
O Ubuntu vem angariando adeptos a cada dia que passa e numa velocidade cada vez maior.
Além dos usuários de outras distribuições que procuram uma maneira mais simples de usar seus computadores no dia-a-dia, está iniciando várias pessoas no uso do Linux, algumas que nem sabem o que é um sistema operacional.
O Ubuntu nasceu e continua sendo derivado do Debian, excelente distribuição que sempre foi conhecida por sua estabilidade e uso de softwares livres, chegando a ser considerado o único Linux livre de fato.
A rápida evolução do Ubuntu sempre levantou o questionamentos em relação a um possível fim do Debian, uma vez que ele supria todas as necessidades supridas pelo Debian, com mais facilidade e com pacotes mais novos.
O argumento utilizado para dizer que isso nunca iria acontecer era, justamente, o fato do Ubuntu ser mais maleável na utilização de pacotes que não fossem 100% livres.
Porém, foi anunciado recentemente, que o Gutsy Gibbon (versão 7.10 do Ubuntu) terá uma variante radicalmente livre, levando ao extremo o conceito de liberdade, trazendo a mesma para um novo patamar.
Esta versão radicalmente livre, tiraria do do Debian a única força que ele ainda tem e não vejo porque os usuários do Debian não migrariam para o Ubuntu.
Só restariam os apaixonados pelo Debian, tornando o mesmo apenas mais uma distro em um mar de variedades.
A sentença foi assinada e a pergunta não é mais se, mas sim quando o Ubuntu vai acabar com o Debian?
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16 de abril de 2007, 14:43
Não sei nao ein…
Eu sou usuario do debian desde o finalzinho do woody, e recentemente peguei o ubuntu pra “brincar”. Ok, é facil, e tudo mais, porém, talvez pelo excesso de scripts, ele se apresentou muito mais lento que o debian nas 2 maquinas que instalei.
Nesse caso, voltei ao debian, e deixo o ubuntu apenas como recomendação. Se alguem me pergunta como iniciar no mundo linux, eu recomendo o ubuntu, porém continuo usando o Debian, e o farei até o fim dos tempos (mesmo que seja os tempos do debian)…
chmod 007
“São poucas as pessoas que enxergam os três lados da moeda”
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abril 17th, 2007 @ 16:01
As opiniões devem ser mesmo respeitadas. Porém, dizer que o Debian está condenado à morte é desejar provocar um terceira guerra mundial. Claro que tudo que tem começo terá um fim, mas não é tão simples assim. O Debian e o Slackware são meus mestres, pois é graças a essas duas distros que pude navegar pelo mares do antigo Mandrake, Conectiva, RedHat, Suse e tantos outros, sempre com o apoio da aprendizagem que o Debian me proporciona. Hoje em nossa empresa rodamos o Debian como servidor e nos Desktops, bem como em todos os periféricos necessários ao nosso trabalho. Penso que falar em pena de morte ao Debian é muito exagêro. Quase Todos gostamos das loiras sem desprezar as morenas, então enquanto houver um Linuxer no planeta terra haverá o desejo de liberdade e dominio sobre seu software e isso fica mais possível com Debian etch 4.0. Bye
Debian uma seta para além do futuro.
Debian getting better forever
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16 de abril de 2007, 15:05
Não concordo.
Não tirando os méritos do UBUNTU no seu foco (desktop), porém tem uma nova versão a cada 6 meses, o que quase sempre é repleto de elementos “pouco” testados e muitas vezes instáveis. Quem não lembra de uma recente atualização do UBUNTU que fazia com que o sistema não subisse mais?
O debian, é um trabalho sério (não que o UBUNTU não seja) mas que presa pela estabilidade, quase 3 anos para o lançamento de uma nova versão mas dessa forma garante no seu “empacotamento” a mesma estabilidade da versão anterior.
Na minha opinião são dois bons produtos, mas cada um com seu foco. Um não substitui o outro.
Só pra lembrar também que o Debian está entre a meia dúzia de sobrevientes com mais de 15 anos.
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16 de abril de 2007, 15:28
Eu também discordo!
Eu uso Debian desde a versão “Potato” 2.2, antes dele, já havíamos tentado outras distros, mas que não se mostraram tão confiáveis quanto ele.
Até hoje utilizamos a Debian em nossos servidores com sucesso, sem comentar a questão da facilidade e praticidade inerentes a ele no que tânge a atualização e instalação de pacotes, recompilação de kernel e etc…
Eu também sou Debian até o fim, sem sombra de dúvidas!
Nós utilizamos o Ubuntu em algumas máquinas aqui como desktop, ele é muito bom, mas não troco meu Debian por ele não… (opinião pessoal minha).
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16 de abril de 2007, 15:31
Pois então, o Debian é parte da Web, muito da estrutura dela roda sobre Debian, alguns milhares de milhares de sites, empresas e serviços dependem do Debian! E acredito que os respectivos administradores nao pretendem trocar seus sistemas seguros e estaveis pelo Ubuntu!
Porque redundância nunca é demais!
-> http://www.onplugged.com
Linux User: #317429 | Networking | Perl Programer
msn: smilecaolho(at)hotmail.com
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16 de abril de 2007, 15:49
Não acho que o Debian simplesmente acabe assim. Não pelo fato da estabilidade ou pela grande quantidade de servidores rodando Debian, afinal, nada é insubistituível. Eu só não acho que a comunidade do Debian vai deixar ele ser “consumido” pelo Ubuntu. Junto com Red Hat, SuSE e Mandriva, o Debian é uma das grandes “forças” do Linux.
Como o SuSE está “corrompido” pela Novell e Microsoft e Mandriva é apenas um nome estranho. Só restam Debian e Red Hat. Acabar com o Debian seria no mínimo estratégico para certas empresas. Eis mais um motivo…
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16 de abril de 2007, 15:51
Hum… Se não o fosse o fato do Ubuntu trabalhar em cima dos pacotes do Debian, isso seria verdade!
Como já disseram lá em cima, uma coisa é uma coisa outa coisa é outra coisa… O Debian vai navegar por muitos mares ainda..quem viver verá!
[]‘s
Sérgio Lima
sergioflima.pro.br/blog/blogs
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16 de abril de 2007, 15:55
Também discordo
Pelo simples fato de que o problema é mais embaixo, como o pessoal disse, os 2 são bons no que eles se propõem a ser, um em Desktop outro em servidores.
Até ai sem novidades, uma coisa que eu gostaria de ver é o pessoal do Ubunto, ao invés de lançar a versão 100% livre, desse um gaz pra ajudar o povo do Debian… Se tem uma coisa que eu sinto falta é isso, ao invés de sair gerando novos sabores, fortalecer os já existentes!
[]s
Kadu
http://www.kadu.com.br [BlogDU]
http://www.podser.com.br [Podcast]
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abril 23rd, 2007 @ 10:37
Concordo com essa idéia de dar as mãos e não ficar procurando criar um flame. Agora que tantas empresas estão correndo para entender o fenômeno chamado GN/Linux, seria bom ficarmos atentos para não surgir um famoso direito autorais na estória e tentar fechar tudo como o tio gates fêz com Office. Para seu verdadeiro dono ser reconhecido levou 11 anos, e mesmo assim atualmente o tal do gates canta de galo. Bota tantos 3D na tela, exige um trator para fazer rodar aquele tal de Vistas para no fim das contas ser pior do que o velhinho XP. Então, vamos incrementar a tecnologia do software Opensource e usar aquela distro que mais nos agrade e ajudar no que for possível para que o Debian siga em frente e a cada dia melhor.
Stark
Debian uma seta para além do futuro.
Debian getting better forever
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16 de abril de 2007, 16:15
Olha só praticamente uma unanimidade!
A pergunta que não quer calar é: se o Debian acabar, o Ubuntu será baseado em quê? Em versões anteriores dele mesmo? Ou sempre na última versão lançada do Debian?
Acredito que o Debian deva durar bastante em servidores ainda.
–
Responder
16 de abril de 2007, 16:46
Acredito, como muitos aqui, que o Debian não vá acabar da maneira como se pensa.
Recentemente foi lançado o Debian 4.0 Etch e também estão alterando sua filosofia de vida, como noticiado no br-linux.
O que pode provocar a morte do Debian é sua própria organização.
Sem mais
—
kernel panic: /dev/brain
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16 de abril de 2007, 17:30
Também discordo.
Eu uso o Ubuntu à mais de 8 meses no meu desktop e o que me motivou sua escolha foi o fato de ter versões do GNOME mais atualizadas que o Debian (o qual sou usuário a mais de 3 ou 4 anos), mas estou voltando ao Debian por vários motivos (qualidade principalmente e versões mais novas de muitos programas que utilizo no Sid)… mas antes vou dar uma olhada no Faisty.
Em servidores, sempre utilizo o Debian.
Agora, o Ubuntu sobreviria sem o Debian? O Ubuntu é MUITO dependente do Debian, o Mark que o diga.
Responder
16 de abril de 2007, 18:02
Pro Ubuntu, matar o Debian é como cometer suicídio.
Responder
16 de abril de 2007, 18:20
Meio exagerado esse questionameto. O Debian foi o precursor, e tem uma abordagem diferente do Ubuntu. Ele é focado principalmente na estabilidade, algo que é muito importante num ambiente empresarial, mas de não tanto valor no doméstico, que é o mercado ao qual o Ubuntu serve. Pra mim o Ubuntu nunca vai acabar com o Debian, até porque o mercado empresarial é sempre mais forte.
Responder
16 de abril de 2007, 18:37
O excesso de “meiose” que o mundo linux tem é seu pior inimigo, ô mania de dividir que esse povo tem.
O Debian e o Ubuntu deveriam perceber que são A MESMA COISA, o Debia é a fábrica (local perigoso, pra pessoas autorizadas e que sabem o que estão fazendo), e o *Ubuntu é a loja (limpinha, bonitinha, organizada, com tudo a mão), porém, as duas trabalham com um produto só, chamado LINUX!
Servidor e desktop, respectivamente!!!
Com apoio reciproco das duas iria criar um linux forte o suficiênte pra (talvez) surgir uma distribuição padrão (por força da aceitação alta) de uma vez por todas!
Que tal o Debian englobar o Ubuntu Server? Com suas datas mais esticadas, afinal de contas, é um servidor, e herdaria o grande trunfo do Debian em servidores, estabilidade!
Que tal o Debian aceitar o Ubuntu (e suas variantes) como Desktop oficial?
Responder
16 de abril de 2007, 19:26
DISCORDO PLENAMENTE!!
Tanto o Kurumin quando o Ubuntu são derivados do debian, pela sua estrutura e estabilidade. Mas é muita pretenção dizer que o Ubuntu vai fazer com que ele tire o Debian do mercado. Como já foi dito o Ubuntu tem seu foco nos Desktops.
O Debian é composto de três estados (Stable, Testing, Unstable) Onde a Veção “Stable” é a que foi mais malhada pelo pessoal de desenvolvimento e pela sua comunidade posso até ousar dizer que nem as leis de Murphy fazem um Debian Stable dar “PAU”, o repositorio do Debian é bem vasto e sua forma de adquirir pacotes é simples, por isso considero a melhor opção para servidores.
Debian nos Server
Ubuntu nos Desk (ou você realmente vai colocar um Ubuntu em um Servidor???).
O Debian 4 tem 3 DVDs.
Debian for ever!
Não sou tudo que você gostaria… mas sou mais do que você merece!
Responder
16 de abril de 2007, 19:41
Decadência do Debian e do Ubuntu
Na verdade, não vejo vida longa para ambas distribuições. Debian é uma distribuição muito atrasada, desatualizada e repleta de bugs de dependências. Como o Ubuntu é baseado em Debian, dependerá deste para aquele ter algum sucesso, o que é difícil, visto que a última atualização do Debian foi feita em 2002, e a versão 4 não sai nunca.
Seja para desktops, seja para servidores, recomendo GENTOO, que embora seja demorado para instalar (é todo ou quase todo compilado) é mais estável e dispõe de pacotes muito mais novos, além de poder ser totalmente otimizado para o seu hardware.
Responder
abril 17th, 2007 @ 14:43
Cara infelizmente vc não conhece nada de Debian, acho q vc deveria estudar mais antes de falar sobre algo que vc realmente não conhece, logo, posso recomendar a vc algumas leituras básicas, para começar, leia o FOCA LINUX…
Att…
Elton Rauh
Responder
16 de abril de 2007, 20:14
luigijo, você está totalmente desinformado. O Debian 4.0 saiu no início desse mês e a última versão antes dele é de junho de 2005.
Debian com bugs de dependências? As versões oficiais (estáveis) só são lançadas quando não tiverem NENHUM bug de dependência.
O Ubuntu, antes de cada lançamento sincroniza seus pacotes com o Debian Sid (versão de desenvolvimento), o qual contém pacotes tão atualizados quanto no Gentoo.
O Debian também pode ser otimizado para seu hardware.
–
aptitude install anarchism
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16 de abril de 2007, 20:37
Discordo totalmente, esta versão “Ultrafree” do Ubuntu, não desbanca em nada o Debian.Ele continua e continuará firme e forte.O Ubuntu 7.10 é o oposto do 7.04 que é baseado em soluções com drivers proprietários.
Pra agradar à Gregos e Troianos, foi anunciado a nova versão do Ubuntu aos moldes da Free Software Foundation.
O Ubuntu 7.10 “Gutsy Gibbon” será baseado em um conceito ultra ortodoxo, ultra free, e Pró -Xiita
Diferente do 7.04 ele somente conterá pacotes com licenças free, nada de drivers, codecs,nem mesmo firmwares que contenham algo proprietário.
Somente estará disponivel no cd pacotes que inclua a fonte completa do material.
Tudo pra agradar a quem é super fiel a filosofia e não aceita nem mesmo drivers proprietários no caso dos driver de video como o da Nvidia.
Eu já não concordo, não vejo nada de mal em aceitar drivers que são importantes para o funcionamento do sistema.
Mas é importante ter um versão que siga a risca a GPL.
O fundador da distribuição Ubuntu, Mark Shuttleworth, anunciou o nome da futura versão de outubro de 2007: Gutsy Gibbon.Na tradução do nome seria algo como “Macaquinho Corajoso”.
Suttleworth discorre sobre os vários motivos de adotar o nome de Gibão ou Macaco Corajoso à versão de outubro de 2007. Dentre elas:
“Some folks would say that any monkey can install Ubuntu”.
“Até um macaco pode instalar o Ubuntu”
Mas sem alusão ao Steve “Monkey Dance” Ballmer, da M$…
Responder
abril 16th, 2007 @ 22:10
O Ubuntu 7.10 “Gutsy Gibbon” será baseado em um conceito ultra ortodoxo, ultra free, e Pró -Xiita
Diferente do 7.04 ele somente conterá pacotes com licenças free, nada de drivers, codecs,nem mesmo firmwares que contenham algo proprietário. Somente estará disponivel no cd pacotes que inclua a fonte completa do material.
na verdade, como o bruno já disse lá em cima, haverá apenas *uma variante* dessa versão do ubuntu nesses moldes.
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abril 16th, 2007 @ 22:39
Verdade será apenas uma variante…vai ter a 7.10 com drivers e codecs proprietários como a 7.04…bacana…
Responder
abril 17th, 2007 @ 16:45
a propósito, muito sugestivo o nome dessa variante.. “Glossy Gnu” o.O”’
Responder
Eu acho uma boa estratégia. Mantém o Ubuntu Que Funciona como distro principal, e distribuem uma versão XiitaOriented, que não vai ser usada por ninguém relevante (PF ou PJ) mas que serve de calaboca pras malas tipo Stallman.
Esse Shuttleworth é um cara MUITO esperto.
http://www.contraditorium.com
Responder
abril 17th, 2007 @ 4:51
Eu acho uma boa estratégia. Mantém o Ubuntu Que Funciona como distro principal, e distribuem uma versão XiitaOriented, que não vai ser usada por ninguém relevante (PF ou PJ) mas que serve de calaboca pras malas tipo Stallman.
Além de fazer média com a Free Software Foundation e o Stallman, possivelmente poderá ocorrer alguma quebra de patente, espero que não, mas é possivel que alguém reclame por algo proprietário inserido irregularmente.Como é novidade uma distro deste porte e popularidade tomar uma iniciativa como esta, sempre vai ter alguém de olho…
Uma versão totalmente open pode servir de “segurança” se a casa cair…
Mas acho que vai ocorrer tudo bem, foi uma iniciativa bem acertada!
Responder
abril 17th, 2007 @ 5:14
Se você consegue enxergar somente por esse lado, tudo bem, mas existe motivos claros e relevantes de pessoas sérias que pensam que o ser humano não se resume em PF ou PJ.
–
aptitude install anarchism
Responder
17 de abril de 2007, 11:26
Realmente, vc é apenas um usuário, não conhece nada de Linux, por isso fala MERDA!!!!
Responder
abril 17th, 2007 @ 19:44
Isso é para mim?
–
Professional root
BrPoint
Responder
abril 19th, 2007 @ 21:02
A carapuça serviu…. alo né?
Responder
17 de abril de 2007, 18:07
Opa! Demorou pro primeiro puxar a faca, hehe
Responder
17 de abril de 2007, 18:32
Senhores Normais e Talebans do Software Livre,
o post é somente para comentar que o ubuntu ta mais fresco.
E como disse antes o que pode matar o Debian e suas próprias leis e organização de esquerda.
Acho que tem muito flame e que ta na hora de parar.
Mesmo ainda não vendo as tripas caindo no cão.
sem mais
—
kernel panic: /dev/brain
Responder
17 de abril de 2007, 19:51
Tentando responder a todos os questionamentos.
O Ubuntu pode sobreviver sem o Debian, basta uma migração em massa de desenvolvedores ou um volume grande de contratações feito pela Canonical.
O Ubuntu devolve tudo que desenvolve ao Debian.
Já existe Ubuntu para servidores e é bem estável, ainda precisa caminhar muito para ser dominante, como o Ubuntu no desktop, mas como uso RHE em servidores mesmo, nunca me preocupei em testar mais a fundo.
Será apenas uma variante o bom e velho Ubuntu que simplesmente funciona, será o carro chefe.
A extinção do Debian pelo Ubuntu já é comentada não é de hoje, por isso vira e mexe o Mark tem que ficar desmentindo isso.
A seleção natural leva a diminuição do número de espécies, quanto maior a penetração de mercado do Linux, mais sucesso ainda fará distribuições voltadas para o usuário final, tornando cada vez mais irrelevantes as demais distribuições.
Isso não é achismo, é mercado.
–
Professional root
BrPoint
Responder
abril 19th, 2007 @ 21:02
ENTÃO BLZ….. VAI ESTUDAAAAAAAAAA
Responder
17 de abril de 2007, 20:28
Comentários inúteis e desinformados como este deveriam ser omitidos !
Em primeiro lugar, a Canonical, empresa de Mark Shuttleworth é uma das maiores financiadoras do projeto Debian atualmente .
Segundo, o Ubuntu NÃO é um “fork” do Debian, e sim um derivado, de tempos em tempos o Ubuntu “pega” todos os novos desenvolvimentos ocorridos no SID e realiza um “freeze” neste código fonte e passa a estabiliza-lo, pto se o desenvolvimento do Debian fosse interrompido o Ubuntu simplesmente “deixaria de existir” .
E por último, se o autor deste comentário totalmente infundado tivesse um mínimo conhecimento da estrutura de desenvolvimento ou do Debian ou do Ubuntu absolutamente NÃO faria declarações infundadas como o fez !!!
Isto não ajuda em nada a comunidade, parece mais FUD financiado pela Micro$oft …
Fábio Rabelo
Responder
17 de abril de 2007, 21:57
Como Membro Oficial do Ubuntu-BR. Não concordo com nenhum posicionamento sobre o Debian neste texto.
Quem acompanha as notícias do planet.ubuntu.com, vê que quase todos os desenvolvedores do Ubuntu são desenvolvedores do Debian. Além disso, todos festejaram o lançamento do Debian Etch.
Devemos lembrar q o Ubuntu é uma distribuição q tem como “pai” o Debian e o bom relacionamento (contribuição nas duas vias) entre elas, ajuda muito o processo de angariar novos usuários.
Pereira
Responder
18 de abril de 2007, 11:00
Blasfêmia … Blasfêmia …
… eu ouvi os Cavaleiros do Templo Jedi gritar !!!
ooooô Grandes Mestres perdoem o que este simples Padawan escreve pois ele não sabe o que diz … !!
Cara, fala sério …
O filho suplantar o Pai?
Não neste caso!!!
Veja se o Ubuntu preenche estes requisitos:
http://tinyurl.com/2gra3z
… tem cada uma que a gente encontra que parece duas …
Abraços
Responder
30 de abril de 2007, 01:35
Discordo totalmente!
E concordo com quem disse que parte dos desenvolvedores do Ubuntu são também desenvolvedores do debian.
Como disseram Ubuntu é uma ditro para Desktops, nunca vai ser uma distro que uma empresa de hospedagem vai usar como servidor.
Uso o Debian como desktop e servidor a bastante tempo e nunca vou deixar de usar!
Responder
14 de maio de 2007, 19:19
Discordo em gênero, número e grau.
O Ubuntu “pode” até ser fácil de
mecher e tal.
Mas ele é mais conhecido por ser uma
distro que é muito “pesada”.
Consome muita carga da CPU.
E outra, O Debian é uma distro q é
pai de muitas outras por aí e se ele
simplismente morrer, essas distros novas q
provavelmente poderão nascer, não vão existir
mais.
E alem do mais, o Kurumin7.0 dá de 10 a 0 no
Ubuntu. É muito mais leve, facil e funcional.
Não sei pq as pessoas usam esse Ubuntu.
Responder