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Chromebit, o pendrive que é um computador com Chrome OS

Por em 31 de março de 2015

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Foi-se o tempo em que computadores eram máquinas gigantescas, feias e desajeitadas que ocupavam toda a sua mesa. Nos últimos 20 anos a miniaturização de hardware foi essencial para que chegássemos onde estamos, com smartphones que executam diversas funções ao mesmo tempo e com maestria, só não fazem café.

Nossos computadores pessoais também encolheram, de desktops desengonçados para ultrabooks finíssimos e mini-PCs de respeito como o Arduino e o Raspberry Pi. Só que não contentamos com pouco, queremos que eles sejam cada vez melhores e menores.

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Agora temos um novo Surface 3 menor e mais barato

Por em 31 de março de 2015
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O novo Surface 3 ainda é muito grande pro tio Laguna (crédito: The Verge)

Microsoft anuncia a pré-venda do novo Surface 3 na civilização. Um ano depois de revelar ao mundo o Surface Pro 3, agora a Microsoft diversifica um pouco a linha de tablets x86 com Windows 8.1 completo. Pouco mesmo.

O novo tablet da Microsoft não chega a ter, com o irmão mais velho dele, uma diferença de tamanho tão grande quanto entre o iPad mini e o iPad (Air), por exemplo: temos no Surface 3 uma tela com diagonal de 10,8 polegadas Full HD com resolução 1.920 × 1.280 pixels. Mesmo aspecto 3:2 do Surface Pro 3.
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Tidal quer ser um tsunami e não uma marola no mercado de música por streaming

Por em 31 de março de 2015

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Jay-Z e vários amigos tão (ou mais) famosos do que ele apresentaram com pompa e circunstância o relançamento do Tidal, serviço de streaming de músicas que ele comprou em janeiro da empresa Aspiro por cerca de US$ 55 milhões. Apesar do hype de ser uma verdadeira revolução que irá mudar o mercado, e de ter juntado uma verdadeira seleção de cantores e músicos no seu lançamento, a verdade é que o Tidal vai lutar duro para conquistar um número expressivo de assinantes e mostrar que veio para brigar de igual para igual com seu principal concorrente, o Spotify.

Como armas para isto, o Tidal oferece um catálogo com 25 milhões de músicas disponível em duas versões, uma com qualidade normal por US$ 9,99 e outra em alta definição por US$ 19,99 mensais; mais precisamente no formato FLAC, o mesmo usado pela loja Pono de Neil Young. O grande problema é que não existe nenhuma opção gratuita disponível, ao contrário do Spotify.

Além do formato Lossless, outro argumento de venda são alguns lançamentos exclusivos dentro do Tidal e a curadoria de playlists feitas por artistas, que estão disponíveis nas duas versões. Também é importante lembrar que você quiser assinar o serviço de alta fidelidade, é importante comprar um fone de ouvido ou um equipamento de som que permita aproveitar a qualidade das músicas.

Para os próprios artistas, o diferencial é que o Tidal promete pagar até o dobro dos royalties dos concorrentes, pelo menos na versão Lossless. Segundo relatos, Jay-Z estaria dando alguns milhões de dólares e uma participação na empresa para os grandes artistas que pegarem esta onda com ele, e esta estratégia parece estar dando certo, se levarmos em conta a reunião de ontem em Nova York.

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Na apresentação do Tidal, Jay-Z conseguiu reunir um super time com Jack White, Kanye West, Usher, Arcade Fire, Deadmau5, Madonna, Nicki Minaj, Beyonce, Rihanna e os franceses do Daft Punk e seus capacetes, além de Chris Martin do Coldplay e Calvin Harris via Skype, que ficaram assistindo Alicia Keys falar sobre as supostas vantagens do Tidal: “Jimi Hendrix uma vez disse que a música não mente”, disse Alicia Keys na apresentação, antes de citar Nietzsche: “sem música, a vida seria um erro”.

Eu assisti o vídeo inteiro ao vivo e achei tudo meio estranho, a sensação é que era um “We Are The World” no qual os artistas não cantaram, só assinaram um documento. Madonna foi a responsável pelo melhor momento e por vários risos ao se debruçar na cama mesa na sua vez de assinar. Antes de terminar seu discurso inflamado, Alicia lembrou que este é o primeiro serviço de streaming que é uma propriedade de artistas, mas será que isto vai fazer alguma diferença pro consumidor?

Indo ao que interessa, será que o Spotify deve ficar preocupado? Eu sinceramente acho que não, pois quem já tem 15 milhões de clientes pagando mensalmente pode ficar tranquilo com um novo concorrente que começa com poucos assinantes e nem sequer uma versão gratuita. O que pode mudar esta maré são os lançamentos exclusivos feitos só para o Tidal, que no começo não chegaram a chamar tanta atenção. Por enquanto o Tidal não chega a ser uma pulga atrás da orelha, mas os executivos do Spotify certamente estão de olho em todo este movimento.

Além do seu maior rival Spotify, o Tidal também terá que enfrentar a Apple, que ganha muito dinheiro com a venda de álbums na iTunes Store, comprou a Beats Music, tem o iTunes Radio e ainda deve lançar outro serviço de streaming ainda este ano, e tudo que indica, também com uma versão Lossless. Por enquanto, no entanto, o Tidal ainda precisa simplesmente mostrar ao que veio para realmente se tornar o tsunami que Jay-Z gostaria que ele fosse.

Fonte: Consequence of Sound.

Clique abaixo para ver a apresentação para a imprensa.
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emMúsica Software

Superman Motion Picture Anthology 1978-2006

Por em 31 de março de 2015

Esse texto vai dar motivo para os leitores do MeioBit me zoarem duas vezes. O primeiro motivo é que eu sou fã incondicional do Superman. Sim, eu gosto do escoteiro azul desde meus 12 anos quando comprei a primeira revista em quadrinhos do personagem. Eu fui um dos manés que choraram ao ler a história A Morte do Superman (pronto, falei). O segundo motivo é que sou colecionador de mídias físicas, tanto de filmes quanto de músicas. Sinto muito para os que aderiram ao mundo maravilhoso do MP3 e dos arquivos MKV. Gosto de ouvir música e assistir filmes no conforto de minha sala e com a qualidade sonora que eles merecem.

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Por conta destes dois motivos, nada mais adequado do que utilizar o recém lançado MeioBit Pop para fazer a resenha desta caixa intitulada Superman Motion Picture Anthology 1978-2006 que veio para saciar toda a curiosidade dos fãs do personagem no cinema e, acima de tudo, trazer o personagem para o mundo da alta definição. Já possuía todos os filmes principais da caixa em DVD, mas existem atrativos aqui que compensam a compra. Mas, primeiro vamos falar do básico. São 8 discos em Blu-ray que cobrem a produção cinematográfica desde o primeiro filme com Christopher Reeve em 1978 e termina com Superman Returns em 2006.

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emCinema Destaque Resenhas

O que é real? Michael Abrash da Oculus fala sobre realidade virtual

Por em 31 de março de 2015

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Em sua apresentação no #F8 na semana passada, o cientista chefe da Oculus Michael Abrash, mostrou alguns motivos pelos quais a realidade virtual será importante para nós, e fará cada vez mais parte da nossa vida. Mas isto não é um certo exagero? Bem, eu testei o Crescent Bay em janeiro na CES e fiquei muito impressionado com a tecnologia, pois pela primeira vez realmente me senti dentro dos ambientes e das situações mostradas nas demonstrações. Antes eu era cético, mas agora realmente acredito que o VR tem o potencial de causar uma verdadeira revolução no mundo dos games e do entretenimento.

Admitindo de cara seu interesse por ficção científica, Abrash citou como algumas de suas influências o clássico Snow Crash de Neil Stephenson, e sensacional Ready Player One de Ernest Cline: “As raízes claramente vêm de uma vida lendo ficção científica, que me mostraram que o caminho para pensar em realidade virtual não era apenas possível, mas algo que eu podia ajudar a acontecer”. Para ele, porém, tudo mudou quando ele assistiu o clássico filme Matrix, de 1999: “Enquanto os livros de ficção científica me deram o framework para pensar em realidade virtual, a Matrix me fez acreditar nela”. Abrash reviu o filme recentemente e ficou tão impressionado com o discurso de Morpheus para Neo, que o leu na íntegra durante a apresentação.

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Para Abrash na expressão “realidade virtual”, a palavra “realidade” é muito mais importante do que “virtual”. Como disse Morpheus, tudo o que percebemos são os sinais elétricos interpretados pelo nosso cérebro, e assim o nosso entendimento do mundo real é limitado pelos sensores com que os captamos.

Citando nossa visão, por exemplo, Abrash lembrou que não conseguimos enxergar infravermelho ou ultravioleta, só temos três sensores de cores e nossa visão periférica é limitada. É claro que ele também falou sobre o inevitável vestido que parece trocar de cores para diferentes pessoas, mostrando como o que vemos depende do que a nossa mente interpreta. Tentamos montar um modelo coerente do mundo, com os dados limitados que temos, e é isto que define o que é real para nós. Nossa mente faz certas suposições e interpretações que nem sempre mostram o que está acontecendo no mundo real.

Michael Abrash trouxe várias ilusão de ótica para fazer valer o seu ponto de que o mundo real é muito maior do que conseguimos captar: “Existe um mundo lá fora, e o seu cérebro está juntando informações bem limitadas captadas pelos seus sensores, e tentando inferir qual é o estado real deste mundo, de acordo com o seu modelo interno.”

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Voltando a Matrix, ele mostrou a imagem de duas pílulas, uma azul e outra vermelha, só para depois revelar que as duas são na verdade da mesma tonalidade de cinza, quando você retira as cores na lateral. O mesmo acontece com duas imagens de um cubo mágico, uma com luz amarela e outra com luz azul, que na verdade são do mesmo tom de cinza. Outro exemplo são quadrados em um piso, que apesar de terem a mesma cor, parecem ser brancos e pretos.

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Abrash trouxe mostrou outras ilusões de ótica já clássicas como a ilusão do dragão, na qual o seu cérebro te engana para ver o rosto do dragão para fora quando ele está para dentro, e o efeito McGurk, que você pode conferir no vídeo abaixo, no qual uma bela moça fala a mesma coisa com um vídeo dela falando outra, assim o que nós escutamos, depende do que estamos vendo.
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Jogue Pac-Man no Google Maps

Por em 31 de março de 2015

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Eu prometo que isso não é uma brincadeira pré-primeiro de abril. Apesar de, ao contrário do que pensa John Oliver, ser tão divertido quanto.

Isso porque o Google resolveu transformar o seu serviço online de mapas, suas ruas e avenidas, em cenários pra gente jogar Pac-Man.

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Instantflex TL 70 — uma volta ao passado

Por em 31 de março de 2015

Se você gosta de fotografia e já chegou perto dos 40 anos, então você viveu a época do filme e pode ter passado pela vontade de ter em casa uma médio formato. E se você gostasse de coisas antigas, então essa médio formato poderia ser uma Rolleiflex ou uma Yashica Mat. Para falar a verdade, esse é um sonho que ainda não consegui realizar.

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Mas, se você passou por isso e quer ter o prazer de brincar com um equipamento um pouco mais moderno, então o Instantflex TL 70 pode ser a sua praia. A câmera foi desenvolvida pela Mint, uma empresa que presta serviço de manutenção para câmeras da Polaroid (engenharia reversa?), e trabalha com filmes fotográficos instantâneos, como os Instax Mini produzidos pela Fuji com área total de imagem de 46 × 62 mm.

A câmera é um pouco menor e mais leve do que uma Rolleiflex tradicional, mas isso se explica pelos componentes modernos e que ocupam menos espaço. Ela trabalha com uma lente fixa de 65,4 mm com distância mínima de foco em 48 cm. O equipamento trabalha apenas com configurações automáticas, porém é possível trabalhar com compensações de exposição de +/- 1 EV para influenciar um pouco na captura da imagem. A abertura máxima de diafragma fica em f/5,6; mas existe o modo bokeh onde o diafragma assume a forma de uma estrela de 5 pontas para criar a ilusão do fundo desfocado.

A Instantflex TL70 vai estar disponível ao consumidor em maio e vai custar US$ 324,00 em território americano.

Fonte: Dpreview.

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