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Como o The Elder Scrolls Online pretende mudar os MMOs

Por em 1 de junho de 2012
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  • dreadful

    falta um botão do google plus…

  • Yulan Cardoso

    Ué, mas eles já não tinha dito que a interface seria similar à do WOW e que o combate não seria em tempo “realmente real”?

    Dori, uma sugestão! Esse negrito nas citações fica pesado pra caramba!

    • http://www.vidadegamer.com.br/ Dori Prata

      Negrito? Mas está em itálico =/

  • http://www.facebook.com/people/Paulo-Correia/630026085 Paulo Correia

    Olha… eu gostaria que os MMOs vissem um pouco pro sucesso que UO teve no passado…
    Por um simples motivo: O jogo não roda em torno do combate, combate é só mais uma skill, mais complexa, claro, mas mais uma.
    Tinha gente jogando UO pra ser fazendeiro, pra comprar uma casa e jogar um enorme The Sims online, fazendo a economia girar e ser viva, deixar o jogo populado e vivo.
    Oras, essas pessoas trazem um senso de objetivo, um pq de defender tal cidade. Mineiros q são simples mineiros e são felizes assim. Carpinteiros, cabeleireiras, fazendeiras (hmm, fazendeiras)… enfim, o q a criatividade mandasse.
    Todo item tinha seu objetivo, nada era lixo (a não ser coisas gastas).
    Joguei UO, com o intuito de todo player de MMO: entrar em dungeons, matar monstros, pilhar, pilhar pilhar…

    Logo vi que a vida de aventureiro era tão ou mais difícil que qualquer outra, meu personagem virou carpinteiro e criou uma venda na cidade que ajudava a girar a economia. Comprava madeira de um lenhador e comida de um caçador. O mais divertido era a interação com as pessoas.

    • http://whosnerd.com Igor Queiroz

      Cara, esse deveria ser o objetivo principal de todo MMO, isso sim é imersão. Isso sim é um mundo persistente onde vale a pena se jogar. Por infelicidade do destino, nunca joguei UO, mas só ouço boas histórias em relação a ele. :D

  • Pingback: Os MMOs ainda podem trazer inovação? – Meio Bit()