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Dia da Internet Segura 2010

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Hoje, 9 de fevereiro, é realizado no mundo o Safer Internet Day, um dia reservado para ações de conscientização dos usuários e empresas ligadas à Internet sobre a segurança na rede. A ideia foi da INSAFE, uma organização da União Européia, criada e mantida com o objetivo de promover o uso consciente da Internet. No Brasil, a data é uma iniciativa da Safernet Brasil, que tem o mesmo objetivo, embora só seja relacionada a casos de denúncias de pedofilia - infelizmente aqui, esse é o assunto quando se trata de segurança na rede.

Na agenda do evento estão diversos acontecimentos, entre debates, palestras, encontros, que aconteceram durante o mês e culminam no dia de hoje. No Terra acontece um videochat às 13 horas, às 14h temos o Plantão da Cidadania Web na sede do Comitê Gestor da Internet (SP), no canal Futura tem um debate com especialistas às 21h30 e muito mais. Confira a agenda completa para o dia de hoje.

Por que é importante um dia como esse?

Pensar em segurança na Internet e questionar existir apenas um dia do ano para falar sobre o tema nos dá uma certa angústia. No entanto, eventos que tangenciam ou se aprofundam nesse quesito existem todo o tempo, em todo o mundo. A preocupação é diária, mas ainda não atingiu as pessoas certas: os usuários. Falta divulgação dos mecanismos de educação e controle que existem, muitos deles gratuitos ou patrocinados por grandes empresas, que se preocupam, que são atingidas diretamente pelos riscos que essa falta de cuidado ocasiona.

Bancos brasileiros, por exemplo, são considerados os mais "seguros" do mundo no que tange a segurança digital, mas contradizendo isso, são os mais impactados com golpes, desfalques, invasões. Qual a causa disso? O usuário, obviamente. Não adianta ter um mega sistema de segurança, se o usuário digita sua senha em ambiente inseguro, "recadastra" seu cartão-chave em uma página falsa, instala trojans em seu computador, fornece dados pessoais para pessoas que ele confia que sejam do próprio banco ao telefone, etc. Os exemplos são diversos e todos nós certamente conhecemos um caso próximo.

Um dia de referência, com grande impacto na mídia, apoiado por grandes empresas, é um marco. Não é a solução definitiva, mas certamente fará diferença na vida de muitas pessoas, que nunca haviam se preocupado em ter um antivírus instalado, em certificar-se de links recebidos por MSN ou Orkut. Os usuários que participarem de qualquer das atividades, podem ser replicadores dessas informações. Isso acontecendo todo ano, torna-se um ciclo, que atingirá cada vez mais pessoas. Sim, eu sou um romântico Eye-wink.

Como nós podemos ajudar?

Cada um de nós pode fazer sua parte para tornar a Internet um lugar mais seguro. Comecemos dentro de casa. Quantos computadores existem? Todos possuem antivírus instalado e atualizado? E o navegador, ainda é aquele troço nojento do IE6? Confira algumas dicas do que você pode fazer para dar uma força:

  • Mantenha o seu sistema operacional sempre atualizado. Marque para baixar as atualizações automaticamente
  • Elimine da face da Terra o Internet Explorer 6, atualizando para a versão mais nova possível, ou instale outro navegador, como o Firefox ou Chrome
  • Instale um bom antivírus e marque para atualizar automaticamente todos os dias
  • Desabilite a execução automática de dispositivos USB
  • Distribua aos usuários cartilhas com dicas de segurança, aqui vão duas: Cartilha de Segurança na Internet e Safer Dic@s

Se você tiver tempo e disposição, pode fazer isso também na casa de seus parentes próximos, ou quem sabe até ganhar uma graninha dando uma ajuda aos amigos a protegerem seus computadores. Cobrar para fazer esse trabalho não invalidará a sua ação, pode ficar tranquilo.

Não tem habilidades com essa coisarada de informática e tal? Não tem problema, divulgue a ação. Coloque em seu blog, sua rede social, envie um e-mail aos seus amigos (não pra toda sua lista, ok?) dizendo do que se trata. Se quiser, faça um link para esse texto, ou para a página de links do site da ação. O importante é fazer parte.


Carlos Cardoso's picture

Como vender vapor oriental

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Antigamente sabíamos dos lançamentos quando algum amigo aparecia com o produto na mão. As revistas especializadas recebiam releases, seguidos de unidades de teste. Depois surgiu a Internet, e os lançamentos eram apenas fotos. Com o advento da computação gráfica, os “conceitos” e “mock-ups” dominaram.

Nas últimas semanas a web foi invadida por uma horda de modelos de leitores de eBooks e iPads genéricos. Todos feitos em softwares 3D. Fabricantes anunciam o produto sem preço, com pouco ou nenhum detalhe técnico, sem data de lançamento, e os otários babam. UAU, que fantástico.

Agora a Cube, de Taiwan foi mais além: Prometeu um leitor de eBooks por US$150,00.  6 polegadas, tela touch capacitiva, colorido, rodando Windows Mobile 6.5 e com WIFI. Quando? Ninguém sabe. Como ele se parece? Nah…

Disponibilizaram apenas a imagem abaixo.

OK, não vamos reclamar,  mas que estão abusando, estão.

Fonte: Akihabara News


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Imagine um sistema operacional tecnicamente excelente, com mais recursos do que você imagina, integração com redes corporativas, sólido, sem fragmentação de versões (dentro do razoável) e que te dá uma experiência de uso familiar ao que você está acostumado no PC normal. Agora coloque uma interface velha, datada e que consegue esconder toda essa capacidade técnica.

Lembra o Linux de uns anos atrás, não? Só que é o Windows Mobile.

window_concept_phone_1Quando a Palm reinava absoluta no mundo dos PDAs a Microsoft tentou abrir espaço com o Pocket PC, mas até versão 2.x as tentativas eram horrendas. Usar um PDA PPC era quase como usar um PC, e em uma telinha minúscula, não funciona. Com o tempo a Microsoft reescreveu o Windows Mobile do zero, a Palm foi ficando para trás e surgiram vários aparelhos realmente bons, como o meu querido Dell Axim X51v. Mas a Interface continuava um problema. 

Nos smartphones piorou. Tanto que para “disfarçar” a interface datada a HTC chegou a criar launchers, como o do HTC Touch, que é muito bonito mas só serve pra trazer à tona o feioso Windows Mobile.

Com o advento do iPhone o mundo mudou. Interfaces leves se mostraram possíveis e a metáfora do computador na sua mão foi abandonada. As pessoas querem telefones inteligentes, não computadores portáteis. Hoje todo mundo segue por essa mesma linha, seja Android, seja Maemo, seja Apple, seja o legendário Symbian 4.

E a Microsoft?

O Windows Mobile tinha tudo que os nerds mais inveterados dizem que gostam, mas nerds inveterados são minoria. A cornucópia de funcionalidades só serviu para afundar o sistema operacional em ciclos sem fim de complexidade desnecessária. A facilidade de instalação de programas é legal mas de que adianta se os programas estão espalhados por toda a interweb?

Eu acredito que o Zune e o Zune HD foram um laboratório de interface, onde a Microsoft experimentou para descobrir se teria expertise para criar um ambiente sem o modelo tradicional de menus, pastas, arquivos .ini. Se seria possível esconder a complexidade do usuário, como a Apple faz de maneira soberba com o iPhone.

Os boatos que estão surgindo sobre o Windows Phone 7, a nova encarnação do Windows Mobile apontam nessa direção. Vejam o que dizem as más línguas:

 

  • A interface será bem similar ao Zune HD, “muito limpa”, “viva”, “com alma”
  • Sem suporte a Flash pelo menos inicialmente
  • Instalação de Aplicativos somente via loja online. Não mais via cartão de memória
  • Sem multitarefa, com notificações push
  • Sem compatibilidade retroativa com aplicações .NET CF
  • Integração total com o Zune
  • Sync via Zune Software
  • Adeus as interfaces de 3os e launchers como SPB Mobile Shell, etc
  • Integração total com XBox
  • Suporte total a redes sociais

Você é usuário de longa data do Windows Mobile? OK, sei como você deve estar se sentindo:

facada1

Pois é. Infelizmente você é exceção. Esse modelo é o que o público quer, é o que estão comprando. O Mercado falou mais alto. Caso encerrado. É como o Aquecimento Global. Quer prova maior que ele existe do que o filme do Al Gore ter dado lucro?

A Microsoft aparentemente não vai mostrar aparelho próprio (convenhamos o Nexus foi uma facada nas costas dos parceiros do Google) mas sim hardwares de referência, e se seguirem o modelo Tegra do Zune HD, teremos facinho o hardware mais poderoso entre todos os modelos atuais. Só que isso (de novo) só interessa a nerds. 90% dos usuários de iPhone sequer saber a resolução de tela dele.

O preço já está se fazendo sentir. Mesmo as informações acima sendo apenas boatos, a comunidade Windows Mobile está pegando fogo, não dá nem para chamar de mimimi. A indignação é legítima. Só se compara à reação dos fãs da Palm quando esta anunciou seu primeiro aparelho rodando… Windows Mobile.

Abrir mão da base instalada é algo que a Microsoft nunca teve coragem de fazer no desktop, e não parece uma atitude racional, mas quantas aplicações o iPhone tinha em seu lançamento? Vejamos o que a Microsoft pode oferecer na estrutura de Serviços, em um Windows Phone Conectado:

  • Office – MS Office Web Apps e nativo
  • Busca -  Bing, que é hoje o melhor buscador mobile do iPhone
  • Mapas – Já experimento o Bing Maps?
  • Games – Integração com XBox. Precisa mais?
  • Música e Vídeo – O Zune HD é lindo, FATO. O Marketplace, muito elogiado. Se WP7 for aquilo, eu quero.

Estão percebendo a estratégia? Eles tem a estrutura de serviços em volta, sob controle da empresa. Os dois concorrentes não possuem os serviços todos. O Google não tem nada na área de games e mídia, já a Apple é carente na área de Office, Mapas, Busca, etc. Na verdade ela só controla a parte do iTunes.

Mantido o cenário a política de licenciamento do WP7 (Os tards do Wordpress de certo irão chiar pelo roubo da sigla) provavelmente será mais permissiva. Prevejo custos mais baixos e menos (porém mais firmes) exigências aos fabricantes.

Vai dar certo?

O modelo iPhone/AppStore é o que funciona. Está demonstrado pelo mercado INTEIRO. Todo mundo está seguindo a mesma cartilha. O hardware é commodity. Especificação técnica só interessa para nerds. O usuário quer saber se o aparelho é rápido ou lento. Se faz o que ele quer que o aparelho faça.

O modelo Software + Serviços, bem… taí o Google para mostrar que funciona. O Android deu um passo adiante do iPhone, um aparelho Android sem conectividade é virtualmente aleijado. Foi uma aposta grande, que rendeu bons resultados. O público comprou a idéia (nos dois sentidos).

ballmerasdrevil Controlar os serviços é essencial. Vide a briga da Apple com o Google, que rendeu até boatos substanciados de que o iPhone passaria a usar o Bing como buscador padrão. O que aconteceria se amanhã a Apple fosse proibida de usar as APIs do Google em seus serviços? Serviços são estratégicos.

Se a Microsoft conseguir entregar o que (nem) está prometendo, teremos a volta de um mega-player e a briga se tornará mais interessante ainda. Se não conseguir, o destino do Windows Phone já está selado: Vai para a gaveta, como meu HTC Touch.

Fonte: PPCGeeks

 


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Universal processa Grooveshark

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Alguém tinha dúvida de que isso aconteceria? A Universal processou o site musical Grooveshark, aquele já comentado aqui e que faz enorme sucesso em várias partes do mundo tanto pela qualidade sonora e de acervo, quanto (e principalmente) pela ausência de limitações geográficas.

groovechark Não é a primeira vez que isso acontece. Em junho do ano passado, a EMI fez o mesmo. Felizmente, as duas partes chegaram a um acordo e todos ficaram felizes – especialmente os usuários. O caso com a Universal é mais delicado porque, recentemente, o conglomerado lançou o VEVO, serviço de clipes em parceria com o Google/YouTube – nem adianta entrar, tem restrição geográfica.

No blog oficial do Grooveshark, uma mensagem informa o ocorrido e destaca a luta do serviço contra a pirataria. Eles, porém, entendem a posição da Universal, e esperam conseguir um acordo amigável com a gigante fonográfica.

Depois do Pandora, Spotify e Last.fm, o Grooveshark é um dos últimos redutos de música ilimitada via streaming acessível no mundo todo – e, ainda por cima, de graça. Que a força (e os bons advogados) estejam com o Grooveshark!

Fonte: Download Squad.


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Gmail ficará mais social hoje

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O Wall Street Journal levantou mais um rumor interessante: o Google pode estar investindo em recursos mais… sociais para o Gmail. O popular serviço de e-mail da gigante de Mountain View, atualmente limitado à troca de mensagens e conversa via GTalk, ganharia ares de FriendFeed/Facebook com a novidade, caso saia da maneira que todos imaginam.

O WSJ diz que os contatos (selecionados) do usuário no Gmail ganharão timelines, e nelas serão exibidas suas atualizações em redes sociais, tanto do próprio Google (YouTube e Picasa), e, especula-se, externas também, como Twitter e Facebook. Também há rumores de que esses serviços serão “atualizáveis” a partir do Gmail, o que poderia aumentar (ainda mais) o tempo de permanência do usuário dentro dos domínios “Googlinianos”.

gmail-icon256 Uma questão que promete ser delicada é no gerenciamento de contatos. Um recurso dúbio, que salva vidas mas às vezes incomoda, é a adição automática de endereços para os quais o usuário envia e-mails à lista de contatos. Isso foge do conceito de contatos ao qual estamos acostumados em outras redes sociais. Mesmo no Reader, também do Google e com pitadas de rede social há mais tempo, existe um sistema bem resolvido de seguir e ser seguido, bastante similar ao que se vê em redes tradicionais, como Facebook e orkut.

Vale lembrar que o Hotmail, um dos principais concorrentes do Gmail e com fama de “máquina Xerox”, já possui algo do tipo há quase um ano. Integrado à rede social Windows Live, atualizações dos contatos do usuário aparecem na tela inicial e ao enviar qualquer mensagem de e-mail a eles.

Segundo o Mashable, as novidades do Gmail serão mostradas hoje. Assim que tudo estiver disponível, e após uma boa análise, publicaremos o que há de novo e como ficou essa importante implementação num dos melhores serviços de webmail do mundo.


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Já estava rolando há algum tempo o boato de que a Canon lançaria uma substituta para a EOS Rebel 500D no começo desse ano. Hoje, o Dpreview publicou um texto onde o pessoal do site teve contato com uma unidade da nova câmera ainda na linha de produção da Canon. O novo equipamento segue o padrão de design da sua antecessora, mas mostra algumas novidades. A primeira é o monitor LCD de 3 polegadas em proporção 3:2 que possibilita a visualização das fotos e vídeos sem a tarja preta nas extremidades. No mais, alguns botões foram modificados na parte de trás da câmera, como o de iniciação de gravação de vídeo. Fora isso, ela se parece muito com os modelos anteriores.

Mas, é por dentro que temos as principais mudanças. A primeira novidade é o novo sensor APS-C de 18 megapixels e a gravação de vídeo em alta definição com 1080 pixels de resolução. A câmera também vai oferecer controles manuais durante a gravação de vídeos e a opção de selecionar a taxa de fotogramas por segundo. Outra novidade é a capacidade de fazer 3,7 fotos por segundo no modo contínuo (em um total de 37 arquivos JPEG Fine ou 6 arquivos RAW) e a velocidade ISO que pode variar de 100 até 6400. Tudo isso é possível graças ao novo processador DIGIC 4 que promete uma melhor qualidade de imagem e rapidez nas operações da câmera. Porém, outros dois pontos também são muito bacanas. O primeiro é que ela vai usar o IFCL, sistema de medição com 64 zonas, que teve sua estréia na Canon EOS 7D. O segundo ponto é que a compensação de exposição vai variar de + ou – 5. Essas são características que equipam câmeras mais avançadas e que agora se encontram disponíveis nos equipamentos mais baratos. Outras perfumarias interessantes são a compatibilidade com os cartões Eye-Fi e os novos cartões SDXC, entrada para microfone externo, função de corte para filmes e a possibilidade de escolher o valor máximo de ISO para o modo automático (isso é muito útil).


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Nexus One: smartphone de geek?

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Uma proeza do iPhone é ser bem aceito tanto entre geeks, quanto entre “pessoas comuns”. Do dono do site de programação, até o ator famoso do momento, não é motivo de espanto constatar que ambos possuem o smartphone da Apple. Os pontos positivos do aparelho, somado ao hype e ao poder persuasivo e fashionista da maçã na traseira do aparelho, são elementos suficientes para atingir não um, mas vários perfis de usuários. Crédito todo da Apple, que soube explorar as limitadas capacidades técnicas do aparelho a seu favor, tirando o foco delas para detalhes outros tão ou até mais importantes, como os apps.

Os Androids são interessantes também, mas um especial, o que tem/tinha potencial para ser o maior expoente do sistema operacional da Open Handset Alliance, parece estar… falhando. O Google Nexus One, após amargar apenas 20 mil unidades vendidas na primeira semana, tomou outro golpe pesado dos números: somente 80 mil  de unidades vendidas no primeiro mês.


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Está aberta a temporada de caça ao Flash. O formato da Adobe, odiado por Freetards (exceto quando é para falar mal da Apple) e por designers não-preguiçosos é uma realidade. Não há para onde correr, 90% dos PCs do planeta rodam Flash.

Mesmo assim só agora os Grandes Nomes estão ousando falar mal dele. Até a Microsoft prefere ignorar o Flash ao promover o SIlverlight, dando a entender que este é uma solução muito mais abrangente e completa. É, mas sempre ajuda pisar na concorrência. Foi preciso Steve Jobs botar o iPad na mesa e abrir a boca. Falou com todas as letras que se um Mac dá pau mais do que deveria, a culpa é do Flash.

O uso diário de aplicações Flash em qualquer plataforma demonstra que isso infelizmente é verdade.

O que não é verdade é a declaração de Kevin Lynch, CTO da Adobe, que afirmou:

“Em relação a crashes, posso dizer que não distribuimos o Flash com nenhum bug conhecido, e se houvesse um problema tão generalizado o Flash não teria o uso generalizado que tem hoje”

Um desenvolvedor chamado Matthew Dempsky respeitosamente discorda. Lembra de um bug que ele reportou em Setembro de 2008 e que só foi corrigido no último Beta. TODAS as versões atuais, independente de plataforma morrem, se o usuário clicar neste link.

Falei que provavelmente sem navegador vai pra vala junto? Tudo bem, você não sai clicando antes de terminar de ler o artigo, não é?

Será possível um mundo sem Flash? Steve Jobs acha que sim. YouTube e Daily Motion estão testando players de vídeo em HTML5, e a Microsoft parece que vai kickar o Flash do Windows Phone 7. (formerly known as Windows Mobile, formerly known as Prince)

Meu único medo é que algum GÊNEO redescubra as Applets Java e apresente como alternativa.

Fonte: Download Squad


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Mais de dez anos atrás no tempo em que a Internet ainda era espaço a ser desbravado em uma tarde tediosa desenvolvi um "tradutor" para um site que apenas pegava a entrada de um formulário, postava no tradutor do Google, estripava a formatação e exibia o resultado para o visitante. Coisa feia, admito, mas eu era jovem, precisava de dinheiro.

No dia seguinte de implantação do serviço chega email de uma usuária indignada afinal o tradutor estava obviamente quebrado. Motivo: Ela colocou vários sonetos de Shakespeare e o resultado não foi exatamente brilhante.

Percebi que a visão do usuário médio era essa, não tinham idéia da complexidade por trás de um software de tradução automática. As minúcias, as expressões idiomáticas, o CONTEXTO era algo que ignoravam. Idiomas são ferramentas complexas, não é fácil ensinar a um robô a lógica de uma língua, quando você calça a bota e bota a calça.

Pior: Percebi que mesmo os tradutores online de então eram considerados satisfatórios. Gente com conhecimento básico de idiomas achava as traduções perfeitas, e vendia esse peixe.

Por isso vejo essa iniciativa do Google com 3 pés atrás. Eles querem consolidar as tecnologias de tradução online com sistemas de reconhecimento de voz, e criar assim uma utopia Star Trek onde todo mundo poderá falar com todo mundo, e se entender. A idéia, segundo Franz Och, chefe dos serviços de tradução do Google é ter um sistema funcionando razoavelmente bem em uns dois anos, para que de seu celular você ligue para uma pessoa e tenha uma conversa mesmo sem entenderem o idioma uma da outra.

"Razoavelmente bem" e "dois anos" em tecnologia é uma promessa que você só faz quando não tem nem idéia por onde começar.

Lembrem-se, estamos falando de tradução automática, que só recentemente no Google parou de traduzir "the book is on the table" para "o livro está sobre a tabela". A área evoluiu muito, mas mesmo assim introduzir VOZ, uma variável complexa só piora. Estamos falando de sotaques, entonações, defeitos de fala, língua pglesa, regionalismos e gente que fala sibilando.

O que vai acontecer? Monty Python já previu isso (também):

Fonte: Times Online


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Crie seu próprio encurtador de URLs

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Demorou pouco até: já está disponível, em beta, o bit.ly Pro, versão do bit.ly que permite utilizar domínios próprios na estrutura vencedora do serviço.

logo O serviço é gratuito, e atrelado à conta do bit.ly convencional. Basta registrar seu domínio nas configurações e começar a utilizá-lo; mais prático, impossível. Todo o sistema de acompanhamento e estatísticas está presente, o que deverá fazer a alegria de quem trabalha com social media. É possível analisar informações de até uma hora atrás. Outros dados incluem país de origem das atividades, maiores referenciadores e principais destinos.

Na hora de registrar um domínio para essa finalidade, encontrar um TLD interessante é muito importante. Uma maneira simples de descobrir novos é, acreditem, a Wikipedia. A sintaxe seguinte funciona:

http://en.wikipedia.org/wiki/.in

O exemplo acima é o TLD da Índia. Basta trocar as duas últimas letras por algo relacionado ao tema do seu encurtador, e registrar o domínio.

Lembrando que a versão gratuita dá direito a 10 mil URLs encurtadas por dia. Para mais, é preciso entrar em contato com os desenvolvedores para negociar uma conta comercial.

Se algum leitor criar um novo encurtador de URLs baseado no bit.ly Pro, deixe-nos saber pelos comentários :-) .

Fonte: Download Squad.




Design Wenetus