos EUA, ótimo, para eles. Se as pessoas vão ao cinema assistir o filme e compram a ideia, é porque elas querem e pouco importa se condiz com a realidade ou não, é um filme, um filme de Hollywood, é sabido, ao menos pré supõe-se, que a pessoa vai ao cinema sabendo que muito daquilo foge bastante da realidade.

        “A maior diferença entre um rico e o pobre, é que o pobre acha que não pode vencer o rico, e o rico que pensa que pode tudo, só porque é rico.”

        Não meu caro, a maior diferença se chama dinheiro. A pessoa pode saber tudo, ser fisico-nuclear e o cassete que for. Do que vai adiantar ser tudo isso e não ter o money pra montar a bombinha dele ? Mesmo em um sociedade que não existe dinheiro, existe um sistema de troca. O que uma pessoa precisaria ter para trocar por plutônio ?

        Acredito que o instinto de sobrevivência, satisfazer as necessidades mais básicas, como , comer, sejam mais prioritárias do que construir um raio laser.
        Então, não se restringe ao medo, é mais profundo que isso.

        Um exemplo grosseiro, existe cenário apocaliptico atualmente, pode-se encontrar alguns no continente africano. Se fosse como você falou, eles já teriam explodido a Europa inteira, mas não, eles estão preocupados em sobreviver com o minimo que conseguem raramente, que é comer.

        • Bruno Rocha

          Eu sei perfeitamente que é um filme para consumo de massa interna. Não precisa fazer uma redação para contra argumentar meu ponto.

        • Bruno Rocha

          Quando eu disse pobre, não me referi a analfabetos canibais africanos. Mas sim, pessoas como nós, com know how, podemos sim virar as regras.
          E do que adianta dinheiro, se precisa da massa para agir? Num eventual apocalipse, do que servirá barras de ouro ou dinheiro? O que mandará é o conhecimento, ser rico não significará nada num apocalipse.
          Eu ODEIO quando interpretam errado um argumento de propósito para achar “falhas”. É tanta ânsia para contra argumentar, que interpretam do jeito que quiser.

      • http://www.meadiciona.com/charles_anjos Charles Albert

        Aliás, aproveita e me manda o release. Aparentemente você já viu o filme né?

  • Marcoscs

    o mais legal desse filme é que nele teremos o tatataraneto do Capitão Nascimento.

  • raelbr

    ” é fácil dizer que uma estação gigante (a do filme é habitada por 8 mil pessoas) custaria alguns trilhões.”
    Manda lá pra China que eles montam a estação por 1/5 do valor e ainda manda pro espaço com frete grátis!