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Só pirateia quem quer (Updated).

Por em 27 de dezembro de 2012
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  • Yeltsin Lima

    .

  • http://www.facebook.com/nohanmelo Nohan Crisólogo Costa

    Pegou ar. Mas também penso assim de um tempo pra cá.

  • Lucas Machado

    Que texto massa, Marcel sempre com sabias palavras, minha unica tristeza
    com vc é ter me bloqueado no twitter sem eu saber pq! :/, mas não tem
    problema, sou um grande admirador do seu trabalho e da sua pessoa!!
    grande abraço! :) ass: @lucaspig

    • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

      Tb nao lembro pq bloqueei. Ou vc mereceu, ou fez alguma piada num momento em que eu estava puto com alguma coisa. Desbloqueei.

    • http://twitter.com/Fazitos Luis

      Cardoso não cairia nessa

  • Luandersonn

    É dificil resistir a tentação de ter algo bom por nenhum centavo, mas ser caro (apesar de não justificar) ajuda muito na pirataria. Eu por exemplo, SEMPRE tive Windows pirata, a Microsoft ofereceu um preço mais em conta sobre o Windows 8 (míseros 69 reais), não hesitei e comprei uma cópia para mim.

    Uma coisa que levo em mente, não importa o preço, sempre vai haver pirataria porque o ser humano é extremamente idiota. E tem aquele velho pensamento “Porque comprar [mesmo que seja barato] se posso ter de graça?”

    Ai já viu…

    • Luandersonn

      Ah, e outra coisa, se eu fosse explicar para alguém de “qual o beneficio de um software original” (o próprio Windows), ia ser difícil falar alguma coisa, afinal, quem liga para confiabilidade e suporte?

      • http://mrnet.in/ Michel Wilhelm

        Únicas 2 vantagens que senti: não ter stress com serial/crack e updates do sistema, que, diferente do linux, nunca sabemos o que veio de novidade :P

      • Thiago Rocha

        Se você for pensar somente em “qual o benefício”, você nunca vai deixar de piratear.

      • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

        Acho que tu nunca precisou do suporte da microsoft para contar como ponto a favor…

  • http://www.facebook.com/juliossauro Júlio César Arruda Bráz

    Se eu tivesse comprado todas as músicas que já ouvi e ouço, já teria gastado mais de 15 mil reais. Dinheiro que obviamente eu não tenho. E eu continuo conhecendo música nova. Não vou morrer com menos CULTURA porque não posso pagar com ela.
    Concordo com o que você disse, não há nada juridicamente que justifique a pirataria, É ROUBO, mas sinceramente, se for pra viver assim, prefiro roubar.

    • http://jmorais.com/ José Morais

      Vou ali numa biblioteca roubar vários livros. E vou passar no museu tb pra roubar uns quadros. Não tenho dinheiro pra comprar mas é melhor roubar do que viver sem essa CULTURA né?

      • http://www.facebook.com/people/Jefferson-Alves/100000068488612 Jefferson Alves

        A diferença é que na biblioteca tu entra de GRAÇA e pode ler quantos livros quiser, no museu (a maioria) também.
        Agora é difícil conseguir um show de graça da banda que tu gosta. E sinceramente, esperar horas para para ouvir no rádio uma música que tu gosta é, nos tempos atuais, completamente irreal.

        • http://jmorais.com/ José Morais

          Troque biblioteca por livraria então, se você quer mesmo levar ao pé da letra.

        • http://profiles.google.com/alsssg arthur tavares

          Entendi Jefferson! Tu queres a exclusividade do prime-time, sem ter que pagar NENHUM centavo por isso! Amigo, se o seu ponto é a CULTURA, aposto que você não escutou um décimo das músicas que já têm domínio público ou dos livros que já estão disponíveis – inclusive virtualmente – de graça. O que eu entendi de ti é que tu queres estar “na moda”. Queres estar atual, recebendo a última música do momento, sem pagar pela pré-estréia. Isso eu não chamo de “cultura” mas, sim, de consumismo. Não queres deixar de fazer parte de um grupo, então se apropria do conteúdo para se sentir integrado.
          O fato é que essa “cultura” que você está roubando teve um custo para ser produzida. Distribuída. Consumida. E não cabe ao consumidor colocar preço no produto. Como consumidor, podemos nos sujeitar ao preço estabelecido, boicotar ou esperar a distribuição gratuita…

      • Ivanney Pessôa Moreira Martins

        Haha sob o SEU conceito, se vc fez faculdade, vc JAH fez isso, ou nao Xerocou nada? Foto SEM flash varios museus permitem, a diferença entre o roubo/subtrair e o “roubo”/copiar sao muito significativas para vc as “esquecer”

        • http://jmorais.com/ José Morais

          Ok, quando alguém copiar seu TCC/Monografia/Tese de faculdade e entregar pro professor antes de você, você vai dizer “ok, ele não roubou. Só copiou então tá de boa xD”

          • André Rocha

            Esse comentário é sem sentido.

          • RedVivo

            Argumento idiota. Isso aí é plágio é diferente. Eu não baixei os Vingadores da Internet e tentei vender como se fosse produzido por mim. Tenta outra.

          • http://jmorais.com/ José Morais

            E os caras que vendem DVD com os vingadores? Aquilo alí também é pirataria. Estão recebendo $$$ por algo que eles não fizeram.

          • Luiz Felipe

            pode-se dizer que estao recebendo $ por gravar dvd. o que não causa prejuiso a ninguem, apenas lucro para o fabricante de midia virgem.

          • http://jmorais.com/ José Morais
      • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

        Mas se tu tirar o livro da biblioteca ela vai ficar sem o livro, se tu baixar o livro ele vai continuar lá…

    • http://www.facebook.com/mareaturbo Ednei Monteiro

      Caro, existe cultura gratuita em bibliotecas, videotecas, espaços culturais etc. Sou fã de carros. Adoro mesmo. E não porque eles são caros demais no Brasil, mais caros do que em qualquer lugar do mundo, que eu vou roubar carros para me saciar. E não é porque um filé mignon está muito caro que vou roubar. Já passei por muita dificuldade em minha vida e minha família me ensinou que se não pode, não compre. Assim, a carne mais cara em casa era o frango cozido. Não fiquei sem cultura, não fiquei sem comida e não precisei roubar livro, nem comida, nem música para saciar minhas necessidades. Há mais livros numa biblioteca pública do que você pode ler em sua vida. Grandes obras. Há um repertório de músicas imenso no Palco MP3 com ótimas bandas alternativas. Não vou impedir, mas esse mimimi de vou ficar sem cultura se não roubar não cola.

    • Fábio Costa

      Hoje você pagaria 15 reais mensais ou menos num serviço de streaming de músicas

    • Daniel Pereira
  • http://www.facebook.com/people/Fernando-Oliveira/100001761087947 Fernando Oliveira

    Discordo de partes do texto, é errado? É, mas nos fazerem pagar 200 reais num jogo que pagam 60 doláres fora do Brasil com um salário muito superior também não é certo. Jogos na Steam e Origin? Ok. Agora vamos falar das placas de vídeo para rodar um jogo para PC, que chega a preços superiores a 2 mil reais no Brasil quando é lançamento. Eu tento adquirir o máximo de softwares originais possíveis, Windows, Office, gravador que peguei promoção, apps da GPlay. Porém adoro vídeo games e não tenho direito, fiquei desempregado. Se eu ganhasse 2 mil dólares pagaria fácil 60 em um jogo que quero. Falar é fácil quando se tem recursos não é. Aposto que os políticos que nos fazem pagar esses impostos absurdos dizem o mesmo já que eles podem pagar o valor para os filhos deles. Mas sim, pirataria é errado e desejo muito na próxima geração termos novas políticas e eu poder pagar um preço justo e ajudar os desenvolvedores.

    • http://twitter.com/f4v3r0 Rafael Favero

      Engraçado que eu jogo muito bem com uma placa de 550 reais. uma GTX560. Você não pode apontar o erro do outro para fazer igual. Procure algumas aulas de ética que você vai entender isso.

  • SkSonic

    Entendo sua opinião e gostei do texto. Tem o caso da Steam, mas infelizmente existem várias outras plataformas (no caso de jogos) qie ainda são caras SIM. E todos nós sabemos que nem todo mundo tem uma vida fácil (afinal, aqui é Brasil e os problemas são bem maiores do que imaginamos).
    Atualmente, só compro produtos originais (ainda assim com um esforço bem maior), mas piratiei por falta de grana também (e com dor no coração baixava alguma coisa, mas depois corro atrás do produto original). Mas eu acho o que mais difere são algumas pessoas que acham a pirataria uma coisa normal. Muita gente sabe que, quando você diz pra alguém que só utiliza coisas originais, sempre tem o “Nossa, pra que comprar original enquanto você pode BAIXAR de graça?” – e creio que esse sim é o maior problema. Parece que a pirataria está anexada na vida do brasileiro, sendo uma coisa comum. Enquanto esse comportamento não mudar, esse problema vai durar por um bom tempo.

    • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

      Exatamente, esse é o plot do texto. Fazer errado achando que tá certo.

      • Foto Grafia

        seu texto ta bacana, só escorregou quando disse que “No caso de material digital, há meios ilícitos de conseguir, mas eu prefiro não utilizá-los”, e a galera expôs o contrário

  • Gustavo Côrtes Guimarães

    “não existe desculpa ou “argumento” válidos que justifiquem a atitude de quem pirateia. É errado, ponto final.” Parei de ler aí. Texto moralista, que quer defender anunciante, não dá….

    • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

      Anunciantes sustentam o site, apesar do objetivo do texto não ter sido defender empresa alguma (que cobram preços caros demais pro nosso bolso). Mas eu não acho nem um pouco inteligente ofender quem paga seu salário, ou você sai falando mal por aí da empresa onde você trabalha?

    • http://www.facebook.com/arsgon Arthur Gonçalves

      Existe algum argumento válido? O texto “moralista” apenas defende o ponto de vista CERTO. Se você pirateia, tudo bem, azar o seu, mas não tente argumentar que existe alguma hipótese em que isso seja certo.

      • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

        É simples: é errado sob qualquer aspecto. Porém, isso não quer dizer que as causas que levam as pessoas a piratear não sejam discutíveis. E o comentário ali do Gustavo cai aqui -> http://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_lapidem

        • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

          E o seu também.

          “É errado sob qualquer aspecto” é uma falácia.

    • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

      Mas existir justificativa não existe mesmo, apenas desculpas.

      Claro que depende do caso, cada um é cada um. Tem aqueles torrentes de coisas velhas que não são possíveis encontrar em lugar nenhum. Outras você não tem como comprar, por faltar dinheiro ou acesso a método de pagamento (quando é algo de fora, eu por exemplo não tenho cartão de crédito internacional).

      Acho que devemos olhar para aqueles conteúdos acessíveis, que podemos comprar sem problemas, mas simplesmente pirateamos sem nem pensar em pagar. Aí sim é meio errado e não tem desculpa. Tem aquela história de que você só quer olhar, experimentar, não iria comprar. Mas se se guiar por isso, você nunca vai comprar nada, vai acostumar a baixar tudo sem aproveitar.

  • http://twitter.com/souodouglas Douglas Pimentel

    Até mesmo coisas pagas é possivel conseguir de graça e legalmente, eu mesmo descobri outras formas de conseguir, windows 8, windows 7, software licenciado como visual studio, quem me deu foi a propria microsoft e o que eu tive que fazer? UM CURSO GRATUITO(Cuja a S2B pra quem não conhece) meu maior esforço foi entrar todos os dias, baixar as aulas estudar, entrar no site deles e baixar.Videogame a mesma coisa, a xbox live por exemplo, tem o programa xbox live rewards que da microsoft points de graça, esforço do sujeito ia ser responder surveys no site, gastar um pouquinho de vez em quando por que você recebe de volta e usar os achieviements a seu favor.

    Filme mesmo hoje a galera ja ta parando e usando netflix, quem nunca quer ter o conforto de ter as coisas a mão sem ter que ficar procurando legenda, ou um software ter que ficar procurando crack, baixando virus.Não estou falando “AH GASTE E SEJA LICENCIADO”,use o que mais te apetecer que é o que seu texto fala.se pra pessoa vale a pena gastar, gaste.

    Mais um texto genial Marcel.

  • Pablo Martins Balieiro

    Caro autor;

    Desmerecer quem faz uso da pirataria para obter N produtos não valida, de forma alguma, o seu ponto de vista. Utilizar-se de sentenças axiomáticas para invalidar um possível ponto de vista contrário ao seu também não. Você reduziu a pirataria a termos como certo e errado, roubo e honestidade, consciente e ignorante… Já parou pra pensar que, mesmo com leis claras a respeito, sempre haverá aqueles que são contra a tal pro posição? Dada a devida proporção, já enfrentamos leis contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, contra o voto de mulheres, contra as drogas. Perto disso, lógico que a pirataria não é nada, mas também merece uma discussão mais aprofundada. Eu poderia cair no viés político para explicar o porque de baixar conteúdo ilegal, mas um termo me basta: não quero! Acho justo uma bolacha custar 1,50, mas nao acho justo um game por 130 reais que seja. Sou livre, detesto a ideia de fazer algo por pura convenção. Se algum dia os preços ficarem em uma faixa que EU considere justa, posso rever o meu comportamento. Mas não o farei por uma indústria qualquer, ou por um senso hipócrita de honestidade.

    • http://jmorais.com/ José Morais

      Você tem todo o direito de contestar uma lei. O que você não pode é IGNORÁ-LA só porque você não concorda com ela. Se fosse assim, todo assassino justificaria seu crime com “não concordo com essa lei aí não e resolvi matar porque eu sou livre e fuck the police”

      • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

        Isso!

      • http://twitter.com/Fazitos Luis

        Os americanos ignoram a lei seca durante mais de uma década.
        Alias quanto mais se dificulta mais aparecem os “gangster” para fornecer ao povo o que ele quer.
        Isso é uma batalha perdida, não adianta apelar para ética ou moral.
        Não tem nada a ver com dinheiro ou ser uma pessoa ruim, eu baixo filme e não bato na minha mulher e nem chuto cachorro, assim como não seria fiador de quem compra musica no iTunes.

        Quer pagar? paga. Não fica enchendo o saco de quem não paga, parece papo de ex-fumante.

    • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

      Bela salada verbal pra justificar uma atitude errada. No fim, você reforçou o que eu disse: vc faz errado pq nao concorda com o modo como as coisas são, acho justo. Mas o seu palavreado bonito só reforçou o argumento do texto. Parabéns por fazer errado mas ao menos ter a consciência de que é errado.

      Um exemplo simples: quem fuma maconha sabe que é errado, contra a lei. Mas isso não implica não discutir se a lei é correta ou conversar sobre a liberação da maconha. Piratear É errado, mas devemos sim discutir preços abusivos, incentivos fiscais a produtores de jogos, etc.

      • Oli

        Discordamos do significado de “errado”. Contra-lei e errado não são sinônimos. Fumar maconha não é errado, é contra a lei!
        As pessoas só seguem de boa vontade as leis que concordam, as outras devem ser impostas!
        Se uma pessoa não concorda que está fazendo mal baixando uma musica que ela só está ouvindo porque baixou de graça (não compraria mesmo podendo pagar e não podendo baixar) ela vai continuar baixando sem achar isso errado.

      • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

        Em primeiro lugar: pare de generalizar, é feio.
        Em segundo lugar: deixe de ser hipócrita, é mais feio ainda condenar pessoas por erros que você mesmo comete.

    • http://twitter.com/f4v3r0 Rafael Favero

      Pois é, masturbação verbal não cria bons argumentos. Sendo assim eu poderia te matar, por que não gostei nem concordei com seus argumentos e não aceito isso.

    • http://www.facebook.com/sboriani Sil Boriani

      Concordo plenamente.

  • http://www.facebook.com/BKazunori Bruno Kazunori Barçanelli

    Na morals, eu tenho mais de 100 games e DLCs na Steam. Digo 100 porque os DLCs vieram no pacote, se não são só 63 games. Só um que eu paguei preço total, a maioria foi com 75% de desconto.

    Games de PS3 tenho um pouco mais de 20 incluindo download na PSN. Paguei caro em alguns game? Paguei. Me arrependo? Nunca. Tem muito lugar que vende game barato, é só saber procurar.

    Admito que quando era pirralho comprava games piratas, hoje que trabalho só os originais. Comecei a fazer isso quando ganhava nem R$500 como telemarketing. Se eu baixo um game via torrent, é para saber se ele vai funcionar no meu PC, isso se ele não tiver uma demo disponível.

    Filmes é igual, compro BluRay e assino a Netflix.

  • http://mrnet.in/ Michel Wilhelm

    Filmes e séries:Problema maior é o tempo que demoram para disponibilizar em formato digital e com legendas decentes (todos sabemos que a qualidade de legendas não oficiais tendem a ser superiores em diversos sentidos (com suas exceções, claro)) e a qualidade do stream nem sempre é a melhor.
    Questão dos jogos: a Steam está revolucionando com suas promoções e tudo mais, porém, se tiver que comprar um game em formato físico, o governo cai em cima com tanto imposto que fica impossível achar digno dar dinheiro de graça dessa forma, garanto que a produtora não recebe nem 20% do valor pago aqui no Brasil, eu, como programador, gosto de valorizar o trabalho e sempre que possível compro original, mas não vou dar dinheiro de graça ao governo.

    Em relação a sistemas operacionais, o Windows está se saindo bem, ainda não é o ideal mas acredito que esse novo modelo tem futuro, eu e muitos outros colegas compramos licensas originais da nova versão.

    E claro, não vou comprar um software sem testar ele massivamente, e os 30 dias nem sempre são o suficiente para testar tudo.

    • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

      Exato, fácil para as empresas se acomodarem em seus negócios confortáveis. A pirataria (como qualquer outro problema) obriga as empresas a evoluírem em relação aos seus modelos de negócios defasados.

  • Bruno Barbieri

    ” Mas a não ser que você esteja morrendo de fome, em estado de total
    inanição e desesperado por um alimento, não roubará um biscoito no
    mercado porque tem medo de ser pego e possivelmente preso”

    conte-me mais sobre como é preferir morrer de fome do que roubar comida e ir preso?

    • http://spelunkeroid.aguilarj.com/ Jorge Aguilar

      Acho que você precisa aprender a compreender um texto ao lê-lo. O que o autor disse, curto e grosso, é “a menos que você esteja morrendo de fome, você não roubará comida por ter medo de ser pego e possivelmente preso”.

    • Eduardo Rocha

      Releia a frase e o que esta escrito e não o que você gostaria de que o autor tivesse escrito.

      • Oli

        Li e reli 4 vezes, concordo com o Jorge. Você estava discordando?

        • Eduardo Rocha

          A resposta foi para o Bruno e não para o Jorge.

  • Bruno Barbieri

    E não se aplica o mesmo caso de roubar um carro ou um software, o dono do software vai continuar vendendo… so alguém que não ia comprar mesmo, vai usar.

    • http://twitter.com/f4v3r0 Rafael Favero

      Você definitivamente não é desenvolvedor ou vende serviços próprios…ou se for, é um hipócrita.

    • http://twitter.com/edioseffer Edioseffer Lobão

      Ai todo mundo pensa assim e ninguém compra.

  • http://twitter.com/balzaca_ruiva Maíra Anjos

    Não tem muito tempo fui criticada por comprar músicas no iTunes. Ainda tem essa, quem não rouba é criticado por ser honesto. :-/

    • http://twitter.com/f4v3r0 Rafael Favero

      Ah eu sou sempre criticado por indicar promoções da Steam no Facebook.

    • marcelokohl

      Sim, inversão total do bom senso.

    • http://www.facebook.com/mareaturbo Ednei Monteiro

      Eu compro na Nokia Music e assino XBOX Music para sempre ter música a mão mantendo os meu valores. E o mais importante, para dar o exemplo para minha filha de 9 anos.

      • http://twitter.com/Fazitos Luis

        Parabéns Campeão.

    • http://twitter.com/roniuj Joel Nascimento Jr.

      Já fui chamado aqui mesmo nos comments do Meio Bit, lá por 2008, de “otário” porque pagava assinatura do Zunepass. O tempo passou e quase todo mundo hoje em dia tem Rdio.

    • marcosalex

      Pois é, e você está certa. O que mais me irrita não é nem os que acham que é certo piratear, mas os que acham que com isso estão lutando por uma causa, enfrentando as grandes corporações que exploram nós, coitadinhos e outros mimimis. Fala que pirateia porque não quer pagar, mesmo sendo errado sabe que não vai ser punido e pronto.

  • http://twitter.com/f4v3r0 Rafael Favero

    Eu só usava Windows pirata, mas agora a partir do 8 ficarei apenas no original. Jogos a mesma coisa, depois que fiz uma conta na Steam e Nuuvem, não jogo mais pirata. Só compro no lançamento quando estou com muito tesão pelo jogo, como foi em Diablo e Max Payne, mas fora isso, nem tenho tempo para ficar jogando no lançamento. Felizmente já acabei a faculdade mas em compensação tenho trabalho e namorada, o que não sobra muito tempo. Música ainda sinto uma dificuldade. Por mais que tenham ótimos serviços, como Rdio e LastFM, infelizmente ainda não me acostumei para largar a pirataria. Mesma coisa com filmes. Eu gosto muito de filmes diferentes, alternativos e tal. Isso nenhum serviço atual tem. Já é difícil encontrar legenda para os mesmos. Mas estou me preparando para em 2013 largar esses vícios da pirataria. Porque é como foi comentado, se eu não tenho grana, eu não tenho o produto. Único problema é quando não se tem o produto nem a venda…como os muitos filmes que eu gosto.

    • http://twitter.com/Fazitos Luis

      “Mas estou me preparando para em 2013 largar esses vícios da pirataria”

      Parece testemunho de ex-pecador no “Fala que eu te escuto” . Agora todo mundo que comprou Windows a 70 reais viu a “luz”.

  • http://www.facebook.com/ly.marqwes Ly Marqwes

    concordo com tudo isso.Eu gostaria muito de ter o corel original… uso o piratinha , mas é para trabalho e não diversão.

    • Eduardo Rocha

      Mais um bom motivo para ter o original não?

  • http://www.facebook.com/mareaturbo Ednei Monteiro

    Concordo. E essa desculpa de que não tem dinheiro não cola. Amo carros, de verdade, ralei para pagar, e caro, pelos que tive. E tem outros modelos que sou apaixonado e não me sobra dinheiro para comprar. Não é por isso que vou roubar. Aí vem o cara com a desculpa de que é cultura ver filme, ouvir música e por isso ROUBA. Para esses que não têm grana, existem shows de graça, músicas de bandas alternativas gratuitas como no Palco MP3, máquinas de vendas de livros onde você paga o quanto acha que vale. Espaços culturais com livros, revistas em quadrinhos e tudo mais. Quando não existia Internet, eu ía para a biblioteca, alugava VHS com os amigos para assistir e por aí vai. Não faltava cultura. Essa cultura que aqueles que roubam dizem que lhes falta porque custa caro demais.

    • http://twitter.com/Fazitos Luis

      Tudo a ver, nego se vangloria porque pagou o que comprou. Não fez mais que a obrigação né meu filho.

      Pra esse ai se o cara não tem $ bebida é água, comida é pasto. E ta bom demais.

  • davilopescine

    Seja qual for a valoração moral, hoje a lógica do mercado de conteúdo é que você não vende apenas um produto, mas um serviço. Sim, você pode baixar qualquer jogo, série ou filme no torrent, mas isso envolve descobrir releases, procurar legendas (nem sempre disponíveis ou de boa qualidade), jogá-las na mesma pasta e assistir.

    Se eu quero pagar por um Itunes ou um Netflix, não estou pagando só pelo conteúdo, mas também pelo suporte – que a pirataria não dá. Itunes, Netflix, Spotify e outros serviços pagos e legais estão fazendo muito grana – e pagando muito mais aos artistas que as gravadoras, no caso da música – mesmo com a concorrência da pirataria “custo zero”. O mesmo vale para jogos, que, como citou o artigo, estão cada dia mais acessíveis. A Steam já aceita até boleto bancário, ninguém precisa ter cartão de crédito para comprar.

    Me parece mais produtivo focar em alternativas legais e a preços razoáveis, muito rentáveis, que simplesmente criminalizar o pirata. A lógica é: não criminalize um consumidor em potencial, conquiste-o. Exemplo disso, por exemplo, é o do comediante Louis C.K., que ganhou alguns milhões de dólares vendendo seus especiais a 5 dólares em seu site. Se você tentar procurar o mesmo no torrent até encontra, mas vai baixar a 5kb / ano.

    Já sobre os hábitos de consumo de “pirateiros”, apresento um link interessante:

    http://observatoriopirata.tumblr.com/post/34860393399/compartilhadores-de-arquivos-sao-mais-propensos-a-pagar

    • Luiz Felipe

      Compro jogos no steam justamente por isso, é um saco ficar caçando keys na internet. Eu ganho mais em uma hora do que o valor dos jogos no steam, ainda sobra dinheiro para um café. Meu tempo tem valor, o pirata não tem custo zero, alias, é caro.

  • huehuehuebrbr

    O texto foi fundamentado numa ideia falsa e falaciosa. Piratear não é roubar. Não há subtração no ato de piratear. Isso não torna a pirataria menos errada mas não justifica o uso de falácias para defender seu argumento. Você só fez essa analogia porque roubo é um termo de maior impacto.

    • http://www.facebook.com/people/Andre-Barbosa/1312440514 André Barbosa

      Há subtração sim. Não do produto em si, mas da remuneração devida ao desenvolvedor e todos os envolvidos no processo de comercialização.

      • huehuehuebrbr

        Não. Isso é como somar com zero. Você não subtrai nada que anteriormente estava em posse do detentor da propriedade.

      • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

        Não existe perda real. Existe uma perda de lucro presumido. Ou seja, existe uma perda do que o produtor QUERIA receber pelo produto e não uma perda real.

        Como eu disse o preço é determinado por vários fatores, mas, a percepção de valor do produtor não é um desses fatores determinantes de preço. O mercado não se comporta de acordo com os desejos de quem produz e sim de quem compra.

        • Edmilson_Junior

          Então pela sua lógica se alguém utilizar-se de suas ferramentas sem sua autorização, ou ainda não lhe pagar por um trabalho executado ele estará correto? Não vejo grande diferença.

        • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

          Claro que existe perda. Se você, que pirateou tivesse comprado, o produtor iria auferir lucro. Vamos a alguns exemplos de como quem compra NÃO DEFINE o preço de um produto: celulares, planos de dados, energia elétrica, carros, imóveis…

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            A perda não é real (factual) e sim de lucro presumido. O autor da obra/produto espera ganhar X mas ganha Y (valor menor que X) por conta da pirataria, mas, para isso não precisou fazer nada novamente, ele apenas deixou de ganhar (perda que advém da percepção dele de que deveria ter ganho X).

            Isso é o mercado se regulando (sem intervenção do estado). O autor vai ter de adequar ao mercado e adequar o produto dele ao mercado.

            Sobre os exemplos que você deu, quase todos esses exemplos não tem o seu valor definido pelo mercado por outro motivo (regulamentação exagerada do estado).

            O único exemplo que não tem regulamentação do estado é o de imóveis, mas ele teve aumento (forçado pela injeção de crédito do governo com programas como o “Minha Casa, Minha Vida”) absurdo e hoje, depois de alguns meses, esse aumento está diminuindo (a desvalorização do mercado imóveis, após a hipervalorizarão advinda da injeção de crédito fácil no mercado imobiliário já começou, basta comparar os preços de dezembro de 2011 com os de dezembro de 2012).

          • Fábio Costa

            Espero que você esteja apenas esclarecendo conceitos e não tentando diminuir o crime de pirataria em relação ao roubo de um produto “real”.

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            Crime de pirataria é vem diferente de cópia pessoal de arquivos.
            Roubo real de um produto também é bem diferente de uma cópia pessoal.

            O problema aqui nessa discussão é entender que copiar não implicad em subtração de lucro ou bem e que pirataria é diferente de copiar algo.

        • José Guilherme Wasner Machado

          Legal. Se o seu patrão não quiser pagar o seu salário no final do mês, não houve perda real, só perda do seu lucro presumido. Ou seja, existe uma perda do que o empregadado (vc) QUERIA receber pelo seu trabalho e não uma perda real.

          Resumindo, vc não tomou prejuízo e não deveria reclamar, devendo trabalhar de graça para os outros.

          Acho que vou dar umas consultorias para as empresas sobre isso. Cobrando antecipadamente, claro. Vai que elas resolvem seguir essa “lógica” comigo.

          • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

            Cara, que comparação estapafúrdia. O empregado espera receber no final do trabalho e se ele não receber vai ter que trabalhar de novo até ganhar. O desenvolvedor faz um software para 1 ou um milhão comprar / baixar. Se só dez pessoas comprarem ao invés de 11 ele não vai ter retrabalho.

          • Alexandre Oliveira

            A comparação do José é excelente. Se isso é roubo ou não, tanto faz, mas roubar o lucro presumido só é refresco quando é o lucro dos outros.

          • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

            Quem falou em lucro presumido? Se não vou comprar, só vou adquirir se puder baixar, ou seja em nenhuma das duas formas o desenvolvedor perde dinheiro.

          • marcos.petropolis

            Essa comparação foi fraquíssima.Entre patrão e empregado existe um contrato.Arranja outro argumento, por favor.

        • Fábio Costa

          Existe perda real sim. Eu não sei de onde vocês tiram essa ideia de que não há custo apenas porque o produto foi disponibilizado na internet ao invés de ser vendido em mídia. O produto pirateado de alguma forma foi vazado da empresa, que o disponibilizou na internet ou não. Muitas vezes é até alguém de dentro que realmente roubou uma cópia do produto.

          • Luiz Felipe

            Isso acontece porque as pessoas não entendem que o valor de 120 dum jogo, por ex, é devido a produção do conteudo, e não dá midia, a midia é o que menos vale, é o menor custo, é quase de graça, voce não está comprar um dvd, mas sim o conteúdo dele. Fosse o contrario, todo jogo deveria ter o preço de uma midia virgem.
            A questão não é se a midia foi vazada ou não para a internet, isso não importa e não é isso que causa o prejuiso. Uma midia somente que vazou, quanto custa, 5 reais?. mas permitiu a perda de lucro presumido, que a midia serve para evitar. A perda real é irrisória.

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            A questão, que você não entendeu, é que em um roubo temos uma pessoa perdendo algo de fato.

            Uma cópia não faz isso, a pessoa que foi copiada continua mantendo a sua versão (original ou não) consigo, ela não perde nada, não tem seu bem subtraído, ele continua lá (porém copiado por outra pessoa em outro lugar).

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            De novo, existe perda do lucro presumido. Isso foi explicado de maneira quase cansativa por todos os 410 comentários.

    • http://profiles.google.com/alsssg arthur tavares

      Sou Desenvolvedor de Software. Se eu não receber pelo meu esforço, não terei dinheiro para pagar minhas contas, ou sequer comprar comida. Sem as minhas necessidades básicas satisfeitas, não terei como lançar a expansão ou a próxima versão do meu Software. E, assim, o mundo terá somente a primeira versão do meu trabalho. Dizer que tu podes copiar algo que eu fiz, sem me pagar o que eu acho que tenho que receber pelo meu esforço, é roubo sim. Esse vídeo que você trouxe para discussão é a grande falácia. Te venderam MUITO bem essa ideia, e você comprou. Se eu decidi que vou vender a cópia do meu software por R$XX,XX, este é o valor que deve ser pago. Não quer pagar? Não consuma. Simples assim.

      • Eduardo Rocha

        Na mosca…

      • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

        Seu eu não vou consumir o teu software porque não quero gastar, qual seria o seu prejuízo se ele fosse pirateado? Já que em ambos os casos tu não ganha nada.

        • Eduardo Rocha

          Tenta fazer isto com um carro.

          • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

            Não vou fazer com um carro porque não é a mesma coisa. O cara vai ficar sem o carro, não pode ser tão difícil de entender isso…

        • Gabriel Arruda

          Quem disse que você não precisa do software para o seu trabalho? Por exemplo, sem o Photoshop você não consegue fazer um serviço de qualidade então seria obrigado a pagar.

          • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

            Quando falo, eu, falo realmente eu especificamente. E no meu trabalho (com TI, mais especificamente servidores), só uso software open source justamente para poder ganhar mais com meu serviço e o cliente gastar menos por não ter que precisar pagar pelas licenças.

          • Gabriel Arruda

            Ah sim, estou comentando sobre pessoas que lucram sobre o trabalho dos outros sem repassar nada.

            Não demonizo pessoas que pirateiam softwares para aprendizado ou apenas quebrar o galho uma vez na vida, mas acho anti-ético ganhar dinheiro em cima de trabalho alheio.

          • Luiz Felipe

            Profissionais de open source ganham mais justamente por conta da uma lei de mercado, atualmente profissionais não open source existem em maior numero. Mas a balança pode ser inverter, é o que provavelmente vai ocorrer em java x dotnet, já que existe tanto desenvolvedor java.
            É valido o cliente gastar menos com licença, se esse for o objetivo, comprar o mais barato possível, foda-se as outras propriedades.
            Como profissional, acredito que o objetivo deve ser a melhor solução, o custo/beneficio. Por isso que eu não “só uso open source”, eu uso qualquer ferramenta que de ROI adequado, e não fico me prendendo em ideologias.

          • luisfpg

            Ou usar o GIMP!!! Quem diz que ele “não presta” é porque não se esforçou de verdade a aprender uma alternativa ao PhotoShop.

          • Luiz Felipe

            Esse é a questão, esforço. Se eu preciso despender mais esforço para o gimp que para o photoshop (e isso é verdade, pois o gimp é confuso e bugado), então nesse quesito não presta é valido. Por isso que o photoshop vale o que custa. Isso sem levar em conta que o gimp não substitui realmente o photoshop, pergunte isso para designers e não para desenvolvedores ou sysadmins de linux, que não usam de verdade esse tipo de ferramenta.

        • Guess

          Acredito que a diferença está naquilo que já foi comentado antes. As empresas também estipulam a faixa de lucro deles baseando-se na pirataria. Sabendo que perderão de vender por causa da pirataria então o jeito é aumentar o valor do produto para ter o lucro desejado. Então se ninguém piratear, a empresa não deixará de vender e, vendendo mais, poderá diminuir o preço para atingir o mesmo lucro que ela planejou antes.

          • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

            Não foi o que aconteceu com o Windows 8, que baixou o preço justamente por causa da pirataria.

            E empresa repassando aumento de lucro em forma de baixa nos preços do produto? Em que mundo tu vive?

        • Fábio Costa

          Errado. Você vai consumir o tempo do desenvolvedor que responde nos fórums, que valida o algoritmo de criação de chaves, eventualmente vai baixar alguma coisa do servidor da empresa. Na verdade a empresa estará te pagando para você usar o produto pirata…

          • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

            Então é melhor ele começar a achar uma forma de evitar isso não concorda? Tipo obrigar o cara a usar o serial/chave para se registrar em fórum e melhorar a segurança para fazer download de atualizações.

      • http://twitter.com/Fazitos Luis

        amigo não estamos falando de vc, vc é peixe pequeno.

        Se um dia vc for sucesso ao ponto de ser alvo de pirataria em massa com certeza vai estar ganhando muito dinheiro que nem vai se preocupar com isso.

        • Paulo wtv

          Ah sim porque ninguém pirateia jogos indie por exemplo, que são feitos por poucas ou as vezes só uma pessoa né?!

          • http://twitter.com/Fazitos Luis

            Não tenho nem ideia do que é jogo indie. Seria tipo um jogo ruim pq Angry Birds é muito mainstrean ?

          • Paulo wtv

            “jogos indie por exemplo, que são feitos por poucas ou as vezes só uma pessoa”

          • Luiz Felipe

            Jogo indie é um jogo desenvolvido por conta, com o investimento do próprio bolso, ou sem dinheiro mesmo. Por isso costuma ser ruim, ou simples.

    • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

      ah, o velho exemplo da bicicleta…

  • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

    Texto maniqueísta – como todo o texto do Meiobit que trata sobre o tema – que diminui a discussão a uma dicotomia de certo x errado.

    Concordo que a lei deve ser cumprida e não se deve fazer malabarismos para tentar justificar uma atitude “fora da lei” (ilegal e não imoral, como o texto tenta dar a entender quando se refere a pirataria como algo “errado, ponto”). É ilegal piratear qualquer coisa, software ou não.

    O problema vem da percepção de valor dos produtos. Um jogo de video-game para Xbox360 que custe R$140 não é caro para a percepção de muitos porque existe um valor agregado com ele – multiplayer, replay, alguns DLC e a Live! da MS. O oposto ocorre com o Windows onde o valor agregado ao produto não justifica os R$700 que a MS cobra por uma cópia legal do sistema (por isso muito gente paga R$80 por um update do Windows 8 mas não paga R$700 por uma cópia full).

    O caro e barato é relativo e muitas pessoas se perdem na argumentação quanto a isso quando dizem que é caro dizendo, na verdade, que o produto não tem valor agregado suficiente que justifique o seu preço.

    Capitalismo é uma livre associação e a determinação de preços é baseada em oferta x procura e na livre associação entre as empresas e seus clientes (e funcionários). Ou seja, o preço final do produto é determinado por uma série de fatores (procura, custo de produção e custo de oportunidade, por exemplo) que não são determinados pelo vendedor e sim pelo comprador (se não tem quem compre por um preço X, não vale a pena ser vendido por um preço X). A Steam é um exemplo muito bom, ela trouxe valor agregado aos jogos de PC (e os barateou, era comum os jogos de PC serem mais caros que os de video-game nos anos 90) em um modelo novo e, de quebra, trouxe promoções para baratear esses jogos (porque as empresas perceberam que era mais vantajoso ter mais jogos sendo vendidos de maneira legal mas com uma margem menor (ou mesmo inexistente) do que simplesmente jogar o preço lá no alto e esperar que todo mundo compre).

    O mesmo se aplica em todo o setor econômico.

    O preço é determinado pelo comprador, ou melhor, por quanto o comprador pretende comprar tal produto, e nunca pelo vendedor/produtor (este tem o seu preço determinado pelo custo total do produto + o que o mercado paga pelo seu produto).

    Exemplificando: se eu tenho um produto que me custa R$200 para produzir eu não posso, arbitrariamente, colocá-lo a venda por R$1000 se o comprador não entender que ele vale isso e sim que o preço “justo” (determinado pela livre associação de mercado entre eu, produtor, e o meu consumir) for de R$300. Se eu insistir em vender meu produto (com o valor mercadológico determinado de R$300) por R$1000 eu simplesmente não irei vender (como os tablets da HP, quem se lembra?) ou eu vou ser pirateado (e não vou receber nada pelo meu trabalho).

    Resumindo: forçar preços irreais que são determinados por quem produz só leva a pirataria ou a falência.

    • davilopescine

      Muito bom, um banho de bom senso.

    • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

      Não tem maniqueísmo. Piratear é errado, você mesmo afirmou isso. Dizer que é errado não implica dizer que o modo como as coisas funcionam ou as causas que levam a pirataria não devam ser discutidas. É tipo fumar maconha. Quem fuma, sabe que é contra a lei, mas nem por isso o assunto da liberação não deve ser discutido ou a lei revisada.

      • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

        Piratear é errado do ponto de vista que não dá crédito a quem fez. Mas não é roubo (como afirma o texto) e é uma consequência direta do erro do produtor achar que ele pode determinar o preço do seu produtor ignorando o mercado consumidor.

        A própria MS entendeu isso bem com o Windows 8 quando ofereceu um produto por um preço que ela sabia (provavelmente depois de muito estudo) que era o que o mercado (a maioria) estava disposto a pagar. Quase todo mundo que eu conheço tem o Windows 8 original graças a esse programa de update da MS.

        O ponto é que não se tem como determinar o preço sem levar em conta o quanto as pessoas estão dispostas a pagar pelo seu produtor (a Apple e a Samsung conseguem vender os seus smartphones por preços muito altos, mesmo nos EUA, mas a Nokia vai começar a entregar o Lumia 920 (?) de graça nos EUA, esse é um exemplo bem claro de que quem determina o preço é o mercado consumidor e não o produtor).

        Lógico que existe um preço mínimo (custo total) pelo qual vale a pena vender o produto, abaixo disso o produtor pode parar de produzir ou agregar qualquer outro valor que mude a percepção de valor do consumidor (Netflix só começou a emplacar no Brasil agora com um acervo maior porque antes o consumidor não entendia que os R$15 mensais valiam a pena).

        Resumindo, a pirataria não é roubo e nem é imoral (é cópia ilegal) e quem deve determinar o valor de cada produto é o mercado consumidor e não o produtor.

        • http://twitter.com/djhonyy Johnathan Cardoso

          Faço minhas as suas palavras.

          Até cheguei a escrever um comentário extenso apoiando o seu ponto de vista, mas depois vi que ele por si só é muito coerente e não precisa tanto de exemplos.

        • Eduardo Rocha

          Vou roubar uma ferrari, afinal, acho que é caro demais.

          • Carlos Dias Jr.

            Ai o cara vai roubar um Sorvete na praça, afinal é tão barato e simples de copiar, que pra q pagar? #not

          • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

            Não, mas você pode comprar um “similar” genérico bem mais barato que funciona tão bem quanto. Lembrando que as Ferraris são montadas e parcialmente fabricadas artesanalmente, em uma única fábrica, por isso a fila de espera tão grande.

        • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

          Eu entendo o seu ponto de vista. Talvez roubo não seja a palavra mais adequada. Só discordo do seguinte: quem define o preço de um produto é o mercado. E no mercado estão produtores e consumidores. Se dependesse dos consumidores, iPhones custariam R$5,00 e obviamente isso nunca vai acontecer. O argumento de que se pirateia por não concordar com o preço é raso, pois material quase gratuito e acessível também é pirateado. Dessa forma, é como se você falasse que só coisas caras são pirateadas. A não ser que o “mercado consumidor” ache que 1 dólar por um aplicativo seja caro demais. Se o mercado consumidor acha 1 dólar caro demais, o correto seria ignorar o produto ou o fabricante baixar o preço ou parar de produzir.

          • Oli

            Isso não é verdade. iPhones custam 2000 reais porque é o preço que os consumidores aceitam pagar. Lei da oferta e procura. Se você tentar vender iPhones nos EUA por 1000 dolares eles vão mofar nas prateleiras…

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            O preço é definido, entre outras coisas, por uma balança entre a necessidade/escassez do produto e o quanto o consumidor está diposto a pagar por esse produto.

            Um iPhone poderia custar R$5 (como eu disse, tem telefone Lumia saindo de graça nas operadoras americanas) se a Apple entendesse que o consumidor não vai pagar pelo iPhone, porém, como ela sabe que ele vai pagar ela pode cobrar o preço atual.

            Como foi dito já, o preço do iPhone no Brasil é determinado pela oferta x procura. Os consumidores aceitam pagar >R$2000 por um iPhone porque entendem que o valor agregado (seja ele valor de HW + SW ou status) vale esse preço. Muitas não acham que vale e por isso compram outros aparelhos, ou nem compram telefones.

            Fechando o que você disse, as pessoas não pirateiam por ser caro ou barato, isso é relativo (o preço afeta as pessoas de maneira relativa) pois depende da percepção de valor. O Garage Band pro iPad custa USD4.99 e eu paguei achando que era barato, porém, ao mesmo tempo, eu já paguei pelo MyPad USD0.99 e achei MUITO CARO. O preço real (em reais ou dólares é o que menos afeta a percepção de valor das pessoas; esse valor é afetado pelo que vem agregado junto ao produto ou serviço. O valor agregado é que determina o sucesso ou fracasso do produto e por conseguinte a sua pirataria ou não (um empresa que tenha um produto famoso vai sofrer com diversas cópias não autorizadas do seu produto pois todos vão tentar entregar o mesmo valor que ela entrega, ou seja, ninguém pirateia algo ruim).

            E sim, a saída para o fabricante, caso o produto dele não venda como ele quer pelo preço que ele quer é não vender (caso péssimo) ou baixar ainda mais o preço (caso mediano) ou encontrar novos meios de agregar valor ao produto e assim manter o preço (caso ótimo). Sem isso não tem como manter um produto que não se pague e ainda seja pirateado.

        • Rafael Reis

          Paulo, se o produtor errou ao fixar o preço de seu produto, deve adaptá-lo à demanda do mercado. Vemos quedas de preços todos os dias, principalmente em eletrônicos e softwares. Não só é uma ampliação do mercado potencial (ao aumentar o número daqueles que veem o preço atual como maximizador de seus benefícios) como uma adaptação ao equilíbrio entre oferta e demanda para, por sua vez, maximizar seus lucros.

          Por outro lado, se o valor do preço é zero, a demanda tende a infinito, mas não há nenhum retorno financeiro.

          Da útima vez que consultei, o objetivo de empresas era o lucro. Se não há receita, como haverá lucro? A empresa tem o direito de escolher qual será o volume de demanda que ela vai suprir, através de produção limitada ou aumento de preço. Afinal, o produto é dela, ela vende por quanto quiser.

          E se o produto é dela, qualquer apropriação deste produto que não seja através da aquisição é roubo.

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            Os 3 primeiros parágrafos estão certos, porém a conclusão é errada.

            Roubo é quando existe uma subtração de propriedade. Ou seja, quando alguém perde algo real (de fato) e um desejo (o lucro presumido com determinado produto).

            Exemplificando: eu roubo quando eu tomo para mim um carro de outra pessoa porque essa pessoa ficou sem carro para que eu ficasse com um carro. Na pirataria não existe isso, a cópia (seja qualquer uma) não deixa a outra pessoa sem o bem, ou seja, não existe subtração do bem.

            Como eu disse, pirataria é ilegal, não tem o que discutir, mas não é roubo.

          • Mario Neis

            exatamente, não é roubo.. no máximo descaminho

            http://pt.wikipedia.org/wiki/Descaminho

            ps.: Legal aquele torrent de 500 gigas de desenhos…. haha

          • Fábio Costa

            Sua conclusão também é equivocada. De acordo com ela, não houve roubo simplesmente porque o produto não era vendido na sua forma física(em mídia, por exemplo). Se o cara pega da prateleira é roubo e se baixa da internet é “pirataria”. Mas o crime não me parece muito diferente, concorda?

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            Não.

            A questão é que no roubo existe subtração (perda por parte de alguém).

            Ou seja, uma pessoa perde algo REAL (uma concessionária fica sem um carro para vender, por exemplo) enquanto que na cópia isso não ocorre (a pessoa continua tendo o seu produto, porém, não ganha o que ela esperava ganhar).

          • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

            Com o tempo os preços tendem a aumentar, seja por inflação ou simplesmente por ajuste a um outro que vende mais caro. Veja os preços dos jogos passando dos U$60. Isso é justificado? Nem sempre, não para todos jogos. Muitas produtoras também não sabem administrar a produção e gastam demais, tem que rever isso.
            Ae veem que os consumidores estão comprando menos, por que? Nesse caso o preço que estão cobrando superou um limite para o consumidor, o jogo não vale mais apenas por aquele preço cobrado. O consumidor vai ou piratear e as vezes nem jogar direito, ou esperar por promoções agressivas (ainda mais hoje em dia com esses jogos bugados).

            Steam fez sucesso por causa dos preços mais “justos”, as pessoas acabam comprando mais. Cobra-se menos para vender mais cópias, tem a vantagem de não seguir um valor fixo de mercado.
            Pré-vendas também tem seus prazos cumpridos, você não tem surpresa de o jogo não chegar na data certa, poucos dias antes do lançamento você já começa a baixar o jogo aos poucos. Tem mais suporte, mais formas de pagamento. Ali você vê um seguimento do mercado se adaptando. É mais fácil e agradável comprar o legal do que piratear, ainda tendo o prazer de pagar para a produtora.

            Sempre haverão os espertos, mas esses não se deve declarar guerra. Ignora e cuida do consumidor que importa, ele fica feliz em participar.

      • Hesiodo Ascra

        Defina errado. É ilegal com certeza. O fato de ser ilegal não prova que seja imoral (embora também não prova que é moral, claro) por isso o buraco é mais embaixo. O autor que critica a cópia ilegal pode fazer um texto dizendo que é ilegal e pronto, não deve satisfação a ninguém. Para dizer que é imoral ele precisa justificar moralmente a lei, isso ele não fez e na verdade ninguém faz por causa do tamanho do buraco. Moralmente é dificil justificar uma pena que causa mais dano ao infrator do que o ato em si (O que aconteceria se todas as penas sobre o tema fossem cumpridas a ferro e fogo).

    • Keaton

      Levando em conta que os maiores responsáveis pelos preços abusivos no Brasil são o governo com seus os trocentos impostos e as lojas com seus lucros abusivos… Isso sem contar a desvalorização do real e tal.

      Ps.: desses 300 reais o preço no brasil provavelmente iria para 800 ou 900.

      • http://profiles.google.com/alsssg arthur tavares

        Importante lembrar que as empresas já presumem o valor dos Softwares descontando o percentual de cópias que serão pirateadas. Se TODOS pagassem pelo software, o preço dele seria muito mais barato. E, sinceramente, ninguém pode por valor no produto alheio. Cada um cobra o que quer pelo que fez. Se o software custa R$1,99 ou R$1.000,00, é problema de quem fez. Ao consumidor resta o boicote, apenas.

        • http://twitter.com/djhonyy Johnathan Cardoso

          Na verdade, todos nós colocamos valor nos produtos alheios. O tempo todo. Colocamos valor até mesmo nos nossos relacionamentos. Quando aceitamos viver com uma pessoa pelo resto da vida, aceitamos que os benefícios se sobrepõem aos malefícios. Isso é dar valor.

          O valor dado às coisas é sempre subjetivo.

    • João Victor

      Fora muitas vezes em que o preço da mídia digital é o mesmo da física, o que não se tem justificativa visto que se tem menos custos.Há também quem baixe algo compartilhado para testar e por gostar muito compram um para si quando preço é justo. Na lógica o termo Pirata o qual ao testo se refere está englobando situações que não se tem nada ver com Pirataria. Pirataria seria quem compartilhou tentar ganhar dinheiro, (como por exemplo venda de dvds em centros).O que difere eu comprar algo e sair emprestando para vários amigos ou comprar e compartilhar na internet, então eu também estaria praticando pirataria?

      • Luiz Felipe

        Eu não entendo da onde que tiram que o preço do digital tem menos custo. O menor custo é o da produção da midia fisica. Pessoas precisavam ganhar salário e empresas precisam lucrar, se eu me lembro. Você acha mesmo que um livro que custa 50 reais por exemplo, realmente custa tudo isso somente de papel.

  • http://www.facebook.com/elderguilherme.rodrigues Elder Guilherme Rodrigues

    Em partes. Porque as próprias empresas afirmam que pessoa que troca é pior que quem pirateia. Porque é um produto que você tem lucro sobre os direitos também mais do que a pirataria em si. Com essa nova onda de DLC em disco ou anunciado primeiro que o lançamento do jogo eu acabei desistindo. Usei original por mais de anos no xbox 360 e hoje infelizmente mudei pra jogos alternativos. Jogos que não dão 2 horas de gameplay pra terminar com preços pra lá de caros porque você tem que importar, pra mim não estava valendo. Mas ainda compro original quando da.

    • http://www.facebook.com/SeuGui Guilherme Amorim

      Sim, no caso da troca você acaba com um possível comprador, no caso da pirataria (aquela que o cara baixa para si) ele não está acabando com o comprador porque ele nunca existiu, se não fosse de outra maneira o cara nunca ia pagar para jogar…

    • http://www.facebook.com/rafaelserafincarrera Rafael Serafin

      Somente gratificação para uns e responsabilidades de todos os outros?

  • http://www.facebook.com/padma.dorje Padma Dorje

    Cópia de arquivos na internet – um raciocínio em 7 pontos curtos

    por Eduardo Pinheiro

    http://papodehomem.com.br/copia-de-arquivos-na-internet-um-raciocinio-em-7-pontos-curtos/

    • NandoCanedo

      Excelente!

  • Ivanney Pessôa Moreira Martins

    Texto articulado, mas Muito Simplista demais, as coisas no geral, e o tema no especifico, são mais complexas do que apenas, ou Totalmente Certo, ou completamente Errado, Tenho mais 300 jogos originais e meu computador, no momento, tem apenas um programa “alternativo” sinto-me bem confortável em dizer q nem toda pirataria deve ser condenada/reprimida com tanta veemencia. sugiro aos mais inflamados um passar de olhos em Os Miseraveis (nao eh soh o pao) e no tema “Desobediencia Civil”. Entendo e respeito o ponto de vista apresentado, mas esperava mais. Obs.: Piratear Indie eh sacanagem :P

  • Edmilson_Junior

    Uso produtos originais e piratas. Meu Windows é original, o Corel é original(e um pirata no outro pc), o Office é pirata, O AOE III é pirata, se é correto usar pirata? Não, mas tem coisas que eu simplesmente não me sinto tentado a pagar, a maioria tem opção gratuita. Essa história de usar pirata para depois comprar o original nunca colou comigo, o único jogo que eu uso pirata e tenho a intenção de adquirir o original é o Minecraft por apresso à empresa, qualquer desculpa é inválida, e é apenas uma forma de enganar a si mesmo, concordo com o texto, se quer fazer algo errado que pelo menos seja sincero.

  • http://profiles.google.com/scytheh Otávio Müller

    Se você me disser que pirataria é ilegal, eu concordo. Agora dizer que pirataria é ERRADO (em caixa alta ainda) é forçar a barra. Errado de acordo com a moral de quem? A sua? Do seu vizinho? Posso também achar que pirataria é errado, só não vem com essa de que é errado e ponto final. O mundo não funciona do jeito que você quer.

    • http://www.facebook.com/UDany Daniel Andrade

      EXATO! Errado e ilegal são duas coisas MUITO díspares.

    • http://profiles.google.com/alsssg arthur tavares

      Otávio, sou desenvolvedor. Se as pessoas não pagarem pelo trabalho que tenho para fazer um software, procuro algum outro trabalho que me dê dinheiro para sobreviver… Piratear é tão errado quanto eu tomar o teu trabalho sem pagá-lo. Não se trata da moral minha – enquanto desenvolvedor – ou do meu vizinho (uma aposentada). Se trata do certo e do errado. No capitalismo, todo produto – inclusive o INTELECTUAL INTANGÍVEL – tem um valor, que deve ser pago.

      • Oli

        Você conhece algum desenvolvedor que estaria muito melhor sem a pirataria? Eu sou desenvolvedor também e não conheço!

        • http://twitter.com/Bullshico Francisco de Souza Junior

          Sou desenvolvedor e sem a pirataria eu não teria acesso aos softwares de desenvolvimento onde aprendi a programar.

      • NandoCanedo

        Um desenvolvedor recebe pra desenvolver o produto e não por cada cópia comercializada. Essa idéia de que se deve ganhar em cima de cópias de um software é que é errada e antiquada. O modelo de negócio é errado e pra existir fica dependendo de uma “conscientização” das pessoas de que só existe uma maneira correta de operar.

        • Eduardo Rocha

          Pois é, uma empresa gasta alguns milhões e só pode vender… uma unidade…
          Sua sugestão para um novo modelo seria qual mesmo?

          • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

            Ele não precisa dar uma sugestão, quem está tendo prejuízo que tem que correr atrás da solução.

          • NandoCanedo

            Comercialização de software ainda é uma novidade no nosso mundo e tem muito o que evoluir ainda. Não conheço uma solução definitiva pois a questão é complicada mesmo e se não fosse tudo já estaria resolvido e pirataria não seria um problema. Mas o modelo de software como serviço funciona bem pra muita gente, inclusive pra mim.

      • Luiz Felipe

        Por isso que eu “vendo” serviços, e o cliente ganha de brinde uma licença de uso, de graça. Claro que a licença de uso tem um prazo de validade, que expira ao cancelar o contrato de serviço. Mas a propriedade intelectual é sempre minha, ou seja, ele não pode revender o meu serviço.

      • http://www.facebook.com/rafaelserafincarrera Rafael Serafin

        Olha aqui uma coisa dramaticamente desproporcional: Tutela penal quando se devia abrir um processo civil contra os responsaveis – http://jus.com.br/revista/texto/8932/a-ideologia-da-propriedade-intelectual

    • Eduardo Rocha

      Bem, você poderia ter um melhor argumento para defender a pirataria.

    • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

      Errado de acordo com a minha moral, afinal de contas, só posso falar por mim. “O mundo não funciona do jeito que você quer” jura? Achei que funcionasse.

  • Luandersonn

    Parece que todo mundo acha certo pirataria, provavelmente ninguém aqui cria ou desenvolve coisas, só consome, assim é fácil…

  • http://twitter.com/ta_maos Marco Antonio

    Um outro ponto de vista. Depois q comprei um iPad e um iPhone comecei a comprar apps, geralmente em promoção, e te digo uma coisa: É DELICIOSO! Sugiro q os q defendem a pirataria experimentem. É uma bobagem vc possuir 10000 apps piratas q vc não vai usar. Vc se diverte muito baixando apps gratuitos ou em promoção. Não há a menor necessidade de pirataria. Essa semana comprei um xbox e de forma alguma eu perderia o acesso a live pra comprar jogos a “10 reau” no camelô.

    • http://profiles.google.com/saulobenigno Saulo Benigno

      Ta aí, pior que é massa né? É diferente mesmo. Fazer a coisa certa, depois de passar anos pirateando joguinho, você se sente diferente comprar pela primeira vez. Senti isso também depois que comprei um iPad/iPhone.

      De boa já comprei uns 5 (uso todos), baixei de graça em promoção uns 20 (não usei nem 3)…

      Engraçado isso.

      • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

        Dizer a “coisa certa” é errado (veja comentários acima).

        No caso de ambos o que conta é a percepção de valor (ou o valor agregado que cada produto traz consigo). Uma pessoa que não se importe com esse tipo de valor não vai usar esse tipo de serviço pois ele é inútil para ela. Simples.

        O que nos faz pagar por algo (serviço) é o valor agregado que ele nos entrega.

  • Zilardo

    Eu não entendo como alguém pode achar certo piratear. A graça de ser pirata é saber que está transgredindo!

  • cid

    vamos procurar series filmes e mp3 nos arquivos seus e de seus parentes e amigos e ver o quando seu texto é verdade ou pura hipocrisia no melhor estilo luciano huck bebado matando pessoas no transito

    • Oli

      Quem o Luciano Huck matou? Que infração de transito ele cometeu? Ele estava dirigindo de maneira perigosa? Beber uma ou duas cervejas e dirigir é outra coisa que é apenas contra a lei, NÃO é errado.

  • Darci Vieira

    Apenas uma outra percepção a este ponto destacado a seguir: “Ninguém está lhe impedindo de piratear nada, assim como ninguém lhe proíbe de pegar a contramão, de fumar maconha, de fazer gato na TV a cabo, etc e tal. Mas quando fizer isso, o mínimo que você deve ter é consciência de que é ERRADO, e que isso pode trazer consequências.”

    Todo isso é PROIBIDO, as pessoas lhe proíbem sim. Pois a cultura do errado pra você pode nao ser a mesma pra mim. O que é errado na cultura brasileira pode nao ser errado em outros países. E como o Brasil é um país que comporta varias cultura seria equivocado dizer o que é certo ou errado. As leis Brasileira te proíbem, querendo lhe impedir ao ato segundo quem escreveu ou quem ditou esta regra. E este sim é um ponto final (como preferir period).

    Outro ponto é que sua materia ficou fraca mesmo. Argumento usado ai para defender o anti-pirataria deveria ser outro. Reavalie seu texto. Não estou fazendo apologia a pirataria, pois tudo que tenho possuo registro legal, desde compra de cds no iTunes quanto conta em netflix e tvs por assinatura e etc…. Mas convenhamos, pagamos sim preços altos por causa de impostos abusivos.

    Sugiro um conteúdo proximo a isto http://daggle.com/dear-rupert-murdoch-talk-piracy-simpsons-2944da, na próxima vez que o amigo for escrever algo referente a pirataria.

    Este é um texto que concorda que devemos pagar pelas medias digitais, mas o serviços ilegais as vezes sao mais eficientes que os legais. E dai simplesmente ficamos chupando dedo pagando?

  • http://www.facebook.com/weullys KT Tomaz

    O titulo do texto deveria ser “É pirateado quem quer: EXPLORAR O CONSUMIDOR!!!” empresas que praticam estrategias de mercado que não ferem o bolso e a inteligencia do consumidor conseguem sobreviver sim e muito bem, eu to cansando de falsos moralistas. O que eu vi no texto todo foram muitos problemas e poucas soluções.

    • Eduardo Rocha

      Hum… deixa eu ver, se você cobrar R$ 10.000 para fazer um trabalho então eu posso te sequestrar e obrigar a trabalhar para mim de graça. Afinal você estaria me explorando…

      • NandoCanedo

        Exemplo ruim. O que pirataria tem a ver com sequestro e trabalho forçado?

  • Zilardo

    Eu pirateava nos anos 80, tinha até um programa em BASIC do MSX chamado Jack LeFita, que copiava programas em fita cassete. “Jack LeFita” heauhauhaeue os caras eram criativos. True Story.

    • Hollander

      BKP

  • cid

    olha ai a hipocrisia do texto http://topsy.com/s?q=bqeg+torrent

    • huehuehuebrbr

      HAHAHAHAHA

      Não acredito nisso. Quanta hipocrisia.
      http://topsy.com/s?q=bqeg+baixando
      Para quem não entendeu, esse é o próprio autor do texto. O bom das redes sociais é vermos o outro lado desses “bastiões da moralidade”. Na internet todo mundo é vegetariano, ama os animais, não polui o meio ambiente e ama o próximo, agora na vida real…

      • André

        Sério, caras? Vcs estão fazendo isso pra desacreditar o texto e defender a pirataria?

        Vcs realmente sentiram-se “ofendidos” com o texto? Não gostaram de alguém apontar o dedo pra cara de vcs e dizer “vcs estão errados”?

        Leiam o texto de novo. Leiam essa linha aqui de novo: “apenas não incentivo e me incomodo com o fato de que quem o faz não vê erro algum numa atitude como essa, onde propriedade intelectual é roubada”.

        Se não entenderam, vou exemplificar: um fumante pode falar para um sujeito que acabou de acender um cigarro que fumar é errado, que faz mal, etc e tal. O fumante sabe que tem a opção de parar, o que acabou de acender o cigarro sabe que o que o outro disse está certo e nem por isso ele se sente “ofendido”.

        • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

          “Sério, caras? Vcs estão fazendo isso pra desacreditar o texto e defender a pirataria?”

          Não, baseado nesse link, o autor já fez isso por eles.

          • http://twitter.com/douglasbrasil Douglas

            Marcel, os anunciantes do teu SITE, sabem que tu usa o mesmo nome do site no twitter para PIRATARIA? devemos avisar eles ou tu mesmo vai fazer?

        • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

          O problema não é o texto, é como ele foi passado.
          O próprio autor se enquadra no texto, mas convenientemente preferiu se manter fora do problema. Por que não dá a cara a tapa e puxa uma discussão mais sadia ou invés de só dizer que é errado e deixar os outros discutirem?
          Infelizmente ele falhou e errou aqui.

          • http://www.forlogic.net/ Jeison Arenhart De Bastiani

            exatamente!
            matou cara!

          • Arthur Felipe

            Para dar mais crédito à mensagem dele

        • http://www.forlogic.net/ Jeison Arenhart De Bastiani

          Cara, não vou conseguir citar o Panino melhor do que ele… mas é isso, faltou humildade, quem nunca pirateou nada aqui levante a mão! o texto é bom, eu sou contra a pirataria, mesmo já tendo feito isso, cresci com a internet… hoje já consigo decidir muita coisa e tentar fazer o certo, sabendo que ainda faço mais o errado que o certo…

          Aquele papinho de se eu não posso ter eu não compro, depois um link com tudo aquilo que apareceu.. pegou mau pra caramba, desculpa!

      • http://www.forlogic.net/ Jeison Arenhart De Bastiani

        HHaaaaaaDooooouuuukkennnnn !!!! hauahauha … Nunca vi um HAAADOOOUKEN tão bem acertado na vida!!!! Huahuahauahua….

        O texto é bom, faltou ele citar ,eu também pirateio, mas sei que é errado, seria a gota de humildade para deixar o texto Muiiito bom. e já evitava esse HADOUKEN do cid! foi aquele de 3 botões, especial!! ainda!

        • http://twitter.com/douglasbrasil Douglas

          Marcel, a porta do meio bit é ali na esquerda, favor fechar a porta por fora por Favor (Resumindo, você poderia deixar de ser um colunista aqui no meio bit? seria melhor para a reputação do nosso site, ninguém quer um PIRATEIRO Hipócrita por aqui)

        • Mario Neis

          Assim como existe o ZICA ( para salsinhas, trolls e afins) deveria existir um protocolo moralizador para os colunistas, se for incoerente ( pra não dizer hipócrita e sim maniqueísta tbm) o editor deve ser colocado na geladeira do meio bit, e proximos textos terem a necessidade de passar no crivo de uma banca de editores do meio bit ( me atrevo a lista-los: Cardoso, Dori e o Laguna, fontes, estrutura e padrões, respectivamente)…

    • http://www.facebook.com/kadugaspar Kadu Gaspar

      Putz, agora complicou!

    • http://twitter.com/Fazitos Luis

      ” Baixando o DVD da Galinha Pintadinha pra patroa levar pra uma bebezinha de 1 ano assistir. Ela nunca saiu do hospital desde que nasceu”

      Eu pelo menos baixo pro meu consumo o cara faz “caridade” com o dinheiro alheio.

      • http://www.facebook.com/people/Wagner-Felix/661933705 Wagner Felix

        Robin Wood… ele comentou no texto :D

      • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

        nossa, como vc é bonzinho! deixa de pagar mas é só pra vc mesmo, entao é me os errado. Essa é a proposta do texto: mostrar como ha muita gente (como vc) que procura justificar o injustificavel. Eu SEI que baixar é errado e nunca neguei que o fazia.

        • http://www.thomasfortes.com/ Thomas Fortes

          O RLY?

          “Algo que aprendi: se eu não tenho dinheiro pra adquirir um bem, eu simplesmente não compro.”

          Parece implicito aqui que você está negando que faz. ou isso ou eu desaprendi a interpretar textos.

          E modéstia a parte, eu acho que interpreto bem textos, então me parece que você, prega uma coisa mas não dá exemplo.

          Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço, muito legal isso né?

        • Guest

          ” Algo que aprendi: se eu não tenho dinheiro pra adquirir um bem, eu simplesmente não compro. No caso de material digital, há meios ilícitos de conseguir, mas eu prefiro não utilizá-los “

          • Guest

            “mas eu prefiro não utilizá-los” não quer dizer que ele negue… Eu pensei em usar esse argumento também mas vi que não valeria =/

        • Eng. Mateus Pires Leite

          Então basicamente eu posso ‘roubar’, contanto que eu saiba que é errado? Ok!…

        • Davi Ramos
      • Tiago Morais

        e qual é o problema nisso ? é melhor fazer caridade do que usar pra você mesmo!…

    • Zilardo

      Ai ai ai pirata traíra vai andar na prancha…
      O navio afundou bqeg, digo, pqeg ( Pirateia Que Eu Gosto )
      Links encontrados por cid e huehuehuebrbr:
      http://topsy.com/s?q=bqeg+torrent
      http://topsy.com/s?q=bqeg+baixando

    • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

      nao tem hipocrisia. nunca neguei que pirateio algumas coisas, mas eu tenho PLENA consciencia de que nao é correto, logo: HUE BRBR.

      • http://infodicas.org Bruno Dias

        Ourra cara, voce acabou de dizer no seu texto que nao faz o ato, mas agora fala que nao nega que pirateia.
        “Algo que aprendi: se eu não tenho dinheiro pra adquirir um bem, eu simplesmente não compro.”
        Explica isso ai

        • Wellington

          E cara fala todo orgulhoso que pagou mais de R$6.000,00 só de impostos por achar ilegal trazer um ipad na mala.

      • Foto Grafia

        CPI nele

      • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

        Implicando que todo mundo que pirateia acha que não deveria pagar por nada.
        Perdão, mas VOCÊ é o verdadeiro HUE HUE BRBR (são dois hue).

      • chiphead

        HUE BRBRB é falar de um tal de Robin Wood, deve ser filho do Ron Wood dos Stones. Só mais um caso de um mané semi-letrado querendo dar liçãozinha de moral.

      • http://www.facebook.com/kadugaspar Kadu Gaspar

        Vacilo, cara…

        “Algo que aprendi: se eu não tenho dinheiro pra adquirir um bem, eu simplesmente não compro. No caso de material digital, há meios ilícitos de conseguir, mas eu prefiro não utilizá-los.”

      • Guest

        Nunca negou que pirateia algumas coisas?

        https://twitter.com/bqeg/status/284472341864538113

    • Paulo wtv

      Que diferença faz se o cara é hipócrita ou não? A mesma diferença se ele é gordo ou magro, isso é só uma característica do autor NÃO faz diferença nenhuma na mensagem que ele ta passando.

      Vocês simplesmente estão arrumando desculpas pra dizer que é certo, só isso.

      • Foto Grafia

        a hipocrisia está no fato do autor expor um caso em que ele diz estar a margem, mas no entanto ele faz parte do sistema, baixando e compartilhando via torrent

        • Paulo wtv

          Eu não falei que não existe hipocrisia, estou falando que não faz diferença na mensagem que o texto quer passar.

          • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

            A mensagem é rasa e vazia ao apenas dizer o óbvio e primário, que existe um problema em piratear. Diz que “ah gente, é barato, pra quê piratear, compra ae para dar uma força para o desenvolvedor”, mas não diz quais as consequências reais de se piratear, quais são as formas de pirataria que existem (existem várias), como você pode contribuir para o problema seja por ideias ou ações.
            A única coisa que ele faz é o autor se gabar e recriminar seus leitores, quando ele mesmo faz o mesmo ou pior. Tá totalmente errado, hipocrisia é hipocrisia, posar de bom, não faz bem a ninguém nem a ele mesmo.

            Quer discutir a questão a série? Vem cá pro inferno abraçar o capeta que conversamos. Enquanto ficar com essa atitude pode se fuder sozinho, está aqui um péssimo exemplo de como tratar a questão da pirataria, é só mais um que em nada contribui.

          • Paulo wtv

            Seu primeiro paragrafo foi confuso, então elucide-nos: quais são as reais consequências de piratear?
            A mensagem pode ser rasa mas gerou discussão, tirando os que apontam o dedo pra ele pra se acharem ‘mais’ certo por ele também piratear, que como eu já falei não faz diferença, tem vários argumentos válidos por ae.

          • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

            Faz diferença sim, esse tipo de texto em primeiro lugar não gera discussão, apenas shitstorm. Ninguém quer parecer mais certo aqui, apenas não gostamos que os autores de tais textos nos façam parecer mais errados. É como se em uma cena cheia de estupradores um deles clamasse ser mais inocente porque a vítima que ele estuprou era mais velha que as dos outros.

            Voltando ao texto, ele não faz mais que uma mera introdução ao assunto.
            Discutir o problema de ponta a ponta, seja lá qual ele prefira abordar, isso ele não faz, bancar o estuprador inocente isso ele faz com alegria.

          • Paulo wtv

            Cara essa sua comparação foi MUITO ruim, mas enfim…

            Eu ainda digo que não faz diferença quem fez o texto, e é nisso(no fato do autor ser hipócrita) que a maioria está baseando.

            Se você ler os comentários vai ver que gerou alguma discussão sim, e eu não vejo problema no texto ser só uma introdução, já que, como você sabe, a pirataria é ilegal sim, mas se é errado ou não, tem muito a ser discutido.

          • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

            Não ajudou porcaria nenhuma, contribuiu com nada. Qualquer discussão a parte aqui entre os leitores parte do princípio da tentativa de salvar essa budega e e proteger eventuais leitores dessa generalização burra e hipócrita.
            Sobre as consequências da pirataria e minhas reflexões de hoje sobre o tema, procure nos outros comentários que não iriei me repetir.

          • http://twitter.com/flaviodroit Flávio Henrique

            Não é não. A mensagem é um tapa bem dado na cara de quem ainda quer defender a pirataria. Você se sentiu incomodado, por isso está agredindo.

          • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

            Não cara, não mesmo.
            O que você e o Paulo wtv estão dizendo é uma idiotice. Está tudo certo se houver uma discussão, seja ela qual for, e todos contribuírem MENOS, COM EXCEÇÃO DE, EXCETUANDO-SE o autor do texto?
            Não houve tapa porque não houve mão nenhuma aqui.

          • Paulo wtv

            E qual o problema do autor ser o que menos contribuiu? O texto tem o objetivo de gerar discussão, não importa se o autor contribuiu com muito ou nada.
            Você só poderia reclamar que o autor não foi bom o suficiente se você tivesse pago pra ler o texto, o que eu acho que não ocorreu, então….

          • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

            Como percebo que você é um dos que não está contribuindo com a discussão, deixarei-o sozinho com a sua lógica circular.
            Ciao

    • Davi Ramos

      “Torrent com 2TB de desenhos dos anos 80/90″. Já estou baixando. Valeu, Marcel! :D

      • Luiz Felipe

        Desse jeito, acho que vão precisar de um
        storage.

        Vamos piratear ele tambem, igual com o software. Vamos comprar um navio, dar o
        nome nele de torrent, e “atracar” em um super cargueiro, dai é só
        pegar um dos containers. (isso foi apenas uma brincadeira, ninguem vai fazer
        pirataria e não me responsabilizo se alguem levar a serio, pois vai que aparece algum idiota)

    • http://twitter.com/rbicalho Ricardo Bicalho

      ………………………………………,–,~’’’~-,_ EPIC HADOUKEN!!!
      …………………….._,,,,,,,-~’-,’’,~,-,’’~-, ‘-, /
      …………………..,-‘ : ,–~~-,¯|’- ‘ .¯•~’-,-‘ … … …,-‘’¯|’/-
      ………………….| : ,-‘ . . . . .’’¯¯’’’’~-,’~-~’’’’’’’~,–,| =’ .|¯ ……… -‘’’. . . __,,’’-, : : :-
      ………………….| : ‘, . . .__ . . . . . . . ¯’’¯¯’’~-,,’-,,,’-,,,-‘ ……… _’’-. . . ‘’-,,_¯ : : : : :
      …………………,’ : : ‘-,,__,-‘¯’’~~~’~-,,_ . . . .,-‘¯ ,’-~-,, ………’’’~-,. . <,,_: : : : : : :
      …………………| : : : : : : : : : : ‘, :| |… ¯’’’’’’’’’’~-,’ –, . | ………’’-,. . . . ._,,- : : : : :
      …………… ,-~’’-,, : : : : : : : : : :| ,’’ … … ……….’-,,-,-, ……… ’’-,,_. . .<_,, , -‘’
      …… … ,-‘’-‘/ : : : ‘’~-,,,____,,-~’-,,-´
      ……..,-‘’: : | : : : : : : :,’;|’,;‘, :,-‘’¯ : ¯’’~~-,,_
      ….,,‘’ : : : :¯’’’’~–,,,,,,’;,’-|;;|-‘’: : : : : : : : : : ‘,
      ,~’ : : : : : : : : : :_,,–|;;| .|;,’ : : : : : : : : : :,’
      ~’’: : : : : : : : : ,,~’ … … ’-‘¯’-,’~-,, : : : : : : :
      ‘’ : : : : : : : : :,,~’’… … … … … ………,’ : : : : :

      Apesar disso, o texto tem o seu valor. A mensagem que eu captei foi a seguinte: saiba que está errado. Ele não afirmou em momento algum que nunca pirateou conteúdo.

      Tem alguns comentários que estão excelentes, pois atacam os argumentos, não a pessoa. Ao menos, colocou a discussão em pauta.

  • http://twitter.com/carlosssilvio Carlos S.

    Concordo plenamente.
    Valorizar quem produz aquele item que você admira/quer, pagando pelo seu trabalho e esforço, é sempre a melhor opção. Pode não ser a mais viável para todos, mas é a mais correta.

  • http://www.facebook.com/vinicius.stanzanilongo Vinícius Stanzani Longo

    Olá Marcel, como vai? Então, discordo de boa parte do tratado por você no texto. Há sim uma certa diferença entre roubo, pirataria, assim como há uma diferença entre pirataria e falsificação – onde falsificação seria fazer passar um produto de inferior qualidade, por verdadeiro”.
    No roubo, há a subtração de uma coisa alheia móvel de outrem, mediante violência ou grave ameaça. Ou seja, você, em primeiro ponto, perde a propriedade do seu bem e em um segundo ponto há a necessidade de haver violência ou uma grave ameça à sua propriedade ou sua vida/integridade física. Na pirataria, descarta-se o roubo pela ausência da característica de se perder o bem. As gravadoras ou produtoras não deixam de possuir o jogo pelo simples fato de o terem copiado.
    Há aqui também o descarte da ideia de furto, que é a subtração de uma coisa alheia móvel de outrem, hipótese já refutada acima.
    Gostaria de sugerir a leitura de dois artigos de um professor da UFMG, membro do IBDE que trabalha muito com a questão de propriedade intelectual, direitos autorais e pirataria, chamado Túlio Vianna. O primeiro deles, intitulado “A ideologia da propriedade intelectual: a inconstitucionalidade da tutela penal dos direitos patrimoniais do autor”, presente nas páginas 933/949 do primeiro link que postarei abaixo. O segundo, intitulado “Por uma nova política de direitos autorais para a América Latina”, presente no segundo link. Se quiser, procure uns vídeos desse professor no youtube, em um programa de TV em BH onde rola um debate bem interessante e caloroso entre ele, o representante da Sony/BMG e um presidente de uma associação antipirataria.
    Abraços, Vinícius Stanzani

    • http://www.facebook.com/eletrowilson Wilson Machado

      ótimo texto do professor Túlio Vianna, muito esclarecedor. ele explicou de forma muito simples e bem fundamentada mais ou menos o que eu já pensava. o substrato material ou suporte físico da obra ou trabalho intelectual, juntamente com a sua escassez e dificuldade de reprodução é que põe preço à obra, ou nas palavras do professor “valor de troca”. sendo assim o que vale hoje em dia é o acesso à obra ou trabalho intelectual, não mais havendo necessidade (a não ser para aqueles que gostam) da parte física (papel-livro, acrílico-cd/dvd, etc) do trabaho intelectual, o que de certo modo amplia a possibilidade de lucro do autor, haja vista poder vender o acesso à sua obra diretamente aos consumidores, sem os atravessadores.

    • http://www.facebook.com/rafaelserafincarrera Rafael Serafin

      oi se tiver o link para a entrevista dele me informe por favor!

  • Guest

    Apenas uma outra percepção a este ponto destacado a seguir: “Ninguém está lhe impedindo de piratear nada, assim como ninguém lhe proíbe de pegar a contramão, de fumar maconha, de fazer gato na TV a cabo, etc e tal. Mas quando fizer isso, o mínimo que você deve ter é consciência de que é ERRADO, e que isso pode trazer consequências.”

    Todo isso é PROIBIDO, as pessoas lhe proíbem sim. Pois a cultura do errado pra você pode nao ser a mesma pra mim. O que é errado na cultura brasileira pode nao ser errado em outros países. E como o Brasil é um país que comporta varias cultura seria equivocado dizer o que é certo ou errado. As leis Brasileira te proíbem, querendo lhe impedir ao ato segundo quem escreveu ou quem ditou esta regra. E este sim é um ponto final (como preferir period).

    Outro ponto é que sua materia ficou fraca mesmo. Argumento usado ai para defender o anti-pirataria deveria ser outro. Reavalie seu texto. Não estou fazendo apologia a pirataria, pois tudo que tenho possuo registro legal, desde compra de cds no iTunes quanto conta em netflix e tvs por assinatura e etc…. Mas convenhamos, pagamos sim preços altos por causa de impostos abusivos.

    Sugiro um conteúdo proximo a isto http://daggle.com/dear-rupert-…, na próxima vez que o amigo for escrever algo referente a pirataria.

    Este é um texto que concorda que devemos pagar pelas medias digitais, mas o serviços ilegais as vezes sao mais eficientes que os legais. E dai simplesmente ficamos chupando dedo pagando?

  • http://twitter.com/Bullshico Francisco de Souza Junior

    Pirataria não seria roubo nem se você apontasse uma arma para a cabeça do autor para baixar as músicas dele.

    • http://www.facebook.com/victor.coelho.188 Victor Coelho

      se eu usufruiesse de um trabalho seu, sem te pagar nada por isso, também não seria, e eu não estaria, certo?

      • http://twitter.com/Bullshico Francisco de Souza Junior

        Quê?

        • http://www.facebook.com/victor.coelho.188 Victor Coelho

          pensa bem, vc teve todo o trabalho pra fazer um produto, dedicou um tempo que você poderia esta fazendo outras coisas mais interessantes, mas usou pra fazer aquilo, com o objetivo de ganhar algo em troca, então quando você termina, ver que seu trabalho é admirado, mas você não recebe nenhuma recompensa por isso.

          • http://twitter.com/Bullshico Francisco de Souza Junior

            Não entendo como isso por tornar pirataria “roubo”. Roubo é subtrair um bem alheio e móvel perante uma ameaça ou agressão. Pirataria não subtrai coisas móveis, apenas coisas virtuais. Então nem se você agredisse a pessoa para baixar o MP3 que ela produziu você estaria roubando, já que você não estaria subtraindo coisa alheia móvel. Entendeu?

          • http://www.facebook.com/victor.coelho.188 Victor Coelho

            a questão não se a pirataria é roubo ou não, mas sim que quando você baixa uma mp3, não é só a gravadora que você vai esta boicotando, mas o artista também.
            eu concordo não pode dizer q pirataria é roubou ou furto, mas é algo prejudicial, para o artista, pra industria e no final pra você também.

    • http://www.facebook.com/victor.coelho.188 Victor Coelho

      se eu usufruiesse de um trabalho seu, sem te pagar nada por isso, também não seria, e eu não estaria errado, certo?

  • http://www.facebook.com/dan.dz.98 Dan Dz

    Francamente, depois de ler esse texto e o do Xbox a R$250 acho que quem precisa rever suas faculdades mentais é o autor. Lavagenzinha cerebral forte e uma crise de consciência pesada.
    O problema de “pobre brasileiro” vai ser usado para justificar a pirataria, ignore todas justificativas baseadas nisso e leia as outras já postadas.
    Citando ainda a Steam, Gabe Newell já disse algumas coisas interessantes como a pirataria é um problema de serviço, não de preço.

    Estou ficando preocupado na força dos anunciantes no site, ou pelo menos em relação a esse autor. Daqui a pouco vai vomitar números de $ e empregos perdidos graças a pirataria. Calculo imbecil, feito por imbecis que acham que seu produto seria comprado por cada um que o adquiriu via outros meios.

    Meu conselho é: escreva sobre outra coisa.

  • marcelokohl

    A pirataria foi e é extremamente importante pra disseminação da cultura. Eu não teria conhecido muitos livros, filmes e músicas se não tivesse de graça na internet. Concordo que não é justo pro artista não receber pelo seu trabalho, mas também não é justo só quem tem dinheiro ter acesso informação e cultura. Acho que esse modelo de distribuição de mídia tem muito o que evoluir ainda. Acredito que a pirataria serve como contrapeso na balança da distribuição da cultura que pesava só pro lado do monopólio das gravadoras e afins.

    • marcelokohl

      Foda quando gente com grana usa argumentos de “cultura livre” pra piratear, só por que é “malandro descolado”.

    • OverlordBR

      Nos anos 80, encontrar software para clones de computadores APPLE no Brasil era praticamente impossível. Pirataria era a única forma de ter aplicativos de todos os tipos para os computadores. E, encontrar piratas era dificílimo: por causa da reserva de mercado, só quem era rico e viajava regularmente para o exterior tinha acesso aos softwares. Lembro que, quando meus amigos conseguiram uma cópia do Karateka, quase gozamos quando jogamos pela primeira vez num Exato da CCE.

    • http://twitter.com/djhonyy Johnathan Cardoso

      Cara, seu comentário foi excelente.

    • http://www.facebook.com/mareaturbo Ednei Monteiro

      Bibliotecas e Centro Culturais são importantes para a disseminação da cultura. Na década de 80, sem Internet e sem grana, era nelas que eu conseguia cultura. Sem precisar roubar livros em livrarias por não ter dinheiro para cultura.

      • Guest

        Bibliotecas nada mais são do que centros de pirataria onde você pode ler um livro sem pagar.
        Se você parar pra pensar, a Internet é uma grande biblioteca.

        • http://www.facebook.com/victor.coelho.188 Victor Coelho

          se você parar pra pensar, a biblioteca pagou por aquilo, e tem a devida autorização para divulgar o que esta nela..

          • Felipe!

            Bom, alguém pagou pelo conteúdo antes de postar na internet, em 90% dos casos.

      • marcelokohl

        Não acho justa a comparação de roubar um objeto(livro) com a de copiar uns bytes(pdf). E acho tremendamente absurdo cobrarem num ebook praticamente o mesmo preço de um livro impresso. Mas não defendo a pirataria como correta, eu mesmo gasto minha grana nas promoções do Steam. Só acredito que ainda não chegamos num modelo justo de distribuição de mídia online.

        • http://www.facebook.com/eletrowilson Wilson Machado

          concondo plenamente com o marcelokohl. e mais, pra quem não sabe o que é roubo, é só ler o artigo 157 do código penal que diz: Art. 157
          – Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou
          violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade
          de resistência. ou seja, é indispensável a existência de GRAVE AMEAÇA ou VIOLÊNCIA para a subtração do bem. no caso da “pirataria” não existe a subtração de nada, mas apenas o uso sem o devido pagamento da licença de uso, então o correto seria falar “USO NÃO LICENCIADO” ou “USO NÃO AUTORIZADO”. esse negócio de pirataria é coisa da mídia que tenta denonizar as pessoas que usam sem pagar. entretanto como disse o marcelokohl “ainda não chegamos num modelo justo de distribuição de mídia online”, e se eles, os distribuidores, não são justos com o consumidor, então o consumidor não é obrigado a ser justo com o sistema. é o que penso.

    • http://twitter.com/bqeg Byte Que Eu Gosto

      Kudos!

    • Foto Grafia

      cara, eu não sei o que acontece com esses caras do meiobit, esses dias defendiam o submarino por anunciar um preço errado de um produto e acusava quem comprava de ser desonesto (isso mesmo, eles cometem o erro e nós somos desonestos por comprar), quando cobram 1999,00 por um ps3, tudo lindo, brasileiro paga mesmo, pirataria não é legal, mas a pirataria vem em sua maioria de fora do brasil, principalmente de países onde os produtos são muito mais baratos que aqui, não é coisa de brasileiro metido a esperto, acredito que esteja implícito no mundo digital, gostando ou não, faz parte da evolução.

      • Fábio Costa

        A desonestidade está em querer exigir que a empresa cumpra o preço que está claramente fora da realidade. Se um produto que custa R$1000,00 é vendido por R$5,00 a empresa pode alegar o erro de marcação e legalmente tem todo o respaldo jurídico para tal.

        • Foto Grafia

          se a empresa alegar isso, tudo bem, tem toda uma legislação pra cuidar disso, mas o caso, é que o consumidor foi chamado de desonesto, por cumprir o seu papel, que é consumir

          • Fábio Costa

            Não. O consumidor foi chamado de desonesto por querer exigir da empresa um produto com preço irreal, muito abaixo até do custo de produção. Claro que quem fez isso estava dando uma de desentendido ou “lesado” mas tinha plena consciência de que o preço estava equivocado.

          • Foto Grafia

            sem chance, esse argumento não cola, mas não vou estender isso, pois foi em outra postagem

          • Fábio Costa

            Não cola porque quem saiu no prejuízo foi a empresa, né? Agora imagine que você é um prestador de serviços e colocou num de seus contratos o preço de 1 real para prestar uma consultoria de 5 anos dentro de uma empresa. Aí você entra em contato com seu contratante informando sobre o problema mas ele insiste em dizer que é problema seu, que ele não tem nada com isso, que você foi descuidado e tal. Não seria honesto da parte dele reconhecer o preço absurdo e rever o contrato? A palavra desonesto talvez soe forte mas eu acho que ela cabe sim.

    • Juarez Pedra Jr.

      Excelente colocação.
      Mais uma coisa: agora enquanto escrevo o artigo tem 276 comentários e o autor não respondeu nenhum deles. Para que levantar a lebre se não vai discutir? Para que servem os comentários?

      Esse assunto de pirataria está chato há muito tempo, não sei o porque deste artigo agora, o porque deste “ataque” de paladino.
      Cada uma que parecem duas.

      • http://twitter.com/rbicalho Ricardo Bicalho

        Não é ataque de paladino. É uma tentativa de mudar essa cultura cretina no Brasil de que não fez mal a ninguém, pode.

        Já testemunhei pirata de jogo a R$ 1,99, porque: “eu pirateio por princípio e me recuso a pagar por software”.

        Acabei de passar no Steam e vi dezenas de jogos excelentes, por menos de 10 reais, valor inferior ao do pirata, e ainda assim, fora de qualquer padrão de bom senso, prefere um torrent. Desisti de entender faz tempo.

  • http://www.facebook.com/people/Pierre-Lehnen/100000489654342 Pierre Lehnen

    Faz alguns anos já que eu comecei a comprar apenas jogos originais, mas quando a nintendo disse que não iria trazer o xenoblade pra américa, eu desbloquiei o wii sem dó.

    Com músicas, bem, em toda a minha vida eu nunca peguei música em torrent ou P2P nem nada. (Tá, P2P talvez, não lembro direito daquela época), mas eu tenho alguns MP3 piratas que me enviaram por email. Eu praticamente só ouço músicas enquanto estou programando e pra isso uso o grooveshark, sem me sentir mal por isso.

    Livros eu comecei agora. Baixei The Ring of Solomon pirata para ler no kobo, mas quando sair em português vou comprar o livro físico para completar a série. Acho que por enquanto não vou comprar nenhum livro digital, mas só porque o ereader é novo e estou lendo mais do que o normal. Quando eu voltar a ler a minha média habitual, vou comprar os livros que for ler.

    Já no meu computador, bem, nele nunca entrou nem entrará nenhum software pirata.

    Resumindo: eu gostaria de ter tudo 100% original, mas já gasto tanto dinheiro com essas coisas (média de uns 300 reais por mês em jogos/livros/softwares) que não me sinto mal quando ocasionalmente consumo um produto pirata.

  • Guest

    Achei curiosos o trecho “Não tenho nada contra quem pirateia qualquer coisa, vai fundo. Apenas não incentivo [...]“. Enfim, ótimo texto. Concordo com você, apesar de piratear alguns softwares sim, não tenho orgulho disto e pretendo comprá-los na medida que puder.

  • Keaton

    Olha, a minha opinião é a seguinte: piratear não é éticamente* correto, mas também não considero algo totalmente condenavel como as pessoas querem que seja.

    Quando se tem dinheiro para pagar pelo objeto de desejo (seja ele música, video ou jogos) fica muito fácil apontar o dedo para alguém que não tenha e dizer “ei, você não pode se divertir” ou “ei, você não tem o direito de ver isso”.

    Agora considerem a seguinte situação: uma pessoa que não conseguir juntar dinheiro por qualquer razão que foge ao controle da pessoa (parente doente, doença própria, remédios, etc…). Ela tem pode tentar amenizar os sofrimentos com um jogo/video/música ou tem de encarar tudo sem nada mais? Conheço alguns casos desses, e considero justificável nesta situação. Claro, esse não é o caso de 100% que pirateia.

    Outro exemplo seria as pessoas que tentam, mas não conseguem encontrar o conteúdo a venda no pais e também não conseguem importar. É o caso de diversos animes, séries e jogos. Não condeno nesse caso também.

    O ultimo exemplo que cito é o caso de quem tem dinheiro e não apenas quer gastar. Esse grupo é um grupo que eu não pretendo defender.

    *Sim, eu sei que ética é algo bem complicado de discutir – varia de acordo com o grupo de pessoas.
    Ps.: a tecla “´” aparentemente apresenta defeito, não estou com muita vontade sair as 3 da matina para comprar outro teclado. (Provavelmente não encontrarei loja aberta a essa hora.)
    Ps2: note que eu usei o termo “justificavel” e não termo “correto” na maioria do texto.

  • http://www.facebook.com/mvsszz Marcos Vinicios

    O dia que a maioria entender como o mercado deveria funcionar, como o Netflix e Steam entenderam as coisas tendem a diminuir. Também não gostei do texto, sou usuário assíduo de Torrent para baixar séries e filmes que eu não estão disponíveis no Netflix e que não sejam exibidos nos canais a cabo aqui no Brasil (ou seja, pago duas vezes e mesmo assim em algumas vezes não consigo obter o conteúdo de maneira correta) ou então quando o conteúdo é disponibilizado antes em outros paises com o caso do The Walkind Dead, que era exibido aos Domingos nos EUA e somente na terça-feira aqui, ou seja, assisti o pirata, mas de qualquer maneira pago pelo canal a cabo todos os meses.

    As coisas acabam sendo parecidas com games, mp3s e etc! O mercado está mudando, uns sempre vão piratear e baseado no modelo antigo eu concordo com a pirataria já que os preços eram exorbitantes, apartir do momento que o preço reflete a realidade do produto agregado, a esmagadora maioria das pessoas certamente prefere ter um produto original e os que preferem continuar pirateando são insignificantes! Windows, Netflix, Steam e etc estão ai para mostrar como o mercado deve funcionar!

    Todavia, o que fazem a maioria dos gigantes do entretenimento? Preferem gastar mais dinheiro ainda desenvolvendo mecanismos para que seus produtos não sejam pirateados e no final das contas nós sabemos que tecnologia não é infalível. A maioria das pessoas que eu conheço tem PS3 bloqueado, por quê? porque o valor agregado de se jogar online compensa manter o VG bloqueado, mas os jogos ainda assim são caros.

    Na verdade, essa decisão está mais na mão de quem desenvolve tais sistemas do que aqueles que propiamente acabam consumindo.

    • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

      Pois é, pago SKY, mas baixo as séries porque simplesmente não gosto de ver série dublada e nem esperar meio ano? Isso é considerado pirataria?

      O autor vê preto e branco em um mundo que é cinza.

      • Eduardo Rocha

        OK, mas ele é o dono e deve ter o controle da série não acha?

        • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

          Sim e eu não preciso concordar com ele.

          • Eduardo Rocha

            Ah ta, então por discordar, você então é favorável ao crime. OK, agora entendi. Fico até preocupado com o que mais você discorda e está disposto a passar por cima.

          • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

            Baixar por algo que eu já paguei é crime? Eu não posso nem converter meus cds para mp3 que é crime? Já que o autor disponibilizou ele em cd para mim quando eu comprei.

  • http://twitter.com/Fazitos Luis

    Porque pirateio (para meu consumo).

    1 – de acordo com o texto um joguinho custa 12 reais, isso depois de 1 ano do lançamento logico, não quero esperar 1 ano para poder jogar.

    2- entre gastar 150 reais num jogo ou pagar a conta de luz/água fica claro que jogo não é prioridade.

    3- Não tenho estante para expor todos os meus joguinhos e nem faço questão, jogo e apago.

    4- Filmes, adoro o digital. Ter todas as minhas series na ponta do dedo sem tem quer levantar para trocar um DVD a cada 3 episódios. Um sonho? um mídia player fudidex com 5 Tera para digitalizar todos os meus + de 200 DVDs originais.
    Alias faz anos que não ponho um DVD para tocar de preguiça.

    5- da pra contar no dedos das mãos os filmes que vi esse ano que valeria a pena comprar, a grande maioria é porcaria que não paga nem o estacionamento do shopping, quanto mais o ingresso ou o disco. Outra vez assisto e apago.
    Alias tem filme que é propaganda enganosa de tão ruim que é, deveria ter a opção de devolver o dinheiro para o consumidor.

    6- Documentários, exite isso no Brasil ? Se não fosse o pessoal do legendaz que fazem um puta trabalho bem feito, teria que me contentar com essas porcarias que se transformaram o Discovery e o History na TV a cabo.
    Alias duvido muito que tenha ao menos 10% dos Documentários que tenho sobre todos os assuntos a venda no Brasil.

    7- Isso não me impede de ia ao cinema ou comprar CD/DVD hoje em dia, mas só vou em super produções onde ver em casa perderia muito do conteúdo. Ou comprar um DVD clássico pra coleção.

    Para terminar, a grande maioria da produção cinematográfica, que é o que mais consumo, é lixo comercial e caça níquel, um monte de remake com formulas batidas de sucesso. Existe um publico para esse tipo de produto eles se pagam, não estão perdendo nada comigo, pois se tivesse que pagar iria esperar passar na sessão da tarde.

    • Eduardo Rocha

      Boa justificativa. Como você vê e apaga, então pode… Ah ta, agora sim você explicou bem. Só não entendo uma coisa:
      “a grande maioria da produção cinematográfica, que é o que mais consumo, é lixo comercial e caça níquel, um monte de remake com formulas batidas de sucesso” você assiste então para que?

      • http://twitter.com/Fazitos Luis

        Aonde disse que pode porque apago? Tenho 2 Tera Arquivados.

        Porque assisto? Primeiro porque não da para saber se um filme é bom antes de ver, segunda que é apenas um passatempo. Não da para ver apenas indicados ao Oscar.

        Exemplo recente, refilmagem de Total Recall, não veria no cinema e muito menos pagaria 5 reais para alugar o DVD.
        É o tipo de filme que de graça ainda foi caro.

      • Luiz Felipe

        Se matar e sumir com o cadaver, então ok.

        • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

          huaehuaehuaehuhuaeuhe

          Essa foi a comparação mais estúpida que eu li nesse post =P

  • http://www.facebook.com/kadugaspar Kadu Gaspar

    Achei curiosos o trecho “Não tenho nada contra quem pirateia qualquer coisa, vai fundo. Apenas não incentivo [...]“

  • Anthuan Baraquetti

    Esperar que alguém que pirateia reconheça que piratear é errado é como falar com um mentiroso e esperar que ele reconheça que o é. Não dá pra esperar honra de alguém que não tem.

  • Leonardo Silva

    Um belo texto colega, mas só faltou uma sutil peculiaridade na analogia quase-perfeita do ROUBO. Um detalhe quase insignificante até, que vou tentar descrever… que é: quando você rouba uma biblioteca, um supermercado ou uma loja física qualquer, você rouba um meio escasso, subtrai uma propriedade ou produto a princípio insubstituível… algo que gasta recursos naturais finitos (papel, farinha de trigo, madeira, etc) e que exigem algum processo de produção limitado. E caso você não esteja “roubando” uma cópia impressa de uma obra de arte por exemplo, é provável que você esteja privando alguém de algo que ele provavelmente não vai mais se recuperar – em outras palavras, a regra para o mundo físico é que não se cria alimentos, roupas e objetos em geral a partir do nada.

    Mas quando você “rouba” uma música, filme, aplicativo ou jogo na internet, você não rouba mais do que padrões elétricos de sinais gerados e armazenados em algum meio magnético ou semelhante em outro lugar. Em outras palavras, você se apropria de milhões (ou bilhões) de bits encadeados em formato de arquivos, que sua CPU (ou seu device) decodifica em algo virtualmente coerente: quer um jogo, um som ou uma imagem, utilizando apenas a energia elétrica de sua casa e sua banda de internet, num processo que não tira praticamente nada de ninguém, que é puxado pra lá “do nada” e que o único prejuízo real se dá em não retribuir o criador pelo esforço da sua criação (que em alguns casos é realmente caro).

    Goste ou não do argumento, isso contribui bastante para aplacar a consciência de quem “pega” ideias dos outros transformadas em bits sem pagar (o termo correto seria cópia, porque há de se convir que a obra original permanece intacta nas mãos de quem a gerou).

    Não vim aqui dizer que piratear é certo, sendo que hoje em dia eu gasto horrores por mês com aplicativos na apple store, adoro pagar por um jogo bom no steam, faço uso de in-app purchases mais frequentemente do que gostaria e pago uma extorsão mensal pra minha operadora de TV a cabo pra poder assistir a todos aqueles filmes, seriados e documentários reprisados o mês inteiro ad nauseam, com o sinal defeituoso e suporte duvidoso. Se eu fizer as contas, dá uma boa grana por mês jogados nas mãos dos mais diversos empresários do ramo virtual, que nem sempre estão preocupados de verdade com a qualidade dos pixels e sons que me entregam.

    O que quero dizer é que quando se fala sobre pirataria, o discurso da ética é faltante… é incompleto e omisso… na maioria das vezes quem discursa não toca em certos pontos (intencionalmente ou não), que mesmo que as pessoas mais leigas não falem deles conscientemente, isso pesa na hora de eles decidirem piratear.

    É claro que a indústria não é idiota, e por isso tem feito essas jogadas com o Steam, Netflix, colocando todas as features online nos jogos (ex: Achievments), entupindo seus produtos de DRM – como multiplayer com servidores centrais obrigatórios, etc.. e muitos tem migrado para a modalidade “free to play” porque se tornou uma coisa absurdamente lucrativa nesses dias. Vide exemplo dos MMOs e da enxurrada dos jogos com itens compráveis… vejam o quanto os criadores de coisas simplórias como Angry Birds e Clash of Clans tem lucrado mensalmente apenas com vendas in-app, isso sendo que muitos desses jogos são até “grátis” a princípio. A cifra chega a bilhões anuais!

    Até mesmo os filmes que ao lado dos jogos são os que geralmente gastam mais pra se produzir, tem lucrado horrores com exibições nos cinemas (nos tempos atuais, é Record de bilheteria atrás de mais records… e muita gente gosta de pagar pra ver, inclusive eu), merchandising, etc. Eles até alimentam e servem de subsídio para outras indústrias – a de livros, de assinaturas, fan clubes, e por aí vai.

    Não vou nem entrar no mérito das bandas de música e artistas… esses gastam infinitamente menos para produzirem suas músicas e shows do que as gravadoras lucram com suas reproduções. Sem falar nos shows ao vivo, onde a bilheteria geralmente é uma facada nos rins da maioria da população. A choradeira desse pessoal é simplesmente porque o antigo easy money/easy fortune se tornou um tanto mais difícil de se conseguir a princípio.

    Em suma, o comércio de massa, esse do mundo das ideias e de propriedades intelectuais, onde só se circulam bits, bytes, sons e imagens é o mais potencialmente lucrativo do mundo caso se saiba explorá-lo, porque o argumento não muda: os itens “vendidos” são replicados “do nada”, praticamente sem recursos naturais extras pra se produzir novas cópias, bastando apenas se manter servidores ativos com energia elétrica e banda de internet.

    É certo que uma parte da indústria tem sofrido? Sim, claramente… exatamente a parte que ainda reluta em mudar seu modelo de negócios; os que se recusam a evoluir e a acompanhar os novos tempos. Eu chamo isso de fatalidade da Seleção Natural – mesmo conceito da Evolução darwinista: os modelos menos adaptados morrem, outros surgem no lugar… sem drama, é apenas como a natureza funciona e sendo nós seres inseridos nela, estamos sujeitos aos seus processos, ainda mais na área tecnológica onde tudo se muda da noite pro dia. Porque francamente, me dizer que esses bits que podem ser baixados em massa para os HDs deveriam ser comercializados nos mesmos modelos de 30-40 anos atrás, nos tempos dos LPs originais escassos, das fitas VHS e seus equipamentos caríssimos de replicação e das cópias K7 “piratonas” é querer dar uma de avestruz com a cara no buraco. E é exatamente o que parte da indústria ainda quer fazer os caras simplesmente não querem largar o osso.

    Hoje em dia o que tenho visto é que a pirataria existe, mas tem se tornado cada vez mais uma atividade secundária, um ramo que só aqueles que originalmente não estavam dispostos a pagar pelo conteúdo fazem. É como nos velhos tempos: quem gostava e era fã comprava. Quem não gostava, nem se dava ao trabalho de ter: talvez assistia o filme na casa de um amigo, pegava o livro emprestado ou jogava o jogo na casa do primo casualmente… só que hoje quem não gosta continua tendo: ele baixa… mas não dá a isso o mesmo valor do que quem realmente está disposto a pagar pra ter.

    É uma reação cultural diferente? Certamente. É moralmente correto? Em certas situações, talvez não… ou talvez sim em outras questões onde essa pergunta não seja lá tão significativa. Fica a cargo do seu nível de cultura e educação, e por que não dizer de submissão aos padrões do que é socialmente correto, impostos também pela grande indústria (e não só pela Ética), que muitas vezes não demostra pudores em faturar lascivamente em cima de seus produtos e explorá-los de maneira destrutiva até onde puderem – vide o caso de certas franquias que são estendidas artificialmente só pra alguns acionistas ganharem mais em cima delas. Outro exemplo claro é a própria Microsoft: vem há anos empurrando porcarias fajutas e caras, produtos mal acabados e em fase beta, fazendo do mundo inteiro o seu nicho de testes por anos até conseguirem aperfeiçoar seu sistema e fazê-lo para de dar pau na maioria das vezes. Mas vira-e-mexe, eles tornam a lançar mais porcarias experimentais a preço de ouro… e as pessoas continuam pagando. Eu pergunto: e isso, seria ético também? O que fazer, não usar? Esperar que lancem o produto certo com o preço acessível? Enfim, fica a cargo de cada um decidir o que fazer.

    Ah, e por mencionar música pirateada: hoje em dia, na maioria das festas que vou não encontro mais pessoas com aquela lista de MP3 baixadas por dias e noites a fio com PC ligado em seu quarto escuro usando Napster, Kazaa ou Emule… encontro é um monte de gente com tablets, smartphones ou notebooks conectados via alguma rede Wi-Fi próxima no Youtube, reproduzindo listas de músicas diretamente de lá. Tudo legalizado e de fácil acesso, sem precisar pagar 1 centavo pra isso.

    Portanto, quando se fala em pirataria, os argumentos que ela dá “bilhões de dólares em prejuízo” por ano é questionável, pelo simples fato de que: e se não fosse possível piratear, será que as pessoas entrariam num frenesi de compra ou será que apenas ignorariam os produtos? Será que algumas marcas não ficaram famosas JUSTAMENTE por conta da pirataria? Pegue os números de vendas atuais e compare com o de décadas atrás, fatorando o poder de compra da sociedade e a popularização da cultura de uma maneira geral e me diga se esse prejuízo é real ou é apenas uma cifra “virtual”, que só se concretizaria quando se considera todas as perdas geradas pelas pessoas de perfil “I DON’T CARE” desses produtos.

    PS: Desculpe o novo “Artigo” que escrevi, mas acredito que um debate mais alto nível desse assunto requer muito mais do argumentos triviais para se desenvolver. Seu blog no geral está muito bom e acompanho sempre.

    PS2: e finalmente, me dizer que o Ubuntu substituiria o Windows pra qualquer usuário doméstico, como um cara da TI que tem vários amigos e conhecidos que mal sabem clicar nos ícones da tela e que dá suporte de graça pra eles, pra mim foi como um chute no estômago. >.<"

    Até mais.

    • Eduardo Rocha

      “Mas quando você “rouba” uma música, filme, aplicativo ou jogo na internet, você não rouba mais do que padrões elétricos de sinais gerados e armazenados em algum meio magnético ou semelhante em outro lugar”
      -> Bem, onde moro existe um custo para armazenar, oferecer segurança, energia, pagar funcionários, coisas assim. Mas diga-me, onde você mora onde estas coisas são de graça

      • Leonardo Silva

        Eduardo, acho que você nem leu meu texto ou não entendeu pra postar esse tipo de comentário… eu citei os “custos” da informação versus os custos das demais coisas nos argumentos. Ademais, depois que vi que o próprio autor – que quis se colocar como santo quando escreveu que “prefere não usar meio ilícitos pra conseguir filmes, músicas, etc” também pirateia a rodo, perdi a vontade de debater. É muita hipocrisia que a gente vê por essa internet. té mais.

    • commenter

      Exatamente, não faz sentido propriedade sobre bens virtualmente infinitos como a informação.

    • Renan teixeira

      Isso que tinha que esta lá em cima como artigo.

  • http://www.facebook.com/UDany Daniel Andrade

    Ao invés de mimimizar de “vocês tem que pagar o que eu quero”, o futuro pras companhias são modelos como crowd funding, garanto que pelo menos metade do custo de um Assasssin’s Creed da vida poderia ser coberto com algo assim… O problema é que é mais fácil contratar um advogado do que pensar em como se adaptar.

  • Rodrigo Lopes
  • http://twitter.com/bcfurtado Bruno Furtado

    Recomendo a leitura do link a seguir para você que acha a pirataria é algo tão “banal”.
    http://www.neowin.net/news/editorial-how-piracy-changed-my-life

  • http://www.facebook.com/felipe.avatar Felipe Arruda

    Houve uma época que não me importava com isso. Ia nas fileiras da 25 de março escolher nas “toneladas” de stands.

    Hoje a coisa mudou. Principalmente de ler uma antiga matéria sobre o “Dossiê da Pirataria” na EGM http://www.heroi.com.br/338-artigos-EGM-

    Estou comprando jogos. Até os que não jogo mas quero “testar”, quando saem em promoção na App Store e no Steam.
    Outros, compro só porque melhor pagar agora do que nunca pagar, já que já joguei.
    Outros paguei e estou rejogando. Square e App STore que o diga.

    E falando em App Store. Nada é de graça. Os jogos da SquareEnix são caros. Mas você compra e acabou. Não existe “compra interna” como boa parte dos jogos abaixo de 3 dólares..

  • Julio Verner

    O Partido Pirata ta errado e o PT ta certo… É isso aí índios alfabetizados pela Globo!

  • Samuel Moreira

    Gostaria de fazer alguns comentários sobre o texto.

    1) A relação entre legalidade e moralidade é falsa. Ou seja, o que é ilegal não “É” imoral e vice-versa. Isso quer dizer que uma categoria não está atrelada à outra necessariamente. O nexo só pode ser circunstancial (o ilegal “PODE” ser imoral), mas não se deve misturar as categorias e dizer que tudo o que é ilegal é também imoral (veja estados totalitários, como o nazista). Conclusão: não podemos inferir a moralidade da legalidade.

    2) Emprestar ou comprar usado um jogo ou software? Oras, para as empresas essas práticas não diferem em nada da “pirataria”. O desenvolvedor não ganha nada com isso. Nos melhores casos, quem ganha é a loja que faz o intermédio, comprando e vendendo o jogo usado. Tanto isso é verdade que há rumores que nas próximas gerações de jogos incluirão dispositivos para coibir trocas e vendas de jogos usados.

    3) A digitalização de conteúdos, sua idependencia com a midia física (como a música) ou o aumento da disponibilização de produtos digitais foi, indubitavelmente consequencia da pirataria. Oras, se não fossem os Napters Audiogalaxys, Kazaas e Emules da vida, não haveria mercado para Itunes, Steam ou Origin. Podemos dizer que a pirataria foi a pedra de toque para criação de novas formas de negócio. Ou você acha mesmo que os executivos mexeriam suas bundas gordas (no que condiz com a ‘democratização de conteúdo’ via baixa de preço) se não fosse obrigados??

    4) Realmente roubar não é o mesmo que compartilhar e que não significa o mesmo que piratear. Ora, o termo “piratear” siginifica copiar algo sem a autorização do proprietário, sem a mesma qualidade (vide produtos Xing Ling) Além, a “pirataria” move assuntos, como a evasão de divisas, o descaminho (importação sem pagamento de impostos) e até mesmo contrabando. Ainda, a “pirataria” supõe que, ao fim, haja um pagamento por parte do cliente que adiquire o produto para seu uso, sustentando, assim, toda a cadeia. “Roubar” por sua vez é subtrair algo físico que está em propriedade ou posse de uma pessoa, sem sua autorização. O compartilhamento, neste caso, nada mais é que a disponibilização de um produto digitalizado e completamente destituido de elemento físico (diferindo do roubo), exatamente igual ao produto “original”, sem pagamento algum por parte do adiquirente (diferindo da pirataria).

    5) Gostaria de escrever muito mais sobre o assunto, mas acredito que o texto ficaria longo demais (e ninguém leria, por conseguinte). Só gostaira de deixar a minha visão pessoal: o que deveria ser discutido antes do “compartilhamento” de arquivo é o modelo de sociedade em que vivemos. Em uma sociedade fundada na informação, seria correto (falo aqui de moralidade e não legalidade) o impedimento do acesso a um produto cultural via cobrança de um valor estipulado (qualquer que seja)? Para mim a “pirataria”, como usada no texto é isso: uma resposta da sociedade para um modelo falido e imposto pelos detentores da informação.

    • Eduardo Rocha

      1) De fato, ilegal não é necessariamente imoral.

      2) A compra de usado LEGAL indica que houve sim remuneração ao produtor e, como é o dono de um produto legal, você pode sim vende-lo. A remuneração do produtor é na primeira venda e não nas demais cadeia de revenda. Isto tanto é verdade que quem vende de fato é um revendedor e não o produtor. Até porque isto seria só impossível para QUALQUER produto.

      3) Concordo que não fosse as distribuições ilegais não teriamos hoje alguns mercados. Mas não é porque temos uma geração de empregos no mercado de segurança privada que vamos bater palmas para o crime organizado não é?

      4) Como assim destituido do elemento físico?? O produto final existe tanto é que foi copiado.

      5) O modelo é falido? OK, que NINGUÉM consuma o produto e logo a indústria irá rever os preços e o modelo de negócio. Isto é uma questão de fato, e não de gosto. Ou logo vamos começar a roubar carros até que os preços caiam e não seja preciso mais roubar.

      • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

        O cara que comprou o original para disponibilizar na net também gastou, então tá liberado? Já que o cara que comprou o original vendeu depois.

        Em ambos os casos o desenvolvedor só ganhou uma vez.

        • Eduardo Rocha

          Você pode revender, desde que perca a tutela e o direito de uso dele. Mais ou menos como um livro físico.

          • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

            Não é o que diz na embalagem do produto..

          • Alvaro Carneiro

            Depende da licença de uso.

            Há empresas que nao permitem que você revenda a licença. Por exemplo, a Blizzard com o jogo World of Warcraft: nele você não pode vender a sua licença (conta) – a conta será sempre sua e fica em seu nome, intransferível. Se você vender a conta e passar os dados para outra pessoa estará infringindo a licença de uso – se a Blizzard confirmar que você fez isso a conta é cancelada (e isso acontece com certa frequência).

            O problema é saber se este tipo de licença vai contra as Leis do Brasil ou de outros países – teoricamente nos EUA não é proibido, visto que a Blizzard pratica isso nas contas americanas.

            A pergunta é: pode uma empresa determinar que você ao comprar um jogo ou filme não possa revender? O objetivo deste tipo de licença é impedir que o jogo/filme fique sendo revendido multiplas vezes, diminuindo assim as vendas do produtor.

      • Samuel Moreira

        1) Estamos de acordo.

        2) Em relação ao produto digital (musica, jogos ou qualquer tipo de propriedade intelectual) que “compra” nunca é o proprietário do bem “adiquirido”. Em qualquer destes itens você pode ler: “propriedade de xxx S.A.”. Com a aquisição do produto, você pode utilizá-lo, mas não de maneira econômica (não pode revender, alugar, transmitir via rádio, etc). Ou seja, você NÃO PODE vender o teu querido joguinho ou software de forma legal.

        3) Não entendo o paralelo feito. Até porque em qualquer paralelo que possa ser feito, alguém GANHA (falo em termos monetários) com a atividade citada. O que não acontece com o compartilhamento de arquivos. Quem disponibiliza nada recebe em troca.

        4) Qual o produto fisico de uma musica em MP3 vendida pelo ITUNES ou de um software vendido pela STEAM?

        5) Foi exatamente o que aconteceu. A diminuição de compra do produto a migração para o setor digital fez o mercado rever preços e modelo de negócio. Estamos tratando aqui de produtos culturais (no sentido estrito).

        • Eduardo Rocha

          2) A propriedade intelectual sim é da produtora. Mas o produto não. Quando revendido o usuário perde o direito de uso e o cede a outro. Não há duas cópias do mesmo produto. Se vendido um livro, o novo dono é que tem a posse dele.

          3) Como falei, não é porque houve novos mercados com a pirataria que devemos bater palmas para ela. Não é porque houve aumento da segurança privada que vamos bater palma para a violência que temos…

    • Vinicius Castro

      Um pouco mais sobre ilegalidade e imoralidade. A quantidade de pessoas que copia ou copiou em algum momento programas, músicas, jogos e filmes é muito alta (bem acima de 50% da população, sendo bem conservador). É moral existirem leis que criminalizam mais de 50% da população para tentar aumentar os lucros de menos de 1% da mesma população? Porque a população tem que se adaptar a vontade das grandes gravadoras e estúdios e não o contrário?

  • Eduardo Rocha

    Lendo os comentários cheguei a conclusão que vou roubar uma Ferrari

    1) É cara demais para meu salário. Como não posso pagar, não vejo motivos para não poder roubar (ou furtar, depende do dia);

    2) É um bom carro, mas sei (e até as pedras sabem) que o custo de produção é bem menor do que o preço de venda. Coisas como tempo de pesquisa, marketing, luxo, qualidade da produção, percepção de valor é coisa de capitalista;

    3) Como o preço não é determinado pelo vendedor e sim pelo comprador e o vendedor não vai aceitar o que posso pagar, levo de graça mesmo e deixo ele chupando os dedos para aprender;

    4) Sei que existe leis que me impedem de roubar. Mas como discordo delas, vou em frente afinal, sou livre.

    5) Pensando bem, acho até que posso fazer um favor à Ferrari, afinal, vou disseminar o produto dela e ainda arrumar mais clientes.

    6) Sem essa de dizer que carro é um bem e a empresa fica sem ele, diferente de um software. Coisa feia esta justificativa. Não é porque um carro eu posso tocar e o um software não que são diferentes. No fim o produtor ficou sem o lucro que julgava justo pelo trabalho INDEPENDENTE de conseguir tocar ou não.

    • http://www.vidadegamer.com.br/ Dori Prata

      Você esqueceu outra coisa. A Ferrari é uma empresa gigantesca e cheia de dinheiro, um carrinho a menos não lhes fará falta e nenhum de nós quer dar mais dinheiro para um conglomerado tão rico.

      • Eduardo Rocha

        Bem lembrado…

      • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

        Roubar é diferente de copiar (tem bastante coisa escrita aí em cima sobre isso).
        Eu sei que é fácil entender isso quando se quer. Mas só quando se quer.

        • Eduardo Rocha

          Primeiro você produz algo e depois você nos conta como se sente quando vê seu produto copiado e você sem nada pelo seu trabalho.

          • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

            Eu pensaria em como evitar isso de acontecer.

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            Ok.
            Já produzi muita coisa e tudo foi SL/CA.

        • http://www.vidadegamer.com.br/ Dori Prata

          Seja a pirataria roubo ou não, acho que é fácil entender o conceito de que uma pessoa mereça receber por seu trabalho, mas as vezes acho que isso só é compreensível quando se quer.

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            Verdade. Também acho que a pessoa deve receber pelo seu trabalho. Mas também acho que a pessoa deve ser adequar ao mercado (que é quem paga e quem determina o quanto vai ser pago pelo trabalho) e não esperar que o mundo resolva concordar com a opinião dela e lhe pagar o que ela quer.

            Pena que a discussão não é essa (poderia ser se o texto falasse sobre como ganhar dinheiro em um novo modelo de propriedade, mas não é sobre isso que o teto fala).

          • http://www.vidadegamer.com.br/ Dori Prata

            Concordo com você e penso que isso já esteja acontecendo, seja com promoções, jogos para celulares por US$ 1 ou através do modelo Free-to-Play.
            Enfim, a indústria como um todo está mudando, seja por causa da pirataria ou não.

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            Sim, de fato.

            Um dos pontos levantados aqui mesmo nessa discussão é que o mercado de SaaS é muito melhor do que vender licenças de um SW. Tanto o Steam quanto a Live, por exemplo, fazem isso. Vendem muito mais do que a licença do jogo, vendem um serviço (achviements, jogatina online etc) que é muito fácil e descomplicado e que funciona muito bem e por isso muita gente usa e paga o valor que eles determinam (e esse valor é determinado pelo mercado consumidor).

            E esse mesmo modelo de serviço está sendo exportado pra música com serviços como o Rdio e o Xbox Music, paga-se pelo serviço que funciona, pela facilidade de não precisar baixar músicas para ouví-las etc. E também foi exportado para filmes e séries (Hulu, Netflix).

            Duvido que em pouco tempo não teremos esse serviço exportado para livros também.

            Como você mesmo disse, a indústria mudou e está mudando. E esse mudança vem para se adequar ao mercado consumidor que, novamente, é quem determina como as coisas vão ser vendidas e quanto será cobrado por elas.

          • Alexandre Oliveira

            Se eu tenho um produto físico, ninguém me obriga a me adequar ao mercado. Posso cobrar 2 milhões por um carro numa boa, e só paga quem quiser. Se ninguém quiser pagar o valor imposto, ninguém vai usar o produto e ninguém pode copiar o produto. É obviamente uma opção do vendedor se adequar ao mercado ou não, os compradores não tem o direito de obrigar a Ferrari a cobrar preço de carro popular. A “punição” que o mercado vai exercer é vender menos unidades, algo que pode estar perfeitamente dentro da estratégia dela.

            Também posso cobrar o preço que eu quiser por um serviço (e note que um serviço pode ser completamente não físico e intangível). Tenho todo o direito de tratar o serviço como algo de luxo, cobrar muito por ele, e ter bem menos clientes do que poderia. Se pouca gente aceita pagar, vou ficar com bastante tempo livre, mas ninguém vai me acorrentar e me obrigar a trabalhar por menos. No máximo não vão contratar o serviço. Algo que, novamente, pode estar perfeitamente dentro da minha estratégia comercial.

            Por que pela lógica de vocês isso é completamente diferente para um produto digital, e é natural e aceitável copiar de graça algo cujo preço vocês não concordam, usando essa desculpa de obrigar o mercado a se regular? Porque nesse caso o cara não tem o mesmo direito de só entregar pra quem aceitar pagar o quanto ele quer, e se posicionar no mercado como bem entender, com a estratégia que quiser, por mais desvairada que que ela seja?

            O mercado se regula quando você não compra. Quando você usa mesmo sem ter comprado, você está é cometendo um crime, não está regulando o mercado.

            A questão de não haver perda pro vendedor é irrelevante. Sendo roubo ou não, é ilegal e imoral da mesma forma.

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            O início do seu texto bate em assuntos que já foram esgotados aqui.

            Sobre o final (último parágrafo) é que eu tenho algo a falar.
            Pirataria é ilegal, ninguém tem dúvidas disso.

            Mas não é necessariamente imoral. Você pode achar imoral, é o seu direito. Eu não acho, meu direito.

            Você não pode, em nenhuma hipótese, julgar a moralidade para os outros baseado no que você acha.

            Então, reforçando, sim é ilegal (contra a lei) mas não é errado e nem imoral.

          • Alexandre Oliveira

            Julgamos a moralidade e a ética alheias o tempo inteiro. Bem vindo ao mundo dos seres humanos.

            Se você não acha imoral se aproveitar do trabalho de alguém contra a vontade dele e sem dar a ele a compensação que ele espera e cobra, sinto muito, não há nada a dizer.

            Eu entendo o fato de muita gente praticar pirataria, mas fazê-lo achando que não é errado é totalmente fora da realidade.

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            Não, você não julga o que é de fato moral para os outros, você julga as suas atitudes morais ou não, é diferente.

            Como eu disse, você pode dizer que eu, por piratear, sou um cara que age errado, ponto. Não tem nada que eu possa fazer (exceto, talvez, tentar argumentar contigo que não é assim).

            Mas você não pode dizer que TODO MUNDO deve achar que isso é imoral, porque isso seria fazer juízo dentro da mente das outras pessoas. Isso não ocorre. Você só consegue ter a sua moral e a sua percepção do que é ou não imoral (o que é diferente, novamente, de o que é ilegal, ilegal é o que vai contra a lei, isso não tem discussão).

          • Alexandre Oliveira

            Não muda nada. Continuamos julgando a moralidade alheia, goste você ou não. Taxamos de psicopatas e/ou jogamos em hospícios aqueles cuja moral não se encaixa na aceita pela sociedade.

            E além disso, eu nunca disse que você não pode achar que está certo. Só lamentei você achar certo “se aproveitar do trabalho de alguém contra a vontade dele e sem dar a ele a compensação que ele espera e cobra”. Isso é fora da realidade.

            Continuo dizendo que é ilegal, imoral e errado. Apresentei argumentos para tal, e estou muito tranquilo com eles. Como você mesmo disse, você não pode fazer nada, além de argumentar, que é justamente o que você abdicou de fazer.

          • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

            Você julga os outros de acordo com o que você acha. Isso é bem longe de ser certo ou errado para os outros, é certo ou errado pra você. Muda tudo, afinal na primeira afirmação você tem a capacidade de decidir o que é moral (e ponto) e na segunda você tem a capacidade de decidir o que é moral em termos (de acordo com a sua experiência e a sua moral) nada mais do que isso. São coisas bem diferentes.

            Segundo, fora da realidade não é, tanto que existem milhares de pessoas com esse mesmo pensamento e um movimento bem intenso (pirate party) com propostas reais (e não achismos baseados em conservadorismo) e saídas para o impasse da propriedade intelectual e da cópia de arquivos. Fora da realidade é pensar o seu negócio como se ele estivesse inserido na realidade do século XIX ou início do século XX. Tudo mudou hoje, inclusive a maneira como consumimos.

            Pode continuar dizendo o que você quiser, é seu direito, mas isso não implica, necessariamente, que você está certo e que essa é a única verdade que temos.

            E, finalizando, desculpe mas você não argumentou. Apresentou várias verdades soltas e criou uma correlação inexistente entre elas (primeiro comentário seu aqui nesse thread) e depois patinou em conceitos mal formados sobre ética e moral.

            Minha argumentação está presente em todos os comentários que eu fiz aqui, não vou repetí-las, qualquer ponto além do que eu disse aqui eu irei responder e falar, mas não vou me repetir.

      • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

        Entra na questão do valor agregado.
        A Ferrari gasta bastante em pesquisa de tecnologia, principalmente motores e sensores. É tecnologia desenvolvida em casa. Isso é um investimento caro, só que além disso os carros são montados a mão, artesanalmente, e totalmente personalizados ao gosto do freguês isso é feito em apenas uma única fábrica no mundo. A filha de espera para ter seu carro fabricado do zero seguindo suas preferências é de vários meses.
        Somado ao valor marca temos o alto preço cobrado.

        • http://www.vidadegamer.com.br/ Dori Prata

          Nota: Eu fui sarcástico, dando continuidade ao comentário (também sarcástico) do Eduardo Rocha.

    • Foto Grafia

      mas vc vai roubar a ferrari e contar pra todo mundo que é roubada, ou vai apenas apontar o dedo para os outros e dizer que os outros roubam e vc não, que vc faz certo e os outros errado?

    • http://twitter.com/Fazitos Luis

      Quanta abobrinha, amigo se desse para “baixar” um Ferrari pela internet (vem logo futuro) se já tava com a sua na garagem.

    • marcelokohl

      Copiar uns bytes é bem diferente de roubar um objeto. Quando se baixa um filme não deixa a produtora mais pobre.

    • Zilardo

      Se fosse possível copiar um carro como se copia um arquivo e difícil detectar quem copiou, não tenha dúvidas que teria muita gente andando de Ferrari ou, no meu caso, de Pontiac Firebird Trans AM Preto. Mas não é possível. Ainda.

    • Nei

      Se quer uma ferrari vá a fábrica, aprenda a construir uma e faça uma copia idêntica. Isso é piratear! Não roube uma

  • http://www.facebook.com/brunoliberato Bruno Liberato

    Mano, você fuma crack?

    MeioBit está contratando: Bêbados/Drogados, mestres em matérias sem sentido/hipócritas!

  • http://www.facebook.com/yamandu.costa Carlos José Da Costa

    Até concordo com o texto mas há uma pequena falácia.
    Nâo é só porque é ilegal que é errado.
    Assim como não é porque é legal que é certo.
    Fumar maconha não é mais errado do que beber pinga, mas é ilegal.
    Para a maioria das pessoas matar é errado, mas em alguns lugares isso é punido com a morte, de forma legal.

    O correto seria dizer “…tenha consciência de que é ilegal (no Brasil)…”.

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100002159139900 Victor Hugo Bueno

    Marcel Dias: O Hipócrita do Ano. parabéns champz!! você jamais esperava que alguém conhecesse seus links de compartilhamento em torrent, que vejam só, é pirataria!! Você é o retrato do Brasileiro, que quer ser politicamente correto mas no íntimo faz o que bem entender e foda-se o sistema. Você poderia dormir sem essa.

    • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

      Só não concordo com a parte do Brasileiro, já que hiprocrisia de longe não é uma exclusividade nossa.

  • http://twitter.com/andylmc Andy

    :P

  • http://twitter.com/CarlosSpankWire Carlos SW

    e qdo o conteudo é restrito somente para uma região. por exemplo, album do teu artista preferido no itunes só pode ser comprado se tu mora na europa??

    o problema da pirataria nem é tanto a questao de não querer pagar, e sim pela falta de disponibilidade.. quantos ai nao baixam seriado só pq não passa no seu país de origem?

  • http://www.facebook.com/renanlimac Renan Carvalho

    texto muito bonito em um mundo ideal, mas temos que levar algo em consideração aqui:

    se você quer ver algo que não vai passar no Brasil tão cedo e que mesmo no dia que passar você não terá meios de usufruir de tal coisa (pois não tem dinheiro) então qual o problema em piratear ?

    Você não estará gerando prejuízo nenhum as empresas pois simplesmente não iria comprar o produto por não ter dinheiro !! Inclusive é por isso que não tem como concordar com os supostos bilhões que as industrias perdem por simplesmente presumirem que quem pirateia iria comprar se não pudesse piratear.

    Eu vejo muitas séries de tv muito antes delas terem passado no Brasil, agora imagina se eu tivesse que depender de uma tv por assinatura, pagar e ainda ter que ficar esperando em casa para ver no horário que eles desejarem passar o programa?

    Tenho a GVT Max com todos os canais, tenho acesso a todas as séries que já baixava por torrent e no entanto continuo baixando os torrents pois a qualidade das legendas feitas na internet são absurdamente melhores que as das emissoras além de que não há comercial (o que já é um absurdo pois estou pagando e caro para ver o canal) e posso assistir na hora que quiser (no meu caso também poderia na tv pois possuo o gravador mas isso não se aplica a maioria) então mesmo tendo dinheiro e gastando do jeito “certo” para ver um conteúdo eu ainda prefiro o meio “errado” pois ele é simplesmente melhor !!

    Quando houver uma opção em que eu possa ver séries sem propagandas e com legendas decentes por um preço acessível me avise pois estou disposto a pagar!

    E não me venha falar do netflix pois lá quase não tem séries atuais com exceção de Breaking Bad e que provavelmente não tem a ultima temporada e muito menos lança no mesmo dia que nos EUA…

    Então quando vier cheio de hipocrisia (se for verdade o que estão falando sobre torrents que você mesmo baixou !!) falando que algo é crime ou errado faça o que diz certos ditados os quais não darei os devidos créditos pois não sei de quem são:
    Não julgueis para não serdes julgados;
    Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra;
    Quando você aponta o dedo para alguém, lembre-se que tem 3 apontados para você;
    Antes de apontar o dedo, verifique se sua mão está limpa.

    Alias de acordo com as leis brasileiras NÃO É CRIME baixar conteúdo para consumo próprio crime é baixa-lo e ganhar dinheiro em cima disso, inclusive esse é o mesmo pensamento que aplicam sobre as drogas mas isso já é um outro debate…

    • Fábio Costa

      Já existem várias opções para assistir os filmes e séries que supostamente demoram a chegar no Brasil. Vamos ver quanto tempo vai durar seu argumento.

      • Alberto J. Azevedo

        Quais?

  • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

    “Mas isso não é nem de longe uma justificativa válida para dar uma de Robin Wood e tomar dos ricos para dar aos pobres. Se os jogos são caros demais pra você (como são pra mim), simplesmente NÃO COMPRE”

    Mas, peraí. Se eu não vou comprar mesmo que prejuízo o cara vai ter se eu piratear? Já que em ambos os casos ele não vai ganhar o meu dinheiro.

    Graças a pirataria o WIndows 8 custa menos da metade do Windows 7.

  • http://www.facebook.com/ronin.die Rei Die

    Sou pirata, solitário, sem mais nada

    Sem bandeira, sem espada, no mar pra viver

    Sangue e vinho derramados no convés

    Sons de gaitas, violões e pés

    Quando de repente surgem dez canhões

    Era o Barba Negra com a sua turma e suas canções

    Era o Barba Negra com a sua turma e suas canções

  • Sadrake

    É o tal “jeitinho Brasileiro” … Faço algo que sei que está errado, mas está tudo certo!

    Não que eu apoie a questão de “software é muito caro, a empresa é grande
    e blá blá”, até porque alguém vai pagar por isso, a questão neste contexto é
    como eu me sinto nesta situação.

    Agora, o cara ter a “coragem” de adquirir ilicitamente (como mesmo citou
    no texto) o material digital da “Galinha Pintadinha”? Pô, o cara não tem R$
    20,00 pra contribuir com o trabalho dos caras? O valor é justo e isso ajuda uma
    empresa nacional a continuar com seu trabalho.

    Sou pai e teria vergonha de chegar em casa com um DVD pirata destes, explicando pra minha filha porque ela ganhou um DVD branco, escrito galinha pintadinha com canetão azul e fazendo acreditar que sim, este é o mesmo DVD que aparece na propaganda com encartes, capa bonitinha e talz ….

    Bláhhhhh… vou ao banheiro depois ler este texto do Marcel!

  • http://twitter.com/arturluizbr Artur Luiz

    Não acho que o produto pirata seja errado, vejo como uma oportunidade para as produtoras inovarem em segurança (para evitar pirateamento) e novos modelos de mercado.

    Afinal a tecnologia é isso, existe um problema e as mentes brilhantes que se fuuuuu pra resolvê-lo, assim surgiram tudo que temos hoje.

    Se formos parar para pensar, uma pessoa comum não vai se dar ao trabalho de piratear caso exista uma forma simples de adquirir o produto original, sem falar da questão “o meu é original” status.

    Tudo leva uma pessoa comum a adquirir o produto original, mas a forma que ele é oferecido ainda não atende todas as necessidades. O Google Play sanou parte do problema oferecendo compras 1-click, mas isso ainda está longe de sanar de vez o problema geral.

    Concluindo, acho que as pessoas que pirateiam devem sim achar que é uma atitude errada, mas em vez de ficar por isso mesmo, se gostou do produto vai no twitter da produtora e se junta com outros piratas pra exigir descontos maiores. Barulho no twitter sempre resolve. =D

    • http://www.facebook.com/mareaturbo Ednei Monteiro

      Então sob essa visão. Assaltarem a sua casa é uma oportunidade para você melhorar a segurança da mesma.

      • http://twitter.com/arturluizbr Artur Luiz

        Exato. Se ninguém assaltasse nada, não seria necessário segurança.

  • http://www.facebook.com/danilorossetto Danilo Rossetto

    quem quiser uma opinião menos hipócrita e mais realista sobre o assunto…

  • Foto Grafia

    isso me lembrou uma cena do filme carandiru (comprado no camelô) onde um preso cantava enquanto preparavam a comida, “se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão, se gritar pega ladrão, não fica um…”

  • http://twitter.com/DaniloMiranda Danilo Miranda

    Li o artigo, que achei excelente por sinal, e senti vontade de comentar.
    Então li os comentários e perdi totalmente o interesse de postar algo.

    Enfim, cá estou escrevendo algumas palávras hipócritas com uma pitada de crítica, pois é isso que a internet nos propicia, coragem para falarmos o que quisermos em qualquer lugar. Não importa se é certo, errado, se ofenderei alguém, ou serei ofendido. Dane-se! A vida continua fora da internet.

    Sou uma pessoa que valoriza o trabalho dos profissionais que desenvolvem conteúdo digital, mas ainda assim utilizo o piratebay.

    Hipocrisia?
    Talvez…

    E antes que perguntem… não! Não tenho argumento para justificar esta minha atitude.
    Mas lhes digo que hoje meu OS é original, 90% dos jogos instalados em meu PC foram comprados no Steam ou Origin e estou prestes a legalizar a suite Office.

    E por que eu não fiz isso no passado? Bem, as coisas eram caras, me recusava a pagar preços abusivos por algo que eu “quase” não uso, era difícil ter um cartão internacional, preferia gastar meu dinheiro com cachaça, não tinha como parcelar a compra em 10x…
    Acho que todo mundo aqui conhece essas e outras desculpas.

    Hoje compramos um Windows a R$269,00 que lhe garantirá integridade no seu sistema, ele estará sempre atualizado, não deixará de funcionar a cada 6 meses e se der tela azul á culpa é toda da MS. Também compramos jogos a preço de uma caixa de bombom. E olha que o prazer que a caixa de bombom te proporciona é muito mais curto do que qualquer jogo de computador.

    A questão é que, como citado no texto, as pessoas não são punidas por estes atos e o bom senso não é o suficiente para convencer a população mundial de que este ato é ilegal.

    Mas tentarei ser um pouco menos hipócrita e comentar sobre o outro lado da moeda.

    Não sou totalmente contra a pirataria. Comparo a pirataria com as revoluções que a humanidade teve durante todos estes anos. Se hoje temos preços mais brandos para alguns produtos, parte disso se deve à pirataria.

    Entendam: Quando digo pirataria, me refiro ao ato de compartilhar arquivos sem a intenção de lucrar com isso. Ou seja, não se enquadra nesta categoria aqueles camelôs de feira que vendem CDs e DVDs piratas. Isso sim sou totalmente contra!

    Se não fosse a pirataria, muitos músicos ainda estariam no anonimato, muitos desenvolvedores de jogos indie não teriam tido suas oportunidades, muitos iPhones não seriam vendidos, muitas séries não se tornariam populares. Enfim, não que seja certo, mas também não é de todo o mal.

    Na minha opinião, acho que cada um tem que saber o seu limite, saber até onde pode e necessita piratear algo. E o mais importante de tudo, lembrar que se você não recebesse seu merecido salário no final do mês, não teria como pagar seu provedor de internet para usufruir dos produtos desenvolvidos por outros trabalhadores como você.

  • roserio

    So para comentar comprei o jogo Star craft 2 , joguei com um trainer off line e fui banido o jogo foi inutilizado foi 108,00 reais para o lixo mandei vários e-mail e nem deram ouvido , e fiquei mais frustado ainda pois ao invés de bloquearem somente o jogo on-line bloquearam tudo até o jogo off-line. Comprei o win 8 pro instalei e não roda os jogo que rodavam no win 7 , mandei varios e-mail para o microsoft , só recebi respostas furtivas e para eu fazer o downgrade querem me cobrar 32,00$ , us. Tudo para não piratear , já estou me convencendo que comprar não vale apena.

    • Luiz Felipe

      Voce quebrou o contrato ao usar trainer, eles tem todo o direito de banir completamente, voce assinou ao clicar no “i agree”. Faz sentido o suporte evadir, eles não vão gastar mais dinheiro com quem foi banido.
      Se foi fazer isso com o jogo, porque não usou uma key pirata em outra copia do jogo em outra conta do windows.
      Não pirateou, mas cometeu trapaça e ainda por cima conclui que comprar não vale a pena ao inves de concluir que trapacear não vale a pena. Teve o que mereceu.
      Por isso que brasileiro tem má fama em jogos.

      • ALberto Bellini

        olha em primeiro lugar treiner não é considerado xiter pois vc usa off line , tenho vários jogos e uso as vezes treine para passar alguma fase difícil , xiter e um programa para burlar os jogos on-line ai sim concordo com vc pois vc esta sendo desonesto com outros jogadores atrapalhando quem quer jogar. Vc comprou o jogo ele e seu, para mim a trapaça esta na empresa que inutilizou meu jogo, se vc sabe ler eu falei no poste que até concorde em banir , mais inutilizar o jogo e outra coisa, a steam bane vc mas vc continua com o jogo ativo so não joga on-line , mas mesmo assim acho tudo isso uma tremenda exploração , porque eles não avisam , não alertam antes de banir. Há e quantas vezes vc leu as condiçoes do jogo???

  • roserio

    So para comentar comprei o jogo Star craft 2 , joguei com um trainer off line e fui banido o jogo foi inutilizado foi 108,00 reais para o lixo mandei vários e-mail e nem deram ouvido , e fiquei mais frustado ainda pois ao invés de bloquearem somente o jogo on-line bloquearam tudo até o jogo off-line. Comprei o win 8 pro instalei e não roda os jogo que rodavam no win 7 , mandei varios e-mail para o microsoft , só recebi respostas furtivas e para eu fazer o downgrade querem me cobrar 32,00$ , us. Tudo para não piratear , já estou me convencendo que comprar não vale apena.

    • http://twitter.com/DaniloMiranda Danilo Miranda

      Cara, me desculpe, mas o problema é contigo!

      Jogo Starcraft 2, Diablo 3 e jogava World of Warcraft e posso garantir que sempre fui muito bem atendido pela Blizzard em todos os momentos que precisei acionar o suporte.

      Também fiz o upgrade para o Windows 8 e todos os jogos que tinha instalado no meu PC rodam normalmente, sem qualquer tipo de problema.

  • marcos.petropolis

    Cara eu até ia corroborar com o teu ponto de vista , mas depois dessa “PTralhada” sinceramente não dá…

  • GarotoDoPenisRobusto

    Sir Marcel, dei uma lida por cima e não li todos os comentários. Mas li um que você diz que nunca negou q pirateia e coisa e tal.. mas no texto você diz o seguinte:

    “Algo que aprendi: se eu não tenho dinheiro pra adquirir um bem, eu simplesmente não compro. No caso de material digital, há meios ilícitos de conseguir, mas eu prefiro não utilizá-los. ”

    Então minha pergunta é: wtf?!?!

    Acho que entendi: Se não tem dinheiro pra adquirir não compra, baixa no torrent. yay o/

    Resumo o texto e o autor eh uma palavra: patético.. uahua

  • arnoanderson

    Ei Marcel, se continuar falando que piratear é errado vai ter poucos seeds nos teus torrents!

    • http://twitter.com/Fazitos Luis

      Ele não incentiva a pirataria: “Apenas não incentivo e me incomodo com o fato de que quem o faz não vê erro algum numa atitude” Oops.

  • Rodrigo Fante

    Eu acho que só a escolha de palavras foi errada pelo autor, usou piratear é errado, quando deveria dizer, piratear é ilegal.

    É como fumar maconha, é errado ou ilegal? É ilegal, certo ou errado, vai depender de quem analisa.

    Em tempo, não fumo maconha, mas sou a favor da legalização, mas discordo de quem fuma hoje sabendo que é ilegal, que lutem para lei mudar.

    Assim também penso sobre piratear, se não tenho dinheiro para comprar algo, eu não baixo, e se baixo em torrents, é porque já tenho a cópia física e quero assistir de alguma forma específica que a mídia que comprei não permite por limitações tecnológicas.

    Mas, e aí tem um grande porém, quando busco um conteúdo que não é vendido no Brasil, como proceder? aguardar décadas até descobrirem nossa terra de bananas? Aí eu baixo sem dó e o dia que chegar aqui, comprarei sem dúvida alguma, afinal, o trabalho alheio merece ser reconhecido e pago por isso.

    • http://meiobit.com/author/max_laguna Emanuel Laguna

      DRM regional é o que justifica a maior parte do conteúdo “gratuito” que baixo nos torrents da vida: muito animê não chega aqui no Brasil, muito seriado também não.

      • Rodrigo Fante

        E muitos não tem como comprar de fora do país de origem, é o tal do caso do cliente jogando dinheiro na cara da produtora e a mesma não querendo vender.

  • http://www.facebook.com/people/Cristiano-Quintela/100000625508750 Cristiano Quintela

    Toda essa discussão é sobre pirataria de software, quero ver quando as impressoras 3D evoluírem mais ainda e ficarem acessíveis…

  • Tejobr

    Enxergo as duas facetas.

    Tenho plena certeza de que não seria programador nem administrador de redes se na época que comecei não tivesse copiado softwares. Mas nunca me senti “Correto”.

    O que vou dizer abaixo diversas pessoas já disseram nesse tópico. Resolvi postar também mais pelo segundo parágrafo, por ser um elemento pessoal.

    Hoje não tenho mais a necessidade. As cópias do Windows OEM são extremamente baratas, existem versões express para tudo etc.

    Os jogos, compro na STEAM (culpa do Dori), e no XBox compro as versões digitais na live americana. Não copio jogos há décadas. Não me sinto mais a vontade, não tenho saco e não quero vírus.

    Acho que o panorama mudou muito. Pode ser que a queda dos preços e as versões free e express tenham surgido por causa da pirataria, ou da mudança de mentalidade das produtoras.

    Bom texto o do Slonik. Mas a fonte do site é horrível! rs

  • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

    O maior problema da pirataria é quando você deixa de pagar por algo que pode pagar e está acessível e prefere piratear. Mas muita gente baixa coisa que não está acessível de outra forma (não está presente no mercado nacional, não tem formas de pagamento válidas, não tem oferta de entrega local…), muito pela curiosidade.
    Quantos não tem centenas de filmes no HD e só assistiu um punhado deles?

    Entrando na questão específica do software, muita gente baixa para experimentar. Tinha gente que antigamente comprava de tudo, mas com tando lixo genérico que era lançado cansou de se arrepender dos jogos mal feitos e bugados e agora só pega obras seletas. Eu por exemplo de vez em quando dou uma olhada nos índies e quando gosto do jogo se possível eu dou uma força. Pirataria beneficiou muito eles por dar visibilidade.

    Deixar de comprar é sim errado, claro, só que o que alguns não entendem é que a pirataria se tornou m cana de acesso direto com o consumidor que pode ser usado em favor de produtoras. Isso desmorona a infalibilidade desse argumento de que além de errado não faz nenhum bem. Ou já esqueceram da Mojang? Ela se tornou um caso de estudo, por massificar esse fenômeno. Jogo lançado gratuitamente no seu período de testes, com a pirataria incentivada e o pedido de se você achasse que valesse a pena que comprasse o jogo quando ele estivesse pronto. A Mojang é apenas um caso, isso acontece muito com as outras. Isso vem de antes do crownfunding.

    A verdade é que essa internet de hoje mudou o mercado, como ele funciona, e é preciso ter uma mudança de pensamento e adaptação.

  • Paçoca

    Tenho uma Lan-House e todas as minhas versões do Windows são “piratas”, além do software de gerenciamento de horas. Pago aluguel da loja e de minha casa, duas contas de luz, de água e telefone. Como poderia tê-la aberto comprando todas estas licenças? Sou uma pessoa que vem de família muito pobre, sem praticamente nenhum incentivo, alem do familiar, e só de estrutura gastaria mais de 10.000 que não tinha. Se isso for “roubar” também então ao invés de trabalhar seria melhor ir roubar um banco! – Então não me venha com xurumelas, seus hipócritas. Se você pode pagar, pague, se não, deixe o mais pobre ter pelo menos uma vez, o gostinho de mexer num iphone, de escutar uma banda que nunca tinha achado o cd antes, ou até de por comida na boca de sua família!

    • Rodrigo Fante

      Ou seja, você ganha dinheiro, usando trabalho alheio, sem pagar por isso e ainda acha justo, nem preciso falar nada.

  • http://twitter.com/pekayatt Pedro Kayatt

    E no caso de um conteúdo que não está disponibilizado para você!?

    É muito comum eu baixar o torrent de filme uns 3 meses antes de sair o DVD na locadora aqui perto de casa, antes eu não conseguia encontrar o filme Altas: The Shrugged nem a pau, peguei ele em torrent e agora a pouco também disponibilizou no netflix.

    E ai eu só pirateio se eu quiser assistir o filme?

    Ahhh e é totalmente inválido esse ponto de ROUBAR… para roubar você deve tirar algo de alguém, você não tira nem se apropria de algo assim “digital”, são cópias e cópias só aumentam o valor para a sociedade.

    Se eu fizer uma cadeira, com minhas próprias mãos e madeiras, eu vou estar roubando a cadeira que eu posso ter “copiado”?

  • Daniel Pereira

    Vi que muitos não consideram pirataria roubo, o que podemos até dizer que é certo, porém não faz dela um crime de menor gravidade. Quando alguém pirateia algo, está consumindo o produto sem gerar lucro a ninguém. Isso é extremamente prejudicial ao mercado econômico. Para exemplificar meu ponto de vista montei uma estória, segue abaixo:

    Eu quero um celular top de linha, um iPhone, digamos. Ele custa 1900 reais, valor que eu não quero pagar por ele. Eu tenho contatos com fornecedores e descubro que a loja que revende ele paga 1500, valor que eu acho muito mais interessante. Eu tenho certeza absoluta que nunca pagarei 1900 reais no iPhone, mas 1500 é um valor que acho justo pagar.

    O que eu faço para resolver isso? De noite, eu entro na loja, pego um iPhone da prateleira e saio da loja. Roubei o celular? Não, faltou um detalhe importante: eu coloquei 1500 reais no caixa da loja. Ou seja, eu saí com o meu iPhone, mas a loja não saiu no prejuízo, afinal é só comprar um novo iPhone e tudo está resolvido. Não houve lucro, mas não houve perda.

    Eu não consigo ver alguém que defende a pirataria ir contra essa história. A pirataria tira lucro de todo mundo, o exemplo acima tira lucro só da revendedora (a Apple ganhou seu lucro normalmente, pois foi pago 1500 reais no aparelho, valor que ela cobra das revendedoras).

    Eu acho que fazer um negócio desses é errado, bastante errado. Como eu nunca vi ninguém fazer isso, nem muito menos li uma notícia de alguém fazendo isso, eu imagino que as demais pessoas também.

    Vocês, quem acha pirataria algo normal, fariam isso?

    • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

      Exceto se você tiver uma máquina que consiga replicar iPhones, o seu exemplo não tem nenhuma correlação com a defesa da pirataria ser cópia e não roubo. Ainda assim o seu exemplo estaria errado pois é diferente copiar um arquivo digital de algo físico, mas, ao menos imaginando tal máquina (quem saber uma impressa 3D) ficamos mais próximos da correlação certa.

      Você pegou um conceito (o que lhe foi mais fácil) para criar uma historinha que serviu como base para a argumentação. O seu ponto é verdadeiro e dentro do conceito que você escolheu usar (deixando todos os outros de fora) você consegue mesmo chegar nessa conclusão, porém, ela é errada. É o típico caso onde uma argumentação se baseai em pontos verdadeiros para tirar uma conclusão que se não é falsa, tampouco tem correlação com o ponto central.

      Ou seja, se você copiasse o seu iPhone de maneira idêntica, ainda assim seria diferente de copiar uma arquivo digital, mas ao menos estaria mais próximo do cerne da discussão aqui.

      • Daniel Pereira

        “Exceto se você tiver uma máquina que consiga replicar iPhones, o seu exemplo não tem nenhuma correlação com a defesa da pirataria ser cópia e não roubo”

        Você leu o texto todo ou só a primeira linha? Estou falando sobre lucro, não foquei no fato de pirataria ser roubo ou não. Olha aí a frase chave:

        “Quando alguém pirateia algo, está consumindo o produto sem gerar lucro a ninguém”

        O pessoal da pirataria acha que isso não é problema, sempre dizendo que não iriam consumir o produto pelo preço cobrado. Se tirar lucro da uma empresa através da pirataria é normal, também deveria ser normal tirar lucro de uma empresa através de outras formas.

        Repetindo: o que um cara a favor da pirataria defende é que não tem nada de errado em tirar lucro de uma empresa. O nome disso pode não ser roubo propriamente dito, mas é muito similar em gravidade. Mas sabe por que soa tão absurdo invadir a loja, pegar o iPhone e deixar o valor que a loja pagou pra fornecedora? Por que quem fizer isso vai preso, ao contrário de baixar algo pirata. Aí quando o ** da pessoa está na reta, ela passa a ser ética, do contrário ela age de maneira criminosa.

        Eu particularmente duvido que alguém ache que pirataria é certo. O pessoal sabe que tá cometendo um crime, só não quer admitir que é criminoso e aí tenta dizer que pirataria é algo normal. Pirataria é algo que destruiria a propriedade intelectual se fosse adotada por todos. Só esse fato já explica a gravidade dela.

        • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

          Pensamento errado, novamente (e creio que você não leu NADA do que foi escrito aqui e nos outros tópicos, porque você se repete em argumentos que já foram batidos e rebatidos).

          No caso da propriedade intelectual isso não ocorre porque o custo de livro é ínfimo em relação ao que se cobra por essa dita propriedade intelectual, então quando eu pirateio (e sim, eu acho certo, mas acho que nessa discussão aqui não cabe fazer nenhum tipo de valoração moral) eu apenas estou “subtraindo” o lucro presumido do autor. O lucro que o autor GOSTARIA de receber por aquilo, sem nenhum tipo de determinação mercadológica, é puro e simples desejo. Eu não vou pagar pelo desejo do autor se esse desejo estiver fora da realidade. O mercado regula isso muito bem. Como? Pirataria. Pirataria é livre mercado agindo em um campo onde as leis de mercado são distorcidas em prol de poucas pessoas que detém os meios de produção e distribuição. As editoras (e toda a cadeia produtiva desses produtos) precisa lidar com uma nova visão de mercado e se adequar e não demonizá-lo.

          Propriedade intelectual é algo que muitos intelectuais defendem que não existe (não existe autoria). É um conceito muito recente na sociedade humana. Até bem pouco tempo atrás a cópia era algo normal e inclusive pessoas eram pagas para copiar as obras (veja a palestra do professor da UFMG, Tulio Vianna, no fórum social mundial, que ele explica isso muito bem). Ou seja, não a pirataria (cópia) não vai terminar com a propriedade intelectual (considerando que ela exista) e não é algo que seja “grave” para a sociedade.

          • Guest

            Cara, estude o básico da economia, sério mesmo. Pega aí na biblioteca da sua cidade, leia os dois primeiros capítulos e depois releia o seu segundo parágrafo. Aproveita e aprende a interpretar texto também. Não quero ofender, mas puts, o que eu falei nos últimos dois posts, até repetindo o conceito pra ver se tu entendia? Vai lá e relê. Aí o que tu me solta?

            “eu apenas estou “subtraindo” o lucro presumido do autor”

            Apenas? Tu vive em um país comunista? Sem lucro nós estamos todos na merda. Tu trabalha? O ano em que a empresa que tu trabalha não lucrar tu vai entender que não existe nenhum “apenas” em tirar o lucro de alguém e espero que nos meses que tu estiver recebendo seguro desemprego dê pra refletir sobre isso.

            “Eu não vou pagar pelo desejo do autor se esse desejo estiver fora da realidade”

            Perfeito, cara, é assim que a economia funciona. Depois que tu ler os dois primeiros capítulos do livro básico de economia isso vai ficar mais claro ainda. Se ele está cobrando caro demais vai precisar baixar o preço pra atingir suas expectativas, é assim que acontece desde sempre. A diferença aqui é que tu acha que vai regular isso através da pirataria e tá certo em fazer isso. É o mesmo que eu achar que vou regular o preço de um produto roubando ele, ao invés de deixar de comprar.

            “Pirataria não é roubo!”

            Concordo, mas é o equivalente ao roubo para propriedade intelectual. Tu mesmo disse que propriedade intelectual é diferente dos produtos que estão acostumados a consumir. Não existe roubo na propriedade intelectual, existe o similar, conhecido por pirataria. Uma cidade onde todo mundo rouba nunca irá progredir, pelo contrário, irá afundar. O mesmo fenômeno ocorre com a pirataria: uma área onde todo mundo pirateia vai deixar de produzir conteúdo novo.

            Repetindo o conceito de outra maneira: Roubo e pirataria não são auto sustentáveis. Eles precisam de alguém consumindo produtos para conseguirem continuarem existindo. Se todo mundo decidir que vai virar bandido ou se todo mundo decidir que vai piratear vai acontecer um colapso na economia. Tu concorda com isso? Não é difícil ver isso, certo? Eles são como vírus sociais: sem um hospedeiro, o roubo e a pirataria não conseguem existir por conta própria.

            Mas deixa pra lá, tu vai postar dizendo que eu não li nada de novo e vai responder que tu “só” está tirando o lucro dos caras, que isso não é nada demais. Parei por aqui.

          • Daniel Pereira

            Daniel Pereira Paulo Guilherme Pilotti Duarte • segundos atrás

            Cara, estude o básico da economia, sério mesmo. Pega aí na biblioteca da sua cidade, leia os dois primeiros capítulos e depois releia o seu segundo parágrafo. Aproveita e aprende a interpretar texto também. Não quero ofender, mas puts, o que eu falei nos últimos dois posts, até repetindo o conceito pra ver se tu entendia? Vai lá e relê. Aí o que tu me solta?

            “eu apenas estou “subtraindo” o lucro presumido do autor”

            Apenas? Tu vive em um país comunista? Sem lucro nós estamos todos na merda. Tu trabalha? O ano em que a empresa que tu trabalha não lucrar tu vai entender que não existe nenhum “apenas” em tirar o lucro de alguém e espero que nos meses que tu estiver recebendo seguro desemprego dê pra refletir sobre isso.

            “Eu não vou pagar pelo desejo do autor se esse desejo estiver fora da realidade”

            Perfeito, cara, é assim que a economia funciona. Depois que tu ler os dois primeiros capítulos do livro básico de economia isso vai ficar mais claro ainda. Se ele está cobrando caro demais vai precisar baixar o preço pra atingir suas expectativas, é assim que acontece desde sempre. A diferença aqui é que tu acha que vai regular isso através da pirataria e tá certo em fazer isso. É o mesmo que eu achar que vou regular o preço de um produto roubando ele, ao invés de deixar de comprar.

            “Pirataria não é roubo!”

            Concordo, mas é o equivalente ao roubo para propriedade intelectual. Tu mesmo disse que propriedade intelectual é diferente dos produtos que estão acostumados a consumir. Não existe roubo na propriedade intelectual, existe o similar, conhecido por pirataria. Uma cidade onde todo mundo rouba nunca irá progredir, pelo contrário, irá afundar. O mesmo fenômeno ocorre com a pirataria: uma área onde todo mundo pirateia vai deixar de produzir conteúdo novo.

            Repetindo o conceito de outra maneira: Roubo e pirataria não são auto sustentáveis. Eles precisam de alguém consumindo produtos para conseguirem continuarem existindo. Se todo mundo decidir que vai virar bandido ou se todo mundo decidir que vai piratear vai acontecer um colapso na economia. Tu concorda com isso? Não é difícil ver isso, certo? Eles são como vírus sociais: sem um hospedeiro, o roubo e a pirataria não conseguem existir por conta própria.

            Mas deixa pra lá, tu vai postar dizendo que eu não li nada de novo e vai responder que tu “só” está tirando o lucro dos caras, que isso não é nada demais. Parei por aqui.

  • Fernando

    O autor diz como se nunca usou a pirataria né? Sei que ele está se fazendo de bom moço, afinal o site é serio, e tem que mostrar o que é o certo, porém, por trás sabemos muito bem que ele já usou e que continuará usando, assim como eu, voce, e outros.

    Fora que, a pirataria é importante para muitas empresas. O que seria da Adobe mundo afora dos EUA senao fosse a pirataria para divulgar o que é o Photoshop e os outros programas? Se não fosse a pirataria que lá desde os anos de 95, 98 começou a explodir com cds de photoshop pra la e pra ca nas barraquinhas do centro de São Paulo, fora outras cidades, fora outros paises, este programa seria apenas mais um. Fora outros exemplos q nao irei me extender aqui a comentar.

    Quanto ao que é caro ou barato é relativo. Nos EUA um jogo novo e lançamento é 44 dolares, aqui eh 200 reais, ou seja, é quase 100% mais caro. Pra um americano pagar 44 dolares a sensaçao é de para nos fosse como se estivessemos pagando 44 reais, isso sim seria justo, justo seria vender com preço convertido, o lucro dos lojistas nos EUA ja esta embutido nesses 44 dolares, porque eles conseguem e aqui as lojas tem q butinar pra cima o preço? Ganancia… jogos é um exemplo, poderia citar automoveis, alimentação e vestuarios.

    Vivemos num pais onde a safadeza reina, e as empresas querem ganhar o maximo por unidade vendida e nao vender mais barato para vender mais. Enquanto ter pensamentos assim a pirataria nao irá acabar. E a pirataria reina em paises como o nosso, nos EUA principalmente, onde os preços sao justos, alias, parabens as empresas americanas por serem HONESTAS E JUSTAS, a pirataria pouco afeta, afinal, quem vai comprar jogo pirata e perder todas vantagens de um original, de jogar online se o mesmo custa 40 dolares os lançamentos, e os demais, 30, ou menos? Quem vai piratear um filme se o bluray custa 20, 25 dolares (é como se aqui custasse 20, 25 reais), e no Brasil custa 80? Que empresa vai piratear um Photoshop nos EUA se lá ele custa 540 dolares, e aqui custa 2 mil reais (pro americano 540 dolares é como se pra nos fosse 540 reais). Ou seja num pais como o nosso, ter produtos deste tipo somente originais fica dificil, pois o governo e empresas nao ajudam. É uma pena, o dia q isso mudar começará a ter menos pirataria. E a culpa sr editor do site nao é do consumidor, é das empresas q esfolam nós neste Brasil. Se existe pirata, e nao posso pagar pelo original, vou chupar o dedo e nao ter? Nunca, só imbecil q faz isso, politicamente correto, q alias, nao conheço ninguem q faz isso, e nem VOCE SR EDITOR pelo post abaixo divulgando arquivos de torrent.

    Pimenta no c* dos outros é refresco né! Acorda chapa….

    • Foto Grafia

      concordo que os preços no brasil são absurdamente inflados, mas não é só isso que influencia pirataria, produtos baratos são pirateados, como exposto no texto, e ainda por cima, você cita os Estados Unidos, onde jogos são baratos, mas grande parte da pirataria vem de lá

      • Fernando

        Sim, vem de lá, porém, se nos pararmos pra pensar, tudo que é voltado a tecnologia vem dos EUA, os caras sao bons, temos q bater palmas, pq as grandes empresas q giram o mundo tecnologico vem de la, as poucas q eram fora, do Japao, se encolheram com os anos.

        Só que, mesmo a pirataria vindo de lá, o consumidor tem poder de escolher muito mais do que nós. Voce paga 44 dolares num jogo original ou prefere baixar do torrent? Talvez o problema seja indiferente do pais em questao, mas lá a sociedade cresce com o pensamente de prosperar, e aqui, a de sacanear o proximo, tirar o maximo q puder. Por isso, por mais q exista e venha de lá todo tipo de pirataria como games, filmes e programas, o consumidor tem a opçao e a chance de escolher, e pagar. Aqui, um adobe cs6 mater collection é 10 mil (veja buscapé) e lá eh 2400 dolares (veja amazon). É o dobro do preço. Uma pequena, micro empresa, ou um designer que trabalha em home office não tem como pagar 10 mil num software, mas esse mesmo sujeito se morasse nos EUA, ganhando em Dolar, o mesmo tempo que ele trabalha aqui pra ganhar 2400 reais, ele trabalha la pra ganhar 2400 dolares, e aí, muitas vezes, um mês desse sujeito de trabalho paga um pacote de softwares orginais, que pode durar brincando 3 anos, sem precisar atualizar, se ele assim quiser. Agora, aqui, o sujeito tem q trabalhar 4 meses pra pagar o mesmo produto, é muito tempo. É esta diferença entre Brasil e EUA, enquanto isso nao melhorar, a pirataria só ira continuar. E vamos ser sinceros, pra todas essas empresas americanas, o q interessa a elas é vender la, nos EUA, Japao e uns paises da Europa. Nós brasileiros e outros paises similares somos o q menos importa pra eles, alias, se continuar comprando piratas, pouco vai mudar pra essas empresas. E por isso, por elas nao ligarem é q a pirataria continua, elas nao se esforçam em deixar o produto acessivel. Sem pirataria, imagino que metade dos sites brasileiros nem estariam online, se bobear, nem este aqui q estamos usando…..

        em outras palavras, o uso ou nao da pirataria nao é uma responsabilidade de nos q usamos ou nao, mas sim de uma cadeia inteira, nos, empresas, fornecedores, governo, enquanto todas nao se entenderem as coisas continuam como estao. Lá fora elas se ajudam, prosperam, como disse acima, a ideia é prosperar todos, nao só um, por isso o meio em q vivem americanos, japoneses e europeus sao melhores q nosso se por todos essas questoes na balança.

  • Fábio Costa

    O engraçado é que a galera usa mil e um argumentos filosóficos e econômicos pra justificar o office ou a última versão pirata de Call of Duty que têm na máquina. É ridículo. O que ninguém lembra é que pra casos como esse há quase sempre uma alternativa economicamente viável ou até gratuita. E o BR Office manda abraços.

    • Luiz Felipe

      É ridiculo. Agora bem que o office podia ter um concorrente descente. Vamos supor que o msoffice custe 0, igual o broffice, e que o custo (tempo) de aprender os dois seja 0. Ainda assim o msoffice seria preferido. ou seja, as pessoas quase pagam para não ter que usar o broffice. eu (e alguns outros) quase comprei um office de tanta raiva quando a faculdade “obrigou”, ainda bem que durou 3 meses e depois compraram mais licensas office, nesse entremeio, eu preferi acessar o meu office piratovisk do pc pessoal pelo acesso remoto (mesmo com latencia ainda assim era melhor) para nao usar software pirata na faculdade.

  • Ursinhomalvado

    O que dizer do movimento das empresas para limitar o direito de propriedade do que as pessoas compram? Isto é “legal” porque as empresas mudaram os termos? Passou a ser moralmente correto só porque escreveram em algum lugar que agora é assim?

    Desde que o mundo é mundo você paga por algo, leva pra casa e é seu. Mais tarde você pode trocar, ou até vender. Isto valia pra tudo, inclusive material que inclui direitos autorais como músicas, filmes, jogos e livros. O que vemos hoje são discos, livros, filmes e jogos que são “vendidos”, pelo mesmo preço ou até mais caro do que as cópias físicas, mas quem compra não é o dono. Você não pode vender, trocar ou mesmo dar para um amigo. Você paga pela propriedade mas não é mais o dono. Se a empresa fecha as portas sua coleção pode simplesmente desaparecer.

    Não acho errado compartilhar conteúdo, o que as pessoas precisam é de um pouco de consciência. É preciso saber que se ninguém compra um jogo, novos jogos como aquele podem sumir no futuro. O mesmo vale para músicas, filmes e livros. É preciso pagar pelo conteúdo que você realmente acha importante. Se ninguém acha aquilo importante a ponto de pagar, que desapareça!

  • http://www.facebook.com/victor.coelho.188 Victor Coelho

    cara, tem muita gente achando q pirataria não é errado só pra não ter peso na consciência

  • http://www.facebook.com/marcelo.eduardo.18 Marcelo Eduardo

    Bando de palhacos que defendem a pirataria: Se voce fosse engenheiro, arquiteto, e criasse um projeto de uma casa para um cliente e ele nao comprasse, e depois de 6 meses vc ve a mesma casa sendo construida, com o seu projeto, com a sua ideia ke FOI ROUBADA, vc nao ficaria muito puto da cara?

    Pirataria eh basicamente isso. Eh o roubo de algo que foi criado por alguem. O musico ke compos uma faixa, teve que passar por um processo de criacao. Ele trabalhou por isso. Acho que merece ser pago, nao?

    Se vc trabalha num escritorio, restaurante, hospital, ou seja la onde for, vc quer ser pago pelo seu trabalho, nao quer?

    Pois isso eh o mesmo caso. Pessoas que trabalham, corporacoes que investem dinheiro e que esperam um retorno com a compra dos seus produtos. Ponto final.

    Se vc nao paga por estes produtos, vc estah roubando SIM.

    Se vc acha ke o preco de certa coisa eh exagerado, compre usado, procure em outro lugar… mas ao menos, tenha a dignidade de PAGAR PELO TRABALHO ALHEIO, assim como VOCE QUER SER PAGO PELO SEU TRABALHO. SIMPLES ASSIM.

    O resto, eh desculpa de moleque!

    • Carlos

      Concordo com você Marcelo. Pelo que vi nos comentários aqui, a maioria pirateia e acha que tá certo e que é a melhor forma de protesto. O pessoal coloca muito sentimento nas opiniões ao invés de utilizar fatos e dados, e se ofendem com facilidade.

    • http://www.guilhermepilotti.com/ Paulo Guilherme Pilotti Duarte

      Roubada não, copiada, sem autorização. O que todo mundo concorda que, dependendo da sociedade, pode ser considerado um crime.

      Não, roubo é quando existe a subtração de um bem. Ou seja, roubo é quando algo deixa de ser posse de uma pessoa para ser de posse de outra (mediante ato violento) causando prejuízo factual à vítima do roubo. Pirataria é cópia.

      Todo mundo merece ser pago pelo seu trabalho. Mas, pense bem, se você trabalha em um banco você não recebe por cliente atendido? Ou se você é garçom você também não recebe por prato servido. O que se discute aqui não é a remuneração do artista/produtor de conteúdo e sim o modelo de remuneração e, principalmente, o modelo de autoria vigente hoje.

  • RedVivo

    Hipócrita e mentiroso. Textinho de lixo que perde toda credibilidade por causa disso. Eu copio filmes e programas sim. Produtores supõem que teriam meu dinheiro se não houvesse pirataria. Mas fato é que não teriam por causa dos preços abusivos.

    • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

      No caso de filme está foda caras, foda.
      Já repararam que a maioria dos filmes pirateados é pelo povo da periferia? Sim não é, mas cadê das drogas dos cinemas? Não tem! São pouquíssimos cinemas, preços caros, ficam forçando sala 3D superfaturada, não oferecem som original, desrespeito. Qual alternativa sobre? Baixar da internet. Maioria dos filmes que eu sou obrigado a baixar é porque só passam em uma ou duas salas a uns 100km de distância em poucos horários. Como assistir esses filmes?
      Quando vou no cinema ainda tenho que aturar o péssimo atendimento nas bilheterias, lentas e com poucos atendentes. Você é obrigado a chegar cedo e comprar o ingresso com pelo menos uma hora de antecedência porque senão quando conseguir comprar e entrar na sala o filme já terá começado. Passo por esse problema.

  • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

    Foi citado pirataria de aplicativos do Android, que são baratos.

    Queria aproveitar para perguntar.

    Eu só tenho programas grátis e uns… 4 ou 6, que eu peguei o apk por meio alternativo. Sim, são aplicativos bastante baratos, não tenho problema em pagar, ainda mais porque os programas são bons, e justamente por isso eu peguei o APK deles. Só que eu precisei pegar o APK por não conseguir pagá-los. Os métodos de pagamento não eram/são flexíveis, são limitados. Porra, veja quanto tempo a loja do Google está presente aqui e quanto demorou a agitarem algo para facilitar a nossa compra. Nem todo dono de celular com Android tem um cartão internacional, ou conta paypal. Não dá para colocar um método de pagamento local mais fácil? Eu desisti de pesquisar como pagar, qual método alternativo usar, ajuda de amigos… tem essa barreira.

    Mais alguém passa por esses problemas?

  • RedVivo

    Eu sei interpretar textos muito bem e no texto o autor diz que não pirateia. Mas foi pego com as calças arriadas como todo bom mentiroso.

  • Fausto Biazzi de Sousa

    cara só eu que li o “Algo que aprendi:” e comparei com a última postagem de torrents do Marcel registrada nos links do “Topsy” e entendi como um
    “Eu baixava torrents até 2011 e não o faço mais, pq HOJE eu tenho consciência de que é errado!”
    Sei-lá do jeito que o pessoal tá comentando parece que ninguém pode aprender ou mudar de opinião, mesmo em ~curtos~ espaços de tempo.

    • http://twitter.com/Fazitos Luis

      Ou apenas ele não divulga mais, difícil de acreditar que ele espere para ver TBBT no SBT ou na Warner.

      Além do mais parece coisa de Pastor evangélico, o cara era assassino, estuprador mas agora se julga no direito de apontar dedos pq se converteu.

      • Guest

        Sempre digo, o Diabo arrependido vira ermitão.

    • Carlos

      É a diferença entre ser e estar.

  • lucas
  • Decibel

    Ta bom, o carinha n tem um mp3zinho em casa q n tenha sido baixado e pago no Itunes… Me engana q eu gosto… PQP, q cara de pau!

  • luisfpg

    Sempre se compara pirataria de sofwares, músicas e vídeos, que são imateriais, com bens materiais (roubar um biscoito).
    Isso é simplesmente contraditório desde o início.

    Ninguém perde dinheiro porque se pirateou um programa. Isso é assumir que alguém pagaria por algo que foi pirateado, o que não é verdade.
    Entendo que o “certo” é pagar o autor, porque ele merece (depende!) ser pago.
    Mas, especialmente no caso de músicas, onde quem leva a maior parte da grana não é o artista, mas um monte de atravessadores (inclusive as Sony, BMG, etc da vida, que são meros exploradores), acho bem menos “errado” piratear.
    Sempre vão ter os 2 lados da discussão, por isso tem tanta gente discutindo este post… Mas por favor: parem de comparar cópia de bens imateriais com a cópia de bens materiais!!! Para mim, toda e qualquer argumentação baseada nessa comparação é imediatamente nula.

  • http://www.facebook.com/maikie.franca Maikie França

    Aposto que é da plasmon a mídia do windows… eu pirateava, até aprender o que é programar e o trabalho desgraçado que dá, mas eu tenho um monte de coisa dita pirata ainda, por exemplo livros, PDF é muito mais leve e fácil de carregar.

  • Thomas

    E o que fazer quando a versão pirata é melhor e tem melhor suporte que a original? vide legendas de séries, e episódios sendo lançados muito tempo depois no brasil

  • Max Salles

    Não há nada de errado em piratear. Errado é estabelecer direitos de propriedade sobre bens não escassos. Dica de leitura sobre o tema: http://mises.org.br/Ebook.aspx?id=29

  • Guto

    “Não tenho nada contra quem pirateia qualquer coisa, vai fundo. Apenas não incentivo…”
    hã? vai fundo.. apenas não incentivo kkkkk
    e o Ubunto não é menos eficiente que o Windows, ambos tem suas desvantagens que são divergentes umas das outras, mas em relação ao conteúdo do texto eu concordo, não deixa de ser roubo.(mas eu sou usuário de software(s) pirata(s) então não tenho como abrir a boca p reclamar de nada :S rsrs)

  • Rodolfo Bendinelli

    Senta lá Cláudia.

  • http://twitter.com/paupipoca Paulo Fernando

    O autor está quase absolutamente certo. Piratear é crime e ponto final. Se a vida é justa ou injusta, se o preço é caro ou barato, isto não justifica o cometimento do crime. Se formos admiir que o criminoso diga o que é justo ou injusto, não fica nenhum na cadeia, pois todos os condenados afirmam ser vítima de injustiça. Só discordo do autor quando ele diz que não recrimina, mas tambem não incentiva a pirataria. Ora, se a pirataria é crime, deve ser recriminada e não podemos ficar alheio ao seu cometimento. Omitir-se é permitir o crime. E, se nos omitirmos sempre, vai chegar o dia em que um desses piratas de software vão chegar na sua casa a falar que é injusto você ter bens que ele não tem e vai se achar no direito de lhe tomá-los para si. Aliás, para esses “espertinhos” que gostam de piratear, é bom ficar sabendo que a empresa que venda o software já põe no seu preço o cálculo do que vai perder com os piratas. Assim, os produtos custam mais caro porque elas levam em conta esta circunstância. Se todo mundo comprar e pagar, o preço certamente cai. E, se não cair, basta não comprar que ele baixa naturalmente.

  • darkus

    A grande questão é que querem nos cobrar um montante de dinheiro além do que a coisa a ser adquirida vale, veja por exemplo os filmes a venda no google play e o netflix.

    30 reais por um filme via streamming vs 15 reais mensais para ver um monte de coisa..

    Os detentores de direitos autorais tem de aprender a viver nesta era conectada, veja o Steam por exemplo, depois de um tempo, você SE baixa pirata é por que quer ver se gosta do jogo antes de compra-lo, ou está sem grana, mas vai comprar o jogo assim que tiver alguma promoção.

    A industria da música ou cinema poderiam se aproveitar disso, imagine se em cada CD da Sony Music, por exemplo, viesse um serial onde você poderia acessar a sua conta online e poder baixar os MP3 para ouvir no computador, ou te desse alguma outra vantagem, como baixar um app para celular e poder ouvir as musicas do CD que comprou via 3G ou ganhar 2 meses de acesso a uma rede de musica online.

    Mas não… você nem tem direito a receber um novo CD/DVD/Blu-Ray pelo correio caso o que você comprou arranhe… Aí temos mais é que piratear mesmo!

  • http://www.subeteanimes.com/ Panino Manino

    Só tem uma coisa que eu não concordo nas discussões de pirataria que é dizer que piratear não é subtrair. A princípio não, mas tem efeito semelhante.

    Você não apenas copia, você MULTIPLICA.

    Quando você baixa um software, você ajuda a disseminá-lo. Mesmo quando ele está hospedado em um site em um servidor de arquivos, a pessoa que hospedou ele ali está distribuindo para outros vários locais. Quando você usa torrent você espalha para outras pessoas.

    Em cada local onde aquele software for parar, é um local onde ele poderá não ser comprado.

    Algumas pessoas deixarão de comprar.

    Mesmo no caso das fitas, a pessoa poderia querer as músicas de 6 artistas, e as fitas eram caras. Para ter todas ela teve que copiar de alguém. Digamos que ela comprou original só 1 fita, as outras 5 ela copiou. Se não fosse assim ela não teria nenhuma certo? Mas, veja, sem as cópias ela poderia juntar dinheiro por algum tempo e comprar outra fita original, duas, ao invés de uma. Uma fita deixou de ser vendida. Alguns gostando das músicas das outras fitas poderão comprar as originais mais tarde, ou se tornar fãs dos músicos e comprar seus próximos álbuns.

    Essa é a parte controvérsia da discussão, o benefício compensa o prejuízo? Certamente há prejuízo no curto prazo para a maioria, com possibilidade de lucro a longo prazo. Depende da percepção de cada um.

    Já foram outros tempos, quem mais aproveita e abusa da pirataria nunca teve intenção de comprar original. Você vê muita gente escolhendo plataformas pela sua vulnerabilidade de usar piratas. Essas pessoas não tem jeito, talvez em um futuro distante elas possam mudar um pouco e passar a usar original, em uma outra plataforma talvez.

    Só que hoje em dia muita gente tem usado pirataria como forma de divulgação. Experimentar coisas que nunca teve intenção de comprar, e se gostar acaba comprando ou no mínimo divulgando. No Android o programa Tapatalk para leitura de fóruns se beneficiou muito disso, muita gente pegava pirata para ver se prestava, e o programa presta. As pessoas gostaram e começaram a elogiar e recomendar, logo muita gente estava comprando o original.
    Algumas produtoras de jogos estão se aproveitando disso, do cuidado do consumidor ao investir o seu dinheiro. A CDProjekt fez isso, largou de mão o DRM que só os faria perder tempo e incomodaria os consumidores legais e disse: “se você gostar do nosso jogo, achar que ele vale a pela, por favor compre o original porque precisamos do dinheiro”. Deu certo, muitos baixaram mesmo para ver como o jogo tinha ficado, posteriormente quando o jogo melhorou a disponibilidade compraram original, e isso serviu de divulgação extra.

    Isso só é possível pela política de combate aos piratas que acabava só prejudicando os consumidores legais. Veja a Ubisoft com seus DRM abusivos. Você pagava um preço alto, e ela fazia questão de dizer que o jogo era um pouco mais caro pelo que ela gastava para fazer o sistema, e tinha que jogar com restrições. Enquanto isso quem baixava pirata não tinha nenhum desses problemas para jogar. Esse foi o pior problema nos últimos anos, a maioria das ações contra pirataria acabaram atrapalhando, tem que saber aproveitar.

    Foi sabendo aproveitar que surgiu as vendas de músicas online. Você poder comprar as músicas que quiser, sem precisar levar junto as que não queria do álbum, por um bom preço. A pirataria de músicas nunca vai acabar, mas é possível conviver com ela.

    Outro exemplo que nem preciso dar maiores detalhes é a venda de música. Livros são caros, mais caros que deveriam, a margem de lucro das editoras é muito grande (a do autor muito pequena), não é atoa que leitores e autores aderiram tão bem aos ebooks.

    Tem muito mais que safadeza envolvida nessa questão.

  • Zilardo

    Resumo até o momento; os autor pirateia, os pirata do mal pirateia, os pirata do bem pirateia, os rico pirateia, os pobre pirateia, os bandalarga pirateia, os bandaestreita pirateia, os android pirateia, os ios pirateia, alguns fazem backup e só Jesus salva!

  • commenter

  • José Laurindo Chiappa

    Uma pergunta off-topic : com certeza eu conheço bem a legendária figura de Robin Hood, o arqueiro inglês conhecido por roubar dos ricos e dar aos pobres – agora, no contexto textual corrente aqui de roubo e redistribuição de riqueza, quem será esse “Robin Wood” várias vezes citado ??? Será um Robin Hood sem capuz mas com uma tremenda woodface :)]]

  • Carlos

    O texto é muito bom e o autor passou muito claramente a mensagem. Achei engraçado esse escarcéu todo porque acharam um site de torrent do autor com algumas coisas piratas. Ora bolas, quem aqui que nunca baixou um torrent, que atire o primeiro byte! Eu também não gosto de pirataria, *tento* ter jogos, música (sim, música), filmes etc, tudo original. Mas vez ou outra acabo baixando alguma coisa. Séries por exemplo. O que é irritante é que tem gente que SÓ pirateia, acha certo ser assim e ainda tira sarro de quem paga por conteúdo.

    Daí vem desculpas do tipo: é muito caro, ou, pirateio como forma de protesto! Essa é a melhor de todas. Protesto tirando proveito não vale! Quer protestar, xingue no twitter, fique pelado na praça, faça greve de fome. É a mesma coisa com cinema. Se você acha muito caro, assim como eu, simplesmente não vá. Mas “protestar” falsificando carteirinha de estudante para pagar meia é crime de falsidade ideológica. Sabia disso?

    Está na hora de nós brasileiros eliminarmos de uma vez por todas a Lei de Gérson.

  • http://www.facebook.com/SeuGui Guilherme Amorim

    Eu não estou roubando nada, não estou impedindo deles venderem o produto deles para outra pessoa, a propriedade intelectual deles está com eles e eu não estou revendendo e fazendo dinheiro com ela.
    Outra coisa é: se eu curto o jogo e acho que vale a pena gastar com ele, eu compro,
    quando acho que está muito caro e o custo/benefício não é justo eu não compro, nem jogaria se não fosse o PirateBay ou similares. Ou seja, eles não me convenceram, não vão encostar na minha grana, eu jogando ou não…

  • http://www.facebook.com/karenetimoteo Karen ETimoteo Espindola Apoli

    Por que somos contra a Propriedade Intelectual ?

    http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2002/06/29908.shtml

  • Washington Alves Ferreira Juni

    E agora ele faz mimimi no Twitter, reclamando sobre os comentários daqui, que todo mundo é filho da puta, ele não pode escrever nada que é ofendido, bla bla bla. Sendo que o texto dele é bem fraquinho, sem base e completamente hipócrita.
    Mas tudo bem, pq com a “polêmica” ele aumenta as visitas do site dele, que ele mesmo admitiu que baixaram em 50% desde que ele mudou o tipo de conteúdo.
    Provavelmente pq ele se saía bem melhor quando apenas divulgava “humor” alheio em vez de tentar escrever algo mais interessante, o que, claramente, ele não sabe fazer.

  • lordtux

    É, discussão pegando fogo, não vou entrar no merito do que é certou o errado, do que devemos ou não devemos fazer, mas só pra ter uma idéia, se formos analisar bem, o mercado de consumo online é o que é hoje justamente por causa da pirataria, porque justamente o mercado acaba correndo para se adaptar, iTunes Store, Rdio, Netflix e outros so fizeram sucesso porque foram contraponto a isso, senão meus filhos, ainda estariamos na época de cds ainda, quer dizer, ainda estamos, mas bem menos que antes e viveriamos amarrados em malditos drm em mp3.

  • Rita de Cassia

    Eu parei para ler cada comentário, não estou aqui para ofender, porém cada um de certa forma é hipócrita, o Marcelo foi infeliz sim eu seu texto, ele deixou brechas, ficou sem um complemento (para que muitos que estão nos comentários fazendo sua politica extremista), a de que TODOS nós uma vez na vida ou várias vezes já fizemos isso.
    Acho que ao invés de ficarem aqui discutindo o caráter dele, vocês deveriam rever o próprio caráter ah mas é eu esqueci em um país aonde temos um governo corrupto em que muitos não dão atenção a isso, claro que é mais fácil mostrar “moralismo” diante de uma pessoa que na vdd está tentando mostrar que nós nunca seremos um povo de primeiro mundo por pensar em minoria.
    E acho que aqui todos precisam rever sua compreensão de texto
    Termino com este trecho do texto:.
    “Eu acredito que, hoje, só pirateia quem quer.”

  • http://www.facebook.com/rockleegustavo Gustavo Albuquerque

    Ele é um jornalista, não um conselheiro. Pelo amor de Deus, vão crescer, sinceramente. Ele não precisa se enquadrar se não quiser. Ele tá expondo um ponto muito interessante da pirataria que muitos não gostam de analisar. Parabéns, Marcel.

  • Rodolfo Bendinelli

    Robin Wood é a nova incarnação do Robin Hood. Tipo o INRI Cristo, só que não.

    • Dr4g0nF1y

      é o Robin de Holly Wood…KKK

  • Doug

    A falta de assunto gera esse tipo de post. Não acrescenta nada, nenhuma novidade, apenas pra gerar polemicazinha barata nos posts. Acho que o meio bit merece algo melhor do que esse assuntinho de Luciana Gimenes… Só Cardoso salva!

  • Mario Neis

    Assim como existe o ZICA ( para salsinhas, trolls e afins) deveria existir um protocolo moralizador para os colunistas, se for incoerente ( pra não dizer hipócrita e sim maniqueísta tbm) o editor deve ser colocado na geladeira do meio bit, e proximos textos terem a necessidade de passar no crivo de uma banca de editores do meio bit ( me atrevo a lista-los: Cardoso, Dori e o Laguna, fontes, estrutura e padrões, respectivamente)…

  • Henrique

    Se vocês soubessem por exemplo qual o valor que fica para o cantor/banda por cada venda de CD “que foi produzido em massa para baratear o custo, se tornando irrisório” apoiariam a pirataria com certeza. Claro que o lucro em parte retorna em desenvolvimento de novos conteúdos, produtos… porém ao meu ver o modelo está totalmente ultrapassado.

    • Luiz Felipe

      Não, o correto é apoiar que o musico utilize a internet como meio de distribuição, pois o custo é muito baixo, alem de que o lucro fica todo para o produtor do conteúdo. Pirataria não justifica.

  • Dr4g0nF1y

    O maior crime, a coisa mais errada é impedir a Cultura de ser disseminada na Sociedade por que uma pessoa não tem o Poder Capitalista para ter o privilégio de se alimentar da Cultura e Lazer nos mais diversos meios, tampouco assalariados, para esses é algo inexistente principalmente no Brasil onde se trabalha 5 meses do ano para pagar impostos sem ter um mínimo razoável de retorno em investimentos que justifiquem tamanha carga tributária por parte do Governo. Viva o compartilhamento!!!

  • shahzaib hussain
  • Alberto J. Azevedo

    Olha, quando li o texto, pensei em comentar um monte de coisas aqui. Bom minhas idéias já são bem comhecidas e muitas delas foram muito bem descritas por vários outros nos comentários quem quiser procura por Sim, eu sou um pirata e você (http://bit.ly/eusoupirata), Nós somos piratas, o Capitalismo é Selvagem (http://bit.ly/nossomospiratas) e Piratas do Copyright – A Matemática Perversa!

    Agora, depois de ver logo o primeiro comentário: KKKKKKKKKKK a casa caiu meu amigo. Pior que lendo todas as bobagens, a palavra HiPOCRITA sempre esteve em meu pensamento, mas não nesse nível, alguém avisa ele que a galinha pintainha tá em promoção na Americanas!

    Bom amigos, o fato é que enquanto os meios legais, não forem mais acessíveis e superiores em todos os sentidos aos meios ilegais, a pirataria vai continuar.

    Outra coisa que alguém comentou e é pertinente existe diferença entre ILEGAL e imoral, e para o nosso cara-de-pau mór (o autor) se não se pode ignorar a lei, queria saber como você vai pra casa depois da balada. A espera, nem responda que eu sei que você vai mentir descaradamente como fez no seu texto acima. A gente vê esse discursinho hipócrita TODOS os dias, mas quando ele é BUSTED assim logo de cara, é muito engraçado!

    E para quem disse que o fato de ele ter sido pego fazendo o que estava criticando, não faz diferença, eu digo: FAZ SIM!

    Bom, deixa eu ver como esta o meu download aqui. Ei Marcel, já viu o novo episódio do TBBT? Eu tenho o link aqui quer?

  • http://twitter.com/rbicalho Ricardo Bicalho

    Do ponto de vista da letra da Lei, o autor está correto: é ilegal. Não há discussão. A Lei de Direitos autorais no Brasil estipula multa de 3 mil vezes o valor da obra… e daí começa a confusão. Os tribunais de justiça vem aplicando multas em valores inferiores, que variam demais.

    Alguns casos, foi aplicado 5 vezes. Outros, o cálculo pode variar entre 10 e 43 vezes, como foi um caso de uma rede de universidades. Então, mesmo quem interpreta e aplica a Lei, possui visão diferenciada quanto a punição e multa.

    E aí vem o segundo complicador: Certo vs Errado… Depende!

    Copiou o Game of Thrones inteiro em qualidade de DVD pra assistir na hora que você quer. Mas paga HBO, que sempre passa num horário que você não pode assistir.

    Argumento A: sim, é pirataria porque a TV a cabo é um serviço que você paga para ele estar disponível e não todo o conteúdo que ele passa.

    Argumento B: não é injusto, porque a mensalidade foi paga e o arquivo seria o equivalente a gravar usando um gravador digital pra assistir depois. Consumo próprio é “fair use”.

    A discussão é interminável.

  • Pingback: Graças à pirataria online, teríamos vários tons de “liberdade” na internet? « Meio Bit()

  • http://marcogomes.com/ marcogomes

    O texto falha logo no início, ao considerar que “pirataria” (de arquivos digitais) é “roubo”. Não é.

    “Roubo é o ato de subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa (ou não), ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência.” Wikipédia.

    Um bem digital não é “coisa móvel”, e o proprietário original não fica “sem” o bem dele quando você o copia para seu HD. Ele continua com o dele, e você tem um igualzinho.

    O digital permite algo inédito, que algo seja duplicado perfeitamente, e que o detentor origial continue com seu bem, enquanto quem copiou tem uma duplicação exata do original (se falando em bens digitais).

    Mas concordo, duplicar propriedade intelectual alheia sem autorização é errado, e devemos, como sociedade, criar maneiras para os produtores de conteúdo continuarem a criar e ganhar dinheiro com seu trabalho. O que podemos reduzir é a indústria da distribuição ineficiente (gravadora, label, distribuidora), hoje o produtor pode criar e distribuir faclimente, sem usar tais intermediários que muitas vezes não agregam valor algum à obra em si.

    • http://meiobit.com/author/max_laguna Emanuel Laguna

      Até hoje não entendo como um livro digital consegue ser tão caro (ou tão barato) quanto um livro físico, de papel: só os intermediários herdados da mídia física explicam essa desvantagem da atual distribuição dos livros digitais… Ainda bem que isso não acontece tanto com os jogos, salve Steam! B-)

    • http://meiobit.com/author/max_laguna Emanuel Laguna

      Até hoje não entendo como um livro digital consegue ser tão caro (ou tão barato) quanto um livro físico, de papel: só os intermediários herdados da mídia física explicam essa desvantagem da atual distribuição dos livros digitais… Ainda bem que isso não acontece tanto com os jogos, salve Steam! B-)

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=100001660856391 Gabriel Henrique Alves

    Papo de moralista apenas isso

  • http://dicasios.blogspot.com/ Igor Oliveira

    Update parte 2: O Hackulous foi desativado hoje… mais uma “derrota” pra quem pirateia apps pro iOS..

    A mensagem tá na home do site:

    http://hackulo.us/

  • http://www.facebook.com/caio.ribeiro.3344 Caio Ribeiro

    Adoraria comprar jogos usados ou pela Steam, mas sou do interior de pernambuco e na minha cidade não tem lojas de jogos usados e não existe internet de qualidade. (um jogo de xbox demoraria 1 semana para baixar). Por isso eu compro pirata.

  • Pingback: Baixar filmes, músicas e séries não é roubo. Não acredite no discurso do medo da indústria do entretenimento()

  • Pingback: Só pirateia quem quer 2 – A Missão « Meio Bit()

  • http://www.facebook.com/francisco.sobrinho.560 Francisco Sobrinho

    Tudo bem, estou fazendo e sei que é errado. Pronto, sou decente.

  • http://twitter.com/jaissoncordeiro Jaisson Cordeiro

    Esse é um post patrocinado e não representa a opin……. só que não :(

  • Pingback: Baixar filmes, músicas e séries não é roubo. Não acredite no discurso do medo da indústria do entretenimento | PapodeHomem()

  • Assis Frello

    Não há definição legal para o termo pirataria no ordenamento jurídico brasileiro, logo, não há ilegalidade.

  • http://twitter.com/FabioMaschi ıɥɔsɐɯ oıqɐɟ
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