Como o The Elder Scrolls Online pretende mudar os MMOs

dori_eso_29.05.12

O anúncio de que a Bethesda está transformando a série The Elder Scrolls em um MMO pode não ter agradado a todos, talvez pela impressão deixada de que o game será apenas mais um RPG de mundo persistente, mas o designer de jogabilidade Nick Konkle deu uma declaração que pode servir para chamar a atenção de muita gente para o game.

Penso que em muitos dos MMOs das gerações anteriores, grande parte do jogo está em olhar para a interface de usuário… Mas nós queremos criar uma experiência imersiva porque este é um jogo moderno, um onde eu olharei para o mundo e não para a hotbar, não para números [de danos] voando”

Já o designer de batalhas PvP, Brian Wheeler, afirmou que “Se você está olhando para a sua interface de usuário enquanto 200 pessoas na sua tela estão lutando umas com as outras, então você está perdendo uma das grandes coisas que estamos tentando fazer nessas enormes batalhas.

Porém, essa prometida interface minimalista não deverá favorecer apenas os combates contra outros jogadores, já que segundo outra designer de jogabilidade, Maria Aliprando, eles esperam que cada batalha contra um inimigo controlado pelo computador seja algo desafiador e que elas não se tornem maçantes.

Se o objetivo for alcançado, The Elder Scrolls Online poderá ser a porta de entrada de muitos novos jogadores para os MMOs e a quase ausência de interface seria ainda um ótima maneira de permitir que o game apareça também nos consoles.

[via PCGamer]

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Autor: Dori Prata

Pai em tempo integral do pequeno Nicolas, enquanto se divide escrevendo para o Meio Bit Games, Techtudo e Vida de Gamer, tenta encontrar um tempinho para aproveitar algumas das suas paixões, os filmes, os quadrinhos, o futebol e os videogames. Acredita que um dia conseguirá jogar todos os games da sua coleção.

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  • dreadful

    falta um botão do google plus…

  • Yulan Cardoso

    Ué, mas eles já não tinha dito que a interface seria similar à do WOW e que o combate não seria em tempo “realmente real”?

    Dori, uma sugestão! Esse negrito nas citações fica pesado pra caramba!

  • Olha… eu gostaria que os MMOs vissem um pouco pro sucesso que UO teve no passado…
    Por um simples motivo: O jogo não roda em torno do combate, combate é só mais uma skill, mais complexa, claro, mas mais uma.
    Tinha gente jogando UO pra ser fazendeiro, pra comprar uma casa e jogar um enorme The Sims online, fazendo a economia girar e ser viva, deixar o jogo populado e vivo.
    Oras, essas pessoas trazem um senso de objetivo, um pq de defender tal cidade. Mineiros q são simples mineiros e são felizes assim. Carpinteiros, cabeleireiras, fazendeiras (hmm, fazendeiras)… enfim, o q a criatividade mandasse.
    Todo item tinha seu objetivo, nada era lixo (a não ser coisas gastas).
    Joguei UO, com o intuito de todo player de MMO: entrar em dungeons, matar monstros, pilhar, pilhar pilhar…

    Logo vi que a vida de aventureiro era tão ou mais difícil que qualquer outra, meu personagem virou carpinteiro e criou uma venda na cidade que ajudava a girar a economia. Comprava madeira de um lenhador e comida de um caçador. O mais divertido era a interação com as pessoas.

    • Cara, esse deveria ser o objetivo principal de todo MMO, isso sim é imersão. Isso sim é um mundo persistente onde vale a pena se jogar. Por infelicidade do destino, nunca joguei UO, mas só ouço boas histórias em relação a ele. 😀

  • Pingback: Os MMOs ainda podem trazer inovação? – Meio Bit()

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