Assim é uma EOS 6D por dentro

E a Canon EOS 6D finalmente chegou às lojas do mundo civilizado mostrando que a Canon está diminuindo um pouco aquele tempo interminável entre o anúncio de uma câmera e a sua disponibilidade para o consumidor. A B&H está vendendo o brinquedinho pela bagatela de US$ 2.100,00 (apenas o corpo) e você leva de brinde um cartão SDHC de 32GB.  Eu sou totalmente a favor desta nova categoria de câmeras e espero que os preços fiquem cada vez mais baixos e, mesmo que elas possuam características inferiores às full frame top de linha, que apresentem qualidade e durabilidade para o fotógrafo amador e profissional.

Como a coisa no mundo civilizado é muito mais evoluída do que em terras tupiniquins, os sites de fotografia (assim como os de tecnologia fazem com produtos da Apple) podem se dar ao luxo de comprar uma câmeras dessas simplesmente para ver o que tem dentro. Foi o que fez o Lens Rentals que simplesmente fez uma autópsia na pobre câmera. Obvio que com aquele monte de placa e circuitos expostos você nem reconhece a câmera fotográfica. Fechada ela é bem mais bonita. Já estamos fazendo um pedido para a direção do Meio Bit para que câmeras sejam adquiridas para que possamos abri-las e fazer aqueles testes de durabilidade malucos dos sites coreanos, como jogar as câmeras por uma escada e ver qual continua funcionando.

E por fim temos aquilo que todos gostariam de saber: como se comporta a nova EOS 6D em questão ao ruído? Muito bem, a gente aqui no site ainda não fez o teste pois a chegada de nossa câmera está atrasada, mas o pessoal do Focus Numérique fez aquilo que todo mundo já pensou em fazer colocando a 6D para brigar com a Nikon D600 em um combate de ruído. Embora eu ache que na comparação a Canon se saia um pouco melhor que a concorrente, uma coisa podemos falar sobre as duas câmeras. Até o ISO 6400 as duas mandam muito bem e as fotos podem ser utilizadas sem problema, principalmente se você é fotógrafo de eventos ou social. Olha que mão na roda para você que não possui um conjunto de lentes claras. A partir do ISO 12.800 a coisa começa a ficar complicada e o ISO 102.400 é praticamente imprestável (a não ser que você ache a granulação uma forma de expressão artística). A Nikon D600 chega “apenas” até o ISO 25.600 e já mostra uma imagem bem degradada.

Esse é apenas o primeiro teste comparativo e fiquei surpreso, pois a Nikon vem mostrando se preocupar mais com o ruído em seus modelos mais recentes. Vamos esperar e ver o que o Dpreview e o DxOMark vão dizer sobre os dois sensores.

Fonte: Foto Actualidad

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Autor: Gilson Lorenti

Geógrafo de formação e fotógrafo de coração, comecei a fotografar com 18 anos de idade (antes disso nunca tinha pegado uma câmera na mão). Depois de muito estudo veio a carreira profissional que passou por várias modalidades da fotografia até realmente descobrir o que gosto de fazer. Hoje me dedico ao ensino de fotografia, fotografia Fine Art e Books Fotográficos (gestante, moda, sensual). Tomando emprestado as famosas palavras de Ansel Adams "Quando as fotografias não forem mais suficientes, me contentarei com o silêncio".

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  • Keaton

    “fazer aqueles testes de durabilidade malucos dos sites coreanos, como jogar as câmeras por uma escada e ver qual continua funcionando.”
    Tá falando do Kai, do DigitalRevTV?

    Ah, Gilson, poe o “http://” antes do link da fonte, a maioria dos navegadores vão abrir o endereço errado.

  • Bom… só pode estar falando do Kai mesmo, no episódio em que simplesmente “tenta” arrebentar com uma 7D, atropelando, arremeçando de escada, tacando fogo e congelando com água dentro e a camera ainda funciona depois de tudo isso. Sou muito fã dele e equipe. Assim como o Fro. Mas tem um detalhe… O pessoal da DRTV não é coreano, são de Hong Kong!!!!

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