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Dia desses, apenas a título de curiosidade, pesquisei sobre como está a questão do download legalizado de músicas no Brasil. Peguei dois CDs para comparar: Minutes to Midnight, da banda Linkin Park, e Konk, da banda The Kooks, e passei por duas lojas que vem CDs (mídias físicas), e duas que os disponibilizam via download. Veja a tabelinha comparativa:
Vemos que há um certo equilíbrio no primeiro CD, mas no segundo, por mais incrível que possa parecer, o download é mais caro que a mídia física. Para piorar, ambos os títulos analisados, na modalidade de venda via download, são comercializados no padrão *.wma, o que se traduz, nesse caso, como conteúdo protegido por DRM.
A indústria fonográfica reclama da pirataria, mas parece não fazer muito para mudar esse quadro. Uma música distribuída via download, pela Internet, dispensa uma série de despesas, como custo de produção, estocagem, logística, dentre outros. E… DRM!? Sério mesmo que eu compro a música e preciso ficar atento a quantos computadores podem executá-la, quantas vezes posso gravá-la, e por aí vai?
Acaba de sair no Twitter a informação, publicada pelo Economic Times: Google irá fechar seus negócios na China no dia 10 de Abril. A fonte é uma agência de publicidade chinesa.
Não se sabe se fecharão tudo ou apenas parte parte das operações. Porta-vozes da empresa não comentaram o assunto. Se a saída se concretizar infelizmente os maiores prejudicados serão os cidadãos chineses, que mal ou bem ainda tinha um Google para acessar.
De resto, não falaram nada se a saída em protesto contra as atitudes de censura e desrespeito às Leis por parte do Governo de Beijing incluem o cancelamento dos contratos com a HTC, fabricante do Nexus One.
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O emulador do Windows Phone 7, disponível no kit de desenvolvimento (gratuito) é restrito à aplicação que está sendo debugada, mas como na verdade é uma versão do WP7 rodando em uma máquina virtual, o mais provável é que o mínimo possível tenha sido mexido, até para garantir a estabilidade do software em condições reais.
Sabendo disso meio-mundo caiu em cima, e como bem disse o artigo no I Started Something, não era questão de SE, era questão de QUANDO.
O quanto foi hoje. Um sujeito chamado Dan Ardelean modificou uma ROM do emulador, com ela dá para acessar todas as áreas do sistema e fuçar no que já foi feito. Mas lembre-se, é uma versão pré-pré-pré-alfa do Windows Phone, não saia metralhando a Microsoft se tudo não estiver funcionando maravilhosamente bem.
PS: Será que a ROM acima dura até o nascer do Sol ou os advogados de Redmond abandonaram sua busca por brraaaaiiins e partiram para cima do blog distribuindo o arquivo questionável?
Antigamente as empresas criavam os produtos, registravam os nomes, conseguiam os direitos e então lançavam tudo. Hoje não há mais tempo hábil NEM é viável registrar uma marca muito antes do lançamento, as informações são públicas. Se todo mundo soubesse que a Apple havia registrado iPhone, o impacto da 1a aparição pública seria muito reduzido.
O lado ruim é que podem ocorrer confitos, como iPhone, que era marca registrada da Cisco, e foi alegremente licenciada APÓS o lançamento do telefone da Apple, por uma quantia extorsiva.
Também podem ocorrer casos como o Nexus One, do Google. Sò agora o processo de registro da marca chegou a seu fim, e para desespero da empresa de Mountain View, Nexus era uma marca registrada pela Integra Telecom, e no entendimento do Escritório de Patentes dos EUA haveria espaço para confusão por parte dos consumidores.
Pra piorar ainda estão sendo processado pelos herdeiros de Philip K. Dick, um dos papas da Ficção Científica e autor do livro que foi adaptado para os cinemas com o título de Blade Runner.
A família não gostou de ver o Google ganhando dinheiro com um negócio chamando Android rodando em um troço chamado Nexus One.
Embora defenda o direito autoral e propriedade intelectual, não posso deixar de achar que os parentes do Philip K. Dick fumaram cigarrinho de artista. A menção mais antiga ao termo “Android” é de 1270, em 1863 já era usado com sentido de robôs mecânicos imitando humanos. (fonte: Wiki de verdade)
Será uma tentativa de faturar uns pacovás, como a LucasArts faturou da Motorola, ao licenciar o termo “Droid”?
Agora o Google tem um problema. Se mantiverem o nome, nada impede que a Integra Telecom processe. Se não processar, nada impede que alguma fábrica xing-ling lance seu próprio Nexus One, ou até um Nexus Two.
De quem é a culpa? De todo mundo. Nós consumidores não temos mais paciência, queremos tudo pra ontem e produtos seguem ciclos loucos de lançamento. Ninguém quer esperar 3 anos por um celular novo ou um Netbook realmente otimizado.
Em software ainda dá para se livrar colocando “Beta”, mas quem compraria um celular nas mesmas condições?
Fonte: Oregon Live
Todo supervilão que se preza tem em seu quartel-general secreto, além de uma arma nuclear e uma masmorra tem uma sala de controle com uma parede cheia de monitores. Isso para nós, aspirantes a Senhores do Mal é complicado, dados os custos envolvidos. Mas calma, não se desespere ainda. Seus problemas acabaram!
A Radeon HD 5770 HD5770 Eyefinity 5 é uma placa de vídeo com DirectX 11, 1.2GHz de clock de memória, 4,8Gbps de “truputi”, 850MHz de clock de processador e 5 mini-display ports, capaz de gerar imagens Full HD em todas elas ao mesmo tempo.
Mais ainda, a belezinha funciona com a tecnologia CrossFire da ATI, então dependendo da sua placa-mãe pode ligar 2 em paralelo, comandando DEZ monitores simultaneamente.
Não há ainda informações de preço, mas que coça a mão, coça.
Fonte: Akihabara News
O nome do brinquedo é AirStash,está sendo vendido pelos sites como um drive USB wireless, mas a proposta é bem diferente. O que ele é na verdade é um servidor de mídia WIFI 802.11b/g, pensado para ser usado por iPhones, iPads e na prática qualquer dispositivo que tenha WIFI, um navegador Web e reproduza mídia.
A bateria tem autonomia de 5 horas (não sabemos se horas reais ou horas-Jobs) de streaming, ele é usado via USB para carga de energia e de dados. Os mesmos ficam em um cartão SDHC de até 32GB.
O funcionamento é extremamente simples, você aperta o botão, ele abre um Access Point, você se conecta, abre o navegador, escolhe o seu arquivo e pode visualizá-lo.
O custo é US$99,99, e é bem em conta, ainda mais se você lembrar que com um smartphone ou PC não consegue fazer a mesma coisa com tanta facilidade.
PS: Sim, muito provavelmente roda Linux.
Fonte: TechFresh
Ainda estamos engatinhando quando o assunto é realidade aumentada, mas vários exemplos, de apps de smartphones até sistemas mais complexos, como esse da GM, mostram que o futuro está próximo, muito próximo.
Fruto de um trabalho conjunto da montadora com universidades americanas, esse projeto, ainda sem nome, transforma o parabrisa do carro numa HUD que ajuda efetivamente o motorista a guiar o veículo. Munida de sensores dos mais variados tipos e câmeras, além de outras câmeras internas que acompanham os olhos do condutor, o sistema é capaz de fornecer/destacar informações tais quais placas de sinalização, contorno da estrada, animais na beira da pista, e até o destino, quando atrelado a um GPS.
Confiram um vídeo:
A GM informa que esse sistema deverá ser incorporado à linha de produção num “futuro próximo”. Isso, claro, nos EUA. Talvez no Vectra brasileiro geração 36 tenhamos algo parecido – mas só na versão GTXYW, contemplando a metade do motorista do parabrisa, e por aí vai...
Fonte: Mashable.
Os ataques do tipo phishing mais comuns no Twitter são realizados através do envio de links via direct message (DM) e notificações por e-mail de novas DM. Mascarados pela trivial URL encurtada, que embora sirva para economizar espaço, oculta do usuário o destino daquele link, vez ou outra o alarme soa no serviço de microblog, avisando sobre novas tentativas de capturar senhas e outras “coisas ruins” derivadas delas.
O time de segurança e confiabilidade do Twitter, nesses casos, tem apenas poder reparador, ou seja, consegue detectar esses ataques só depois que eles começam. Mas isso está prestes a mudar…
No blog oficial do Twitter, @delbius, diretor do time de segurança do serviço, anunciou um novo encurtador de URLs. A princípio restrito a DMs e e-mails de notificação, esse novo serviço, que utiliza a URL twt.tl, torna possível ao Twitter prevenir ataques que utilizam URLs mascaradas para se propagarem.
Embora ainda restrito a áreas específicas do serviço, fica no ar a dúvida se, futuramente, o bit.ly será substituído como encurtador “oficial” do Twitter. Antes dele, o TinyURL era o principal, e foi apenas após a mudança que o bit.ly, graças ao uso maciço derivado do microblog, ganhou fama e popularidade.
Parece que o pessoal de Mountain View falava sério a respeito de invadir as salas de estar do mundo: a “Google TV”, segundo o New York Times, é verdade. Uma parceria entre Google, Intel, Sony e Logitech vai disponibilizar uma plataforma comum, “open source”, capaz de levar a Internet como a conhecemos para todas as TVs.
A tal plataforma pode se materializar tanto como uma set-top box quanto “embutida” no circuito do televisor e se você achou estranho a Sony estar no meio de algo que começa com “open” e termina com “source”, a explicação pode ser a velha máxima de que quem sai na frente aponta a direção do mercado.
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Rodando sobre o Atom, haverá um sistema operacional Android, usando o Chrome como navegador, com suporte a Flash e cuja API, ainda segundo o jornal, estaria para ser divulgada já neste semestre. Parece que a "grande idéia" é ter novos (e pequenos) aplicativos voltados especificamente para o telespectador.
O curioso é que, ao que tudo indica, essas “novas funcionalidades” precisarão de hardware bastante caro (ao menos, até que haja produção em larga escala). Considerando que Samsung, Philips e a própria Sony, por exemplo, já possuem TVs com variados graus de conexão à Internet (e todas baseadas em chips baratos, com a tecnologia dominada pelas fabricantes e até alguns “hacks” disponíveis), compensará investir na nova plataforma?
Posso estar ficando velho, mas sinto saudade dos tempos em que me sentava na sala, ligava a TV e dormia… hoje, o controle remoto tem quase tantos botões quanto o meu PC, perco mais tempo procurando como mudar de canal que se me levantasse e fosse até o aparelho. Estaremos dispostos a um “modo Google de ver TV”? E o que é pior: imaginem o tipo de anúncio que saltará aos olhos durante o Big Brother Brazil!
[via NYTimes]
O posterous continua crescendo, trazendo novos recursos, melhorando sua plataforma, e tudo isso sem perder a esperteza misturada com facilidade que tanto o caracteriza. É, de longe, a plataforma de blogs mais simples do mercado, e ao mesmo tempo, uma das mais poderosas.
Apesar de todo esse avanço, a ferramenta ainda carece de alguns recursos básicos. A julgar pelos últimos dias, parece que o time de desenvolvimento passou a reservar algumas horas do dia para correr atrás desse tipo de prejuízo. Liberaram não uma, mas duas novidades que, a bem da verdade, não são exatamente “novidades”; a concorrência já tem esses recursos faz tempo, mas de qualquer maneira, são muito bem-vindos.
O primeiro deles é a quebra de post, comum em blogs com posts muito grandes, como o Meio Bit, por exemplo. Através do botão correspondente no editor in-browser, ou utilizando o comando #more quando o texto é enviado por e-mail, é possível “quebrar” o post em duas partes, acrescentando, na página inicial do blog, o famoso “leia mais”, no caso, “leia o resto desse post” (em inglês).