Voltamos a 1994 ou reinventaram o scanner de mão

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Umas duas vidas atrás, quando eu trabalhava com editoração eletrônica meu maior pesadelo era quando tínhamos que escanear uma foto. Usávamos um scanner de mão da Logitech, que custou uma fortuna e só não era um câncer porque câncer evolui.

Era preciso u’a mão firme como rocha, do contrário você inclinaria o scanner um pentelhonésimo de milímetro, a imagem ficaria torta e inútil. Também caso a velocidade não permanecesse constante numa escala de nanômetros por microssegundo, o buffer enchia, e você perdia o trabalho. No dia que ganhamos um Scanner de mesa HP fiquei tão feliz que nem fiquei chateado de ter que cuidar dos 5 bebês albinos que sacrificamos a Lorde Satã (um dos passos necessários para fazer uma interface SCSI funcionar).

Agora acordo e descubro o IRIScan, um mouse com scanner embutido. O bicho tem conexão USB e resolução de 400 DPI. Nem de longe é profissional, mas dá pra brincar.

É bem legal ver como a tecnologia evoluiu, e ele usa provavelmente um acelerômetro pra corrigir a movimentação do usuário, dando uma liberdade nunca vista ao escaneador manual de outrora. Veja em ação:

O preço são razoáveis US$ 79,00. Pra quem usa muita kibada referência impressa, é uma boa. Parece ser mais prático do que pegar a câmera ou o celular e fotografar, ainda mais se o OCR funcionar bem como prometem no vídeo.

Fonte: SG.

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Autor: Carlos Cardoso

Entusiasta de tecnologia, tiete de Sagan e Clarke, micreiro, hobbysta de eletrônica pré-pic, analista de sistemas e contínuo high-tech. Cardoso escreve sobre informática desde antes da Internet, tendo publicado mais de 10 livros cobrindo de PDAs e Flash até Linux. Divide seu tempo entre escrever para o MeioBIt e promover seus últimos best-sellers O Buraco da Beatriz e Calcinhas no Espaço.

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  • Rodrigo Martins

    Procurando a seção “AGORA A SÉRIO”. Porque antes dela continua com muitos erros de escrita: “u’a mão firme”, “escapa de nanômetros”, etc. Tá com que cara de quem fez curso de “desaperfeiçoamento” com o pessoal G1.

    • Lamento MUITO que você tenha tanto tempo livre para promover o crescimento da humanidade e gaste-o se preocupando com erros de digitação em meus textos. Quer uma vaga de revisor no MeioBit?

      PS: ZICA Acionado.

      • Carlos Cardoso:

        O Rodrigo não pode ser revisor. Ele sequer sabe o que é um cacófato! Se você não tivesse usado o apóstrofo e escrevesse como ela acha que é certo, pareceria que você estaria precisando de “um mamão firme como rocha”.

        Parabéns pelos seus textos. São sempre muito legais.

      • Tejobr

        Cardoso, você pisou na bola ao não explicar para o Rodrigo o que u’a mão pode fazer, que um mamão não pode. A lista é longa.

        Rodrigo, deixa de ser chato: escapa de nanômetros significa que é bem menor…

        • Furanus Alheius

          Rapaz, tem coisa que u’a mão pode fazer que até um mamão pode.

          Quem sabe Rodrigo descubra e passe a se distrair com outras coisas da vida fora o Meiobit e ser “discipulo de Pasquale”.

      • Sem ser discípulo do Cipro, tem um errinho nessa parte: “a imagem ficaria torna e inútil.”
        []´s e espero o lançamento de seu livro de crônicas sobre a terra média.

  • Felipe Antunes

    o cara foi mala mesmo, mas da uma arrumada aqui nesse, u’a mão firme, atrapalha até ler

    • só se você for um completo imbecil.

      • Felipe Antunes

        Alguém te perguntou algo seu babaca. Volta pro seu blog fracassado e sem comentários

    • Você sabe o que é um cacófato?

      • Felipe Antunes

        não sabia, mas agora aprendi. Eu não saber me torna um imbecil? Vim ao mundo aprender, aos poucos eu vou conseguindo.,

      • José Magnato

        Não parece ter sido o cacófato que causou estranheza a ele, mas sim o sinal diacrítico. Esse último é pouco utilizado, pois gera termos que não fazem parte do nosso léxico. A solução trivial é alterar as palavras para evitar a cacofonia.

        • Copo d’água é um bom exemplo do uso do sinal diacrítico. 😉

  • Agora até quem tem PArkinson pode usar um scanner de mão…

    • Furanus Alheius

      Até enquanto se pega a secretária/estagiária (ou outras opções ao gosto do sujeito) dá pra usar essa maravilha tecnológica.

      Me lembra até aquelas cenas de tirar cópia sentada na fotocopiadora (se ponho xerox dá sumon em chatos level pasquale), uma brincadeira masturbativa* (summon o/) feminina gravada em video seria interessante, se ele sobrepor a área em que ouver nova movimentação gerando outro “frame”… (y)

  • Fabio Pereira

    Seu textos são bem legais.

  • Pra quem desenha, e é pobre (como eu (que sou pobre, não que desenha)), é uma boa engenharia de adaptação

    • Ayame

      Esse mouse tem o mesmo preço de uma Wacom Bamboo(modelo mais básico de tablets). Esse mouse não faz sentido nem pra desenhista.

      • Cristiano Santos

        Ayame,

        Eu tenho um Wacom Bamboo que utilizo para – de maneira bizarra admito – para ministrar treinamentos e “desenhar” a conectividade dos dispositivos(o que é um sacrilégio chamar de dezenho).

        Dito isso vem minha pergunta: o que tem haver o mouse (com função de scanner ou vice-versa) com o “bamboo” por assim dizer? 😉

        PS.: Texto como sempre foderástico, Cardoso!

        • Ayame

          Eu comparei o mouse/scanner com a Wacom Bamboo porque o Igor se referiu a desenhistas. Desenhistas vão preferir a tablet ao mouse. É mais prático desenhar direto na tablet do que desenhar no papel e escanear nesse mouse.

          • Ah, quando eu disse “Pra quem desenha”, não me referia a ilustradores e e designers. Era mais pra quem desenha casualmente mesmo.
            Mas como você disse, o preço (que eu não tinha dado muita atenção) faz a mesa ser uma opção melhor mesmo.

  • Keaton

    Eu gostaria de um mouse desses. Resolveria o problema do barulho do scanner quando eu preciso escanear coisa de madrugada.
    (Sei lá… escanear coisa por durante 6-8h de madrugada não deixa muita gente feliz…)

    • Aposto que tem uma velha como vizinha de apartamento…
      Antes de construírem duas “Cohab´s” atrás de casa, ainda ouvia a estrada a 2 km de distância na madrugada. O meu celular no modo vibratório parece uma britadeira às 6h da manhã. Hoje em dia só escuto o “trio elétrico” dos manés que acham que todo mundo é obrigado a escutar a música deles a qualquer hora do dia e da noite e acham que ninguém trabalha de dia.

      • Keaton

        Nah, não é problema ter vizinho chato. O problema é que de madrugada o scanner parece uma metralhadora. Ruidoso^3.
        E eu costumo escanear as coisas apenas de MADRUGADA –periodo entre as 00h e 06h–, por isso detesto ficar incomodando os outros.

        Também tenho problemas com cretinos com som alto, mas resolvo de uma maneira igualmente cretina. Arranjei um sistema de som capaz, em ~25%, de incomodar os cretinos com música alta… mas isso só de dia. Se acontece de noite, ligo para o sindico resolver e/ou ameaço chamar a policia… (Ps.: o sindico responde judicialmente se eu acionar contra o predio, logo resolve rapidinho.)

  • José Luis Junior Segatto

    será que precisa de acelerometro? tem a informação de posicionamento no tempo dado pelo próprio dispositivo de mouse…

  • Putz, de novo isso? Já foi conceituado, produzido, vendido e rejeitado no passado. Porque acham que AGORA vai dar certo?? O.o

    • Furanus Alheius

      Talvez tenham dado um upgrade no bicho, mais rápido … ou é sobra de estoque XD …

  • dreadful

    quantos dpis seria necessário para escanear fotos de família? dessas antigas que hoje já estão perdendo a cor.
    porque a qualidade daquilo já não é tão grande. muitos mais dpis que isso seriam úteis?

    • Quem poderia lhe responder essa seria o amigo fotógrafo profissional Gilson Lorenti, do Meio Bit Fotografia, mas já adianto que dependeria da qualidade impressa da foto e seu tamanho. Eu chutaria 2.400 DPI como mínimo se as fotos estivessem bem conservadas, mas é um chute.

      • Esta é uma questão que nunca entendi muito bem, já que fotos são impressas em 300 dpi…

        • Como assim fotos analógicas eram impressas em 300 p/p?

          • Me expressei mal – as fotos digitais, quando impressas em papel fotográfico, são impressas em 300 dpi. Acredito que a resolução das fotos impressas oriundas de filme fotográfico também seja 300 dpi.

          • Esquece os DPI´s, as fotos analógicas (negativos) tem resolução determinado pelo tamanho de “grãos” contidos nos filmes. E os números mais comuns partem de 100 ASA e quanto menor o número melhor é a “resolução” do negativo. Quem determina o número máximo de DPI na hora do scaneamento é o próprio scanner e quanto maior a ampliação, mais os grãos aparecerão, da mesma forma que se amplia uma imagem digital, mais “pixelada” a imagem fica.

          • Sérgio, bem colocado. De qualquer forma, a regra se aplica quando se digitaliza o negativo. Já quando se digitaliza a foto impressa, aí passa a valer o reticulado (ou sei lá qual o termo técnico correto) da impressora.

  • Thiago Rodrigues

    @ccardoso:disqus pelo preço é uma alternativa, mas com relação a praticidade (não preço) eu recomendo o Doxie Go (http://www.getdoxie.com/product/doxie-go/ ).

  • “De Twilight à Spider Man 4”

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=gzzyrdu-i2c#t=26s

    Só eu vi isso no vídeo? Esse texto é em português mesmo?

    Ou viajei? 🙂

  • Nada substitui a facilidade, o comodismo, a conveniência… porisso, 99% das vezes esse scanner é um trambolho inútil, pois quase todos temos um celular que bate foto com qualidade mais que suficiente para a maioria das aplicações… e ainda converte pra pdf e te manda por email em segundos, por ex. tenho o scanner da minha multifuncional, e não uso já tem um bom tempo. Só uso celular pra tudo.

  • OCR nunca funciona 100% com português (isso quando fuinciona…)

  • otimo produto

  • Vem com quantos bebês juntos? aposto que é apenas para a primeira instalação do driver, nas próximas instalações vc tem que adquirir outros… maior burocracia a importação com a China…

  • Eu tive um desses.. usei umas 2 vezes… Logitech.. trazido de miami em 1994.. a peso de ouro…

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