Onde estão e para onde vão os designers ?

Por: em 13/11/07 na(s) categoria(s): Artigo, Internet, Web 2.0


 

Não sou designer. Começar o artigo assim pega até mal, dá a impressão que estou simplesmente querendo fugir das típicas piadas que tanto perturbam os designers e arquitetos. Na verdade estou apenas me justificando caso os designers lendo este artigo encontrem alguma pequena (ou grande) falha.

Desde a popularização da internet o design gráfico de muitos sites tem sido feito com muita eficiência (ou talvez não) pelo filho do vizinho.

O que um designer precisa realmente saber para fazer bem seu trabalho ?

- Entender o efeito psicológico das cores e combinações de cores sobre os indivíduos 6-web-designer

- Entender o efeito psicológico das formas e combinação de formas sobre os indivíduos

- Entender o efeito psicológico das fontes de letra sobre os individuos

- Entender o efeito psicológico do alinhamento, tamanho e organização dos blocos de texto sobre o indivíduo

- Saber utilizar o conhecimento acima para atingir o objetivo de uma empresa/site

ZéMané : Mas afinal isso é um designer um um doutor em psicologia ?

Dennes : Pois é, quem mandou estudar ? Se não estudasse podia até ser presidente…

Simples, não ? Observe ainda que deixei de lado as questões sobre bom gosto e dom artístico até mesmo para fugir um pouco das famosas piadas neste artigo.

Ok. Um designer precisa saber disso tudo. E dai ?

Parece óbvio, mas o designer precisa saber juntar isso tudo e gerar o seu trabalho final, o design. Há alguns anos isso era muito simples : Papel e caneta (lapis, ou etc) na mão e o trabalho era gerado. Bem fácil.

Então veio a web. Além de trazer conceitos novos que o designer precisa compreender (fazer o design de um cartaz publicitário não é o mesmo que o design de uma página web) a web trouxe coisas como HTML, DHTML, CSS e problemas Cross-Browser.

Desenhar em papel (ou photoshop) deixou de ser suficiente. Era necessário fazer o design criado se transformar em uma página web. Por algum tempo os programadores aceitaram receber o design e fazer o trabalho pesado com a tecnologia, mas isso foi se afastando cada vez mais. HTML, CSS, problemas Cross-Browser e até um pouco de DHTML para tornar a página interativa se tornaram tarefas que nenhum desenvolvedor gosta de assumir e que espera-se que um bom WebDesigner (já mudou o nome, viu ?) seja capaz de fazer.

Mas ficou nisso ? De forma alguma. A questão complicou-se, e muito. Vamos analisar os atuais elementos desta complexa equação :

 

DHTML

Quase forçou os designers a terem que aprender programação. Mas salvos pela santa Macromedia ganharam de presente o FireWorks, capaz de produzir efeitos DHTML de forma "automática", sem muito esforço.

Flash

Este nem é uma novidade mais. Mas sim, visto como tarefa de designers. Programador mexendo em Flash ? Blargh! Ah, mas tem o ActionScript ! Pois é, tudo interligado com a interface e o design gráfico, trabalho de designers.

Então agora um designer tem que programar ?

ASP.NET

Trouxe recursos como User Controls, Master Pages e Themes, fora o uso de WebControls com características próprias para design gráfico.

Depois de alguma briga com designers, foi criado o CSS Adapter Toolkit, que se utiliza do complexo conceito de control adapters do ASP.NET para alterar a forma como os webControls são renderizados (pois é, renderização, mais uma questão com a qual os designers precisam lidar), fazendo com que o designer precise analisar cuidadosamente quando utilizar ou não o CSS Adapter Toolkit e as consequencias do uso ou não para a montagem do design.

Mas não se desespere, ainda, eis a solução : Microsoft Expression Web Designer. Como os concorrentes da área gráfica não conseguiam acompanhar a evolução na mesma velocidade, então eis que surge o Expression Web Designer. Com o trabalho focado em ASP.NET, parece a solução para os WebDesigners, pelo menos quando chegar a versão 2 : A versão 1 dá um tiro no próprio pé ao não suportar o trabalho com Themes.

Mas precisa de tudo isso ?

Sim, precisa. Pois as mesmas regras que valem para a codificação de uma aplicação também valem para o design gráfico. Assim como a codificação de uma aplicação faz amplo uso da orientação a objetos para garantir que a manutenção de uma aplicação seja extremamente rápida, na área de design temos User Controls, Master Pages, Themes e até mesmo os complexos Control Adapters (isso para não citar coisa mais complicada) para garantir uma manutenção tão ágil quanto para o design gráfico de uma aplicação.

Então o designer tem ai todo um novo mundo que necessita dominar, isso sem contar quando o programador gera algo por dentro do código e f… a p… toda precisa chamar o designer para ajudar.

ZéMané : Mas é só eu não usar o ASP.NET e deixo de ter esses problemas todos ! :-P

Dennes : Não vou nem comentar a dificuldade de manutenção no layout que você teria. Vou só deixar um link para mostrar que Rails também usa templates e layouts, conceitos diferentes mas igualmente complexos.

 

MS Ajax (Update : Não conhece ? Veja em Microsoft ASP.NET Ajax )

A web ainda não havia incorporado os recursos trazidos pelo ASP.NET ainda, deixando as empresas em desespero na hora de lidar com design gráfico, quando surge a era Ajax para f… tudo complicar um pouco mais.

A era Ajax, trazendo a Web 2.0, perde o conceito de páginas. Em muitos sites não temos mais apenas páginas, mas pequenas janelas que não são o velho popup, que aparecem e desaparecem com inúmeros efeitos de animação.

Agora vai explicar para um designer que ele precisa não só planejar mas implementar o layout e os efeitos de animação de uma janelinha que vai aparecer no meio de uma página.

O toque final é o fato de que, ao contrário do ASP.NET, as ferramentas para Ajax retrocedem alguns anos no processo de criação de aplicações web, forçando que (designer ou programador ?) voltem a lidar com o que poderíamos chamar de HTML em baixo nível para garantir que tudo saia certo, isso sem contar com o surgimento de um "novo javascript" (no caso do ASP.NET Ajax).

ZéMané : Mas eu não preciso usar o MS Ajax !

Dennes : Não, pode utilizar qualquer framework de Ajax, mas as necessidades do design serão equivalentes.

 

Windows Presentation Foundation

Aplicações Windows são coisa do passado, não ?

Claro que não !

Aplicações Windows haviam sido deixadas no passado devido a grande dificuldade de distribuição de software em uma grande rede. Porém com tecnologias modernas de distribuição de software tal como o ClickOnce, as aplicações Windows ganharam uma nova vida.

Eis que surge o Windows Vista. Por mais que uma dezena de pessoas vá dizer nos comentários que o Windows Vista não pegou, vocês duvidam mesmo de que ele será uma grande plataforma a médio/longo prazo, considerando especialmente a evolução já ocorrida com os servidores Microsoft ?

Ok, mas porque eu mudei de assunto ?

A questão é que não mudei !

Vocês acham que os clientes, com todas aquelas telinhas bonitas do Windows Vista, vão gostar de uma aplicação windows com aquela tela cinza horrorosa ? Claro que não, né, santa!?

É neste ponto que entra o Windows Presentation Foundation. A Microsoft levou para o ambiente Windows a separação de código e design existente no ambiente web. Desta forma agora podemos ter o design da aplicação feito como uma escrita chamada de XAML enquanto que o código da aplicação permanece na linguagem que escolhermos. Vejam o vídeo e babem :

A primeira vez que levei o WPF a sério entendi a complexidade do WPF foi em uma apresentação de meu amigo Miguel Ferreira em um TechEd de alguns anos atrás. Quando no meio de uma das demonstrações, Miguel colocou o polegar para cima para rapidamente explicar os truques manuais para realização de cálculos de geometria analitica para desenhos tridimensionais interativos cheguei a conclusão : Isso não me pertence !

Outros programadores que assistiram a apresentação comigo ficaram com a leve impressão de que seriam trocados por designers. Um exagero, claro, mas afinal, quem vai fazer o design gráfico destas novas aplicações windows ?

Por mais que eu ache o WPF legal, divertido e bonitinho, não sou designer e certamente não pegarei nisso profissionalmente, não na área gráfica.

Eis que surge então o que há poucos anos seria impensável e intraduzivel : Microsoft Expression Blend Designer, uma ferramenta de design gráfico para criar aplicações… Windows !! Veja a demonstração abaixo :

Se já era difícil para as empresas encontrarem no mercado webDesigners capazes de usar os novos conceitos tecnológicos trazidos junto com o ASP.NET, imagine como será para estas empresas encontrarem WinDesigners capazes de fazer amplo uso do WPF na criação de aplicações ?

ZéMané : Bah, isso só funciona no Windows Vista, só vai ser útil daqui a uns 10 anos !

Dennes : Nada disso ! O WPF precisa apenas do framework 3.0 para funcionar, portanto vai rodar em qualquer sistema a partir do XP SP 2

 

SilverLight

Para o ZéMané que já estava respirando aliviado e pensando "Eu não desenvolvo para windows mesmo…" eis que surge o SilverLight.

O SilverLight é um plugIn para browsers que permite que um sub-conjunto das funcionalidades do WPF seja executado dentro de um browser. Em outras palavras : É uma concorrência direta com aplicações Flash, adicionando-se o fato de que há uma certa linguagem comum (destaque para uma certa) entre as interfaces desenvolvidas para Windows e desenvolvidas para a Web.

Porém o SilverLight se atreve a almejar ir onde ninguém jamais foi : Criar uma aplicação que rode no browser mas que atue também como aplicação desconectada, permitindo ao usuário trabalhar com dados off-line mesmo dentro do browser e atualizar os dados no servidor quando se conectar. Isso começa a ficar claro com a edição do SQL Server chamada de SQL Server Everywhere, renomeada para Compact Edition. O Silverlight e o SQL Server Compact Edition  ainda não atingem totalmente este objetivo, mas já se fala de uma Web 3.0

Um comentário que me chamou muito a atenção foi a observação de que no TechEd americano, durante as demonstrações, era difícil distinguir quando o palestrante estava utilizando uma aplicação windows ou quando o palestrante estava utilizando uma aplicação web.

ZéMané : Bah, isso vai rodar só no Windows, não preciso nem me preocupar em aprender !

Dennes : Pode tirar o seu equino da precipitação pluviométrica. Até no Linux vai rodar. Você pode conferir notícias sobre o Moonlight aqui, aqui e aqui . Update (thks Caravana) : Além disso outros browsers já usam o padrão SVG e você pode ver uma demonstração aqui (não funciona no IE)

Sugiro esta fantástica demonstração do uso do Silverlight

XNA

Com o advento da tecnologia XNA, que cria uma ponte entre programação hardcore em C++ com uso de DirectX ou o uso de engines de criação de jogos, a criação de jogos passa a se tornar algo muito mais popular e mais uma vez temos um novo espaço para os designers trabalharem, um espaço complexo que envolve toda a interatividade de um jogo.

E pensar que a tempos atrás isso /\ seria a sua nave pronta para atirar e destruir as naves inimigas.

Surface

Alguém tem dúvida do volume de trabalho – e complexidade – que ele trará aos designers ?

ZéMané : Eu é que não pago US$ 10.000,00 neste troço. Vou ficar distante.

Dennes : E dai ? Veja o artigo da Fabiane e o vídeo abaixo e vai observar que ficar distante não será algo tão fácil, Update : já que tecnologias semelhantes existem independentemente do produto MS

Update (a pedido do Walacy) : Para aqueles que não conhecem deixo também esses vídeos do Surface :

 

 

 

 

Conclusão

Além do filho do vizinho, que certamente não tem noção da complexidade que a profissão de designer envolve, provavelmente um grande número de designers e webDesigners ainda não se antenou com as possibilidades que o mercado está abrindo.

Com isso, todas as previsões sobre a escassez de profissionais na área de informática para os próximos anos talvez sejam apenas um décimo do que realmente viveremos se acrescentarmos a isso as complexidades trazidas para as novas áreas de design gráfico.

O relacionamento designer x programador tende a ficar cada vez mais complexo, assim como o relacionamento cliente x programador quando o cliente não entende a necessidade de um designer.

A boa notícia é que os designers que penetrarem (no bom sentido), nestas novas áreas neste momento em que a tecnologia ainda encontra-se nascendo dominarão um mercado muito promissor.

  • Panorama

    Eu particularmente vou dormir, infelizmente tão duro quanto acordei…
    Talvez fosse o caso de considerar mudar de hobbie.. huahua

    ______________________________
    http://www.panoramainternacional.com

  • Bigode

    Tu não é designer, é garoto propaganda da microsoft.
    As respostas às perguntas do título do teu artigo, segundo teu artigo, são respectivamente, debaixo da asa da microsoft, e debaixo da asa da microsoft novamente.
    Já tá na hora de o “webdesigner” entender também o efeito psicológico de o site quebrar no navegador favorito do cliente, na plataforma favorita do cliente. Ele vai tar pouco se importando se o site usa Microsoft Whatever Gimmick e talz.

    Flash e essas coisas animadinhas são boas pra fazer animações, jogos, streaming de media e semelhantes, não pra tu construir uma interface ou fazer o site inteiro em cima. Até pq 99% dos sites feitos em flash e semelhantes são um nojo de usar.

    Também, na linha um, “Desde a popularização da internet”, leiase “Desde a popularização da web” :P

    • http://magno-naval.blogspot.com magno

      E ele criaria as páginas como? Usando (table) e (p align) no bloco de notas?

      Esses sites são um nojo de usar talvez devido à incompetência daqueles que o criaram, não da linguagem/sistema em si.

      Eu lembro de ter feito a limpa no site da minha ex-empresa. Os textos foram todos armazenados como arquivos de trabalho do Fireworks, bem como as figuras e os botões. E todas as animações em flash eram estáticas (sim, um frame só). O trabalho foi simplesmente transformar tudo em GIF e redigitar os textos. O tamanho da página caiu de 60 para 4 megas, mesmo com as fotos de alta-definição.

      • Bigode

        Bem, refraseando, sites inteiramente em flash são um nojo de usar, pq só alguém incompetente faria um site inteiro no flash. E também são mais difíceis de usar, por exemplo, fica complicado usar abas pra navegar no site. Usar flash extensivamente assim é cuspir na cara do visitante que tem necessidades especiais.

        Bloco de notas é outra ferramenta da microsoft ¬¬ :P . E não importa tanto assim como o site é feito, o que importa é o resultado final.

        • Dennes

          Prezado Bigode,

          “Bem, refraseando, sites inteiramente em flash são um nojo de usar, pq só alguém incompetente faria um site inteiro no flash”

          Pois é, por isso ferramentas mais modernas que o flash estão surgindo.

          Por isso estamos falando não só de sites, mas aplicações online.

          []‘s

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          CidadaoCarioca
          BufaloInfo

        • Storm

          Cara, acho horrível ter que ainda dar suporte ao ie6, mas ele ainda é o mais usado…
          Sou totalmente a favor da microsoft parar o IE e dar mais atenção somente ao S.O.

          • Dennes

            Oi, Storm !

            Conclusão um pouquinho apressada…

            A atual versão do IE é o 7.0 e uma das grandes novidades foi justamente a aderência aos padrões W3C.

            Quanto ao IE 6, existem muitos que acham justamente o contrário…

            []‘s

            ———————
            CidadaoCarioca
            BufaloInfo

          • Bigode

            Grande aderência.
            Nenhum browser adere estritamente aos padrões w3c, porém o Internet Explorer, é o que menos adere.

          • viniciusc

            Opa, tem o Konqueror.

          • Storm

            Opera também, passa pelo acid2.

          • Caravana

            Aderência parcial, é importante dizer. Ainda falta muito pra Microsoft poder dizer que segue as especificações que ela mesmo ajuda a criar.

            Contraditório, não? Nem tanto… com o Internet Explorer a Microsoft tem a faca e o queijo na mão pra segurar o avanço dos padrões web, e oferecer suas soluções “inéditas e nunca antes vistas” para desenvolver aplicações web, claro que por um preço não muito convidativo.

            Um exemplo de freio que o Internet Explorer vai impor, é o suporte a execução de vídeos, proposta para o HTML5, que já possui implementação experimental no Gecko (Firefox), WebKit (Safari) e Opera. Quantos anos vai levar até que surja uma versão do Internet Explorer com suporte a isso, sendo que nem padrões mais básicos (como CSS2) possuem implementação satisfatória?

          • Dennes

            Oi, Caravana !

            “Aderência parcial, é importante dizer”

            Neste link existem detalhes de como o trabalho no IE 7 foi feito para garantir aderência aos padrões W3C
            Aderência ao W3C

            Seria muito legal se tivessemos uma análise do resultado final deste trabalho, seria um artigo extremamente interessante. Alguém se habilita ?

            “com o Internet Explorer a Microsoft tem a faca e o queijo na mão pra segurar o avanço dos padrões web, e oferecer suas soluções “inéditas e nunca antes vistas” para desenvolver aplicações web”

            De fato, o domínio do Internet Explorer permite isso. Mas acredito que a Microsoft poderia agir de forma muito, muito pior se quisesse exatamente devido a este domínio. Veja o que me faz crer que ela está até agindo de forma comportada (e para os trolls de plantão : Não, não estou dizendo que ela faz isso por bondade) :

            - A boa vontade de integrar o internet explorer com padrões W3C, demonstrada no link acima

            - O fato de que o ASP.NET possui estrutura de Control Adapters e CSS Adapter toolkit, além de direcionamento de saida para browsers específicos, facilitando muito a vida de quem desenvolve para múltiplos browsers

            - O fato de que o “novo javascript” (que coloquei entre aspas também no artigo) é na verdade baseado em bibliotecas de objetos criadas no javascript clássico e que são tão amplas que nos dão a impressão de termos uma nova síntaxe. Desta forma ocorre o funcionamento Cross-Browser

            - O funcionamento Cross-Browser e até mesmo em diferentes plataformas do Silverlight

            Poderia, por favor, explicar melhor este suporte a execução de vídeos que você cita no HTML 5 e compara-lo com a execução de vídeos no Silverlight ?

            De qualquer forma, adianto o seguinte : Se você desenvolve com ASP.NET, você pode utilizar classes – webControls – até mesmo para inserir seus vídeos na página (começam a surgir agora) e poderia perfeitamente fazer um control adapter para que no firefox, safari e opera o controle fosse renderizado no padrão de HTML 5, enquanto que o IE fosse renderizado como uma chamada Silverlight, isso apenas enquanto não chega o IE 8.

            Mas se você não desenvolve em ASP.NET, a questão é buscar esses recursos no ambiente que você desenvolve. E aqui está uma das grandes questões levantadas pelo artigo : A criação de design gráfico tem evoluido suas técnicas, incorporando técnicas de Orientação a Objetos, encapsulamento e muito mais (tudo simulado, claro, observem que destaquei isso), para garantir a capacidade de manutenção do design e fácil construção. Os designers precisam estar atualizados com tais técnicas.

            []‘s

            ———————
            CidadaoCarioca
            BufaloInfo

          • http://juniorcba,wordpress.com juniorcba

            De fato, o domínio do Internet Explorer permite isso. Mas acredito que a Microsoft poderia agir de forma muito, muito pior se quisesse exatamente devido a este domínio. Veja o que me faz crer que ela está até agindo de forma comportada (e para os trolls de plantão : Não, não estou dizendo que ela faz isso por bondade)

            Pois é, ela só não faz pior porque não vai ser muito saudável pra ela mesmo.

            ————————————
            Excuse me, is you saying something?
            Uh, uh, you can’t tell me nothing
            Just Another Blog

          • Caravana

            Dennes,

            Tens meu respeito, pois ao invés de fazer o que tem se tornado prática comum – debochar de quem critica -, você, numa paciência louvável, respondeu cada comentário ao teu artigo.

            Dito isso, vamos aos pontos:

            Neste link existem detalhes de como o trabalho no IE 7 foi feito para garantir aderência aos padrões W3C
            Aderência ao W3C

            Seria muito legal se tivessemos uma análise do resultado final deste trabalho, seria um artigo extremamente interessante. Alguém se habilita ?

            Você pode ler uma comparação entre os motores de desenho aqui.

            O suporte a CSS2 e 3, e outras tecnologias como SVG, é ridículo se comparado aos outros navegadores. Isso não acontece por incapacidade da Microsoft, e não tentem me convencer disso. =P

            O problema é que ela também perde mercado se não suportar nada dessas tecnologias (ou seja, não vai ter um navegador que poderá servir como instrumento para empurrar outras tecnologias). Então ela usa um meio termo conveniente entre suportar e não suportar padrões web.

            Quanto mais a Microsoft segurar o desenvolvimento dos padrões abertos, mais brecha existe para ela empurrar suas soluções (mais abaixo eu exemplifico).

            “- O fato de que o ASP.NET possui estrutura de Control Adapters e CSS Adapter toolkit, além de direcionamento de saida para browsers específicos, facilitando muito a vida de quem desenvolve para múltiplos browsers”

            O fato é que boa parte das propriedades avançadas de CSS, e até mesmo as mais básicas como posicionamento, terão problemaspara funcionar da mesma forma no Internet Explorer que nos outros navegadores, pela suporte tosco que ele fornece.

            “Poderia, por favor, explicar melhor este suporte a execução de vídeos que você cita no HTML 5 e compara-lo com a execução de vídeos no Silverlight ?”

            Para você inserir um vídeo em um HTML nas novas versões dos três navegadores, basta você definir o seguinte no código:

            <video controls src=”demo.ogg” id=”myVideo”></video>

            Pronto. Você pode inserir botões para controlar o vídeo, e tudo isso será feito com Javascript, sem a necessidade de plugin nenhum. E é esse todo o problema.

            Isso supre uma das maiores necessidade da web, que é o conteúdo multimídia (áudio e vídeo), sem precisar de plugin algum.

            Outra tecnologia que ela não suporta é o SVG, que cobre a pate de desenhos vetoriais. Aqui você vê uma comparação entre as atuais implementações de SVG disponíveis (é, o Opera humilha os outros navegadores aqui =P).

            Se você associar SVG + vídeo + javascript, você faz players bonitos e funcionais, como qualquer player atual em flash ou silverlight.

            Isso aqui:

            Não tem alguma semelhança com isso aqui?

            A diferença é que o primeiro é totalmente baseado em padrões abertos (vídeo é OGG, implementação especificada no rascunho do HTML5, parte vetorial é SVG e ações realizadas por javascript), já o segundo, pra ser executado precisa do plugin da Microsoft.

            Por essas e outras que eu aposto todas as minhas fichas em não ter implementação decente de SVG, Javascript, CSS2/3 e HTML5 no Internet Explorer antes de 2011..

            P.S.: A título de curiosidade, quem quiser ver um joguinho interessante feito em SVG + Javascript, pode dar uma passada aqui (não funciona no IE). O maior problema nessa área, além do embargo da Microsoft, é a falta de IDE que integre SVG + Javascript, mas uma vez que isso fosse superado (não sería muito difícil), tem todas as condições tecnológicas de desbancar o Flash, Silverlight e cia.

          • Storm

            Muito bom!

          • Antony

            Muito bom [2]

          • Dennes

            Oi, Caravana !

            Primeiramente, obrigado pelo elogio !

            “Você pode ler uma comparação entre os motores de desenho aqui.”

            O link que você forneceu é simplesmente excelente. Complementa com perfeição o link MS que publiquei e permite um debate entre o que a MS diz e os detalhes da implementação.

            “O suporte a CSS2 e 3, e outras tecnologias como SVG, é ridículo se comparado aos outros navegadores”

            Exagerou um pouquinho, não é ? Pode até perder para alguns navegadores (todos ? não sei…) mas dai a dizer que o nível de suporte está muito distante não é bem assim não…

            A primeira dificuldade em concluir algo é que no link da WikiPedia, na primeira tabela que indica qual versão do CSS o browser suporte e o quanto suporta desta versão, o IE aparece como não suportando o CSS3. Porém nas tabelas logo abaixo existe a indicação de vários itens do CSS3 que são suportados.

            Não consegui nem mesmo identificar um volume radicalmente diferente de itens não suportados entre o IE e os demais que justificasse o IE ser apontado como não tendo suporte ao CSS3… Qual foi a regra utilizada ? Existem alguns itens do CSS vistos como mais críticos que determinam suporte ou não ?

            “Isso não acontece por incapacidade da Microsoft”

            Incapacidade definitivamente não… mas dai a identificar um motivo…

            Que tal uma experiência ? Você conhece CSS bem mais a fundo do que eu e por esta mensagem parece a pessoa ideal para executar essa experiência : Enviar uma mensagem pelo canal de contato do blog do Internet Explorer em http://blogs.msdn.com/ie/ interrogando sobre porque o suporte completo ao CSS3 não foi disponibilizado já no IE 7 ? Seria excelente termos aqui a resposta para debatermos..

            “O fato é que boa parte das propriedades avançadas de CSS, e até mesmo as mais básicas como posicionamento, terão problemaspara funcionar da mesma forma no Internet Explorer que nos outros navegadores, pela suporte tosco que ele fornece.”

            Sim, com certeza (pela sua própria tabela, ainda acho tosco um exagero). Mas quando citei control adapters e o direcionamento de saida para browsers específicos, quis dizer que, no caso mais simples dos control adapters, pode-se fazer uma saida diferenciada para cada browser.

            Vejamos um exemplo banal : uma caixa de texto. O desenvolvedor sabe os problemas que tem com o visual da caixa de texto em cada browser, então constroi os control adapters adequados para cada um.

            A partir deste ponto o desenvolvedor pode usar a caixa de texto a vontade e, em um único arquivo .config válido para o site inteiro, indicar que para determinado browser será utilizado determinado control adapter.

            Assim sendo, a mesma página quando acessada no firefox vai gerar um código para o firefox, mas quando acessada no IE vai gerar um código diferente para o IE, sem que o desenvolvedor tenha que ter tido o trabalho de codificar pedaço a pedaço pensando nos dois browsers, o control adapter, depois de criado, deixa o desenvolvedor esquecer dos problemas cross-browser.

            Estou falando de ASP.NET pois é a tecnologia que conheço. Qualquer explicação sobre recurso equivalente em outras tecnologias é muito bem vinda.

            “Isso supre uma das maiores necessidade da web, que é o conteúdo multimídia (áudio e vídeo), sem precisar de plugin algum.”

            Neste ponto discordo. A necessidade multimídia vai muito além de audio e vídeo.

            Mas com uma tecnologia como os control adapters que citei antes, o HTML que você demonstrou pode ser renderizado para os browsers que o suportam e código alternativo para o IE.

            “Outra tecnologia que ela não suporta é o SVG, que cobre a pate de desenhos vetoriais. Aqui você vê uma comparação entre as atuais implementações de SVG disponíveis (é, o Opera humilha os outros navegadores aqui =P).”

            Realmente desconhecia o SVG e seus links mais uma vez são muito bons.

            O porque da Microsoft não implementar o SVG me parece óbvio : O SVG é apenas bi-dimensional, enquanto que o Silverlight é tri-dimensional, isso só para citar um dos pontos chave.

            Mais informações que seriam úteis aqui : Comparação do SVG com Silverlight e explicações da MS sobre a não implementação do SVG, o que pode ser obtido no endereço de blog que citei.

            “Se você associar SVG + vídeo + javascript, você faz players bonitos e funcionais, como qualquer player atual em flash ou silverlight.”

            Não creio não. Tenho Firefox aqui para testar, pode me passar um link que demonstre isso ?

            A questão é, como o SVG está definido como bi-dimensional no site que você indicou, não creio que ele consiga fazer um exemplo Como esse, feito em Silverlight

            Ai está a questão : Se a Microsoft já trabalhava no Silverlight, que hoje está pronto em sua versão 1.0, compatível com todos os browsers em ambiente windows, tridimensional e por isso melhor que o SVG (é ? Não é ? Comparemos…), além de previsto suporte em multiplos ambientes (Linux), está explicada a não adesão ao SVG.

            “(vídeo é OGG, implementação especificada no rascunho do HTML5, parte vetorial é SVG e ações realizadas por javascript)”

            Pois é, misturando várias tecnologias. Sendo que HTML5 ainda é HTML, Markup Language, enquanto que JavaScript não pode ser comparado nem com Visual Basic, nem outras linguagens como C# ou outras mais.

            O desenvolvimento em Silverlight é feito de forma orientada a objetos em linguagem de alto nível, dentro do framework .NET . O SVG faz isso que você está citando, um vídeo legal 2D, enquanto que o Silverlight permite você desenvolver em linguagem de alto nível, sem ter que entrar em muitos detalhes de Markup Language, uma aplicação que rode no browser do usuário buscando dados de webServices de forma assíncrona.

            Fazer isso com o conjunto que você citou nos levaria a um nível bem mais hard core de desenvolvimento e mistura de tecnologia.

            “já o segundo, pra ser executado precisa do plugin da Microsoft”

            Qual o mal do plug-in ? Se o resultado é melhor e se é algo extremamente simples, qual o mal dele ?

            (Acabei de dar um duplo clique no firefox para abri o joguinho que você linkou. Sem me dar opção, o firefox me obrigou a fazer uma atualização de versão do browser que eu não pedi. Pelo menos no IE eu escolho quando fazer isso. Mas é questão de gosto e este definitivamente não é nosso assunto aqui).

            Sobre o link do jogo : O jogo é em 2D, muito diferente visualmente das demonstrações 3D do Silverlight, então não dá para fazer comparação, precisamos de algo melhor feito no SVG para comparar.

            Além disso, o jogo me pediu a instalação do plug-in do Quicktime….

            Por fim : Parabéns pelo seu grande conhecimento em design para a web, sua resposta ao artigo foi muito, muito construtiva para mim e acredito que para todos que estão acompanhando.

            Então, a grande questão do artigo : Os designers que lidam com tecnologia não podem simplesmente querer entregar uma imagem em photoshop para o programador se virar. Todo esse conhecimento que você demonstrou é necessário para a execução do trabalho, acrescentando-se que, talvez, devido ao crescente número de tecnologias, isso comece a se dividir em especialidades… (no fundo já é, mas por enquanto mais como operadores do que como designers, a passagem de um para outro será uma evolução no mercado…)

            []‘s

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            CidadaoCarioca
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          • Storm

            Bom, pelas pesquisas que fiz nunca achei nenhum webdesigner que goste do ie6, é fod@ fazer seu html/css bonito, funcionando no ie7, firefox, opera e abrir no ie6 e ver tudo errado, ter que fazer gambiarras e sujar o código…
            Em casa uso o Opera, no trabalho quando tenho que fazer algo em css uso o ie7 e o firefox juntos pra testar, quando tudo está ok eu começo minha luta com o ie6, hacks pra pegar a margin certa, scripts pra iframe shim em menus e etc…
            E quanto a microsoft parar com IE continuo com essa opinião, pois vários trojans e etc se instalam por alguma brecha ou algo parecido no ie…

          • Dennes

            Oi, Storm !

            Brechas no IE 7 ? Talvez, mas improvável, isso precisaria ser analisado em mais detalhes…

            O IE 7 é o mesmo browser utilizado no Windows Vista… utilizo o Windows Vista já há muito tempo (perdi a conta, muito antes do lançamento), mantenho meu mesmo perfil descuidado (não uso antivirus e nem anti-spyware) mas ao contrário do que acontecia anteriormente, até hoje não peguei um adware sequer…

            []‘s

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            CidadaoCarioca
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          • Storm

            Ok, depois dessa resposta eu paro a discussão por aqui…

          • crazybyte

            Eu nem entrei na discussão mas:

            Ok, depois dessa resposta eu paro a discussão por aqui…[2]

            .. … – — . — .. -. …. .- .- … … .. -. .- – ..- .-. .- . — -.-. — -.. .. –. — — — .-. … .

        • http://melinka.net Rocky

          Alem dele defender o conseito de que qualquer um que faça um site via editor WYSNC é um Web-Designer…. Pra ser profisional da web tenque meter a cara no código e fazer algo semantico e validado, sempre lembrando da ascessibilidade e da usabilidade.

          Um detalhe, o cara que desenvolveu esse layout atual do meio-bit é um dos maiores defensores dos padrões e desenvolvimento focado no usuario.

          Acessem o blog do cara e vejam o que é desenvolver para internet: http://www.fatorw.com/
          __________________________________________________
          ” Não se trata do quão forte você bate, mas sim do quão forte você possa suportar os golpes e seguir em frente…” (Rocky Balboa)

          • Dennes

            Oi, Rocky !

            Conseito=Conceito
            WYSNC=WYSIWYG

            Desculpe, me perdi… onde no artigo você me viu defendendo a idéia de que qualquer um que use um editor WySiWyg é um webDesigner ?

            Eu escrevi o artigo, li várias vezes e não consegui encontrar de que ponto no artigo você interpretou isso.

            []‘s

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    • Dennes

      Prezado Bigode,

      Se você observar bem o artigo, verá que em praticamente todos os itens – senão todos – citei o fato das necessidades de design serem gerais e não específicas de uma plataforma. Observe os links novamente.

      Quanto ao site “quebrar” em ambientes distintos, conceitos como control adapters do .NET auxiliam e muito exatamente para que este tipo de problema não ocorra. O que outras plataformas tem para que isso não aconteça ?

      Quanto ao efeito de fazer a interface de sites em flash, está ai a diferença entre ser ou não ser um bom designer. Basta observar o exemplo em Silverlight, bem simples e muito interessante de utilizar. Além disso não estamos falando apenas de sites, mas sim de aplicações on-line.

      []‘s

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      CidadaoCarioca
      BufaloInfo

      • http://melinka.net Rocky

        Ai piora mais ainda, você vai obrigar o usuario do seu site a ter instalado um plug-in no navegador dele, além de excluir pessoas portadoras de nescessitades especiais dele. Some a isso o tempo de loading, o usuario de internet não ta nem ai pra animação, e acessa um site apenas por um informação que lhe interresa e quanto mais rápido ele a conseguir mais satisfeito estará.

        A INTERNET É UM LIVRO E NÃO TELEVISÃO, O QUE INTERRESA É A INFORMAÇÃO.
        __________________________________________________
        ” Não se trata do quão forte você bate, mas sim do quão forte você possa suportar os golpes e seguir em frente…” (Rocky Balboa)

        • Dennes

          Oi, Rocky !

          “Ai piora mais ainda, você vai obrigar o usuario do seu site a ter instalado um plug-in no navegador dele”

          Mas o flash não é exatamente isso, um plug-in ? Não tem tanta gente utilizando, até mesmo para anúncios ?

          Ainda se fosse o uso de um plug-in sem evolução alguma, até dava para reclamar do plug-in… Mas como uma evolução do tamanho do Silverlight, então seria mais construtivo se você criticasse o Silverlight para explicar sua posição.

          “além de excluir pessoas portadoras de nescessitades especiais dele”

          Considerando o Silverlight, essa você precisa explicar

          “o usuario de internet”

          Mas quem disse que estamos falando apenas do usuário de internet ? Estamos falando de usuários de aplicações!

          “não ta nem ai pra animação”

          A generalização é a mãe de inúmeros erros. Você realmente viu o exemplo da aplicação em Silverlight ?

          Se eu estivesse na internet, procurando móveis para comprar, e uma empresa me oferecesse esta interface, pode ter certeza que viraria cliente.

          “A INTERNET É UM LIVRO E NÃO TELEVISÃO, O QUE INTERRESA É A INFORMAÇÃO”

          Isso é algo de anos atrás. A evolução já bateu a sua porta. Conhece YouTube ?

          []‘s

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  • http://www.yoomp.com rodrigofante

    Na minha opinião você não é designer, nem programador e duvido que trabalhe perto da Web.
    Citou ferramentas usadas pela minoria, tirando o flash(esse citado fora do seu contexto).
    “Esqueceu” da produtora sinonimo de produção web, Adobe(+macromedia), esqueceu a linguagem mais utilizada(PHP), pra citar Asp.net, que é usado por um ínfima minoria, e produz um código de assustar qualquer profissional sério.

    Pra mim isso parece mais resenha paga da Microsoft, que nada tenho contra, uso a mesma, porém disfarça, ta todo mundo comentando, MS fanboy.

    Fazedor de Site
    http://www.fazedordesite.com

    • Dennes

      Prezado Rodrigo,

      Na minha opinião você não leu o artigo, já que não encontrou a referência ao Fireworks e a própria Macromedia diretamente. Deveria ler primeiro aquilo que deseja criticar.

      Na minha opinião você conhece bem pouco das produtoras web, já que apesar do artigo ter referências ao Fireworks, Flash, a Macromedia diretamente e indiretamente ao DreamWeaver, você ignorou tal fato.

      Também conhece pouco de Web. Pois nós já saimos da era de montagem e renderização manual de respostas, concatenando strings com código HTML para gerar o visual para o usuário.

      Desta era passada, três relíquias já deveriam ter sido enterradas : ASP 3.0, JSP e PHP. Se ainda não foram (e não foram mesmo, como você corretamente afirma), não é por falta de tecnologia, mas por desconhecimento técnico.

      Temos como alternativas extremamente mais modernas o JSF – Java Server Faces, concorrente direto do ASP.NET, RoR – Ruby on Rails que se foca em manter design patterns e o ASP.NET. Só continua utilizando tecnologia ultrapassada aqueles que realmente gostam de sofrer.

      Você também não conhece as regras do MeioBit. Todas as resenhas pagas são devidamente classificadas como tal. Portanto recomendo você a se retratar imediatamente a respeito desta afirmação.

      []‘s

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      • FPViper

        Só uma coisa, num eh mais Macromedia, Adobe agora.

        —-
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      • http://tecnoevidencia.blogspot.com rgadelha

        PHP deveria ter morrido?
        Milhões de programadores não tem conhecimento técnico pq usam PHP??
        O que é conhecimento técnico pra vc? Usar tecnologias Microsoftianas? Não tenho muito contra a M$, apenas não gosto muito. Mas teus artigos já estão enchendo o saco, tudo vc direciona para produtos Microsoft.

        Conheço ASP.NET e PHP, ainda sim fico com o ‘dinossauro’ PHP.

        Não discordo do colega acima, isso me parece jabá sim, afinal, eu não estaria fazendo propaganda de produtos de empresas assim de graça. E outra XAML/Silverlight irá mudar a WEB e detonar o Flash? UAHUAHAUHAUHAHUAHUHAUHA

        Participei de um congresso da MS esse ano aqui em Fortaleza e todos os palestrantes afirmaram a mesma coisa, mas que lavagem cerebral hein?

        Adobe (+macromedia) já tem o seu nincho, para quebrá-lo a MS vai ter que comer muito feijão com arroz e fazer lavagem cerebral em muita gente.

        Ok, eu não quero jogar um Age of Empires no browser, como citaram no congresso que isso seria possível via XAML/SilverLight, nem de AoE eu gosto e se gostasse, preferia jogar como já se joga.

        Numa coisa a Microsoft é certeira: Marketing, ela faz as pessoas sentirem uma necessidade que não existe e as prende.
        TecnoEvidência

        • Dennes

          Prezado Gadelha,

          É seu direito não gostar de tecnologia Microsoft.

          Mas você poderia estar usando RoR (que segue design patters) ou JSF (que segue a idéia de controls e renderização), ambos tecnologias mais avançadas do que a velha tecnologia modular de desenvolvimento com concatenação de strings para montagem do HTML.

          Portanto esta evolução nada tem a ver com a Microsoft e você corre o risco de, ao culpar excessivamente uma empresa, de forma totalmente preconceituosa, não ver a evolução tecnológica caminhando ao seu lado.

          []‘s

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          CidadaoCarioca
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          • http://tecnoevidencia.blogspot.com rgadelha

            Prezado Dennes,

            É direito meu, como também é direito seu gostar

            Se estou sendo preconceituoso, você também foi quando disse que PHP e JSP são reliquias e eram pra estarem enterradas, etc.

            Vc está agindo de maneira tendenciosa em seus artigos quando se refere a Microsoft como a deusa das soluções. Mas afinal.. o que seriamos sem o Windows?

            O que seria do mundo se a MS não vendesse a IBM um software que nem existia? ^^

            TecnoEvidência

          • Dennes

            Prezado Gadelha,

            “Se estou sendo preconceituoso, você também foi quando disse que PHP e JSP são reliquias e eram pra estarem enterradas”

            Preconceito vem de conceito antes do conhecimento. PHP e JSP são da época do ASP 3.0, há muitos e muitos anos.

            Não entro em debate sobre qual *era* melhor – PHP, JSP ou ASP 3.0 – mas todas as três são baseadas em recebimento de uma chamada post/get, manipulação do conteúdo do pacote (form/querystring) e montagem da resposta na forma de uma grande string com o código HTML de retorno.

            Então não estou falando de uma ou outra preconceituosamente, estou falando de uma era do desenvolvimento web. Veja o que temos de novo :

            RoR : Com um framework de classes (Rails), adere aos padrões MVC e outros, o que agrada muito aos desenvolvedores.

            JSF : Segue o estilo semelhante a webControls que foi apenas sinalizado, uma espécie de gostinho, no JSP. Surgiu depois do ASP.NET e usa muitas de suas idéias.

            ASP.NET : Baseado em webControls e processo de renderização, leva a programação web a alto nível, ao invés da antiga manipulação de strings da era anterior.

            Portanto, você tem três tecnologias muito eficiêntes no mercado. Então quando falo contra o PHP ou JSP (leia os comentários do artigo e verá que não fui o único) estou falando tecnicamente.

            Agora quando você fala que estou me referindo a Microsoft como “deusa das soluções”, você está sendo preconceituoso. Não contra a Microsoft, mas contra mim, porque você não conseguirá neste artigo acima encontrar nenhum lugar em que eu esteja afirmando no artigo que as soluções Microsoft são totalmente melhores que todas as outras. Pelo contrário, no artigo ainda falei mal de soluções Microsoft e destaquei a existência de outras equivalentes…

            []‘s

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            CidadaoCarioca
            BufaloInfo

          • http://tecnoevidencia.blogspot.com rgadelha

            Ops, perdão.
            Ela não vendeu, e sim licenciou.

            TecnoEvidência

        • Dennes

          Prezado Gadelha,

          É seu direito não gostar de tecnologia Microsoft.

          Mas você poderia estar usando RoR (que segue design patters) ou JSF (que segue a idéia de controls e renderização), ambos tecnologias mais avançadas do que a velha tecnologia modular de desenvolvimento com concatenação de strings para montagem do HTML.

          Portanto esta evolução nada tem a ver com a Microsoft e você corre o risco de, ao culpar excessivamente uma empresa, de forma totalmente preconceituosa, não ver a evolução tecnológica caminhando ao seu lado.

          []‘s

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  • http://geek.comopiniao.com.br glhleite

    Posso parecer chato, mas o post é sobre webdesign e não design gráfico. Do jeito que está colocado no texto, parece que essa é a única função da profissão. O design se desmembra em várias áreas e a relação que você colocou no início do texto sobre o que um designer precisa saber foi extremamente simplista. É esse tipo de visão que aproxima, aos olhos dos consumidores, o designer do micreiro, gerando um grande prejuízo para a classe, quando alguém deixa de contratar um designer que usa de pesquisa e sua bagagem teórica para criar um sistema de informação bem arquitetado com linguagem eficiente para contratar o sobrinho que sabe asp, php e mexer no flash e cobra 40 reais.

    • http://melinka.net Rocky

      Faço minhas as suas palavras.
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      ” Não se trata do quão forte você bate, mas sim do quão forte você possa suportar os golpes e seguir em frente…” (Rocky Balboa)

    • Dennes

      Oi, Glh !

      Não, não está parecendo chato não, está levantando enormes pontos super interessantes para debate.

      O artigo não tem o objetivo de ser sobre webDesign. Observe que o artigo fala sobre design de aplicações Windows, Microsoft Surface e XNA.

      “O design se desmembra em várias áreas e a relação que você colocou no início do texto sobre o que um designer precisa saber foi extremamente simplista”

      Correto. O artigo também não teve a intenção de abordar todo o trabalho de um designer, de forma tão abrangente.

      Neste ponto entra a questão : Não estamos falando só de webDesigners, mas também não estamos falando de designers de forma abrangente, estamos falando do que então ?

      Observe que no texto inclui até mesmo o termo winDesigners… Entre o designer na forma de seu termo amplo e o webDesigner extremamente específico temos ai um circulo que precisa ser delineado : o designer de tecnologia, o designer que irá fazer o visual de aplicações, sites, ou o que seja. Este designer de tecnologia certamente usará técnicas diferentes das técnicas dos designers tradicionais. Estará próximo (mas não será o mesmo) dos webDesigners.

      “É esse tipo de visão que aproxima, aos olhos dos consumidores, o designer do micreiro”

      Você exagerou, apesar da conclusão ser boa. Quero dizer : Se os tópicos que coloquei no inicio, por mais incompletos que estejam, fossem seriamente levados em consideração, o sobrinho não seria contratado não.

      Mas a conclusão é ótima, porque temos as seguintes questões :

      - Mesmo empresas sérias, muito diferentes das empresas chinfrin que contratam o vizinho, não sabem como classificar o profissional e organizar o trabalho de um designer dentro de uma equipe tecnológica.

      - Com as tecnologias e novas possibilidades que expus no artigo, o espaço de um desenvolvedor de software passa cada vez mais a ser dividido com um designer. Então se torna muito importante para o desenvolvedor de software que o designer tenha sua posição profissional bem definida, para que os dois possam atuar em conjunto criando muitas das aplicações que citei.

      Enfim, carecemos muito de definições para o profissional de design gráfico para a área tecnológica.

      []‘s

      ———————
      CidadaoCarioca
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      • Bigode

        “Desde a popularização da internet o design gráfico de muitos sites tem sido feito com muita eficiência (ou talvez não) pelo filho do vizinho.” – do artigo, substitua internet por web para maior clareza.
        “Lendas e Folclores da internet – WebDesigner” – do artigo.
        “O artigo não tem o objetivo de ser sobre webDesign. Observe que o artigo fala sobre design de aplicações Windows, Microsoft Surface e XNA.” – do comentário.

        Bem, webdesign é completamente diferente de design de aplicações windows, embora muita gente pense o contrário. A web não foi desenhada pra ser dependente de determinada plataforma ou tecnologia.

        • Dennes

          Oi, Bigode !

          “Lendas e Folclores da internet – WebDesigner”

          A figura trata-se de apenas uma ilustração cômica, não deveria ser levada a sério.

          Design de aplicações Windows, como o artigo cita, é feito com o WPF. Antes disso nunca foi levado muito a sério. Surface e XNA são tecnologias novas.

          Portanto o design entrou na tecnologia através da web, por isso o parágrafo inicial. Mas o artigo em si fala sobre design de uma forma muito além da web.

          Nunca disse que design para ambiente windows seria igual a webDesign, não vai encontrar isso no artigo. Mas de fato o design para windows só é levado a sério agora, com o WPF, e os impactos que ele (entre outras tecnologias) trará no trabalho de um designer são justamente o tópico deste artigo.

          []‘s

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          CidadaoCarioca
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      • http://geek.comopiniao.com.br glhleite

        Dennes, concordo com o que você disse agora. Eu nem estou entrando em discussões técnicas como a maioria porque, para mim essa não é a parte mais importante do design. Desculpe até se eu fui meio ríspido no meu comentário, mas é que eu convivo com esse problema e sei o tanto que essa visão está na cultura das pessoas ainda e quando se publica em um blog, que é um formador de opinião, é preciso alguns cuidados.

        Mesmo que você esteja falando de um assunto bem específico, lógico que você não vai dissertar e filosofar sobre o design, a forma como foi colocada no início do post só aumenta aquela idéia de que designer é fazedor de bico, tipo “eletricista-bombeiro-marceneiro”, os famosos micreiros.

  • http://melinka.net Rocky

    Esse texto está muito superfisial e volta para o amadorismo, onde já se viu usar algo que gere código automaticamente como feramente profisional (Fireworks who?), sobrinhos sçao aqueles que usam editores visuais para desenvolver seu projetos, profisionais são aqueles que fazem o código na unha, seguindo os padrões da W3C e com desenvolvimento focado no usuario.

    Sim trabalho na área a 9 anos.

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    ” Não se trata do quão forte você bate, mas sim do quão forte você possa suportar os golpes e seguir em frente…” (Rocky Balboa)

    • http://geek.comopiniao.com.br glhleite

      Não quis dizer que quem sabe php e asp é amador, acho que me expressei mal. Quis diferenciar quem mexe em um programa e se acha profissional de quem entende a lógica e tem base teórica para criar um sistema e nesse caso, independente do programa, mesmo pegando para usar um que não sabe, em pouco tempo se ambienta e cria bom projetos. Quis dizer que não existe isso de “lista de programas e linguagens que voce precisa saber” como a do post. Se voce conhece sua área, vai fazer um trabalho bom independente da plataforma.

      • Dennes

        Oi, Glh !

        “Quis dizer que não existe isso de “lista de programas e linguagens que voce precisa saber” como a do post. Se voce conhece sua área, vai fazer um trabalho bom independente da plataforma.”

        Eis mais um grande tópico a ser debatido.

        Algo que sempre ouvi dos webDesigners realmente profissionais e que sempre concordei é que fazer design gráfico para web é totalmente diferente de mídia impressa e era ilusão dos designers de mídia impressa de que a migração para web seria suave.

        Baseado nisso, minha primeira colocação é : Será que não existe tal diferença, mais ou menos drástica caso a caso, entre a criação de design para cada uma das mídias (não tecnologias, mídias) citadas no artigo ?

        Outra questão muito importante é que com o avanço tecnológico, usar uma tecnologia ou outra não é mais tão simples como seria uma passagem de photoshop para fireworks e vice-versa (comparação ruim, sei). Passar do uso de HTML para o uso de WPF, que são não só tecnologias diferentes mas a diferença é tão grande que podem ser chamadas de mídias diferentes, não é uma coisa simples como pode parecer no inicio e destacar o surgimento destes novos tópicos na tecnologia de design é sem dúvida um dos objetivos do artigo…

        []‘s

        ———————
        CidadaoCarioca
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    • Dennes

      Oi, Rocky !

      superfisial=superficial
      feramente=ferramenta
      profisional=profissional (dica : sempre que “s” ou “r” estiverem entre duas vogais, precisam ser dobrados)
      sçao = são

      (correções de português não deveriam ser interpretadas como ofensa, e sim como uma dica construtiva para mantermos a integridade de nossa lingua, não acha ?)

      “Esse texto está muito superfisial e volta para o amadorismo, onde já se viu usar algo que gere código automaticamente como feramente profisional ”

      Analisar o texto apenas do ponto de vista das ferramentas de geração de código é uma análise… superficial.

      O texto fala sobre Ajax, surface, WPF, Silverlight, nenhum destes é ferramenta de geração de código.

      Portanto sugiro que releia o texto para captar sua essência.

      “profisionais são aqueles que fazem o código na unha”

      A colocação que você faz também já foi feita na área de desenvolvimento de software. Hoje, na área de desenvolvimento de software, desenvolver código “na unha” é algo que os profissionais já estão definitivamente abandonando, para a felicidade geral. Isso só é possível porque as ferramentas RAD evoluiram muito em qualidade.

      É totalmente verdade que infelizmente o mesmo não acontece na área de design. As ferramentas estão muito longe de cumprirem o padrão W3C.

      Mas antes de definir como profissional quem faz o código na unha e abandonar por completo o uso e o desejo das ferramentas, devemos é procurar obter ferramentas cada vez melhores.

      O Visual Studio 2008 é um exemplo de uma ferramenta que oferece uma agilidade sem igual para designers, apesar de não ser uma ferramenta para designers.

      []‘s

      ———————
      CidadaoCarioca
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  • FPViper

    Isso, joguem o PhP fora, esqueçam Javascript e chamar Ajax de MS Ajax?

    Ah meu amigo… por favor, vai ler…

    http://en.wikipedia.org/wiki/Ajax_%28programming%29

    Ah, por favor, num fala q ajax é pior q ASP, pq vc naum imagina a merda q tah falando… senaum o Google usaria ASP e a WEB 2.0 amaria o ASP.

    Pra vc q naum acredita, seguem iniciativas brasileiras utilizando Ajax… e bem utilizado:

    http://www.openxul.com.br/ – Uma API web feita a partir de XML.
    http://www.ijigg.com/ – Um Digg de música fazendo sucesso e querendo ser o Youtube musical.
    http://www.gobits.com/ – Leitor RSS, Armazenamento virtual e interface de e-mail, Front End inteiro em Ajax

    Vou parar por aqui…

    e, por favor, não coloque MS na frente do Ajax. Tenho medo q isso cause uma tela azul por falta de driver.

    —-
    May the LAG be with YOU!

    • Dennes

      Prezado, FP !

      “chamar Ajax de MS Ajax”

      Bem, observo que você não está muito antenado com o Ajax, então eu explico.

      Existem diversos frameworks para implementar a metodologia Ajax tal como MagicAjax, Bitkraft e ASP.NET Ajax. Aqueles que acompanham o desenvolvimento do ASP.NET Ajax desde o final de sua fase beta (ou antes disso) o chamam amigavelente de MS Ajax. Vou destacar isso no artigo, mas qualquer um antenado com a tecnologia já sabe disso.

      Na dúvida confira este link :
      MS Ajax

      “num fala q ajax é pior q ASP”

      Aqui foi um grande erro de interpretação seu, interpretou o que falei de forma completamente errada.

      Eu não disse em momento algum que o produto final da tecnologia Ajax é inferior ao produto final do ASP.NET (e veja que eu estava falando de ASP.NET), nem por um segundo insinuei isso.

      Eu disse que quando passamos a desenvolver com ASP.NET (o que não parece ser seu caso) tivemos uma gigantesca evolução no desenvolvimento, devido aos excelentes recursos do ASP.NET.

      Porém, com o surgimento do Ajax tivemos que voltar a muito desenvolvimento específico em tags, o que é um retrocesso em termos de *metodologia de desenvolvimento* (em momento algum falei de resultado).

      Então, leia o artigo novamente, com cuidado e informe-se um pouquinho mais para poder acrescentar algo ao debate.

      []‘s

      ———————
      CidadaoCarioca
      BufaloInfo

  • blaugusto

    Na boa?!

    Escreve sobre o que você conhece e/ou tem familiaridade.

    De longe nota-se que você não sabe nem o cheiro de cada coisa sobre o que você falou!

    ——-
    MS Ajax? hahahahahahahahahahahahahahahaha…

    • Dennes

      Prezado BlAugusto,

      Como ? Você não conhece isso : MS Ajax ? Mas que atraso !

      Tá na hora de se atualizar !

      []‘s

      ———————
      CidadaoCarioca
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  • Antony

    “(…)problemas Cross-Browser”

    ????????

    Se todos os browsers seguissem os padrões, não teríamos problemas cross-browser. Oh, desculpe, você pensou no IE? xD

    Bom, confesso que não li o artigo até o final, deu preguiça quando eu passei o olho e vi em negrito “MS Ajax”, “Windows Presentation Foundation”, “Silverlight”, “ASP.NET” (kkkk), “XNA”. Depois fiquei mais tranquilo porque a notícia estava com a tag “ANÚNCIO”, então entendi ;)

    Bom, eu uso ferramentas da MS pra algumas coisas, como office e SO, mas dizer que esses são “os atuais elementos dessa complexa equação” passa longe da realidade. Cadê o PHP, Java? Ah sim, não são ferramentas da MS, desculpe-me de novo :P

    []‘s

    Já te disse em outro post que gosto do modo como você defende as ferramentas da MS com argumentos, mas esse tópico é um insulto à inteligência.

    • http://melinka.net Rocky

      O ASP é tão bom que só roda em servidores Windows….Sem falar que já faz tempo que o ASP perdeu a guerra pro PHP, e o php não é uma linguagem arcaica, ele é constantemente e a melhor linguagem server-side.

      O que diferencia sobrinho de profissional não é linguagem e sim a qualidade com que a linguagem é aplicada.

      __________________________________________________
      ” Não se trata do quão forte você bate, mas sim do quão forte você possa suportar os golpes e seguir em frente…” (Rocky Balboa)

      • Dennes

        Oi, Rocky !

        “O ASP é tão bom que só roda em servidores Windows”

        Primeiramente, pelo todo de sua mensagem, não deu para entender se você está falando do ASP.NET ou do ASP 3.0, o que são coisas totalmente diferentes, como você deve saber.

        Mas ambos rodam no Linux com servidor Apache, acho que isso você não sabia…

        “Sem falar que já faz tempo que o ASP perdeu a guerra pro PHP”

        Acho que você nunca viu uma demonstração do ASP.NET, correto ?

        Cite algumas comparações entre PHP e ASP.NET para embasar o que você está falando…

        O que diferencia o vizinho do profissional não é a execução, mas o planejamento e a metodologia técnica.

        []‘s

        ———————
        CidadaoCarioca
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    • Dennes

      Prezado Antony,

      Realmente, sou novo no MeioBit e não havia percebido que a marca de “Anúncio” seria para propaganda. Hábitos de outras ferramentas de blog…

      “Já te disse em outro post que gosto do modo como você defende as ferramentas da MS com argumentos, mas esse tópico é um insulto à inteligência.”

      Como você pode escrever tal coisa sem ter lido o artigo até o final ?

      Se tivesse lido o artigo até o final saberia que o artigo nem ao menos tem o objetivo de destacar ferramentas, mas sim de destacar novas metodologias de design.

      Veria também que a cada tópico são citadas formas como tecnologias não Microsoft aplicam as mesmas metodologias ou metodologias semelhantes.

      Então, antes de escrever algo, é bom ler bastante aquilo sobre o que está escrevendo.

      []‘s

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      CidadaoCarioca
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      • Antony

        Se tivesse lido o artigo até o final saberia que o artigo nem ao menos tem o objetivo de destacar ferramentas, mas sim de destacar novas metodologias de design.

        Pra bom entendedor meia palavra basta ;)

        E já que seu artigo se trata de novas metodologias de design, porque não foi citado Ruby, JSF, Adobe Air, entre outras tecnologias semelhantes às citadas (pra não dizer superiores)?

        Muito conveniente né. No mais, estou no aguardo da réplica do comentário do Caravana, o melhor até agora — melhor até que o artigo (que eu li pelo metade, mas a primeira frase desse comentário explica novamente o motivo) xD

        []‘s

        • Dennes

          Prezado Antony,

          “Pra bom entendedor meia palavra basta ;)

          Então você acabou de classificar a si próprio como mal entendedor…

          “porque não foi citado Ruby”

          Foi, está no texto, você que não leu.

          ” entre outras tecnologias semelhantes às citadas”

          Você continua confundindo tecnologia com metodologia. São coisas diferentes, a meia palavra não bastou para você…

          “pra não dizer superiores”

          Encontre um lugar, um único lugar no artigo em que eu afirme que uma determinada tecnologia Microsoft é superior a outras… não foi esse o objetivo do artigo e você não entendeu… afinal, não leu, então porque insiste em comentar ?

          “réplica do comentário do Caravana”

          Já publiquei. Mas se você tivesse lido o artigo saberia que o comentário do Caravana, sobre comparações de implementações tecnológicas, não tem nada a ver com o objetivo do artigo, são duas coisas completamente diferentes.

          Porém, mais uma vez, você insiste em comentar algo que não leu…

          []‘s

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          CidadaoCarioca
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  • http://melinka.net Rocky

    Eu to achando que esse post foi proposital, pois ele deve ter conhecimento que cerca de 30% do publico do meiobit trabalha com desenvolvimento web, logo esse é mais um daqueles posts pra gerar longa discussões e hits para eles, pelo menos cansaram de usar o linux x windows pra isso…

    __________________________________________________
    ” Não se trata do quão forte você bate, mas sim do quão forte você possa suportar os golpes e seguir em frente…” (Rocky Balboa)

    • Dennes

      Prezado Rocky,

      Dos três artigos que fiz, achei que este seria o que iria gerar o menor número de comentários, justamente por não ser um artigo polêmico.

      Me enganei feio. Mas o que se observa é que 80% dos comentários são feitos sem o adequado entendimento do artigo. As pessoas que compreenderam o artigo, não comentaram, ou chegaram a comentar que adoraram o artigo. Mas a polêmica está justamente com aqueles que por não conhecer a amplitude das tecnologias citadas e dos tópicos citados, confundiram todo o conteúdo do artigo.

      []‘s

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      CidadaoCarioca
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      • http://www.designando.com msales

        Bom, eu não comentei o artigo… meu único comentário aqui foi a respeito de um comentário de outro usuário. Li o artigo inteiro (aviso isso, pra não correr o risco de acharem que parei na metade) e não senti a menor necessidade de comentar… vc demonstrou um conhecimento profundo nas ferramentas (estou falando apenas das ferramentas) e as explicou praticamente com um passo-a-passo digno de review de produtos em revistas especializadas… mas daí a achar que “As pessoas que compreenderam o artigo, não comentaram, ou chegaram a comentar que adoraram o artigo.” chega a ser um pouco demais, não?

        Enfim… :-)

        [ ]´s
        mSales

        • Dennes

          Oi, mSales !

          Sem dúvida, devo desculpas pelo exagero !

          Mas explico…

          “explicou praticamente com um passo-a-passo digno de review de produtos em revistas especializadas”

          Agradeço o elogio. Mas procurei focar as explicações no objetivo do artigo : Quais elementos de cada uma das tecnologias citadas implica em mudanças na forma de trabalho do designer e/ou na relação entre o designer e o programador ?

          É este, e não as tecnologias, o foco do artigo. Dentro deste foco o artigo faz pensar sobre a relação do designer com o programador e como o trabalho do designer é hoje e será no futuro… independentemente de tecnologias Microsoft, o que procurei deixar claro com colocações de links para outras tecnologias semelhantes…

          O volume de perguntas que o artigo levanta e que são de muito difícil resposta é grande, o artigo simplesmente faria pensar…

          Mas as questões de comparação tecnológica absorveram a todos muito mais do que as questões de metodologias para design e perfil profissional…

          []‘s

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          CidadaoCarioca
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  • http://www.CONTIDO.com.br nautilus

    Ô, barbaridade… infelizmente o artigo comete o erro comum de confundir designer com operador de computador.


    NIU.com.br

    • Dennes

      Oi, Nautilus !

      Não, o artigo nem de longe tenta isso.

      Se você observar o inicio do artigo, destaco com uma pequena lista questões altamente técnicas que um designer precisa conhecer.

      A partir deste ponto o artigo segue destacando que o designer não pode se limitar a fazer seu trabalho em papel e deixar todas as questões tecnológicas para o desenvolvedor de software.

      É este o ponto : Nunca disse que o designer é um operador de computador, mas disse sim praticamente o oposto – que um programador não pode receber para si todo o trabalho de design a partir de um simples desenho que o desinger tenha feito.

      []‘s

      ———————
      CidadaoCarioca
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  • carloshp

    Dennes,

    Não fica chateado com o que eu vou dizer. Você parece ser um cara bom em tecnologia, em particular das soluções Microsoft. Mas escrever um artigo sobre design, e ainda por cima em tom de folheto promocional das soluções da empresa, como se fossem as solucoes “de facto” que o mercado adota, forçou a barra.


    Tecnologia deve ser o meio, não o fim.

    • Dennes

      Carlos,

      Não fico chateado se você também não ficar chateado quando eu disser que você definitivamente não entendeu o objetivo do artigo.

      Leia novamente.

      Primeiramente é fato que algumas das soluções estão muito longe de dominar o mercado, a própria conclusão cita isso.

      Além disso, o objetivo não foi citar as soluções específicas Microsoft, mas a necessidade de conhecimento que o designer precisará ter na evolução das atuais soluções.

      Veja Ajax, por exemplo, isso foi citado claramente. Veja Surface, que teve um link e um vídeo a respeito.

      Portanto, você não entendeu o artigo.

      []‘s

      ———————
      CidadaoCarioca
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      • carloshp

        “Não fico chateado se você também não ficar chateado quando eu disser que você definitivamente não entendeu o objetivo do artigo.”

        Não por isso. É bem possível que eu não tenha conseguido mesmo entender sua idéia central, acontece. E, exceto pelo fato de que não fui exatamente um caso isolado, talvez isso não seja algo que realmente importe, afinal… :)


        Tecnologia deve ser o meio, não o fim.

        • Dennes

          Oi, Carlos !

          Nesse caso, para comentar o assunto, importa, e muito.

          Pois não trata-se apenas de não entender, mas de achar que estou dizendo exatamente o contrário.

          É claro que não foi o único, mas isso chega a ser um sintoma de algo, um fenômeno cultural…

          :-)

          []‘s

          ———————
          CidadaoCarioca
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  • http://www.luizpicanco.com KernelCode

    Meu Deus !!!

    Outro dia esse camarada estava lá na faculdade falando sobre .Net como se fosse a melhor coisa do mundo. O mesmo falou sobre o XML e WebServices como se a Microsoft os tivesse criado.

    É mais do que claro que esse “artigo” é um grande prospect para a Microsoft.

    O Dennes deve estar querendo arrumar uma vaguinha lá de qualquer jeito.

    Java e Rails rlz !!!


    I would love to change the world, but they won’t give me the source code .

    • Dennes

      Prezado Kernel,

      Se você teve a oportunidade de tirar suas dúvidas pessoalmente, para que não houvesse mal entendido sobre as explicações que fiz, por que não aproveitou, profissionalmente, a oportunidade ao invés de agora ficar dizendo absurdos a respeito do que eu teria ou não teria dito ?

      []‘s

      ———————
      CidadaoCarioca
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  • kablowsky

    Repetindo:

    “Ô, barbaridade… infelizmente o artigo comete o erro comum de confundir designer com operador de computador.”

    E mais:

    O Designer vai precisar resolver os problemas de banco de dados do site? DESIGNER/BANCO DE DADOS? O Designer vai solucionar os problemas do servidor onde está hospedado o site? Em breve o Designer será eletricista-bombeiro-marceneiro também?

    Fio.

    Vai virar Designer vai.

    • Dennes

      Oi, kablowsky !

      “O Designer vai precisar resolver os problemas de banco de dados do site? DESIGNER/BANCO DE DADOS? O Designer vai solucionar os problemas do servidor onde está hospedado o site? Em breve o Designer será eletricista-bombeiro-marceneiro também?”

      De certa forma é este o debate a ser levantado pelo artigo. Imagine a situação contrária : O programador, com todo o trabalho de cuidar da modelagem de dados do banco, da estruturação dos objetos, da implementação correta das regras de negócio, vai precisar ainda receber do design um gráfico estático feito em photoshop e se virar com tecnologias de design para implementa-lo ?

      É ai que está a questão levantada pelo artigo : Qual o meio termo ? Como acharemos este meio termo ?

      []‘s

      ———————
      CidadaoCarioca
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      • http://www.designando.com msales

        Dennes,

        em ambientes de trabalho sério, isso não acontece a anos (em alguns, nunca aconteceu)… e não depende das ferramentas por vc apresentadas no artigo.

        “(…)receber do design(er) um gráfico estático feito em photoshop e se virar com tecnologias de design para implementa-lo”

        Desculpe, mas isso é típico de empresas/agências de fundo de quintal que não possuem o mínimo de estrutura aceitável para o desenvolvimento de projetos sérios… e com certeza, essa empresa e agência continuará não sendo o público-alvo para as ferramentas apresentadas por você (seja por motivo de custos, de treinamento de pessoal – que ela não teria – ou por comodidade).

        Normalmente o que acontece em empresas sérias e comprometidas com o projeto é o acompanhamento do andamento do mesmo por profissionais-chave no desenvolvimento do mesmo (além do gerente de projetos, claro) e o(s) programador(es) responsável pela implementação de tecnologias, métodos e acesso a dados normalmente recebe o projeto para ser trabalhado apenas na camada sobre sua responsabilidade. Como disse anteriormente, isso é feito a muito tempo independente das soluções apresentadas no artigo…

        O grande problemas dessas apresentações, workshops e road-shows de produtos e ferramentas (que por sinal, seu artigo possui a mesma cara e montagem dessas apresentações) é que os apresentadores sempre pegam o lado mais extremo das coisas para exemplificar as facilidades e maravilhas daquele produto que está sendo apresentado.

        Claro que isso não é proibido, aliás as empresas vivem disso… talvez a Microsoft não estivesse onde está se o Steve Ballmer não fosse tão incisivo em suas apresentações (eu disse, talvez), mas o tempo em que os consumidores absorviam tudo oq lhes era apresentado sem questionamentos já passou também…

        Vc está dizendo em praticamente todos os comentários que as pessoas não entenderam o que vc quis passar no artigo… Bom, a quantidade está bem significativa, será que todos nós somos tão idiotas assim e realmente não entendemos oq nos foi passado? Ou será que o artigo não merece uma revisão? :-D

        Enfim… :-)

        [ ]´s
        mSales

        • Dennes

          Oi, mSales !

          “em ambientes de trabalho sério, isso não acontece a anos (em alguns, nunca aconteceu)… e não depende das ferramentas por vc apresentadas no artigo.”

          Até hoje, talvez. Porém o artigo fala de tecnologias que estão disponíveis no mercado mas em processo de adoção, portanto muito das práticas citadas ainda não são tão visíveis no mercado.

          Mas não consideremos apenas as ferramentas, mas sim as metodologias. Vamos analisar a diferença com e sem elas e ver as consequencias.

          Web
          —-

          Problema 1 : Como garantir o layout e a integridade do layout no ambiente web ?

          O designer faz um layout. HTML. O que o desenvolvedor vai fazer ? Transformar o layout em Includes ou equivalentes ?

          Sim, é uma possibilidade. Talvez a menos ruim, o desenvolvedor só precisa, ao criar uma nova página, lembrar-se de colocar todos os includes em seu devido lugar.

          Se precisar mudar as coisas de lugar, os includes de lugar por algum motivo, a manutenção pode não ser tão simples.

          Usar templates ? Você dependerá de uma ferramenta como o dreamWeaver para copiar o código do template para todas as suas páginas e sempre que alterar o template precisará fazer o deployment de todas as páginas alteradas.

          Ou seja : Ambas as soluções acima, que são de conhecimento típico de um webDesigner, não fornecem grandes recursos para a manutenção do site.

          Então está na hora de evoluir estas metodologias. Gerar metodologias que forneçam maior capacidade de manutenção.

          Evolução que conheço : Master Pages no ASP.NET. Uma junção evoluida (bem evoluida) de templates com includes e que faz sua geração em runtime de forma que o designer vai trabalhar em um arquivo único e separado do programador e a junção deste arquivo com as páginas ocorre em runtime.

          Soluções alternativas : Templates e outros recursos do RoR – não posso comentar a fundo.

          Observação : Ambas as soluções não são de amplo conhecimento dos designers, este é o ponto destacado pelo artigo, a necessidade de evolução para este tipo de solução.

          Problema : Reutilização de trechos de programação/design em diversas páginas.

          Atualmente utiliza-se includes para este objetivo.

          Não geram problemas grandes para o design, mas sim para o desenvolvimento, a relação entre a página e o include normalmente é feita com variáveis globais ou coisas tão ruins quanto.

          Evolução : User Controls, que permitem um trabalho orientado a objetos.

          Alternativas : Desconheço, comentários são bem vindos

          Observação : A grande maioria dos designers está despreparado para lidar com o fato de ter que elaborar o design de uma fatia de algo e não do todo.

          Problema : O conteúdo inserido pelo programador normalmente precisa de alguma manipulação gráfica, o layout ao redor não é suficiente.

          Atualmente procura-se resolver isso ao máximo com CSS, envitando-se devolver o arquivo para o designer re-trabalhar. Mas frequentemente algo é necessário, quando o programador, por exemplo, monta um sistema de segurança que esconde ou exibe elementos da página, ou coisas mais complexas.

          Evolução : Separação Tags/CodeBehind, Themes

          Alternativa : Aplicação rígida do MVC no RoR

          Observação : Todas as evoluções citadas são muito pouco conhecidas pelos designers.

          Ajax
          —-

          A montagem do layout envolve uso de animações gráficas, janelas abrindo e fechando, muita programação no lado client.

          O Ajax por si só é algo novo. Para montar o design para este ambiente o designer precisa conhecer um framework de ajax, ter uma boa noção da programação dele, muitas vezes lidar com javascript, o que já começa a entrar na área do programador.

          Observação : Como resolver ?

          WPF, Silverlight, Surface, XNA : Tecnologias absolutamente novas e desconhecidas para o designer. Fazem tarefas novas.

          O mais próximo de algo existente é o Silverlight, que se aproxima do flash, porém o flash hoje é utilizado para muitas animações gráficas, mas sempre que um designer precisa integrar o desenvolvimento em flash com um todo da aplicação, buscando dados em banco, webServices, etc, a coisa complica. Em Silverlight isso ocorrerá sempre, é praticamente o seu objetivo central.

          Observação : Como resolver ?

          “e o(s) programador(es) responsável pela implementação de tecnologias, métodos e acesso a dados normalmente recebe o projeto para ser trabalhado apenas na camada sobre sua responsabilidade”

          Exatamente. Só que essas camadas estão evoluindo, mudando. A evolução é necessária, como descrevi em vários pontos acima, a questão é como os cargos, perfis profissionais e processos de desenvolvimento vão se adaptar…

          ” isso é feito a muito tempo independente das soluções apresentadas no artigo…”

          Com as metodologias que citei antes e que estão precisando de uma evolução. Não dá para utilizarmos orientação a objetos no desenvolvimento de software enquanto o design ainda tem problemas de manutenção típicos de desenvolvimento modular.

          “para exemplificar as facilidades e maravilhas daquele produto que está sendo apresentado”

          Apresentei métodos. Exemplificados nos produtos que conheço, mas métodos. Existem métodos equivalentes em outros ambientes ? Sim. A descrição deles é muito bem vinda para o objetivo do artigo.

          “será que todos nós somos tão idiotas assim e realmente não entendemos oq nos foi passado?”

          Eu não disse isso em momento algum. Você que está dizendo. Essa questão me parece mais um fenômeno cultural muito interessante e cuja análise muito terá a acrescentar a todos que o observarem com cuidado.

          Você leu o artigo e o comentou produtivamente, pois não ?

          Entre os comentários publicados, em um deles o autor afirma explicitamente que não leu e não vai ler o artigo, mas apenas comentou para criticar. Quantos outros será que não fizeram exatamente o mesmo mas não tiveram coragem de admitir ?

          “Ou será que o artigo não merece uma revisão?”

          Claro que merece. Nenhum dos três artigos que escrevi aqui no MeioBit é algo pronto. O primeiro gerou, a partir de seus comentários, um segundo.

          Este terceiro já gerou em seus comentários informações tão ricas que merecem ser acrescentadas ao artigo. E ainda falta muito. Dou as boas vindas a qualquer um que deseja acrescentar explicações sobre como outras tecnologias implementam as mesmas metodologias que citei como sendo a evolução de metodologias atuais de design.

          []‘s

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          CidadaoCarioca
          BufaloInfo

          • http://www.designando.com msales

            Dennes,

            vc é um cara perseverante… :-)

            Mas suas respostas são tão óbvias quanto a de um palestrante em um Road-Show como eu disse acima… :-)

            Sinceramente? Se a MS ainda não o incluiu como fomentador e disseminador de suas plataformas, ela está perdendo uma grande oportunidade… (não sei pq, mas sempre que vejo os tais Road-Shows – e isso não se limita apenas a MS – lembro de um pastor em uma Igreja Universal… :-) — Ainda sonho com o “- Developers, developers, developers, developers…” do Steve Ballmer…).

            Não vou discutir mais com você aqui, pois deu pra sacar que a respeito das ferramentas citadas no artigo, vc tem pleno conhecimento e enquanto não evangelizar ao menos um aqui no 1/2bit a discussão não acaba… como não deve ser o meu caso, prefiro deixar a discussão pra outros (com mais tempo também… hehe).

            Você percebe o quanto vc menospreza (ou subestima) em alguns pontos a inteligência dos profissionais (sejam de criação ou não?), quando diz coisas do tipo:

            “Observação : Todas as evoluções citadas são muito pouco conhecidas pelos designers.”

            “WPF, Silverlight, Surface, XNA : Tecnologias absolutamente novas e desconhecidas para o designer. Fazem tarefas novas.”

            Mas o ponto crucial foi quando comentou o seguinte:

            “(…)porém o flash hoje é utilizado para muitas animações gráficas, mas sempre que um designer precisa integrar o desenvolvimento em flash com um todo da aplicação, buscando dados em banco, webServices, etc, a coisa complica.”

            A coisa complica??? Realmente vc conhece muito sobre as ferramentas citadas e deve trabalhar o tempo todo com elas e claro, não sobrou nenhum tempinho pra olhar os “concorrentes”… :-) — Atualmente o padrão ainda é o AS 2.0 (oq já é bastante funcional), mas atualmente já estamos migrando para o AS 3.0 (vc já deve ter dado ao menos uma olhada a respeito)…

            A propósito… se é para comparar o Silverlight com algo, compare-o com o Flex e não com o Flash… :-)

            Acredite… se (e somente se) as ferramentas citadas no artigo se tornarem padrão no mercado, não será por méritos próprios, mas sim pela quantidade de desenvolvedores atuais para as plataformas MS (é sempre mais fácil o cara continuar pisando no mesmo terreno…)…

            Fugindo totalmente ao assunto, ainda não entendo pq o Soapbox continua exibindo arquivos em Flash?!?! :-D

            Fique a vontade para responder Dennes, mas aviso de antemão que deixo essa discussão agora… os projetos correm e a cada parada para responder esses comentários, lá se vão no mínimo 30 minutos… e tempo anda sendo a coisa que menos tenho ultimamente… :-)

            [ ]´s
            mSales

          • Dennes

            Prezado mSales,

            Pelos seus comentários anteriores, esperava mais de você. É muito fácil, quando o debate foge de seu conhecimento e você perde argumentos, atacar o debatedor ao invés de atacar idéias.

            “A coisa complica??? Realmente vc conhece muito sobre as ferramentas citadas e deve trabalhar o tempo todo com elas e claro, não sobrou nenhum tempinho pra olhar os “concorrentes”… :-) — Atualmente o padrão ainda é o AS 2.0 (oq já é bastante funcional), mas atualmente já estamos migrando para o AS 3.0 (vc já deve ter dado ao menos uma olhada a respeito)…”

            Você descreveu muito bem como faz seu trabalho… faz todo o planejamento, todo o design e depois entrega para o pessoal da área técnica se virar para implementar… foi o que expos nos seus comentários anteriores…

            Portanto, com certeza não é frequentador de fóruns de discussão a respeito de programação para saber quais as dúvidas comuns entre designers e programadores… nem ao menos entendeu que o trecho a que você se referiu no que escrevi fala do conhecimento técnico comum a designers, não da capacidade da tecnologia, mais uma vez não fiz comparação da tecnologia, ao contrário do que você deseja fazer…

            “A propósito… se é para comparar o Silverlight com algo, compare-o com o Flex e não com o Flash…”

            Com essa você acabou de levar seus comentários ao ridículo…

            Flex é uma IDE, não uma nova tecnologia. Silverlight e Flash são tecnologias suportadas via plugins, Flex é um montador. É algo completamente diferente. Utilize seu tempo para estudar um pouco do assunto ou não entre em debates sobre tecnologia.

            Adobe Flex

            []‘s

            ———————
            CidadaoCarioca
            BufaloInfo

          • http://www.designando.com msales

            “Pelos seus comentários anteriores, esperava mais de você. É muito fácil, quando o debate foge de seu conhecimento e você perde argumentos, atacar o debatedor ao invés de atacar idéias.”

            Hummm… eu o ataquei? Disse que vc fala como um palestrante de um Road-Show e isso não deixa de ser verdade… porém, não vejo como um ataque, mas interprete como quiser.

            Sinto muito Dennes, mas não disponho de todo esse tempo livre que vc tem para “comprovar cientificamente” e contra-argumentar todos os comentários por aqui e mesmo que tivesse esse tempo livre, minha leitura online não se resume apenas ao 1/2bit…

            Um ponto interessante… vc diz: “Você descreveu muito bem como faz seu trabalho… faz todo o planejamento, todo o design e depois entrega para o pessoal da área técnica se virar para implementar… foi o que expos nos seus comentários anteriores…”

            Sendo que eu já havia rebatido um comentário bem semelhante a esse a alguns pixels acima… caso não lembre:

            “O que já havia sido comentado: (…)receber do design(er) um gráfico estático feito em photoshop e se virar com tecnologias de design para implementa-lo”

            A resposta dada na ocasião: Desculpe, mas isso é típico de empresas/agências de fundo de quintal que não possuem o mínimo de estrutura aceitável para o desenvolvimento de projetos sérios… (…)

            Normalmente o que acontece em empresas sérias e comprometidas com o projeto é o acompanhamento do andamento do mesmo por profissionais-chave no desenvolvimento do mesmo (além do gerente de projetos, claro)

            Ok… afinal somos nós que não lemos direito e somos nós que não entendemos mesmo… ;-)

            Mas acho melhor mesmo eu me recolher a minha ignorância e enfiar o rabo entre as pernas, pois estou me expondo ao ridículo por aqui… :-D

            Boa sorte em seus próximos Road-Shows… mas pegue leve, pois os ouvintes ou leitores podem não entender o que vc está querendo passar pra eles… :-)

            [ ]´s
            mSales

          • Dennes

            Prezado mSales,

            “Ok… afinal somos nós que não lemos direito e somos nós que não entendemos o mesmo…… ;-)

            Pois é… distorcer o que você mesmo escreve para atacar de forma pessoal seu interlocutor, como você mesmo disse acima, é se expor ao ridiculo.

            Só para lembrar o que você escreveu :

            “Apenas após diversos roughs, wireframes, testes e homologações, que os projetos saem de nossas mãos e vão de encontro aos profissionais de tecnologia…”

            “Bom, até mesmo por minha formação técnica em Processamendo de Dados na época do colégio e por ter fuçado na época em PAscal, Clipper, C, VB, etc…, hoje eu conheço algumas linguagens um pouco além do “fuçável”, tais como PHP, ASP (essas apenas como integradoras) e ActionScript (bom conhecimento). Não posso negar que todas me ajudaram a chegar onde estou hoje (apesar de não trabalhar o tempo todo com elas atualmente)… No meu caso, ajuda bastante quando tenho reuniões com os programadores da empresa e conversamos de igual pra igual, sabendo as limitações de cada área e até onde podemos chegar… mas isso tudo é apenas pra dizer que para um profissional de criação, nada disso é essencial como bradam muitos aqui…”

            ———————
            CidadaoCarioca
            BufaloInfo

          • http://www.designando.com msales

          • http://www.designando.com msales

            “distorcer o que você mesmo escreve para atacar de forma pessoal seu interlocutor (…) é se expor ao ridiculo.”

            Concordo plenamente… como vc escreve bem, deve saber o significado disso:-)

            [ ]´s
            mSales

  • cybermadruga

    Existe uma grande diferença entre designer de agência de propaganda e webdesigners. Os primeiros são apenas micreiros estudados, tendo olhos fechados ao que acontece no “mundo la fora”, estão com o pensamento apenas em “minha criação é melhor que a dele, sou mais bonito” e em mídias impressas que estão com seus dias contados. Já ser webdesigner engloba tudo. Conhecimento sobre design, dom artístico como vc citou e hj em dia, saber programar nao é mais vantagem, é obrigação. É como saber ingles, não é mais diferencial, é básico. Portanto não devemos confundir designers (o cara da bolsa tiracolo) com webdesigners. Arquitetura da informação, usabilidade, acessibilidade e design de interação são a bola da vez. E isso envolve tanto design qto programação. Quem sabe os dois, está com as portas abertas para um mercado em pleno crescimento. Já os designers, esses sim são profissionais em extinção.

    • Storm

      Correto.
      Quantas vezes já recebemos aqui no trabalho imagens em .swf de 2mb pra colocar no site, e quando pedimos o editável nos mandam um arquivo jpg… cara, agência de design faz isso com a gente…

    • http://megalopolis-blog.com Fabiane Lima

      Existe uma grande diferença entre designer de agência de propaganda e webdesigners. Os primeiros são apenas micreiros estudados, tendo olhos fechados ao que acontece no “mundo la fora”, estão com o pensamento apenas em “minha criação é melhor que a dele, sou mais bonito” e em mídias impressas que estão com seus dias contados.

      Opa, peraê. Nem ia comentar o artigo porque não é minha área, mas aí, foi você quem forçou a barra. O que você chama de “designer de agência de propaganda” está bem longe do que é um designer. Pra mim, isso aí é publicitário.

      Não leve a mal, mas designers e publicitários se odeiam. Isso aí foi mais ou menos como botar corintianos e são-paulinos no mesmo balaio. Não dá certo.

      Megalopolis

      • http://melinka.net Rocky

        Com o artigo ele colocou Profissionais da Web no mesmo balaio dos sobrinhos
        __________________________________________________
        ” Não se trata do quão forte você bate, mas sim do quão forte você possa suportar os golpes e seguir em frente…” (Rocky Balboa)

        • Dennes

          Oi, Rocky !

          Longe de mim fazer isso !

          “- Entender o efeito psicológico das cores e combinações de cores sobre os indivíduos

          - Entender o efeito psicológico das formas e combinação de formas sobre os indivíduos

          - Entender o efeito psicológico das fontes de letra sobre os individuos

          - Entender o efeito psicológico do alinhamento, tamanho e organização dos blocos de texto sobre o indivíduo

          - Saber utilizar o conhecimento acima para atingir o objetivo de uma empresa/site ”

          Concorda que essas não são características do filho do vizinho ? Pois é, coloquei elas no artigo exatamente para destacar que isso não é coisa para filho de vizinho, apesar de muitas empresas fazerem isso, o que afirmei com alguma sutileza um parágrafo ou dois antes…

          []‘s

          ———————
          CidadaoCarioca
          BufaloInfo

      • dante

        O problema é a palavra design, está prostituida, serve pra tudo. Quem nunca ouviu falar em design de sobrancelhas?? Ou ainda, “ah você faz designer?”… Sim, sou fazedor de futuros designers…

        • Dennes

          Oi, Dante !

          Quem levou a pior primeiro, a palavra “designer” ou o profissional designer trocado pelo filho do vizinho só porque o dono da empresa que aprendeu a ligar o micro hoje acha que não faz diferença ?

          Acredito que um deva ser sintoma do outro… e sintoma também do fato de que a área requer especializações (quero dizer, divisões da profissão), o que fica cada vez mais claro com o avanço da tecnologia…

          []‘s

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          CidadaoCarioca
          BufaloInfo

    • http://www.designando.com msales

      Cybermadruga, sinto muito, mas vc também está confundindo as bolas… o suposto “designer de agência de propaganda” que vc diz não deixa de ser um sobrinho um pouco mais sofisticado e com sorte por ter entrado em uma agência (mas não se preocupe que logo a máscara dele cai e ele volta a ser um sobrinho humilde)… :-)

      OBS: Como vc frisou de que se trata de agência de propaganda nem vou comentar sobre as diferenças entre os tipos de agências no mercado.

      A cadeira que vc está sentado agora, a mesa onde vc está, o gabinete do computador, o mouse e até a garrafinha de água que está segurando enquanto lê isso, possivelmente passaram pela mão de algum designer.

      As interfaces que vc anda interagindo atualmente, foram desenvolvidas por um designer de interfaces (por sinal, nenhum deles deve ser especialista nas ferramentas citadas no artigo)… as “bolas da vez” fazem parte de um conjunto de profissionais que se bem trabalhados desempenham um papel fundamental no desenvolvimento de qualquer projeto gráfico (gráfico nesse caso não significa apenas “papel”).

      Sou Designer por formação com ênfase em Programação Visual e já trabalhei em agências de pequeno, médio e grande porte como Diretor de Arte que para vc é o “tal designer em extinção”, também trabalhei em empresas de tecnologia de médio e grande porte (como atualmente), mas hoje estou 100% voltado para HCI… Toda a minha formação e experiência anterior foram (e são) de grande ajuda no meu atual trabalho relacionado ao desenvolvimento de interfaces, mas nem por isso dispenso a ajuda de um designer gráfico (excelente, por sinal) em minha equipe (composta também por um Arquiteto de Informação e outro Designer de Interface).

      Apenas após diversos roughs, wireframes, testes e homologações, que os projetos saem de nossas mãos e vão de encontro aos profissionais de tecnologia…

      Bom, até mesmo por minha formação técnica em Processamendo de Dados na época do colégio e por ter fuçado na época em PAscal, Clipper, C, VB, etc…, hoje eu conheço algumas linguagens um pouco além do “fuçável”, tais como PHP, ASP (essas apenas como integradoras) e ActionScript (bom conhecimento). Não posso negar que todas me ajudaram a chegar onde estou hoje (apesar de não trabalhar o tempo todo com elas atualmente)… No meu caso, ajuda bastante quando tenho reuniões com os programadores da empresa e conversamos de igual pra igual, sabendo as limitações de cada área e até onde podemos chegar… mas isso tudo é apenas pra dizer que para um profissional de criação, nada disso é essencial como bradam muitos aqui… eu sou curioso por natureza e sempre fui fuçador e auto-didata, além de gostar de tecnologia em tempo integral… talvez por isso, eu tenha optado em partir para a área de criação web, ao invés das “mídias impressas” (que diferentemente do que vc pensa, está longe, muito longe mesmo de ter seus dias contados). Enfim, como disse… são vários fatores que me tornaram o profissional que sou hoje, mas pela minha experiência posso afirmar que o fato de um designer (designer mesmo) não saber como incluir um “if” em um código, pouco vai influenciar em seu trabalho…

      Acredito que um bom profissional deve conhecer o terreno que está pisando, mas há limites para esse conhecimento… como diz aquela velho ditado, “cada macaco no seu galho”… em relação a web, isso não é diferente.

      Em tempo… já parou pra pensar que as empresas que normalmente pedem um “faz tudo”… aquele que “cria”, desenvolve, monta, programa e serve o café, são justamente aquelas com os salários mais baixos? (Aqui também não da pra generalizar, mas oq conta é a maioria da amostragem)… Não é difícil encontrar caras assim por aí ganhando seus sofridos R$1000, R$1500…

      [ ]´s
      mSales

      • cybermadruga

        Tb tenho a mesma formação, ja trabalhei em agencia e hj trabalho numa grande empresa de tecnologia… o “designer” está fadado a fazer botaozinho e fru fru, enquanto que o “webdesigner” q por curiosidade ou por gostar mesmo está aprendendo programação tem muito mais chance de crescer por aqui… mas claro, isso nao significa que ele vá programar em asp, rails… mas só pelo fato de ele saber programar ou pelo menos saber do q se trata, já dá um grande passo e cai nas “graças” da empresa. E diferente da sua opinião, designer tem sim q saber incluir if num código, senao não tem nem argumentos para defender seu projeto caso a equipe de programadores diga q isso ou aquilo nao pode ser feito. Cada macaco no seu galho, mas quanto mais conhecimento, mais crescimento. E a minha grande dificuldade de contratar profissionais aqui, é que os designers que sao “super criativos” nao fazem ideia de como se monta um site. Isso é lamentável.

        • http://geek.comopiniao.com.br glhleite

          o “designer” está fadado a fazer botaozinho e fru fru, enquanto que o “webdesigner” q por curiosidade ou por gostar mesmo está aprendendo programação tem muito mais chance de crescer por aqui

          Desculpa mas isso foi a coisa mais idiota que eu já ouvi, alguém com formação em design nunca falaria isso.

          • http://melinka.net Rocky

            Pra mim que gosta de fazer frufruzinho é sobrinho, design não é encher os olhos e sim exibir a informação de forma agrádavel e com personalidade.
            __________________________________________________
            ” Não se trata do quão forte você bate, mas sim do quão forte você possa suportar os golpes e seguir em frente…” (Rocky Balboa)

        • http://www.designando.com msales

          “(…)o designer está fadado a fazer botaozinho e fru fru(…)”

          Se pra vc, que é formado em Desenho Industrial, “design é frufru”… então agora, talvez eu entenda o seu primeiro comentário e com base nisso… me retiro da discussão… :-)

          [ ]´s,
          mSales

          • http://megalopolis-blog.com Fabiane Lima

            Ele não é “formado” em design. É “alguma formação em design”. Deve ter sido um daqueles cursinhos por correspondência que tem aos montes por aí, ou aquele da escolinha da esquina que ensina a mexer no Coreldró.

            Megalopolis

        • Dennes

          Oi, cyber !

          Pois é, essa do designer precisar saber incluir um if no código ou modifica-lo é a realidade hoje. Mas pode se tornar uma realidade insuportável com a evolução técnica… Como será a separação do trabalho designer/programador com as tecnologias futuras ?

          Eis a grande questão…

          “é que os designers que sao “super criativos” nao fazem ideia de como se monta um site”

          Exatamente… mídias diferentes, especialização diferente, mesmo que ele não venha a por a mão em código, precisa entender a mídia para a qual está desenvolvendo…

          []‘s

          ———————
          CidadaoCarioca
          BufaloInfo

      • Dennes

        Oi, mSales !

        Suas colocações me deixaram bastante curioso…

        “Apenas após diversos roughs, wireframes, testes e homologações, que os projetos saem de nossas mãos e vão de encontro aos profissionais de tecnologia…”

        Bem, primeiramente : Em que formato isso é passado para os profissionais de tecnologia ? – Esse ponto creio eu que levantará diversos outros

        Outra questão : Seu processo de desenvolvimento do design está pronto para lidar com coisas tão novas como WPF e Silverlight ? Nesta pergunta não estou falando de código e programação em sí, estou falando do novo formato destas duas mídias, que você pode observar no vídeo e no link que inseri no artigo.

        Mais uma questão : O que é produzido ? Que tipo de solução é produzida ?

        Já trabalhei para empresas muito grandes, muito grandes mesmo, e em nenhuma delas encontrei um setor de arte organizado como o que você descreve. Na maior delas (apenas para dar dimensão – casa das centenas de milhões de faturamento anual) havia apenas 1 webDesigner responsável pelo layout dos sites da empresa e pelo trabalho gráfico fornecido a uma enorme equipe de desenvolvedores.

        []‘s

        ———————
        CidadaoCarioca
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    • Dennes

      Oi, Cyber !

      É muito bom ver que pegou o espírito do debate, pelos comentários aqui foram poucos que como você “captaram” a idéia.

      Mas preciso colocar mais pimenta no seu comentário.

      “Os primeiros (designers) são apenas micreiros estudados”

      Não acho não… para você estar dizendo isso com certeza já viu isso acontecendo em agências de propaganda e sua experiência com isso é interessante, seria legal comentar mais…

      Porém como micreiros estudados não conseguiriam fazer sofisticados layouts de outdoors, revistas, entre inúmeras outras mídias impressas. O conhecimento de todas as questões de marketing/mídia envolvendo as mídias impressas é fundamental (se é respeitado pelas agências de publicidade, é uma história que você pode contar…)

      Quando você descreve os webDesigners em um patamar diferenciado dos designers de mídia impressa, na verdade eu não consideraria este patamar superior ou inferior, apenas diferente. Enquanto o conhecimento de design para mídia impressa é um, o conhecimento para webDesign é outro, como você descreveu bem.

      Neste ponto entra a questão levantada pelo artigo : Quando surgem novas mídias, como Ajax (que traz uma mudança radical o suficiente para ser considerado mídia…), Silverlight, WPF, Surface e muitas outras que estão surgindo, quer sejam mídias Microsoft ou não, como os webDesigners vão se adaptar para estas novas mídias ? Quantas novas funções especialistas surgirão ? Como a necessidade de conhecimento será dividida entre programador e designer ? Como vão trabalhar em conjunto ?

      “em dia, saber programar nao é mais vantagem, é obrigação”

      Não devia. Os designers deveriam ter ferramentas adequadas para que programação para eles fosse apenas uma noção e não conhecimento profundo. É isso que as tecnologias (Microsoft ou não) só agora começam a conseguir.

      Na área Microsoft o Expression Web é um exemplo, mas sem dúvida as ferramentas da ex-Macromedia (sou saudosista demais para chamar de Adobe) fazem um trabalho muito bom para outras tecnologias (e citei elas no artigo).

      Com o surgimento do WPF, surge o Expression Blend, exatamente para que o winDesigner (!) não precise sujar as mãos com XAML.

      Acertar o meio termo disso tudo e os novos tipos de designers que surgirão (winDesigner ai em cima é só um deles) é um grande desafio…

      Quanto aos designers de mídia impressa, vão reduzir de quantidade, com absoluta certeza… mas sumir não creio, sempre teremos outdoors e alguns materiais impressos por ai…

      []‘s

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  • Paulim

    Eh, o artigo é tendencioso, por apresentar as soluções da Microsoft como as salvadoras da pátria.

    Claro que são úteis, mas não devem ser consideradas a única alternativa.

    Muitas micro/pequenas empresas tem um servidorzinho linux pouco usado lá num canto, que pode se tornar mais útil ao fornecer aplicações em PHP, por exemplo. 99% das distros Linux tem um apache e um PHP junto.

    Com a crescente base de usuários que o PHP possui, a vasta documentação e a facilidade de aprendizado, não podemos chamá-la de ultrapassada.

    • http://melinka.net Rocky

      Até porque o PHP continua sendo atualizado, a versão 5 saiu a pouco tempo e trouxe varias soluções novas para velhos problemas.
      __________________________________________________
      ” Não se trata do quão forte você bate, mas sim do quão forte você possa suportar os golpes e seguir em frente…” (Rocky Balboa)

    • Dennes

      Oi, Paulim !

      “Claro que são úteis, mas não devem ser consideradas a única alternativa.”

      Com certeza, não foi a intenção !

      O objetivo do artigo é citar métodos e técnicas para design e seu impacto na profissão do designer. Então ao citar Ajax, falei sobre outros frameworks de Ajax. Ao citar ASP.NET, citei RoR, ao citar o Surface, citei soluções livres semelhantes, ao citar Silverlight, comentei que roda em Linux.

      Mas é claro que, para completar o tema do artigo em relação as atuais técnicas de design e a forma como a sutil aplicação de orientação a objetos no design gráfico melhora muito a capacidade de manutenção do design seria muito legal que alguém pudesse comentar soluções para manutenção de design em outros ambientes.

      “Com a crescente base de usuários que o PHP possui, a vasta documentação e a facilidade de aprendizado, não podemos chamá-la de ultrapassada”

      Observe que não citei apenas tecnologia Microsoft. Citei 3 tecnologias que encontram-se a frente do PHP : JSF, RoR e ASP.NET

      Não considero que uma base de usuários crescente deva fazer uma tecnologia ser considerada atual, acho que deveria ser exatamente o contrário : Se existem 3 tecnologias de origens distintas que são mais evoluidas porém o volume de usuários do PHP continua a crescer então o problema não é mais tecnológico.

      []‘s

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  • http://nodoadouniverso.wordpress.com puppy

    blaugusto, FPViper e companhia. Só um esclarecimento. O termo MS AJAX pode e deve ser usado sim. MS AJAX é o AJAX implementado com o conjunto de ferramentas Microsoft. O Dennes estava falando e fazendo uma propagandinha de produtos Microsoft, então, MS AJAX. Se não conhecem, http://ajax.asp.net

    Não existe só uma maneira de implementar AJAX. Se soubessem disso, não atacariam dessa forma o que foi falado. AJAX nada mais é que um conjunto de ferramentas que implementa um modelo assíncrono de troca de informações. Utiliza-se um script manager, DOM, XML, e o XMLHTTPRequest, que queiram ou não, foi inventado pela própria Microsoft pra alguma versão do Outlook que eu não lembro.

    Também achei o artigo tendencioso, mas ataquem pontos em que saibam o que estão falando.
    MS AJAX existe, e é diferente do AJAX implementado pelo Gmail por exemplo.

    • Dennes

      Oi, Puppy !

      Primeiramente agradeço a você pelo auxilio na explicação do MS Ajax ! Valeu !

      Entendi que em sua primeira impressão achou o artigo tendencioso, mas tem certeza, mesmo depois de olha-lo novamente ?

      Revisei todo o texto, para ter certeza de que não deixei escapar alguma frase inadequada, e não encontrei nada que pudesse ser tão ruim.

      O texto segue seu objetivo : Cita as complexidades que cada tecnologia trouxe para a área de design. Em momento algum sequer comparo tecnologias Microsoft com outras, apenas cito a complexidade trazida para a área de design. Mais que isso : Para cada tecnologia procuro destacar com links e comentários que existem equivalentes no mesmo caminho em áreas não Microsoft, que seria ótimo se alguem escrevesse sobre seu impacto na área de design também.

      Mas ainda assim todo mundo achou tendencioso… parece que quando se fala “Microsoft” aparece uma tropa do Bope armada de 12 pronta para fuzilar a gente…

      []‘s

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      • carloshp

        “Mas ainda assim todo mundo achou tendencioso… parece que quando se fala “Microsoft” aparece uma tropa do Bope armada de 12 pronta para fuzilar a gente…”

        O problema é fazer um artigo sobre áreas onde reconhecidamente o predomínio é de outras tecnologias e ferramentas e só falar de soluções Microsoft (sendo algumas, como o Silverlight, ainda uma grande incógnita para a maioria e numa visão pessoal minha por enquanto fazer parte do reino mágico do vapourware). Ok, você não tem a menor obrigação de conhecer o “resto”, mas não tem como negar que desse jeito qualquer artigo que você fizer vai ficar com cara de comercial Microsoft – porque só fala de Microsoft! O simples fato de ignorar a existência de toda e qualquer outra solução já é suficiente para gerar antipatia. Mas claro, isso é minha visão de quem não entendeu nada do que você quis dizer, portanto sinta-se à vontade para não entender também nada do que eu disse… :D


        Tecnologia deve ser o meio, não o fim.

        • Dennes

          Oi, Carlos !

          “fazer um artigo sobre áreas onde reconhecidamente o predomínio é de outras tecnologias e ferramentas ”

          Analise este link :
          Os servidores web mais utilizados

          “sendo algumas, como o Silverlight, ainda uma grande incógnita para a maioria e numa visão pessoal minha por enquanto fazer parte do reino mágico do vapourware”

          Vaporware ? Silverlight já foi lançado e está disponível para quem desejar desenvolver com ele. Isso é Vaporware ? Veja os links que indiquei sobre ele…

          “mas não tem como negar que desse jeito qualquer artigo que você fizer vai ficar com cara de comercial Microsoft ”

          Não existe em nenhum ponto do artigo qualquer trecho em que eu diga que uma tecnologia Microsoft é superior a qualquer outra. Pelo contrário, você vai encontrar facilmente pontos em que falo mal de uma ou outra tecnologia Microsoft.

          Considerando isso, será que o problema de interpretação é de quem escreve ou de quem lê ? Já houve alguns debates na blogosfera sobre isso…

          “O simples fato de ignorar a existência de toda e qualquer outra solução já é suficiente para gerar antipatia”

          O artigo tem link para RoR, para o artigo da Fabiane que fala de solução livre equivalente ao surface, cita outros frameworks de ajax de igual para igual e tem um vídeo com uma demonstração Linux sem equivalente em ambiente Microsoft.

          Então, o problema de interpretação é de quem escreve ou de quem lê ? Acho que isso é um fenômeno social bem interessante…

          []‘s

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          • carloshp

            “fazer um artigo sobre áreas onde reconhecidamente o predomínio é de outras tecnologias e ferramentas ”

            “Analise este link : Os servidores web mais utilizados”

            … da “Fortune 1000″ ? E qual o peso disso no número de servidores web da Internet ?


            Tecnologia deve ser o meio, não o fim.

          • Dennes

            Oi, Carlos !

            “… da “Fortune 1000″ ? E qual o peso disso no número de servidores web da Internet ? ”

            Bem, primeiramente a amostragem já é muito válida independentemente do total. Não para indicar o total, óbvio… cada um tira suas conclusões…

            Tem um link para números totais ?

            O que gosto neste link que publiquei, independentemente de ser da Fortune 1000, é que o cálculo não foi feito com questionários para as empresas ou algo assim. Foi construida uma ferramenta para identificar o que os servidores estão rodando e, se muito não me engano, você pode utiliza-la lá no site mesmo. Aponte para um domínio e a ferramenta identifica o que o domínio roda.

            Em outras pesquisas, muito se discute sobre distorção entre números de servidores e números de sites hospedados, além das metodologias de pesquisas serem dicutíveis e não estou falando de um lado ou de outro, falo de todas e antes que os trolls apareçam, não estou falando de pesquisa comprada, estou falando que pesquisa feita da forma x não pode ser comparada com pesquisa feita da forma y e isso muitas vezes não é levado em consideração.

            []‘s

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  • vitche

    Cara, parabéns pelo artigo, principalmente pq ele levanta uma questão que, ainda bem, vem sendo levantada por diversos outros profissionais, que é a necessidade do designer ir além do processo de criação.

    Ja me foi dito inúmeras vezes que eu deveria escolher se sou designer ou programador, e pra mim nunca entrou na cabeça que isso deveria ser coisas separadas.

    É triste ver q essa concepção ainda é existente, e tb é triste ver q tantas pessoas não param pra ler desprovidas de preconceito. Digo isso pq só um débil mental compara .net com php ou asp 3.

    Tb acho q parece coisa de programador amargurado não entender onde e quando aplicações em flash são necessárias.

    • dante

      Designer e programador são duas coisas separadas sim, mas você não precisa ser necessariamente um dos dois.
      Você é um programador designer ou um designer programador? =)
      Qualquer profissional tem que se alimentar constantemente sobre o que está rolando. Por isso há ótimos programadores designers.

      E outra coisa, design não é só processo de criação.

      []s

      • Juniorstrayt

        Dentre as zilhões de definições sobre Design.. vamos a wikipedia.

        …Design (em alguns casos projeto ou projecto) é um esforço criativo relacionado à configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefato. Esse esforço normalmente é orientado por uma intenção ou objetivo, ou para a solução de um problema….

        ou seja, design É SOMENTE desenvolvimento, seja da porca ou do parafuso, tudo o que circunda SÃO FERRAMENTAS deste desenvolvimento, ou seja, se eu sou designer, posso usar uma folha de papel, ou o paint pra criar, quem vai produzir ou até mesmo converter o desenho em flash, html ou sei lá o que seja é o profissional que mexe com estes programas.

        Designer pesquisa tendências, lê, estuda, desenvolve, precisa resolver, inovar ou criar, se ficar bom depois se resolve com que FERRAMENTA ou com que PROFISSIONAL faremos. Quem trabalha EFETIVAMENTE com DESIGN ou tem uma formação acadêmica sabe, que a academia não e tudo, mais que o bom designer não quer saber onde sera feito, em que linguagem será feito, ele simplesmente quer que seja feito, por mãos de competentes em cada parte do processo.

        Se o titulo do post e Design, isto ai em cima chega bem próximo ao Design!

        • Dennes

          Oi, Junior !

          Muito legal sua mensagem, esse debate que precisamos !

          O ponto de partida, a definição, não concordo não. Isso porque estamos falando de design gráfico especificamente e do profissional designer. Mas acho que isso não importa quese nada, entendi a conclusão a qual você chegou e ela é importante.

          “quem vai produzir ou até mesmo converter o desenho em flash, html ou sei lá o que seja é o profissional que mexe com estes programas.”

          Quando li, primeiro discordei disso, mas depois fiquei em dúvida.

          Por que a dúvida ?

          Bem, durante o processo de conversão de um layout para um desses ambientes o processo criativo ainda é necessário. A conversão nunca ficará perfeita, 100%, por isso vejo o designer como parte de todo este processo criativo e tendo que realiza-lo.

          Para complicar mais : Tratando-se de uma aplicação, existe uma ida e vinda do produto de e para o programador, com grandes fatores de “destruição” da aparência. As adições e detalhes extras gerados pelo programador também precisam passar pelo processo criativo do designer e não pelas mãos de um simples operador de micro.

          “depois se resolve com que FERRAMENTA ou com que PROFISSIONAL faremos”

          “o bom designer não quer saber onde sera feito, em que linguagem será feito, ele simplesmente quer que seja feito”

          Neste ponto já não concordo. O design gráfico para um site web simples é um, para um site web que use Ajax é outro, para Silverlight outro, Flash mais um e WPF outro totalmente diferente.

          Diferentes porque são diferentes tipos de mídia, se comunicam de forma diferente com o usuário, disponibilizam uma diferente interatividade com o usuário e por isso demandam um processo criativo diferente, um processo criativo no qual o designer tenha conhecimento da mídia específica.

          Esses elementos não podem mais ser considerados apenas como ferramentas de design, são meios de comunicação distintos, mídias distintas e por isso a necessidade de um trabalho focado em cada um.

          Quanto a definição de design (ou designer, ou design gráfico….) o fato é que o artigo chama a atenção justamente para um problema que hoje não só não foi resolvido como muitas vezes nem foi observado por muitos…

          []‘s

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        • dante

          O que eu quis dizer é que qualquer um pode ser designer, se mostrar que tem bagagem para tal. Não precisa ter o diploma de designer.

          Acredito que você concorda em partes comigo. Design é desenvolvimento, mas não é só criação. Jogar os dois no mesmo saco é equivocado. Como você mesmo disse, o designer pesquisa, lê, estuda. Isso não é criação, concorda?

          Quem trabalha efetivamente com design sabe que não se pode dar ao luxo de contratar mãos competentes em cada etapa do processo. Isso é o ideal e não o efetivo.

          • Dennes

            Oi, Dante !

            “Quem trabalha efetivamente com design sabe que não se pode dar ao luxo de contratar mãos competentes em cada etapa do processo. Isso é o ideal e não o efetivo.”

            Eis mais um ponto importantissimo !

            Uma única pessoa em todos os 140 comentários afirmou viver neste mundo de sonhos, um mundo que nunca encontrei nem mesmo em empresas gigantescas nas quais trabalhei.

            É problema da empresa e fica por isso mesmo ou seria melhor nos adaptarmos a realidade ?

            []‘s

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      • Dennes

        Oi, Dante !

        “design não é só processo de criação”

        Eis ai o ponto….

        Design deixou de ser só processo de criação há muito tempo, mas ainda encontramos designers que se limitam a entregar uma imagem photoshop estática para o desenvolvedor…

        Isso que procurei chamar a atenção no artigo : O quanto além do processo de criação o designer precisa conhecer, quer ele use as tecnologias que citei ou quer ele use outras, que apenas linkei.

        []‘s

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        • dante

          Eu comentei sobre designer e programador porque muitos consideram design como um fator simplesmente estético.

          E nunca foi só processo de criação. É como eu disse acima, desenvolvimento não é só criação.

          []s

          • Dennes

            Oi, Dante !

            Pois é !

            Observe que várias pessoas nos comentários levantaram o debate sobre o papel do designer e do webDesigner, com visões completamente diferentes, o que foi justamente a idéia do artigo, que além disso destaca como a evolução da tecnologia torna fundamental estes papeis – e outros novos como o winDesigner citado no artigo – sejam devidamente organizados, pois a confusão para a integração do trabalho destes profissionais em equipes vai aumentar exatamente por causa das características das tecnologias…

            []‘s

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            CidadaoCarioca
            BufaloInfo

    • Dennes

      Oi, Vitche !

      Gostaria de agradecer muito o comentário de incentivo, é muito bom ver que o artigo foi compreendido em sua plenitude.

      Pois é, designer e programador estão se unindo. Mas acho que a união completa não deveria acontecer. É trabalho demais, conhecimento demais para uma pessoa só. A tecnologia deveria se encarregar de um meio termo no qual o designer consiga fazer seu trabalho com os conceitos básicos de desenvolvimento.

      WPF e Expression Blend são o melhor exemplo de que disponho da possibilidade deste meio termo. Acho que nessa área temos que evoluir muito e muitas, inúmeras especialidades de design surgirão…

      []‘s

      ———————
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  • redebr2818

    Olha, acho que o pessoal que está reclamando muito tem que parar um pouco para pensar.. Fui 90% contra o artigo também, mas é a opnião pessoal do dennes. Em nenhum momento ele fez como uma revista de TI, que escrevem como se fosse opnião global..

    • Dennes

      Oi, RedeBr !

      Primeiramente agradeço muito o comentário positivo !

      Para complementar, sinta-se a vontade em debater o assunto, estou a disposição. Mas o ponto chave do artigo não são as tecnologias Microsoft, muita gente que comentou aqui nem percebeu que eu nem ao menos fiz comparações das tecnologias Microsoft com outras, dizendo se são melhores ou piores.

      O ponto chave do artigo é o impacto das tecnologias no trabalho do designer, foi essa minha colocação e em cada tecnologia que mencionei, tentei citar que existem impactos semelhantes causados por tecnologias não-Microsoft.

      []‘s

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  • http://rodiniz.blogspot.com rodiniz

    Acho que o Silverlight nunca vai substituir o Flash.
    Utilizo windows 2000 e até hoje o silverlight ainda não é suportado .A microsoft diz que vai suportar o 2000 na versão 1.1 , mas ainda assim restam os computadores que rodam windows 98 . Sim ,você ficaria surpreso com a quantidade de pessoas que ainda usam windows 98.

    • http://melinka.net Rocky

      Ontem mesmo instalamos ele em uma maquina aqui na empresa que não funcionava de jeito nenhum com Windows 2k
      __________________________________________________
      ” Não se trata do quão forte você bate, mas sim do quão forte você possa suportar os golpes e seguir em frente…” (Rocky Balboa)

    • Dennes

      Oi, Rodrigo, tudo bom ?

      O Silverlight está surgindo ainda, claro… falar em substituição do Flash seria algo para muitos e muitos anos a frente…

      Mas não colocaria sistemas antigos como impencilho, a tendência seria uma migração… lenta, muito lenta, mas uma migração…

      De qualquer forma, o Flash ficou popular demais, qualquer coisa animadinha é feita em Flash. Acredito que o Silverlight vai ser mais dedicado mesmo a aplicações…

      []‘s

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  • a13x

    Para vcs verem como o Dennes entende de design
    olhem seu site feito em…. asp3
    http://www.bufaloinfo.com.br/

    não se se ele q fez, mas tá na assinatura dele
    =/

    eu uso sim C# + asp.net
    mas para algumas customizações nos Users Controls dá muito trabalho ou nem tem como fazer

    estou migrando para RoR, mas vou acompanhar a chegada do C# 3.0

    E também acho que uma aplicação multi-plataforma conta muito hoje em dia. Os servidores web mais baratos que conheço rodam somente php sobre o Linux

    • http://melinka.net Rocky

      Putz… você tem razão o cara falando tudo isso e na assinatura tem o endereço de uma coisa tosca dessas…
      __________________________________________________
      ” Não se trata do quão forte você bate, mas sim do quão forte você possa suportar os golpes e seguir em frente…” (Rocky Balboa)

      • Caravana

        Voc^es est~ao julgando os argumentos apresentados ou a pessoa que apresentou?

    • Dennes

      Oi, A13X !

      “Para vcs verem como o Dennes entende de design
      olhem seu site feito em…. asp3
      http://www.bufaloinfo.com.br/

      Que pena que você não passou do primeiro parágrafo do artigo em que eu disse claramente que não sou designer… sou desenvolvedor e arquiteto de software, não designer.

      “eu uso sim C# + asp.net
      mas para algumas customizações nos Users Controls dá muito trabalho ou nem tem como fazer”

      Diga algo que você acredita que dá trabalho ou que não tem como fazer demonstro o contrário.

      “E também acho que uma aplicação multi-plataforma conta muito hoje em dia. Os servidores web mais baratos que conheço rodam somente php sobre o Linux”

      Tentou o FreWebDot ? Ou não conhecia ? Conhece mais barato ?

      []‘s

      ———————
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      • a13x

        faz um simples GridView em asp.net
        com Paging, Sorting e um filtro (tipo um campo de pesquisa)
        usando mysql.
        com suporte a uma tabela de mais de 1 milhão de linhas.
        e com performance (da aplicação, não do banco) aceitável.

        e por favor, com menos de 100 linhas, já que é fácil customizar!

        • http://melinka.net Rocky

          Owned………
          __________________________________________________
          ” Não se trata do quão forte você bate, mas sim do quão forte você possa suportar os golpes e seguir em frente…” (Rocky Balboa)

        • Dennes

          Prezado a13x,

          Sem código serve ?

          1) Instale o data provider e ferramentas de desenvolvimento para mySQL

          Data provider mysql

          2) Crie um projeto Class Library

          3) Crie um dataset neste projeto

          4) No mySQL, crie uma stored procedure para realizar a leitura de dados paginados, contendo os parâmetros startRowIndex e maximumRows, além do parâmetro de filtro que deseja, mais um parâmetro sortExpression

          (veja detalhes nas observações, lá embaixo)

          5) Crie uma stored procedure para retornar o total de registros da tabela, com os mesmos parâmetros de filtro do item 4

          (mais detalhes nas observações lá embaixo)

          6) No dataset, jogue um tableAdapter a partir da toolbox.

          7) Siga o wizard, selecionando o data provider para mySQL e a stored procedure criada por você

          8) No tableAdapter recém criado pelo wizard, clique com o botão direito e selecione “Add Query”

          9) Selecione “stored procedure existente” como tipo da query

          10) Selecione a stored procedure criada no item 5

          11) Adicione na solução um novo webSite

          12) Faça uma referência entre os dois projetos

          13) Faça um rebuild da solução

          14) Adicione um ObjectDataSource na página default.aspx no site web

          15) Ligue o ObjectDataSource com o TableAdapter que se encontra no projeto Class Library, selecionando sua query criada no item 7 como select query

          16) Altere a propriedade EnablePaging do ObjectDataSource para true

          17) Altere a propriedade SelectCountMethod, preenchendo-a com o nome da query criada no item 8

          18) Altere a propriedade sortParameter preenchendo-a com sortExpression (nome do parâmetro de sort)

          19) Inclua uma caixa de texto e um botão sobre o ObjectDataSource

          20) Pela janela de propriedades, entre na edição da propriedade SelectParameters do objectDataSource

          21) Ligue o parâmetro de filtro existente na procedure com a caixa de texto inserida na página

          22) Insira uma gridview na página (use a toolbox)

          23) Ligue a gridview com o ObjectDataSource (use a smartTag)

          24) Habilite a paginação na gridview (use a smartTag)

          25) Habilite a ordenação na gridview (use a smartTag)

          26) Faça um autoformat para a gridview ficar bonita

          27) Desabilite a propriedade ViewState da gridview, para garantir a performance

          28) Habilite o outputcache com duração de 30 segundos para a página, varybyparam=”*” (para simplificar). Neste ponto realmente terá que escrever uma tag. Só uma.

          Se precisar, porém, de precisão imediata dos dados, vinculo de cache com a origem de dados, então vai precisar codificar um pouquinho, mas é pouco. Veja um exemplo de solução em Cache ligado ao banco

          29) Rode a aplicação

          Observações :

          Você, como desenvolvedor, sabe que jamais se deixa o usuário paginar livremente um conjunto de 1 milhão de linhas, utiliza-se filtros adequados para garantir que o usuário apenas irá ver aquilo que ele precisa. Mas, afinal, foi por isso que incluiu o campo de filtragem…

          Como o campo de filtragem está demasiadamente aberto em sua explicação e sem a garantia de que o volume de dados retornado para a aplicação será pequeno, toda a descrição acima faz uma paginação customizada, pegando do banco apenas os registros que devem ser exibidos a cada página.

          A execução da paginação customizada é garantida pelo item 4, mas depende da versão do mySQL que você tenha comprado para usar (sim, ele é pago, não sabia ? Veja em FAQ MySQL) suportar stored procedures.

          Você pode ver um exemplo da implementação desta stored procedure em Stored Procedure para paginação, cabe a você adapta-lo ao mySQL.

          Se sua versão do mySQL não suportar stored procedures, então você precisará utilizar querys comuns. Se conseguir utilizar uma única query, o resto da solução será o mesmo.

          Porém, se não conseguir fazer com uma query só, for necessário o uso de várias, vai precisar aplicar a técnica de partial class sobre o TableAdapter e neste caso, infelizmente, vai precisar escrever um pouquinho.

          Quanto ? 20 linhas no máximo.

          Veja a explicação de como fazer nestes 2 links :

          Artigo

          Video

          Quanto a ordenação, existe pequena variação nas querys que é demonstrada em Ordenacao de resultados paginados

          Detalhes finais :

          A) Me rendo. Prometi fazer sem código e no item 28 fiz você escrever uma tag. Que absurdo, não ?

          B) Como pode notar, o ponto mais trabalhoso está justamente no mySQL

          C) Em quais outros ambientes de desenvolvimento você chega neste resultado escrevendo no máximo 100 linhas de código ?

          D) Fugimos muito do assunto do artigo. Se desejar continuar e tirar dúvidas adicionais sobre isso, que tal fazer em um grupo de usuários de ASP.NET ? Eu participo deste devASPNet e você pode se inscrever enviando e-mail para devaspnet-subscribe@yahoogrupos.com.br, posso responder suas dúvidas por lá, fica mais adequado.

          E) Que tal, pelo grupo de usuários, pedir algo mais difícil, que realmente necessite de customização ?

          []‘s

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  • Tonny

    Sobre o link para a aderencia ao W3C por parte do IE7: pagina não encontrada! No minimo ironico.

    • Dennes

      Oi, Tony !

      Obrigado pelo aviso, já corrigi no comentário original. Faltava uma pequena letra na URL.

      Segue novamente :

      CSS no IE 7

      []‘s

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  • Tonny

    A propósito (ou não) quando os estereótipos vão parar de er tão usados nas comunidades pela internet? Isso de Webdesigner é assim, designer é assado, winuser é frito e linuxer é mal passado não leva a lugar nenhum.

    Só uma coisa: erros de portugues na internet não são o fim do mundo, são fruto da pressa pra digitar e se expressar. Acontece e pode ser relevado sem colocar a integridade da lingua portuguesa em perigo. E acaba sim soando como ofensa e pedantismo.

    • Dennes

      Oi, Tonny !

      Quanto aos estereótipos, não tenho certeza se você se refere ao artigo ou aos comentários.

      Mas o artigo justamente chama a atenção para o fato de que as profissões de webDesigner e designer não são suficientes para cobrir toda a abrangência do trabalho…

      ” erros de portugues na internet não são o fim do mundo, são fruto da pressa pra digitar e se expressar”

      A pressa é inimiga da perfeição. Além disso, existem erros que são claramente erros de digitação, mas um outro sem número deles não.

      “Acontece e pode ser relevado sem colocar a integridade da lingua portuguesa em perigo”

      Infelizmente não. É pelo fato de nunca serem corrigidos que vemos inúmeros absurdos em provas de vestibular ou até documentos ainda mais importantes.

      “E acaba sim soando como ofensa e pedantismo”

      Por que as pessoas se ofendem tão facilmente com algo que, quando bem comentado, deveria ser interpretado como um comentário construtivo ?

      Mas, deixando isso de lado, você contou quantos comentários realizados contra este artigo soam como ofensa e pedantismo e não possuem nenhum conhecimento de causa ?

      []‘s
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  • Wallacy

    Ok, não vou comentar os pontos dos artigos, na verdade até vou, porem depois, quero ler mais calmamente, (esse e outros tópicos), ando meio atarefado… Mais em fim..

    Que diabos está fazendo ali aquele vídeo do Compiz-fusion + Ubuntu…?? (Ok.. o tema é design, porem não entendi exatamente o porque que você colocou ele lá)

    Até achei engraçado…
    “Ok, este é um artigo sobre design, e as soluções MS para o mesmo, e por fim, termino com um vídeo de 4 minutos de alguém usando o Ubuntu + Compiz-fusion em uma touch screen”

    ? Acho que o cansaço está me fazendo ter alucinações só pode.. Ou você achou que aquilo era o Surface?

    • http://megalopolis-blog.com Fabiane Lima

      Wallacy, por incrível que pareça, o vídeo está ali dentro do contexto. Talvez seja isso que você não tenha captado. A meu ver, o dennes quis ilustrar que as aplicações web estão evoluindo a tal ponto que não vamos interagir somente com o mouse, mas de modo muito mais amplo.

      Ele citou o Surface, óbvio, revolucionário, bacana, mas inacessível. Será que é tão inacessível assim, sendo que existem alternativas “com a mesma lógica” praticamente sem custo?

      Megalopolis

      • Wallacy

        Eu entendi o contexto sim! :)

        Até frisei:

        “(Ok.. o tema é design, porem não entendi exatamente o porque que você colocou ele lá)”

        Mais não entendi “exatamente” o motivo! Poderia por um vídeo do Surface não acha? Além do mais, foi um artigo … bem como posso dizer… ah.. você sabe, “pró-Microsoft”, logo, é super estranho ao meu ver!! (E engraçado também).

        • Dennes

          Oi, Wallacy !

          “Além do mais, foi um artigo … bem como posso dizer… ah.. você sabe, “pró-Microsoft”, ”

          Ai é que tá, não foi !

          Se observar bem, não só não defendi as tecnologias Microsoft mas até falei mal de algumas !

          O objetivo do artigo foi destacar as novas técnicas de design, atuais e futuras, tanto em tecnologias Microsoft como não Microsoft, e o impacto delas no trabalho do designer. Falei muito de MS porque são as tecnologias que mais conheço, mas dentro do tópico do artigo seria excelente complemento adicionar ali como outras tecnologias tratam as mesmas questões de design…

          []‘s

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          • Wallacy

            Por isso eu disse “pró-Microsoft”, porque é o que você mais conhece e o que você mais citou.

    • Dennes

      Oi, Wallacy !

      “Que diabos está fazendo ali aquele vídeo do Compiz-fusion + Ubuntu…?? (Ok.. o tema é design, porem não entendi exatamente o porque que você colocou ele lá)”

      O tópico em que está o vídeo é o Surface… O vídeo está exatamente no trecho em que eu cito que este tipo de solução gráfica não é exclusividade da Microsoft. Então linkei o artigo da Fabiane e o vídeo com o intuito de demonstrar que existe muita evolução gráfica – e consequentemente problemas para designers – bem distantes do ambiente Microsoft.

      Por ironia acabei nem linkando o surface, achei que não precisava…

      E ainda ficam me chamando de MS Fanboy nos comentários, irônico, não ? :-)

      []‘s

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      • http://megalopolis-blog.com Fabiane Lima

        É que a “lógica” (ou a falta dela) é a seguinte:

        - Falar bem da Microsoft: post pago
        - Falar bem da Apple: fanboyzice infundada
        - Falar bem do Linux: ninguém nem vê

        Ou seja, de todo lado vem pedrada, não adianta.

        Megalopolis

        • Wallacy

          “- Falar bem do Linux: ninguém nem vê”

          Eu falo, na verdade muito!

          E a parte do “fanboyzice” e “post pago”, geralmente é relacionado aos mesmos motivos que geram muitos “linuxers trolls” falta de conhecimento!! Ou ainda conhecimento ilimitado (Como achar que não existe uma coisa, que não existia.. entende?).

          • http://megalopolis-blog.com Fabiane Lima

            O caso é que quando a gente fala alguma coisa elogiosa sobre o Linux, todo mundo ignora.

            Megalopolis

          • Wallacy

            Isso é… mais…. tambem pelo que ando lendo tão deixando muita coisa importante passar.

            Por exemplo, falaram do problema do ODF com a OpenDocument Fundation, mais não falaram da resposta da W3C para eles (que o CDF não pode substituir o ODF), e também não falaram que a OpenDocument Fundation fechou as portas… (eu até enviei no “colabore”)

            Não que eu me importe muito, afinal leio em muitas outras fontes e acabo sabendo do que necessito, porem para as pessoas que tem o meiobit como principal fonte de informação (pelo menos em relação ao Linux), fica com “conceitos” errados por informações incompletas, digo em relação a muito mais coisas, até quando chega um novo modulo que baixa o delay do Kernel linux que é uma coisa ótima (não só boa), também passa batido.

            No mais o site é legal, tem muitas curiosidades bacanas…

          • http://megalopolis-blog.com Fabiane Lima

            O que é do meu escopo, eu trago pra cá. Não adianta muito falar do que não entendo.

            Megalopolis

          • Wallacy

            Compreensível e sensato de sua parte!

            Falar de Linux é realmente complicado admito, o que de um certo modo critiquei foi “falar pela metade”, no caso, em relação ao ODF…

            No mais, quem quiser mais informações visita outros sites não é?

          • Dennes

            Oi, Wallacy !

            Comentou agora assuntos muito legais, que gostaria de ver sim, mas que nem sempre consigo acompanhar.

            Se me chamar a atenção para um tópico desses, como ODF/CDF e OpenFoundation, isso ai eu pesquiso, completo e publico.

            []‘s

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          • Wallacy

            Nem precisa publicar….

            Mais se quiser ver, (já que você gosta).

            Sobre esse caso veja: aqui , aqui e aqui
            E um Blog interessante que você pode visitar é o Avi Alkalay , considero ele uma das personalidades do Software Livre no brasil, e é muito conhecido internacionalmente e ele trabalha no Linux Team da IBM.

  • kakaroto_BR

    Parece que vi quem não concorda com vc não entendeu o artigo, e pelo visto mta gente “não entendeu o artigo”.

    Vi uma palestra do XNA, parece bem interessante. A maneira de escrever o game loop é bem alto nível, na verdade vc nem escreve o game loop explicitamente. Pelo q eu me lembre a MS liberou pra quem quiser desenvolver. Vc pode usar o Visual Studio Express, ou algo parecido, de graça e, se quiser lucrar com o jogo, vc pode fazer um acordo com a MS.

    • Dennes

      Oi, Kaka !

      “Parece que vi quem não concorda com vc não entendeu o artigo, e pelo visto mta gente “não entendeu o artigo”.”

      De forma alguma. Destaquei vários comentários de pessoas que pegaram o espírito do que eu propus debater, sem que nem por isso tenham tido o mesmo ponto de vista que tive.

      Isso sem citar que sempre respondo todos os comentários que sejam feitos com bons argumentos, quer tenham relação com o que propus escrever ou não.

      “Vi uma palestra do XNA, parece bem interessante”

      Tem um artigo sobre XNA em meu site, mas escrito ainda em versão beta, precisa de correções…

      Você pode criar jogos para PC livremente… mas se desejar que rodem no XBOX e compartilhar os jogos através de alguns recursos da MS então precisa pagar uma taxa anual…

      O XNA é o meio caminho entre o desenvolvimento em extremo baixo nível com directX ou o uso de engines para criação de jogos, simples, mas (provavelmente) com limitações quando comparadas ao XNA.

      Uma grande empresa de engines, que agora me foge o nome, anunciou sua engine com base em XNA…

      []‘s

      ———————
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  • NewUser

    Eu não consegui ler todos os comentários pq tem muitos, mas o cara disse que PHP devia ser…

    O cara que fala isso não deveria nem escrever um artigo para um blog decente.

    * Worpress é feito em PHP não é não?
    * PHPbb é escrito em PHP não é não?
    * O Rails é um Framework MVC para Ruby e existem vários frameworks MVC para PHP também.

    Sobre CSS no IE, não precisa nem falar das propriedades que ele não suporta, basta falar dos seletores:

    input[type="text"]:hover

    textarea:hover

    Uma besteira dessas aí de cima não funciona no IE6.

    Faço minhas as palavra de uma doutora em Ciências da Computação:

    “Felipe, vc é novo e acha que linguagem é legal. A linguagem/ferramenta é só um meio de implementar uma lógica que vc programador cria.”


    Qualquer tecnologia em programação da Microsoft por mais que seja o bam bam não presta! A explicação é uma pergunta: será que ela vai fazer uma versão do Silverlight para Linux? Terá para MAC? Tem DirectX para MAC? Ela vai compilar em 64bits para a versão xxx da libc ou do kernel xxx? Dá para rodar .NET em servidores Linux, AIX, HP-UX…?

    • http://megalopolis-blog.com Fabiane Lima

      Não sou da área, mas algumas coisas que você perguntou eu posso responder:

      - Tem sim Silverlight e DirectX pra Mac
      - Pra Linux, tem o Moonlight (mas não sei em que pé que está)

      Megalopolis

      • Wallacy

        O Moonlight ta indo muito bem…. O Pessoal da Novell ta trabalhando bem nele, mais só suportando o Silverlight 1.0… Por enquanto.

        • Dennes

          Oi, Wallacy !

          Apoio total da MS para que o Moonlight saia.

          []‘s

          ———————
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      • Bigode

        Tem DirectX pra Mac onde? No Windows Vista instalado pelo Boot Camp?

        Claro que o Mac tem uma API gráfica semelhante, e que eu até li alguma empresa grande desenvolvedora de jogos dizendo que é superior ao directx (acho que foi a Blizzard, justificando pq não tinha ports dos jogos dela pra linux, sendo que tinha pra mac os x), mas é totalmente diferente do directx.

  • http://www.yoomp.com rodrigofante

    Reitero o que disse, nao tiro uma palavra.

    E mais, assino embaixo o que os colegas disseram sobre o que os colegas disseram sobres seus comentários resposta, e sua visivelmente tendenciosa opinião(fanboy detected).

    Eu não deveria nem estar lendo o que uma pessoa que despreza o PHP como linguagem profissional com a desculpa de preguiçosos.
    Eu programo em ruby e nem por isso deixei de usar completamente PHP.
    Cada coisa em seu lugar, depende do projeto e necessidades.
    Sinceramente, nem vou discutir, seus argumentos foram tão fracos que foram destruídos abaixo de seus comentários.
    Te respeito, e respeito sua opinião, mas a minha permanece, e ao que pude perceber, é a opinião comum dos demais.

    Fazedor de Site
    http://www.fazedordesite.com

  • _giovani_

    Fabiane, essa é a idéia:
    “O que é do meu escopo, eu trago pra cá. Não adianta muito falar do que não entendo.”

    Se o cara assume que não é (web)designer q q tem q falar do assunto!
    Apontou coisas naaada a ver como se fossem uma maravilha..
    Enfim, matéria bem infeliz.

    • Dennes

      Oi, Giovani !

      Poderia indicar quais coisas que não tem nada a ver que apontei como uma maravilha ?

      Na verdade, poderia indicar uma única coisa que no texto esteja apontada como uma maravilha ?

      Respondendo sua pergunta : Porque o artigo justamente fala de metodologias novas que estão sendo trazidas por novas tecnologias de *desenvolvimento de software* e que geram consequencias para o conhecimento que um designer deve possuir, bem como para as próprias carreiras de designer, podendo fazer surgirem especializações em um futuro próximo.

      Além disso tais metodologias estão em geral ligadas a expansão de conceitos de orientação a objetos, conceito utilizado em *desenvolvimento de software*, para a área de design com o mesmo objetivo que ela tem na área de desenvolvimento : Melhorar a capacidade de manutenção do software.

      []‘s

      ———————
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  • Storm

    Caramba, quase todo mundo recebeu a resposta: “você não entendeu/não leu o artigo”…

    • Dennes

      Oi, Storm !

      Como você citou, *quase* todo mundo.

      Afinal de contas, teve gente inclusive que assumiu não ter lido o artigo mas estar criticando assim mesmo. Legal, não ? Quantos outros será que fizeram o mesmo e não assumiram ?

      Fabiane descreveu bem em um comentário dela aqui mesmo o fenômeno social que impediu a correta observação do conteúdo do artigo por muitos…

      []‘s

      ———————
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    • http://melinka.net Rocky

      A a maneira mais fácil de se esquivar sem ter que falar muito…
      __________________________________________________
      ” Não se trata do quão forte você bate, mas sim do quão forte você possa suportar os golpes e seguir em frente…” (Rocky Balboa)

  • http://www.yoomp.com rodrigofante

    A a maneira mais fácil de se esquivar sem ter que falar muito…[2]
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    http://www.fazedordesite.com

  • http://nodoadouniverso.wordpress.com puppy

    Olá Dennes!

    Tudo bem, não estava concordando com os caras falaram do MS AJAX sendo que não tinham conhecimento algum de AJAX. É normal na falta de argumento um ataque pessoal :) .

    Dou o braço a torcer, o artigo não está tendencioso. Convenhamos, tem uma propagandinha embutida, mas ele faz o que se propõe.

    Só pra constar, para os fanboys, sou linuxer, adoro Mac, mas comecei a trabalhar com C# e o MS AJAX(você tem que conhecer pra criticar não é mesmo?). Não gosto muito de asp, mas o que a Microsoft tem no Visual Studio 2005 por exemplo deveria ser copiado. É tudo mais simples, mais fácil, e AJAX ali basta arrastar e soltar. Alguns dirão que preferem programar na mão e blábláblá. Pode ser, mas é inegável o ganho de velocidade(de desenvolvimento) ao fazer uma aplicação assim. E funciona muito bem. O cara que tá usando o Visual Studio não é designer também? Acho que é muito difícil você dividir a questão.

    E gostei da paciência Dennes!

  • http://www.yoomp.com rodrigofante

    puppy

    Justamente foi isso que critiquei.

    Em momento algum falei que o produto Microsoft é ruim, programei muito na época do VB 5 e 6.

    Atualmente já participei de projetos em .net, com o ASP, vou te dizer, realmente ganha-se muito em produtividade.

    Quando não se vende qualidade da pra usar, e deve-se usar esse tipo de ferramenta.

    Mas como sempre fui bem pago para montar um código otimizado(em sites de grande porte faz diferença), sempre preferi fazer eu mesmo a usar Frameworks etc…

    Não os acho ruim, fazem o que propõem, mas citar somente produtos Microsoft, em um ambiente onde ela pode ter até sua qualidade mas tem uma porção de mercado irrisória não me parece exatamente o que posso chamar de uma opinião imparcial.

    Não diria nada se o titulo fosse, Produtos Microsoft na onda da web 2.0(termo bobo, mas pegou).

    E sim, ele cita outros produtos, nas entre linhas e como se a Microsoft fosse a dominante e o resto.. fosse resto.

    Se fosse em S.O., estaria correto, mas termo de web, foi no mínimo infeliz usar os exemplos dados no contexto do artigo.

    Por isso recebeu esse feedback, e como pessoal humilde que é ao invés de avaliar melhor se poderia ter errado preferiu atacar, já dizia aquele velho deitado, “quem perde a linha perde a razão”, caso a tivesse.

    Fazedor de Site
    http://www.fazedordesite.com

  • carloshp

    “(…) mas citar somente produtos Microsoft, em um ambiente onde ela pode ter até sua qualidade mas tem uma porção de mercado irrisória não me parece exatamente o que posso chamar de uma opinião imparcial. (…) E sim, ele cita outros produtos, nas entre linhas e como se a Microsoft fosse a dominante e o resto.. fosse resto.”

    Bingo. Exatamente o que eu tentei dizer, quilometros de posts atrás.

    Pra não dizer que não gostei de nada, eu achei a GIF do web-designer muito comédia. :D Guardei para zoar uns conhecidos meus…


    Tecnologia deve ser o meio, não o fim.

    • Dennes

      Oi, Carlos !

      Claro que foi !

      O cara fez copy/past certinho do parágrafo que você escreveu…

      []‘s

      ———————
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  • Balzak

    Quase consegui ler todos os comentarios mas quanto mais eu lia mais parecia que não iria terminar então resolvi correr pro fim logo lol..

    Primeiramente vou elogiar o artigo e principalmente as discuções abordadas nos comentarios que foram muito construtivas em diversos pontos e acredito que mesmo fora de tecnologias microsoft de uma forma ou de outra tanto design quanto desenvolvedor deverão se fazer valer de ferramentas melhores e metodologias mais avançadas para realizar um trabalho melhor…

    Sobre a grande discução sobre a proteção ou não dos produtos microsoft acredito que o ódio é tão grande em relação a microsoft que cega as pessoas quando alguma de suas soluções aparece como exemplo de alguma tecnologia.. Quem lê com um pouquinho mais de atenção e com menos ódio da microsoft consegue enchergar tanto nos comentarios quanto no artigo que os exemplos são predominantemente microsoft não porque ela domina nessa área mas sim porque é a área de conhecimento de quem está escrevendo… agora o mais estranho é que se foçe o contrario com algum profissional voltado a outras tecnologias dificilmente esse tipo de discução geraria polemica como essa está gerando… ¬¬

    ps: sim sou desenvolvedor ASP.NET mas nem por isso amo a microsoft.. principalmente não suporto ter que navegar utilizando IE e sei que os principais problemas de compatibilidade estão na grande questão da microsoft ser a que menos segue os padrões em qualquer área de atuação… mas pense bem se foçe a sua empresa que dominace grande parte do mercado e possívelmente se vc cedesse a padrões de outras suas tecnologias perderiam (por minimo que foçe) mercado vc tbm não agiria assim? querendo ou não todas as empresas visão lucros e tomam atitudes com esse fim nenhuma empresa é santa e só visa o bem estar do consumidor….

    ..é me estendi dmais >.<”

    • Dennes

      Oi, Balzak !

      Agradeço muito seu comentário !

      Fico feliz que apesar dos inúmeros comentários raivosos gerados, algumas pessoas como você e alguns outros que comentaram conseguiram entender com perfeição a colocação do artigo.

      []‘s

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  • Gilghamesh

    Boa tarde!

    Gostaria de complementar a informação sobre o assunto.

    Hoje em dia, tem muito cliente que passa serviços direto prá um “web designer”.

    o grande problema dessa situação é que um web designer, não tem o mínimo conhecimento sobre “target”, ou seja, quem é o público alvo que o cliente visa atingir.

    Não basta saber programação, psicologia das cores e letras, é necessário ter em mãos, um briefing com informações pertinentes sobre o público alvo.

    E isso, nem passa pela cabeça da maioria dos web designers, salvo honrosas exeções.

    Só existem duas saídas: ou o web designer estuda sobre o que é Maqrketing e Propaganda, para desenvolver aquilo que o cliente realmente precisa, ou então se associa à uma Agência de Propaganda, ou à um profissional Freelance da área.

    Fora isso, não existe escapatória, cria-se um site bonitinho, mas ordinário, que não serve pra nada.

    Abundam pela web brasileira, inúmeros exemplos de sites criados totalmentre em flash, que demoram mais de 3 minutos para abrir, (isso usando banda larga), num país onde mais de 86% das conexões, ainda são via discagem.

    Está na hora de muitos “web desiners” se tocarem e entenderem que design é algo que deve ter objetivo e não ser simplesmente bonitinho.

    E para os “web designers” que usam a seginte desculpa: “o site ficou muito pesado, porque o cliente quis assim”, deveriam tomar vergonha na cara e admitir que o site ficou pesado por pura e própria incompetência!

    Tenham sempre em mente a seguinte premissa: Em web, menos é sempre mais!
    .
    .

    • Dennes

      Oi, Gil !

      Sem dúvida, um grande ponto : Os webDesigners não sabem que precisam de mais informações, os clientes não sabem que precisam de um profissional mais especializado e numa dessas a tecnologia acaba levando a culpa…

      Como sair desse rolo ?

      []‘s

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  • capc-megadrom

    Oi pessoal.
    Meu nome é Carlos (CAPC-MEGADROM).
    Meu projeto atual é o http://www.openxul.com
    Meu site pessoal é o http://www.megadrom.eti.br

    Minhas considerações sobre o que tange o AJAX:

    Dennes escreveu: “A web ainda não havia incorporado os recursos trazidos pelo ASP.NET ainda, deixando as empresas em desespero na hora de lidar com design gráfico, quando surge a era Ajax para f… tudo complicar um pouco mais.”

    Dennes, com todo o respeito, vc parece um muleque falando… Vc tá querendo ser levado a sério e começa a falar de AJAX dessa forma? dá impressão que você não gosta de AJAX, e se não gosta, porque vai escrever e se expor desta forma? …. bom… mas já que o assunto tá rolando, vamos ao que é útil… AJAX é uma das coisas mais interessantes para que sistemas web se tornem realidade… claro que pode e deve ser utilizado em websites, afinal, também e para isto. Existem diversos frameworks porai mas, Senhores, convenhamos, poucas pessoas sabem o que é um websystem e o que é um website… as necessidades de recursos de UI destes são completamente diferentes. Poucos frameworks AJAX realmente fazem essa parte bem feita. JQuery por exemplo, é bom pra website e não pra websystem. Já o OpenXUL é bom pra websystem e não pra website. Outra coisa muito interessante é que com o AJAX, entendemos melhor que podemos passar a carga de processamento para o FrontEnd (que é o PC de quem tá rodando o browser) e deixamos o BackEnd (que é toda a estrutura servidor) bem mais folgada. Com AJAX, é nítido e brutal a diferença para o BackEnd… as empresas de internet adoram isso porque torna as coisas mais faceis e mais barato de cuidar do Servidor que passa a fazer o papel dele que é servir dados… o FrontEnd que está no client é que passa a se preocupar em como o dado deve ser exibido e manejado… ahh… o business code tambem vai parar no FE.. e pra que ninguem fique com medo, geralmente, obfuscamos o JavaScript, usamos conexões seguras com token autenticado e https pra que tudo fique bem seguro. É muito bonito que o BE manda pro FE apenas dados… vai geralmente XML ou JSon pra ser interpretado… e o melhor é que quem programa com AJAX, pode ter o BE que quiser… C, C#, PHP, ASP, Ruby Rails, JAVA Velocity, Python Django… entre outros que possam gerar XML, XML-RPC ou JSon.

    Dennes escreveu: “A era Ajax, trazendo a Web 2.0, perde o conceito de páginas. Em muitos sites não temos mais apenas páginas, mas pequenas janelas que não são o velho popup, que aparecem e desaparecem com inúmeros efeitos de animação.”

    Sim isso mesmo… mas isso não é bom e nem é ruim.. é simplesmente a necessidade que torna isso desta forma. Já não são mais páginas.. são sistemas.. inclusive, até tem metatags “NOROBOTS” pra que não exista a indexação dos fluxos de links por parte dos sites de busca como google e outros tantos…. Mais uma vez se faz necessário entender o que é WEBSYSTEM e o que é WEBSITE…… Pergunta rápida: webmail é websystem ou é website? errrr… é claro que é websystem… mas então porque ainda usamos os conceitos de websites pra fazer a usabilidade e o design? o Gmail por exemplo ainda tá em cima do muro nesse ponto.. ele é meio site e meio sistema… muito disso por conta da filosofia deles mesmo e por conta de que já é meio “vovô” no ramo AJAX…. já o Yahoo Mail novo é mais websystem mesmo… tem até uma framework pra solucionar o problema de interface com inumeros widgets e components. E pra quem não conhece o projeto http://www.netvibes.com/ ? Esse é bem o caso comentado não?… esse é um classico projeto que na verdade é um websystem e não um website. Portanto, quem não se conforma com isso, tem que entender melhor “os porques” deste projeto. Eu recomendo estudar sobre o “case” deles.

    Dennes escreveu: “Agora vai explicar para um designer que ele precisa não só planejar mas implementar o layout e os efeitos de animação de uma janelinha que vai aparecer no meio de uma página.”

    Dennes, eu nem sei porque vc escreveu isso… até porque, quem desenvolve AJAX é “Programador de Interface” .. vc tá confundindo com “Usar AJAX” que é o que a maioria dos webmasters e webdesigners fazem … usar AJAX Libs é uma coisa… criar FrameWoks AJAX e aplica-los em webapps (como eu faço) é outra coisa totalmente diferente.

    Dennes escreveu: “O toque final é o fato de que, ao contrário do ASP.NET, as ferramentas para Ajax retrocedem alguns anos no processo de criação de aplicações web, forçando que (designer ou programador ?) voltem a lidar com o que poderíamos chamar de HTML em baixo nível para garantir que tudo saia certo, isso sem contar com o surgimento de um ‘novo javascript’ (no caso do ASP.NET Ajax).”

    Dennes….. vc sabe o que é AJAX? como vc escreve que “retrocede” ??? cara… vc já programou em C ou C++ pra valer? ou talvez em Ruby & Rails?…… sabe o que realmente é AJAX?.. resumidamente?… imagina uma página pegando dados do servidor e trazendo isso num XML (tudo isso acontecendo por traz dos panos). entao.. é tao complicado assim? agora.. infelizmente as pessoas confundem uma porção de coisas mirabolantes que já existiam em DHTML e XHTML que foram incorporadas e automatizadas inteligentemente por famosos libs ou frameworks AJAX… mas na verdade AJAX mesmo é só isso de pegar dados e trazer pra pagina html mesmo… simples assim… não precisa escrever nada em baixo nível nao… até porque HTML e JavaScript é tudo “alto nivel”. Talvez fique complicado para programadores carentes de conceitos lógicos aprimorados ou preguiçosos que usam “wizards” e acham que sabem o que é programar de verdade… hehehehe

    E é isto… eu nem vou entrar no merito das outras tecnologias e linguagens porque meu foco é este mesmo… User Interface (UI) para WebSystems. Apesar de eu conhecer a maioria destas outras coisas abordadas aqui, prefiro focar no AJAX pra poder contribuir com algo útil porque, falar superficialmente de tudo e ser especialista em tudo, é ser especialista em nada e chegar a lugar algum…

    E pra quem ainda acha AJAX inferior ou mesmo de baixo nível ou difícil… só lamento… hahaha

    Agora fica aqui um artigo legal que eu achei:

    ==== Um pouco sobre a Microsoft e OpenSource Linux ====

    Dennes… diga pra nós.. vc prefere soluções Microsoft não é? Se sim, não faz mal.. muita gente é como vc.. eu já fui assim um dia… faz muito tempo.

    Eu gostava e usava muito tudo da MS… trabalhei 6 anos só com MS…. conheci o Linux (Debian, Ubuntu e outras tantas distribuições de peso) e não consigo mais me saciar com MS troços.. A 5 anos mexo com Linux.. hoje, meu Windows e meu MaxOsX só emulado no VMWARE de dentro do Linux UBUNTU!! hahaha tem tudo la.. desde CorelDraw, Flash e PhotoShopp até jogos e bobagens… Mas uso muito pouco essas VirtualMAchines… pra mim o que liga mesmo é Linux!

    Deixo aqui um apelo para todos que ainda não cohecem o maravilhoso mundo OpenSource Linux…. por favor, ajudem a salvar o planeta dessa MS… pagamos royalts por cada software MS que vai parar nos EUA e não ganhamos nada com isso… Usem Linux que assim as empresas vão empregar nacionalmente mais programadores e gerar renda aqui mesmo no brasil…

    Quero ver o Brasil formar sua própria indústria de software, o que leva a uma melhor indústria de hardware, o que leva a melhores sistemas, o que leva a mais produção, o que leva a exportações… Esse é o ecossistema em que as pessoas têm de pensar. Não é apenas software.

    O Brasil é uma das grandes estrelas do software livre. O governo e a indústria têm usado software livre para resolver seus problemas. Trabalham e contribuem uns para os outros.

    Se você paga pelo software, isso significa que os royalties saem do país para outros, normalmente para os Estados Unidos. Isso é dinheiro que poderia dar emprego a pessoas, programadores, aqui no Brasil. Quando o dólar sai, não há muito que possa acontecer por aqui.

    O controle para resolver os problemas saiu das mãos do consumidor para as da fabricante; ela tem o controle sobre o seu negócio. Nós precisamos colocar o controle de volta nas mãos das pessoas. Software livre é isso, é controle, é você decidindo. A grande coisa do software livre é o seu valor, o fato de que você pode adaptá-lo às suas necessidades para conseguir o que quiser.

    No mundo, 80% dos supercomputadores usam Linux. Um terço de todos os sistemas de servidores usam Linux, um terço usa Unix proprietário, um terço usa Microsoft. E todos usam software livre.

    Eles podem não saber, mas usam. Se você tem um roteador Linksys, usa software livre. Se você tem um roteador D-Link, usa software livre. Se você usa e-mail, você provavelmente usa o Sendmail como transporte, você usa software livre.

    Você pode usar o Apache Web Server, isso é software livre. Ele pode estar rodando em Linux -é software livre.

    Há uma nova filosofia de design: a de aplicativos baseados na web -em que eles são executados no servidor, e o desktop é simplesmente uma tela. Isso é AJAX!

    Se todos os meus aplicativos estão no servidor, e eu posso usar um aparelho como uma tela para ele, o sistema operacional usado não me importa. Isso é AJAX!

    Você diz para as pessoas que elas precisam estar na internet e ter um computador para poder fazer negócios hoje. Mas há quem não pode pagar pelo software. E o que elas vão fazer? A única coisa que lhes resta é a pirataria. Gosto de dizer: use software grátis -algo que é dado não pode ser pirateado.

    Não tente aprender tudo de uma vez. Você se sentirá esmagado. Faça pequenos passos até você chegar ao seu destino. Muitas pessoas não se lembram de como aprenderam a usar o Windows, mas houve um processo de aprendizagem. É assim que se deve aprender o software livre. Isso é o mundo Linux!

    A inércia é um problema. Algumas pessoas confundem ser diferente com ser difícil de usar. E precisamos de documentação melhor e mais clara. Precisamos encorajar as pessoas a fazerem isso.

    Tecnicamente, a Microsoft não é boa. Não é necessariamente o melhor produto que vence; é a melhor estratégia de marketing. E a Microsoft é mestre nisso. A Apple faz produtos e sistemas operacionais muito bonitos, mas infelizmente não são abertos. E acho que, no fim, o fato de serem tão fechados irá feri-los.

    Faço minhas as palavras de Maddog: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u354484.shtml

    Um abraço a todos.
    CAPC-MEGADROM