Tecnologia que vira arte que vira tecnologia
Quando recebo um e-mail de um amigo ou parente não muito afeito a tecnologia que me pergunta:
O que eu faço com um 486 que eu tenho aqui em casa?
Eu normalmente respondo:
Pinta de roxo e transforma num abajur ou aquário
É óbvio que estou brincando. Ou será que não? Tem gente que leva tão a sério a reinterpretação de objetos tecnológicos que alcança um estado de arte, muitas vezes curioso.
Foi o que fez Mike Libby do Insect Lab. Um dia, caminhando pelos arredores do Maine (EUA) ele achou um besouro intacto no chão. Resolveu incrustrar os mecanismos de um relógio e chegou a esta curiosa mistura:

A coleção hoje tem aranhas, escorpiões, libélulas e aquilo que começou como brincadeira rendeu ao artista (que se auto intitula multidisciplinar) exposições por todos os EUA e Canadá.
Já que descobrimos que dá para formar uma (ou várias) bandas só com leitores do MeioBit, fica no ar a pergunta: temos, entre vocês, alguem que já tentou algo parecido?
Fonte: Wired Blog

