Digital Drops Blog de Brinquedo

Sony dará jogos e códigos de PS+ pelo crash da PSN em 2011

Por em 24 de julho de 2014

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A Sony com certeza gostaria de esquecer o ano de 2011. O ataque hacker à PSN, que deixou a rede fora do ar por quase um mês e comprometeu os dados de usuários (inclusive informações de cartões de crédito) foi um duro golpe sofrido pela empresa, muito em represália ao que aconteceu com George Hotz, hacker que havia quebrado a trava do PS3. No fim das contas dados de 77 milhões de usuários em todo o mundo foram roubados, o que gerou uma tremenda dor de cabeça para todo mundo.

Agora a justiça dos Estados Unidos decidiu que a Sony deve mais a seus usuários, e a obriga a oferecer mais brindes a todos que foram de alguma forma lesados.

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emGames Sony

Drone ajuda a localizar velhinho desaparecido nos EUA

Por em 24 de julho de 2014

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Nos Estados Unidos está rolando uma discussão forte sobre a legalidade do uso dos drones, não para aplicações comerciais (já que a FAA puxou o tapete da Amazon), mas para operações de resgate. E agora a atuação de um desses gadgets pode aajudar a pender a balança para o lado dos donos dos drones.

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emComputação móvel Hardware Miscelâneas Planeta Sem Fio Segurança

Você não gostaria de jogar videogame contra LeBron James

Por em 24 de julho de 2014

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Atualmente LeBron James é sem dúvida um dos esportistas mais conhecidos e bem sucedidos do planeta, mas o que poucos sabiam é que quando era mais novo, seus amigos sofriam bastante quando o encontravam para disputar umas partidas de videogame.

Portador de memória eidética, ou como muitos preferem chamar, memória fotográfica, o astro da NBA sempre foi elogiados por seus técnicos por decorar rapidamente as ordens que lhes são passadas e muitos companheiros de equipe costumam se dizer impressionados com a capacidade de James para lembrar de lances ocorridos durantes partidas disputadas há muito tempo, inclusive citando o local exato de onde disparou alguns arremessos.

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emGames Miscelâneas

Daniel Matros da DICE mostra na Campus Party Recife como os games podem ensinar muita coisa

Por em 24 de julho de 2014

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Daniel Matros, produtor da DICE e de jogos da franquia Battlefield, subiu ao palco da Campus Party ontem para mostrar sua visão sobre como os games podem revolucionar a sua vida. Para ele, os jogos ensinam muito mais do que os métodos tradicionais de educação, te tornando melhor através da persistência. “Os videogames te ensinam que você pode falhar”, diz Matros. “Depois de tentar e perder, você volta com mais experiência e recursos, e consegue vencer. Nas escolas, se você falhar em um teste, na maioria dos casos, não pode tentar novamente”.

Matros descreve os games como artefatos culturais, e diz que os desenvolvedores precisam fazer o jogador errar e falhar, para que ele consiga melhorar. Cada vez mais, os jogos são um reflexo da realidade, e todos os estereótipos estão caindo.
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emEspecial Games Indústria

Família é retirada de voo por pai reclamar no Twitter

Por em 24 de julho de 2014

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Até que ponto vale a pena reclamar nas redes sociais devido a um serviço mal prestado? Nós já vimos alguns casos em que a imagem de algumas empresas ficou um tanto comprometida após a exposição de descaso com seus clientes de várias maneiras, mas aparentemente empresas aéreas em especial não estão nem aí. Nós vimos um caso em 2013 de um passageiro que comprou um post patrocinado do Twitter para falar mal da British Airways, depois da bagagem de seu pai ter sido extraviada. Claro, não deu em nada, mas buzz negativo conta pontos contra de qualquer forma.

Só que a companhia de baixo-custo Southwest Airlines decidiu que com ela será diferente: ao invés de evacuar e se locomover para comentários e xingamentos, ela apelou para ameaça e truculência para evitar que um usuário a xingasse muito nas redes sociais.

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emComputação móvel Comunicação Digital Internet Web 2.0

Rádio Flash Cactus V6 — algumas novidades

Por em 24 de julho de 2014

Se você faz ou está pensando em fazer strobist, então já deve ter pesquisado sobre a compra de um rádio flash. Anos atrás esses equipamentos custavam muito caro, mas com a invasão dos fabricantes chineses tudo ficou mais barato. É possível achar um rádio flash, hoje em dia, com receptor e transmissor por R$ 120,00. Porém, entre as diversas marcas que encontramos no mercado, muitos fotógrafos afirmam que o mais confiável é o Cactus. Conheço o equipamento desde a versão V3 e realmente ele nunca falhou durante uma sessão fotográfica. O único problema que ele possuía era o de ser muito frágil. Ao cair no chão, fatalmente deixaria de funcionar. Nada que uma pequena manutenção (feita em casa, se você entende um pouco de eletrônica) não resolveria.

O tempo passou, as versões foram ficando mais parrudas e nessa semana temos o lançamento do Cactus V6 com algumas novidades muito interessantes. O V6 continua sendo um radio flash que funciona apenas no modo manual, ou seja, ele não transmite a informação TTL da câmera para o flash, mas agora ele pode controlar a intensidade do flash. Ele possui integrado 30 perfis de fabricantes de flash e através do receptor você pode mudar a potência dos flash que estão sendo controlados por ele. Como ele é uma plataforma multimarcas, você pode inclusive trabalhar com um flash diferente da marca da sua câmera. Ou seja, você pode estar com uma câmera Canon e controlar as intensidades de flash da Nikon, Pentax e Sony, além de fabricantes independentes como a Metz. Eu achei a ideia muito produtiva. Pense na hipótese de você estar fotografando um evento e o seu parceiro de trabalho (que no meu caso é a minha esposa) está trabalhando com equipamentos de outra marca. Os dois podem controlar todos os flash escravos que estão no salão. Gostei. Cada receptor também possui uma sapata na parte superior para que um flash seja acoplado. Nesse caso, a transmissão de dados é TTL e vai funcionar com todos os fabricantes que estão registrados no perfil interno do equipamento.

Fechando o leque de novidades, o V6 tem mais uma característica interessante quando utilizado em conjunto com o flash RF60 da própria Cactus. Além de controlar a potência do flash, também é possível modificar o zoom interno da cabeça do flash via transmissor. Lembrando que o RF60 é um flash que possui um receptor interno de rádio e foi desenvolvido principalmente para ser uma unidade escrava. O V6 é alimentado por duas pilhas AA, possui entrada mini-USB para futuras atualizações dos perfis de flash e pode controlar até 16 unidades escravas divididas em 4 grupos. A empresa garante o dispositivo consegue disparar a unidade escrava em uma distância de até 100 metros.

A Cactus já está enviando o produto para Estados Unidos e Reino Unido diretamente da China. O valor de cada unidade (lembrando que você vai precisar de pelo menos duas) é de US$ 55,00.

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Fonte: Dpreview.

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Fãs criam versão 2D do Super Smash Bros.

Por em 24 de julho de 2014

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Ah, os demakes. A arte de tentar recriar títulos modernos como se eles tivessem sido feitos para os antigos consoles. A criatividade e o conhecimento de algumas pessoas para fazer jogos assim é algo que sempre me impressionou bastante e hoje eu gostaria de indicar uma dessas criações, o Super Smash Flash 2.

Desenvolvido pela MacLeod Games, o game usa como base os títulos da série Super Smash Bros., mas com gráficos que lembram os jogos da época do Super Nintendo e mostrando que se a BigN tivesse lançado a franquia durante a geração 16 bits, ele certamente teria feito um enorme sucesso.

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