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Criador anuncia sucessor espiritual do Clock Tower

Por em 23 de setembro de 2014

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Pouco depois de ter adquirido o meu primeiro PlayStation, fui até a locadora que frenquentava e no meio de tantos jogos, um chamou minha atenção por sua capa que mostrava um homem segurando uma enorme tesoura toda ensanguentada. Resolvi dar uma chance a aquele game do qual nunca tinha ouvido falar e foi assim que conheci a série Clock Tower.

Sem todo o esplendor ou a popularidade de outros survival horrors como Resident Evil ou Silent Hill, a criação de Hifumi Kouno se destacava por nos colocar na pele de uma personagem indefesa, que basicamente tinha que se esconder do vilão e resolver alguns quebra-cabeças enquanto avançava na história.

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Prêmio Brasil de Fotografia – inscrições abertas

Por em 23 de setembro de 2014

E chegou mais uma edição do Prêmio Brasil de Fotografia. Esse é um daqueles concursos em que muitos possuem medo de participar, pois exige algo a mais do que a fotografia em si. É preciso ter um conceito, trabalhar uma mensagem, ser original. Ou seja, é preciso produzir arte. Infelizmente a maioria dos fotógrafos que conheço atualmente está mais interessado na parte técnica e nas toneladas de equipamentos que podem comprar e se esquecem que usar o cérebro é, pelo menos no trabalho artístico, mais importante do que a técnica. Infelizmente muitos esquecem que fotografia não é arte, mas ela pode ser utilizada para fins artísticos (pega essa você fotógrafo comercial que usa a palavra arte em toda propaganda e descrição do seu produto).

Mas, voltando ao Prêmio Brasil de Fotografia, a disputa existe desde o ano 2000 e começou com o nome de Prêmio Porto Seguro de Fotografia. Em 2012 o nome foi trocado e passou a não apresentar mais um tema específico, deixando a escolha das fotos livre para os autores. Segundo o site oficial do concurso, o objetivo do prêmio é funcionar como um canal de apresentação da produção fotográfica autoral brasileira, possibilitando o ingresso de um maior número de fotógrafos nacionais preocupados com a pesquisa de linguagem. Aliás, a chave para a participação é especificamente a fotografia autoral, essa desconhecida tão pouco compreendida pela maioria dos iniciantes na fotografia.

Existem três formas de participação no Prêmio Brasil de Fotografia. A primeira é o Ensaio Fotográfico. Para essa categoria serão aceitos ensaios ou séries que formem um conjunto entre oito e doze imagens sobre o mesmo tema caracterizando uma linguagem fotográfica de cunho autoral. Não há restrição quanto à forma de captação de imagem ou aos métodos de pós-produção. Essa categoria tem que ser entregue impressa via correio. A segunda forma é a categoria Ensaio Fotográfico Multimídia onde serão aceitos  trabalhos em formatos digitais, tanto para uma série quanto para peças únicas, desde que a forma apresentada seja o suporte de finalização do trabalho. Neste caso a inscrição é pelo site. E por fim existe o Prêmio Brasil Fotografia Bolsa que se destina ao desenvolvimento de um projeto fotográfico no período de 6 meses.

Os prêmios para quem quiser participar são bem convidativos. Serão premiados:

a) 01 Prêmio Brasil Fotografia Especial – Aquisição, no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais).

b) 02 Prêmios Brasil Fotografia Ensaios – Aquisição, no valor de R$ 35.000,00 (trinta e cinco mil reais) cada.

c) 02 Prêmios Brasil Fotografia Bolsa para desenvolvimento de projeto -Aquisição no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) cada.

d) 01 Prêmio Brasil Fotografia Revelação - Aquisição, no valor de R$ 15.000,00 (quinze mil reais).

Para participar é só dar uma olhada no regulamento e nas fichas de inscrição no site do concurso e fazer a sua inscrição, independente da categoria, até o dia 19 de outubro.

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11 bilhões de pessoas, ainda vamos chegar lá

Por em 23 de setembro de 2014
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O mundo que se prepare, 11 bilhões de pessoas é confusão garantida.

Em 1970 o mundo teria supostamente atingido seu pico de natividade e crescimento populacional humano. Desde então, países na Ásia, Américas e na Europa viram suas taxas de nascimentos caírem dramaticamente e na África, o número de filhos por família caiu de algo de 6 para algo em torno de 4. Contudo a queda na África é menor do que em outras partes do mundo e a persistência de uma alta taxa de fecundidade se deve a um grande número de fatores que incluem influências culturais, econômicas e principalmente a falta de acesso a métodos de controle de natalidade e planejamento familiar. Agora, existem tantas crianças na África que muitos demógrafos e estatísticos debruçados sobre o problema acreditam que o crescimento humano não vai mais estacionar no século XXI como era esperado.

As previsões anteriores falavam em um nivelamento lá pelo meio do século de algo em torno de 7,2 bilhões atuais para 10 bilhões em 2050. Mas tais previsões dependiam de que as taxas de natalidade caíssem na África nas mesmas proporções que elas caíram na Ásia e na América Latina nas últimas décadas. Em vez disso, muitas mulheres continuam tendo um grande número de filhos em muitos países africanos e a taxa de natalidade está se reduzindo muito mais lentamente do que era esperado, em alguns casos está até aumentando. O paper original, publicado na Science por uma equipe de especialistas liderados por Adrian Raftery da Universidade de Washington estima que a população africana deve subir dos atuais 1 bilhão para mais de 4 bilhões em 2100.
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LG entra na moda dos smarts flip com o Wine Smart

Por em 23 de setembro de 2014

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O ano era 2012. A Samsung, em um movimento para lá de curioso introduziu na China o exótico (e caríssimo) SCH-W2013, um smartphone com processador quad-core de 1,4 GB, 2 GB de RAM, câmera traseira de 8 megapixels e frontal de 1,9 MP e 16 GB de armazenamento interno. O diferente nessa história era que se tratava de um smartphpne acondicionado num case dos clássicos celulares flip, com teclado físico e tudo (ele ficou conhecido como “o celular do Jackie Chan“, já que ele era o garoto-propaganda).

Em 2013 a Sammy apresentou mais dois modelos (aqui e aqui), mostrando que ao menos no mercado asiático ainda há demanda para os bons e velhos celulares com tecladinhos. Agora, um ano depois sua rival LG entra na onda com o Wine Smart.

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Sony revela data de lançamento do PlayStation TV

Por em 23 de setembro de 2014

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Depois de uma longa espera, a Sony finalmente liberou detalhes sobre o lançamento no ocidente do PlayStation TV, aquele aparelho que roda na TV jogos do atual portátil da empresa e que no Japão ficou conhecido como Vita TV.

A boa notícia é que a espera agora não será muito longa, com o set-top box estando previsto para começar a ser vendido no dia 14 de outubro nos Estados Unidos e o preço será aquele que já imaginávamos, US$ 99. Além disso, a Sony venderá um pacote que trará ainda um DualShock 3, um cartão de memória de 8 GB e o jogo The Lego Movie Video Game, tudo por apenas US$ 140.
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emGames Portáteis Sony

Galaxy Mega 2: a segunda geração do telhafone da Samsung

Por em 23 de setembro de 2014

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No ano passado, talvez impulsionada pelo considerável sucesso do seu até então maior foblet Galaxy Note II (com display de 5,5 polegadas) a Samsung resolveu arriscar introduzir aparelho similares para o consumidor de dispositivos intermediários com a linha Mega, que contava com smartphones até então gigantes: com 5,8 e 6,3″ polegadas eles não tinham paralelo em termos de dimensões até então.

Agora a companhia sul-coreana apresenta o Galaxy Mega 2, que continua sendo um aparelho mediano porém não mais conta com variantes de tamanho´.

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De quem são os asteroides?

Por em 23 de setembro de 2014
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Mineração em asteroides pode se parecer com isso no futuro.

O Congresso Americano pretende discutir leis que regulem a exploração espacial, mais especificamente a mineração espacial. O assunto parece estar em voga atualmente e eles acreditam que estabelecer uma base legal sobre o assunto pode incentivar o interesse no setor.

A proposta apresentada, intitulada ASTEROIDS (quanta criatividade) da American Space Technology for Exploring Resource Opportunities In Deep Space, tenta trabalhar com as leis hoje em vigor, notadamente o Tratado de 1967 sobre a exploração espacial, que proíbe nações de reclamar para si corpos celestes. A nova legislação dará às empresas norte-americanas o direito sobre qualquer material que for minerado em asteroides, sem no entanto dar o direito de reivindicar o asteroide em si.
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