Digital Drops Blog de Brinquedo

Cientista louco argentino preso ao tentar vender armas nucleares pra Venezuela

Por em 31 de janeiro de 2015

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Nos anos 60 EUA e Canadá resolveram que Julio Verne não era necessariamente ficção científica, e a idéia de usar um canhão para lançar objetos ao espaço tinha seus méritos. Liderado por um sujeito chamado Gerald Bull, o Projeto HARP (não confundir com o HAARP, o dos terremotos, furacões, 11 de setembro, etc).

O High Altitude Research Project montou em uma ilha do Caribe vários canhões, incluindo um monstro naval de 410 mm. Entre vários testes eles conseguiram aperfeiçoar sondas capazes de resistir às acelerações grotescas do disparo do canhão, e em 1966 uma sonda de 180 kg foi lançada a uma altitude de 180 km, um recorde que permanece até hoje (para saber mais)
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emEnergia Miscelâneas

Google Earth Pro agora é digrátis!

Por em 31 de janeiro de 2015

melhorcoreia

Manja aquelas animações do Google Earth que aparecem em programas de TV, em geral pra mostrar aos norte-americanos onde fica o Canadá?

Elas são feitas com o Google Earth Pro, uma versão anabolizada da ferramenta gratuita, com recursos como camadas extras de informações geossocioeconômicas, ferramentas para medir áreas e capacidade para gerar filmes até em Full HD.

Normalmente o Google cobra US$ 399,00 por ano pelo uso do Google Earth Pro, mas agora decidiram que vai ser tudo de graça, na faixa, é só pegar.

É muito simples: primeiro você solicita a chave aqui neste link, depois baixa o software clicando aqui.

Fonte: Google.

emGoogle Software

Review — iPad mini 3

Por em 31 de janeiro de 2015
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Prepare o bolso pois a brincadeira sairá cara (Crédito: tio Laguna)

Desde o lançamento do iPad, o tio Laguna faz a si mesmo e a outrem uma mesma pergunta: para que deabos serve um tablet?

Tá, confesso: nunca vi muita graça no iPad original, parecia uma versão esticada do iPhone 3GS. Na verdade, quase sempre rejeitei a ideia de tablets ARM pois, além dos aplicativos e jogos serem mais simples que nos computadores com legado x86, tocar na tela não me é uma atividade mais produtiva (e precisa) que usar a dupla teclado e mouse ou mesmo teclado e touchpad.

Também tinha a questão do tamanho: uma tela com diagonal de 9,7 polegadas não é algo que eu possa carregar por aí. Grande demais para mim. Alguns anos depois comprei o meu primeiro smartphone, um iPhone 4S, e logo depois, começaram os rumores de uma versão menor do tablet da Apple. Nesse meio tempo a Microsoft lança o Surface.

Seja iPad mini, seja Surface, a minha urgência maior era trocar o Pobrebook 1 (um Asus Eee PC 701, com tela de 7 polegadas). Ao trocá-lo pelo Pobrebook 2 (Asus Eee PC 1015BX, com 10 polegadas) no começo de 2013, não sobrou dinheiro algum para pensar em comprar essas máquinas luxuosas da Apple e Microsoft.

No caso do iPad mini, lançado no final de 2012, eu também tinha algo contra: o tablet usava o mesmo Apple A5 de meu smartphone. Seria no mínimo uma redundância. Melhores motivos tive para rejeitar o Surface 3. Quando o Pobrebook 2 deu um problema no final do ano passado, aproveitei uma promoção relâmpago e peguei o Pobrebook 3, o melhor netbook que já tive: um Acer Aspire V5 com processador AMD E1 e tela de 11,6 polegadas.

11,6 polegadas talvez seja meu tamanho máximo para notebooks de uma maneira geral. Rejeitava o iPad e seus sucessores diretos justamente pelo tamanho mas, após trocar duas vezes de netbook, cada um maior que outro, seria hora de eu esquecer o iPad mini e comprar logo um iPad Air?
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SciCast #66 — Campus Party 2015

Por em 31 de janeiro de 2015

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A Campus Party é sem dúvida um dos maiores, se não o maior evento de tecnologia, divulgação científica, marketing, segurança, empreendedorismo e redes sociais de todo o mundo. Desde sua primeira edição em 1997 na Espanha, o encontro reúne muita, mas muita gente disposta a não só usufruir de uma conexão de rede assombrosa, como também pessoas disposta a compartilhar experiências e conhecimento com todos ao seu redor.

E a iniciativa saiu de Paco Ragageles, o sabatinado da vez em mais um #SciCast Entrevista.

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JEWS FROM SPACE!

Por em 30 de janeiro de 2015
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Com as devidas desculpas a Mel Brooks

Está acontecendo em Israel a Semana Espacial, um evento que entre outras coisas honra a memória de Ilan Ramon, primeiro astronauta israelense, morto no acidente da Columbia, em 2003.

Entre os projetos, há equipes participando do prêmio lunar do Google, e pretendem lançar seus robôs ano que vem. O principal evento este ano será o lançamento da Academia Espacial Israelense, que treinará astronautas para futuras missões tripuladas. Não que haja pressa, a Agência Espacial Israelense tem uma verba direta mínima, a maior parte da pesquisa tecnológica está na área de defesa, felizmente para eles tudo é estratégico.
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emEspaço Explicando a Foto Hardware

Quem foi parar nos Simpsons? Elon Musk!

Por em 30 de janeiro de 2015

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Se havia algo que faltava pro nosso Tony Stark preferido ser reconhecido como figura pop, não há mais. Elon Musk conseguiu o que poucos conseguiram: foi tema de um episódio inteiro d’Os Simpsons, e mostrou que sabe rir de si mesmo. E sim, ele mesmo dublou seu personagem.

Curiosamente o episódio não nomeia nenhuma das empresas de Musk, mas Homer diz ter inventado o PayPal. Talvez os censores da Fox sejam velhos demais para entender referências a empresas de internet.
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Resenha: Marco Polo

Por em 30 de janeiro de 2015

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Que a Netflix amadureceu a gente já sabe. Ela evoluiu de serviço que apenas distribuía filmes, séries e documentários via streaming para uma plataforma que produz seu próprio conteúdo (e vem muito mais por aí), fórmula de sucesso que foi copiada por seus rivais, desde a Amazon até a Sony.

Porém em dezembro a Netflix chutou o balde e lançou aquela que é sua obra mais ambiciosa: Marco Polo é um desbunde, um épico no nível de Game of Thrones — e quase tão cara quanto. Monte seu ger, acenda uma fogueira e acompanhe o que achamos da primeira temporada.

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