Bandeira amarela para os entusiastas da “surface computing”
Lançado em maio deste ano, o Microsoft Surface ainda não chegou nas redes de hotéis Sheraton, nos Cassinos Harrah e nas lojas da T-Mobile que de acordo com os planos iniciais receberiam os primeiros modelos no início deste mês.
O atraso foi em função da dificuldade em desenvolver os aplicativos demandados por estes primeiros clientes-piloto, cada um com suas peculiaridades. (Fabiane mostrou aqui algumas soluções open-source…)
“Descobrimos que o Surface não pode ser encarado como uma solução única para qualque espaço e necessidade”, disse Mark Bolger, diretor sênior da Microsoft. Apesar disso, o Surface segue em exibições públicas por Nova York, Toronto, Boston, Paris e Zurique e já recebeu mais de 2 mil pedidos dos mais variados clientes, mesmo custando US$ 10 mil.
Bill Gates garantiu em entrevista recente que o preço ficará mais acessível em cinco anos e que a tencologia do Surface está pronta para não só chegar às mesas, mas também aos quadros escolares e espelhos de todo o mundo.
Poderia ter chegado primeiro às planilhas de quem bolou os planos de negócio desta traquitana não? Fica a questão: criar uma nova categoria de produto é o mesmo que querer criar um único produto para a categoria?
Fonte:Gizmodo
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