Digital Drops Blog de Brinquedo

Voar com drone exigirá licença de piloto nos Estados Unidos

Por em 25 de novembro de 2014

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Os drones se tornaram uma febre dentro da fotografia e da filmagem profissional de eventos. Um pequeno aparelho pode substituir uma grua com incríveis vantagens, como o fato de poder circular por todos os locais do evento. Junto a isso temos câmeras cada vez mais compactas que filmam em Full HD, ou até mesmo em 4K. Colocar esse diferencial em seu trabalho pode lhe render novos contratos, ou dores de cabeça. Existem exemplos fantásticos na internet de acidentes protagonizados por drones em casamentos e outros tipos de eventos sociais. Pilotar um destes brinquedos exige uma carga horária de treinamento e muita habilidade. Você deve pilotar e se preocupar em filmar o evento sem que pessoas sejam atingidas. Uma nova categoria de profissional para o gigantesco mercado de fotografia de eventos.

Pensando em todos esses fatos, e segundo o The Wall Street Journal, a FAA (Federal Aviation Administration) vem realizando uma série de estudos sobre a utilização destes aparelhos e está se preparando para liberar nos próximos meses um conjunto de regras para disciplinar esse mercado. E algumas delas são bem duras, porém só são válidas se você se utiliza comercialmente de seu drone. A primeira, e mais rígida, é que será necessário uma licença de  piloto convencional. Escolas devem ser criadas, cursos desenvolvidos para garantir essa licença, ou seja, pode demorar muito tempo para vir a acontecer. Fora isso, os drones só poderão voar durante o dia, não podem ultrapassar 400 pés de altitude (em torno de 121 metros) e o drone nunca deve ficar fora da vista de seu controlador. A nova regra será aplicada a todo drone com câmera com 24 kg ou menos.

Bem, todo mundo sabia que um dia essa prática seria regulamentada. Teve que começar por um país civilizado, mas o Brasil não fica atrás. A ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) afirma que o Brasil terá normas para utilização de drones particulares e comerciais até o fim do ano. Segundo uma proposta inicial apresentada em fevereiro deste ano, os drones do Brasil poderão fazer filmagens em locais fechados (como igrejas), mas todos os presentes (convidados) deverão autorizar o uso e ficar cientes dos riscos inerentes ao processo (acidentes). Além disso, cada voo deverá ter um seguro contra danos a terceiros.  A diferença, em relação a regulamentação americana, é que os operadores de drones de até 25 kg podem receber treinamento do fabricante para estarem aptos a pilotar o brinquedo.

A coisa está tão popular que já temos filmagens desse estilo aqui no sertão sorocabano e tem muita gente aqui comprando o aparelho e não tendo a mínima ideia de como pilotar a coisa. Logo acidentes acontecerão.

Fonte: Petapixel.

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Você pode deletar o Uber, mas startup ainda usará seus dados

Por em 25 de novembro de 2014

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A startup Uber se envolveu em uma série de escândalos nos últimos tempos, desde acusações de que ela joga sujo com os concorrentes à denúncia feita pela jornalista do PandoDaily Sarah Lacy, de que a empresa a está perseguindo com o intuito de acabar com a vida dela e da família, devido às inúmeras críticas que ela tem feito à empresa desde 2012 (quando ela ainda estava no TechCrunch), que segundo ela é uma instituição imoral.

Na esteira desse rebuliço muita gente desinstalou o app por não querer compactuar com a companhia, mas a verdade é que o estrago já está feito: seus dados continuarão a ser utilizados e não há como impedir isso.

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Problema da tela do OnePlus One é físico, não lógico

Por em 25 de novembro de 2014

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Há pouco mais de seis meses a parceria entre a OnePlus, uma startup fundada pelo ex-Oppo Pete Lau e a Cyanogen, que deixou de ser uma comunidade e se firmou como uma empresa desenvolvedora de um fork oficial do Android rendeu o OnePlus One, um aparelho de ponta que chamou muito a atenção por ser na época mais barato que os Nexus e equipado com hardware de ponta, e isso foi possível porque ele é vendido a preço de custo.

Entretanto houveram problemas. Primeiro, uma falha de segurança descoberta aos 46 do segundo tempo atrasou seu lançamento. Depois, usuários começaram a se queixar de um problema bem chato: o touchscreen deixava de responder após um tempo.

A OnePlus disponibilizou um update para o CyanogenMod 11S acreditando se tratar de um problema de software, o que não resolveu patavina. Foi então que um usuário descobriu que o buraco (ou melhor, o cabo) é mais embaixo.

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Sala da Justiça #45 — O histórico pouso da Philae e muito mais!

Por em 25 de novembro de 2014

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No programa da semana passada, conversamos sobre a inauguração do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil; o tablet Android da Nokia, que lembra muito o iPad Mini; o projeto LinkNYC, que vai colocar postes com Wi-Fi na cidade de New York e os prováveis usos do Snapcash, nova forma de mandar dinheiro pelo Snapchat.

No Top 7 da semana, o projeto do Google para armazenamento de genomas; por qual motivo você deve atualizar já o seu Windows; a musa Kate Upton na propaganda de um jogo mobile mequetrefe; as novas versões do Visual Studio com emulador Android nativo; o histórico pouso da Philae no cometa e como ele recoloca a Europa na tradição das Grandes Navegações; a força-tarefa policial que afirma ter derrotado o Tor e no Top 1, o meu post com o hands-on com os novos iPhone 6 e iPhone 6 Plus da Apple.

Na Roleta Russa, fotografia é arte? Yay ou nay? Clique abaixo para assistir ao programa.

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Escute no final do post a versão em áudio, editada por mim.

Confira os links desta Sala da Justiça:
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emPodcast Sala da Justiça Sala da Justiça

Pior Coréia ameaça prender quem vender pau de selfie

Por em 24 de novembro de 2014

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Ao abdicar de ser governada pelo Grande E Imortal Kim-il Sung, falecido pai do também saudoso imortal Kim Jong-il, a Pior Coréia se colocou sob o jugo dos malditos imperialistas capitalistas norte-americanos. Hoje seus pobres cidadãos, vivendo sob o jugo autoritário da Presidente eleita Park Geun-hye importam várias manias do ocidente decadente, entre elas os selfies.

Para piorar ainda mais a situação, assim como nas ruas do Brasil os camelôs coreanos estamos vendendo mais lixo capitalista Made in China. No caso os tais Paus de Selfie. 
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Elon Musk desenvolvendo X-Wings. Mais ou menos.

Por em 24 de novembro de 2014
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NASA é para os fracos, Tony prefere uma nave com cara de Sci-Fi.

As empresas envolvidas em exploração espacial geralmente caíam em duas categorias: as contratadas chapa-branca tipo Boeing, Lockheed-Martin e ULA, que constroem o encomendado mas são anônimas e sem charme, e firmas de malucos que assistiram Flash Gordon demais na infância, andam com chapéus de papel-alumínio e prometem o Universo mas não entregam nada.

A SpaceX fica no meio do caminho. Elon Musk e seus funcionários são descaradamente influenciados por ficção científica. Musk apareceu como ele mesmo em Homem de Ferro e até no Machete Kills. A fábrica da SpaceX foi usada em Homem de Ferro 2 como cenário para as Indústrias Hammer, mas as semelhanças param aí. As máquinas do Musk funcionam. Quase sempre.
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Review: Moto Maxx ou “essa bateria é realmente necessária?”

Por em 24 de novembro de 2014

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Devo dizer que estou impressionado com o que a Motorola vem realizando nos últimos tempos, embora é preciso convir que o mérito não é inteiramente dela: ela foi completamente remodelada pela quando foi adquirida pelo Google em 2011, indo de uma fabricante de aparelhos medianos e um pós-venda terrível a um sério player no mercado de Androids, graças aos excelentes aparelhos que vem lançando nos últimos dois anos.

Os novos Moto X e Moto G, bem como o Moto E são produtos destinados a perfis bem distintos de usuários: o primeiro é para o que gosta de funcionalidades e design (um que provavelmente compraria um iPhone), o segundo é para quem quer um aparelho de meio-termo que não faça feio, e o último é o modelo de entrada mas bem eficiente. Com o Moto Maxx, a Motorola resolveu mirar no power user, aquele que usa seu smartphone como um verdadeiro computador de bolso e precisa de uma máquina parruda. E nisso ele não decepciona.

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