Depois eu é quem sou implicante…

Não é a falta de softwares disponíveis para o sistema. Nem é a forma espartana que por vezes temos de lidar com ele, por mais simples e out-of-the-box que a distribuição seja – se não fosse o Linux, hoje eu seria uma analfabeta digital. Também não é a forma mais apaixonada com que seus usuários o defendem, porque é até engraçado ver o pau quebrar nas listas de discussão e fóruns por aí.

O que me irrita profundamente no Linux como um todo, que me fez mudar de distribuição (de .DEB pra .RPM) pra ver se o negócio melhorava (solução esta que se mostrou totalmente inútil), que me faz perder a vontade de usar o sistema do pinguim e, no caso de não haver nenhum Mac por perto, preferir usar o Windows (blasfêmia!) é… Bom, clique em “leia o restante do post” para descobrir.

Clique nas imagens para ver em tamanho maior. Se os desenvolvedores não atentarem para isso, o sistema nunca vai sair do mundinho dos geeks que têm paciência para correr atrás de resolver dependências.

PS: É a terceira vez que estou tentando publicar este texto. Pelo visto, o Drupal não quer alguém “falando mal” de seu amiguinho open source.


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