Crysis 2 volta ao Steam, mas EA não

dori_cry_30.05.12

Quando diversos jogos distribuídos pela EA começaram a desaparecer do Steam, uma das explicações estaria nas lojas internas que os títulos possuíam, permitindo que os jogadores adquirissem expansões sem que o serviço da Valve lucrasse com isso. Durante muito tempo esperamos que as empresas entrassem num acordo e pelo menos um daqueles games, o Crysis 2, está novamente disponível na loja virtual.

Seria este o indício de que outros jogos estariam voltando? Por enquanto não. O que aconteceu foi que, de acordo com um representante da EA, a Maximum Edition do jogo de tiro recebeu algumas modificações, removendo áreas que não estavam de acordo com os termos impostos pelo Steam e como essa versão do título não possui a loja interna, basta ligarmos os pontos.

O detalhe é que esta alteração não foi feita pela EA e sim pela própria Crytek, desenvolvedora do game, já que a companhia americana neste caso funciona apenas como uma parceira. O problema aqui é que nos outros jogos que não estão disponíveis no Steam, como o Mass Effect 3, Battlefield 3 e Dragon Age 2, a Electronic Arts é dona dos estúdios que os fizeram, então cabe a ela decidir se os modificará.

Ou seja, por enquanto continuaremos sem os jogos mais recentes da EA no Steam, mas se você queria comprar o Crysis 2 por lá, pode comemorar.

[via Rock, Paper, Shotgun]

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Autor: Dori Prata

Pai em tempo integral do pequeno Nicolas, enquanto se divide escrevendo para o Meio Bit Games, Techtudo e Vida de Gamer, tenta encontrar um tempinho para aproveitar algumas das suas paixões, os filmes, os quadrinhos, o futebol e os videogames. Acredita que um dia conseguirá jogar todos os games da sua coleção.

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  • Mas se chegou a falar em algum momento quais seriam os termos do Steam?

  • A EA agora tem o Origin. É natural que mova seus títulos para lá.

    • É natural mas não é algo muito bom, financeiramente falando, porque as chances de se vender mais estando em várias lojas é algo muito maior.
      Uma mostra disso pode ser vista no fato dos jogos dela estarem disponíveis em outras lojas digitais, então, o problema parece ser mesmo muito mais contratual do que apenas “vamos virar as costas para o Steam.”